NOTÍCIAS

USP e UFSCar juntas no ensino virtual em escolas públicas

Foi lançada no dia 07 de julho último a  “Feira Virtual de Ciência e Tecnologia da USP/DE 2020“, uma iniciativa promovida pelo Centro de Pesquisa em Óptica e Fotônica (CEPOF-IFSC/USP) e pela Diretoria de Ensino – Região de São Carlos. A divulgação foi feita por meio de videoconferência, coordenada pelas professoras Marília Faustino (DE) e Wilma Barrionuevo (CEPOF), tendo contado com a participação de 186 professores da Rede Estadual de Ensino. Os coordenadores gerais do evento foram os docentes e pesquisadores Profs. Vanderlei Bagnato, Euclydes Marega Jr. e Sebastião Pratavieira , todos do CEPOF-IFSC/USP), e a Dirigente de Ensino, Profª Debora G. Costa Blanco.

Durante os próximos meses, os Clubes de Ciências formados pelas escolas produzirão uma breve monografia e um vídeo, com o tema “As Invenções que Mudaram o Mundo”. A Feira Virtual ocorrerá em outubro, durante a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia.  A Coordenadora de Difusão Científica do CEPOF, Profa. Wilma Barrionuevo, atenderá todas as Escolas e Clubes de Ciências por meio de videoconferências, auxiliando todos os participantes a fazerem suas monografias e vídeos, os quais serão julgados pela Comissão de Professores e Pesquisadores do CEPOF-IFSC/USP, coordenada pelos Profs, Euclydes Marega Jr e Sebastião Pratavieira.

Ações de Difusão de Ciências com as Escolas em contexto de Pandemia

Equipe encarregada pelo Projeto LEON – Leitura online

No atual contexto de isolamento social, em situação de pandemia, outras ações importantes têm sido desenvolvidas junto às escolas, em parceria com membros da EduSCar. Dentre essas iniciativas, destaca-se o acompanhamento da adaptação pedagógica da EMEB Ulysses Ferreira Picollo, coordenado pela Profa. Yuriko Baldin (UFSCar). Outra ação relevante com esta escolar é a implementação do Projeto LEON, de alfabetização online, coordenado pela Profa Deisy Souza, do INCT ECCE, da UFSCar, que consiste em alfabetizar virtualmente alunos do Ensino Fundamental. Na última semana, nove famílias se interessaram e o desafio agora será iniciar os trabalhos visando assessorar os pais no monitoramento das crianças, para que entrem rotineiramente no programa de ensino e realizem as tarefas previstas. O engajamento será monitorado remotamente e os monitores procurarão fornecer apoio, também remoto, aos pais ou aos próprios alunos.

Já na E.E. Profa. Maria Ramos, professores da EduScar estão desenvolvendo 5 principais atividades: (1) oferecimento do Curso de Aperfeiçoamento em “Habilidades Sociais na Escola Mediadas pelo Professor”, oferecido pela Prof. Zilda Del Prette, da UFSCar, o qual tem tido ampla participação dos professores; (2) Planejamento para criação, apropriação e preservação de espaços da escola, com engajamento dos estudantes, em projeto coordenado pelo Prof. David Sperling (NECIAU-USP); (3)  inclusão de 20 residentes de Licenciatura em Ciências Exatas da USP, em projeto coordenado pelas professoras da USP Nelma Bossolan, Renata Meneghetti e Edna Zuffi; (4) Importantes ações relacionadas a atividades na área de Matemática, desenvolvidas pelo Prof. Adilson Presoto da DM/UFSCar. (5) Clubes de Ciências: atividades científicas diversas desenvolvidas pela Profa. Wilma Barrionuevo e o Prof. Jorge Oishi.

Outro destaque que leva benefícios a todas as escolas, é o conjunto de vídeos educacionais produzidos pelo CDMF e pelo CEPOF, todos eles exibidos através da internet e também pelo Canal 10, gerenciado pelo CEPOF. De modo complementar, o CEPOF tem produzido aulas e desafios científicos para o Ensino Básico e Médio e para a Graduação do IFSC, as quais são exibidas ao vivo e disponibilizadas pela TV e internet. Parte desse conteúdo está sendo igualmente exibido no site do MCTIC e disponibilizado para todo País.

Link disponibilizado no Programa Ciência em Casa, na página do MCTIC (AQUI).

Coordenadores da EduSCar

A EduSCar consiste em um Grupo formado pelos coordenadores dos CEPIDs/Fapesp, INCTs e CPE/Fapesp; nominalmente, os Profs. Edgar Zanotto (idealizador da EduSCar); Glaucius Oliva,  Vanderlei Bagnato, Elson Longo, Jose Alberto Cuminato, Deisy das Graças e Arlene Correa; além da Profa. Debora Gonzalez C. Blanco – Dirigente da Diretoria de Ensino – Regional de São Carlos e do Secretário Municipal de Educação Orlando (Nino) Menegati. A coordenadora executiva da EduSCar é a Dra. Wilma R. Barrionuevo.

Além dos coordenadores, vários professores da USP e UFSCar participam desta importante iniciativa. Destacam-se nas ações com as escolas os Profs. Sergio Mattos (Lasca -DHb – UFSCar), Paulo Cesar Camargo (DF/UFSCar), Adilson Oliveira (DM/UFSCar), Jorge Oishi (DES/UFSCar), Leila Beltramini (CIBFAR/USP) e Ana Cândida Rodrigues (CERTEV/UFSCar).

Rui Sintra & Wilma Barrionuevo – Assessoria de Comunicação – IFSC/USP

 

Oportunidade: vaga para pesquisador(a) em SRCD no LNLS / CNPEM

O Laboratório Nacional de Luz Sincrotron (LNLS), do Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM), está com uma vaga para pesquisador(a) em SRCD – Dinoísmo Circular por Radiação Sincrotron (SRCD).

As atividades incluem o aprimoramento do programa do usuários em SRCD no Sirius, o projeto e o comissionamento da linha de luz de SRCD, Cedro, no Sirius, e o desenvolvimento de estações experimentais de ponta para a linha de luz.

São destacadas como principais atividades:

-Impulsionamento do programa de usuários em SRCD no Sirius;

-Projeto e comissionamento da linha de luz de SRCD, Cedro, no Sirius;

-Desenvolvimento de estações experimentais de ponta para a linha de luz.

Qualificações requeridas:

-Doutorado em Física, Química, Biologia ou áreas afins;

-Experiência em SRCD;

-Fluência em Inglês.

Para obter mais informações, ou se candidatar à vaga, clique AQUI.

Assessoria de Comunicação – IFSC/USP

CDMF/UFSCar assinala “Dia Nacional da Ciência” e “Dia Nacional do Pesquisador”

O Centro de Desenvolvimento de Materiais Funcionais (CDMF), um Centro de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPID) da FAPESP sediado na Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), acaba de lançar a série Os Cientistas – O universo em seus corpos, com inovadora animação da nanoarte em três atos, em homenagem a 12 grandes cientistas que transformaram o mundo em diversos campos do conhecimento.

Assim, é com imenso prazer que o Prof. Elson Longo, Diretor do CDMF, convida a todos a prestigiar essa homenagem ao Dia Nacional da Ciência e Dia Nacional do Pesquisador, comemorada no dia de hoje (08/07), por meio do link: http://cdmf.org.br/2020/07/08/cdmf-lanca-a-serie-os-cientistas-em-animacao-inovadora-da-nanoarte/

O vídeo também encontra-se no canal do YouTube do CDMF: https://youtu.be/BYvYJLCQWPg

Neste primeiro ato, a série revaloriza os cientistas Nikola Tesla (engenharia mecânica e eletrotécnica), Marie Curie (pioneira no ramo da radiotividade), Thomas Edison (inventor da lâmpada elétrica incandescente) e Albert Einstein (desenvolveu a Teoria da Relatividade Geral).

Assessoria de Comunicação – IFSC/USP

Consulta à comunidade da USP sobre a Praça Central da Área 1 do Campus

Encontra-se em fase de desenvolvimento de projeto a renovação da Praça Central da Área-1 do Campus USP de São Carlos.

Nesse sentido, a Divisão do Espaço Físico da Prefeitura do Campus de São Carlos (PUSP-SC) está pedindo a colaboração da comunidade uspiana para, até dia 15 de julho, se manifestar quanto à sua percepção e anseios relativos a esse espaço.

Para colaborar, basta responder a um breve questionário que poderá ser acessado clicando AQUI.

Assessoria de Comunicação – IFSC/USP

Laboratórios de Ensino de Física (LEF) – Nova realidade para os alunos do IFSC/USP

Os profissionais que se encontram ao serviço dos Laboratórios de Ensino de Física de nosso Instituto (LEF-IFSC/USP) estão já ultimando os preparativos para uma nova realidade que se prolongará, no mínimo, até ao início do ano letivo de 2021.

Para o Curso Experimental de Física – 2, coordenado pelos Profs. Luiz Antônio de Oliveira Nunes e Eduardo Ribeiro de Azevêdo, as particularidades das aulas experimentais estão sendo preparadas desde junho último e adaptadas com o máximo de pormenor, para poderem ser realizadas em sistema remoto no início do segundo semestre deste ano letivo (20/07), com o intuito de que os alunos não percam nada sobre os inúmeros experimentos que irão ser feitos. Com estas aulas, os alunos do IFSC/USP ficarão preparados para prosseguir os mesmos experimentos no primeiro semestre de 2021, esperando-se que seja então em sistema presencial.

O técnico de laboratório, Leandro de Oliveira, tem se dedicado a revisar, testar e melhorar a coleta de dados de todos os experimentos que constam do curso, para posterior gravação das vídeo-aulas, enquanto Ademir Moraes, responsável pelo Serviço de Oficina Mecânica do Instituto se desdobra para construir e aperfeiçoar pormenores técnicos e peças integrantes dos inúmeros instrumentos.

O curso compreende as áreas de calorimetria, oscilações, rotações de corpos rígidos, densimetria, ondas estacionárias e processos técnicos em gases, pelo que o trabalho de ambos se assume importantíssimo para os estudantes.

“Tem sido um trabalho exaustivo, que envolve muitos pormenores. Tudo tem que ser revisado com muita atenção, para que nada falhe quando  as gravações das aulas online começarem. O que está em causa é que o aluno não perca nada em relação aos experimentos que irão ser feitos. Nada pode falhar…” , sublinha Leandro.

Para Ademir Moraes “O mais importante é que os pormenores das peças, dos relógios e dos marcadores não passem despercebido aos alunos, pois essas peças serão fundamentais para os resultados finais dos experimentos. Por isso, temos que readaptar peças e incluir outras para que os alunos não percam as temáticas neste segundo semestre, e para que possam ir adiante no seu curso, com sucesso.

Rui Sintra – Assessoria de Comunicação – IFSC/USP

 

 

Rede de contatos sociais influencia cenário da pandemia de COVID-19

Imagine uma cidade com 100 mil habitantes se deslocando, diariamente, a destinos comuns e cotidianos: escola, trabalho, atividades religiosas, atendimentos médicos e atividades de lazer, entre outros, inclusive utilizando ou não o transporte público. Em tempos de pandemia, como vivemos atualmente, é possível estimar como esses deslocamentos podem influenciar na transmissão de um vírus? De acordo com uma equipe de cientistas do Instituto de Física de São Carlos (IFSC) da USP e do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC), também de São Carlos, a resposta é sim. A garantia dos especialistas vem de um novo modelo matemático desenvolvido por eles que é baseado em redes complexas e de múltiplas camadas. O ComplexVid-19, como foi denominado, pode, assim, fornecer dados mais precisos de uma população de qualquer cidade, ou até mesmo de todo um país.

ComplexVid-19 é um aprimoramento do conhecido modelo matemático SIR, que é aplicado ao estudo de epidemias analisando possíveis ações futuras e suas consequências. “Construímos um modelo robusto que leva em conta todas as possibilidades avaliando o comportamento cotidiano de uma população”, descreve o Prof. Odemir Bruno, do Grupo de Computação Interdisciplinar do IFSC/USP.

Sociedade Virtual

Na prática, os cientistas inserem dados reais no modelo ComplexVid-19 e, de acordo com os resultados, podem estimar as principais ações que devem ser tomadas pelos gestores. Esses dados estão todos disponíveis publicamente por entidades como o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e outros órgãos públicos. A partir desta inserção, é possível simular a inclusão de um ou mais indivíduos “infectados” no sistema ComplexVid-19 e analisar seus comportamentos cotidianos.

Infográfico: Beatriz Abdalla/Jornal da USP com ícones de flaticon

 

“Poderemos criar no ComplexVid-19 uma sociedade virtual, porém com dados reais. E isso pode incluir dados de populações de um país como o Brasil, de um estado como o Rio de Janeiro, uma cidade como São Paulo, ou um bairro, por exemplo”, descreve Bruno.

Dados públicos informam desde o número de crianças matriculadas em escolas, quantidade de trabalhadores, usuários do transporte público em horários diversos, frequentadores de templos religiosos e o número estimado de pessoas hospitalizadas pela covid-19, entre outros. “É justamente a partir desses dados que é formada uma rede complexa. Agora imagine incluirmos um grupo de ‘infectados’ nessa sociedade virtual. Teremos então uma simulação mais precisa da circulação do vírus”, estima o pesquisador.

“É assim que o ComplexVid-19 aprimora o modelo SIR tradicional e poderá ser aplicado ao estudo da epidemia de covid-19 no Brasil, analisando possíveis ações futuras e suas consequências”, garante Leonardo F. S. Scabini. Ele faz parte da equipe do professor Odemir Bruno, que em breve publicará um artigo sobre o novo modelo numa conceituada revista internacional de física.

Redes Complexas e o Modelo SIR

O SIR é um dos modelos epidêmicos mais conhecidos e utilizados em doenças infecciosas. O modelo considera uma população fixa com apenas três compartimentos: suscetíveis (S), indivíduos saudáveis mas que podem contrair a doença; infectados (I), aqueles que contraíram a doença e são capazes de infectar os suscetíveis; e recuperados (R), que não podem contrair a doença novamente. Daí a sigla SIR.

Mas como explica Scabini, no mundo real os contatos físicos dependem de muitas interações sociais e as pessoas só contraem a doença se estiverem em contato com um indivíduo infectado. “É por isso que uma rede complexa de interações sociais se aproxima melhor da realidade e nos ajuda a entender o comportamento da doença”, explica.

A rede complexa do ComplexVid-19 é caracterizada por considerar estatísticas de infecção, morte e tempo de hospitalização. Para simular isolamento, distanciamento social ou medidas de precaução, em seu trabalho os pesquisadores removeram camadas e/ou reduziram a intensidade dos contatos sociais. Os resultados mostram que, mesmo tomando várias premissas otimistas, os atuais níveis de isolamento no Brasil ainda podem levar ao colapso do sistema de saúde e a um número considerável de mortes (média de 149.000).

Gráficos Fonte: Hospital John Hopkings – Foto: Reprodução/COmplexVID-19

 

De acordo com o professor Odemir Bruno, o ComplexVid-19 já está disponível para utilização. “Principalmente gestores públicos que estiverem interessados em aplicar o modelo em suas realidades”, avisa. Para tanto, basta que se tenha em mãos dados estatísticos da população local para serem inseridos no sistema.

O trabalho teve início em março deste ano e deverá ser publicado em breve numa publicação especializada.

A equipe de pesquisadores coordenada pelo professor Odemir Bruno é composta por Leonardo F. S. Scabin e Altamir G. B. Junior (IFSC), Lucas C. Ribas, Mariane B. Neiva e Alex J. F. Farfán, todos do ICMC.

(In Jornal da USP/ Antonio Carlos Quinto)

Assessoria de Comunicação – IFSC/USP

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