NOTÍCIAS

Oportunidade: Bolsa de Desenvolvimento Técnico Industrial

Procurando valorizar a cooperação entre a Universidade de São Paulo e o Setor Produtivo, com o intuito de alavancar pesquisas e a economia do país, o Instituto de Física de São Carlos e a Agência USP de Inovação estão realizando um projeto de apoio ao docente no sentido de facilitar a realização de Convênios, Contratos e Registros de Propriedades Intelectuais.

Para isso está contratando um bolsista que deverá conduzir este projeto de apoio ao IFSC e ao Campus de São Carlos.

Atividades:

Atuar na condução de processos de identificação de oportunidades de inovação, assegurando a proteção às propriedades intelectuais e transferência das tecnologias geradas na USP e estimular o desenvolvimento de uma política de cooperação e sinergia entre a Universidade e entidades externas.

– Apoiar e orientar os pesquisadores na elaboração e trâmites internos de convênios e contratos.

– Apoiar os pesquisadores da USP na busca de financiamento e de parceiros externos.

– Estabelecer e executar contato com os demais campi, com o objetivo de apoiar o trabalho entre as unidades, estimulando a formação de redes de cooperação.

– Estabelecer e incrementar interação com incubadoras de empresas.

– Orientar e apoiar pesquisadores e grupos de pesquisa no processo de incubação de novos negócios, para a elaboração de plano de negócio e estratégias de implantação obedecendo a legislação pertinente.

– Conduzir processo de investigação e apoiar na realização de relatórios de patentes e direitos autorais, prestando orientação técnico-jurídica aos usuários, visando permitir a obtenção dos direitos de propriedade dos mesmos.

– Executar outras atividades correlatas, conforme necessidade, ou a critério de seu supervisor.

Pré-requisitos:

– Curso de Graduação Completo, com carga horária mínima fixada pelo MEC;
– Inglês técnico ou superior.

– Experiência na área de pesquisa, desenvolvimento ou inovação;

– Disponibilidade para 40 horas semanais;

Seleção:

Inscrições até o dia 20/05/2021.

Previsão de início: 01/06/2021 pelo período inicial de 6 meses, podendo ser renovável.

O selecionado receberá uma bolsa de R$ 3.000,00 mensais.

Envie um e-mail contendo os seguintes documentos para convenios@ifsc.usp.br

1 –  Currículo;
2 – Histórico da Graduação;
3 – (Opcional) Link da plataforma Lattes;
44 – (Opcional) Referências para recomendação.

Assessoria de Comunicação – IFSC/USP

31/05 a 02/06: “SBFOTON – International Optics and Photonics Conference 2021”

Subordinada ao tema Keep on Shining” — a touch of hope for the present and the future, realiza-se entre os dias 31 de maio e 02 de junho do corrente ano, de forma remota,  a SBFOTON International Optics and Photonics Conference – 2021, cujas inscrições vão até o próximo dia 26.

Sendo a principal conferência internacional específica na área de Fotônica e tecnologias correlatas realizada no Brasil, este evento incluirá sessões plenárias e sessões técnicas revisadas por pares, além de visitas virtuais a laboratórios fotônicos, sessões tutoriais, uma competição de trabalhos realizados por estudantes e reuniões com participantes, contando com o técnico da IEEE International Photonics Society (IPS).

Do vastíssimo lote de palestrantes nacionais e estrangeiros, está já confirmada a participação de Donna Strickland, docente e pesquisadora do Departamento de Física e Astronomia da Universidade de Waterloo (Canadá), uma das ganhadoras do Prêmio Nobel de Física de 2018. Com ela, além de outros renomados nomes, participarão como palestrantes cientistas do Instituto de Física de São Carlos (IFSC/USP): Profs. Vanderlei Salvador Bagnato, Cristina Kurachi e Lino Misoguti.

Na organização do evento, o IFSC/USP também apresenta uma equipe de peso, com os  Profs. Vanderlei Bagnato, Cristina Kurachi, Cleber Mendonça, Lino Misoguti, Sebastião Pratavieira e Daniel Magalhães.

Este é um um dos mais completos eventos na área de Fotônica, pelo que se aconselha aos interessados em participar que agilizem suas inscrições.

Para conferir o programa deste evento, clique AQUI.

Para se inscrever, clique AQUI.

Assessoria de Comunicação – IFSC/USP

“Pwn2Win – CTF” – competição internacional de computação em Segurança e TI

Estão abertas a partir do dia 02 de maio próximo as inscrições (gratuitas) para a sétima edição do “Pwn2Win – CTF”, um evento online internacional, inserido, como o nome indica, no CTF – Capture The Flag, um tipo de competição de computação com foco em Segurança/Tecnologia da Informação e áreas correlatas (programação, redes, web, etc), que exige trabalho em equipe e pensamento “fora da caixa” para resolução de problemas e obtenção das flags (códigos que comprovam a resolução e dão pontos para as equipes).

O Pwn2Win é organizado anualmente pelo ELT – (Epic Leet Team – VER AQUI) e convidados desde 2014, com a participação, em anos anteriores, de vários alunos e ex-alunos do IFSC/USP, a exemplo do que acontece nesta sétima edição, cuja organização conta com as experiências de André de Freitas Smaira, Doutor pelo IFSC e atual Professor Substituto e Analista de TI na UFSCar, Paulo Matias, Doutor pelo IFSC e atual Professor Adjunto da UFSCar, e Vinicius Henrique Aurichio, Doutor pelo IFSC e atual Cientista de Dados.

Sobre os organizadores:

O ELT é o time brasileiro mais bem colocado nos rankings internacionais de competições de segurança cibernética nos últimos 7 anos consecutivos. O Pwn2Win é uma das ações da equipe para promover divulgação científica, dentre outras iniciativas, como a publicação de artigos introdutórios em parceria com o portal Mente Binária (VER AQUI). O ELT busca sempre colaborar com a sociedade brasileira para a promoção de melhorias em segurança cibernética, tendo obtido destaque em 2017 com o comprometimento de maior impacto já obtido em testes públicos do sistema de votação eletrônica brasileiro, ocasião na qual a equipe propôs diversas sugestões de melhorias ao TSE.

Breve retrospectiva:

Em 2016 ( VER AQUI) esta iniciativa se transformou em um evento internacional listado no CTFtime, site que organiza e ranqueia dados relacionados a esse tipo de competição, sendo que essa evolução trouxe, agregada, uma enorme responsabilidade quanto à qualidade do evento, de forma que os organizadores tiveram que superar enormes desafios em infra-estrutura, obtendo apoio da UFSCar para essa finalidade. Nesse ano, o evento congregou 864 times de 71 países dos 5 continentes, destacando Brasil, EUA, Coreia, Rússia e Taiwan como os países com mais times inscritos, que puderam se divertir com 53 desafios de 10 categorias diferentes. 30 GB de tráfego de dados foi o tráfego apurado nessa edição

Em 2017 (VER AQUI) foi inaugurada uma plataforma completamente nova desenvolvida pelo time, exclusivamente para a competição (NIZKCTF). Nesse ano, foram inscritos 283 times de 43 países, com destaque para EUA, Brasil, China, Coréia e Japão, e ainda a Alemanha, origem do time vencedor – a ESPR, a quem foi oferecido um prêmio de R$ 1000,00 em dinheiro. Na ocasião, os alemães decidiram doar o dinheiro para o Hospital de Câncer de Barretos (Hospital do Amor), atitude extremamente nobre que a organização do evento fez questão de acatar com muita satisfação. Esta edição congregou 37 desafios de 13 categorias.

Em 2018 (VER AQUI), devido a uma sobreposição de datas com outro evento importante e a um reduzido patrocínio, a organização viu cair o número de inscrições, mas, mesmo assim, conseguiu reunir 206 times oriuendos de 44 países, com destaque para EUA, Brasil, Rússia, Índia e Polônia, sendo que a equipe de Taiwan (Balsn) acabou por sair vitoriosa. Nesta edição, o evento apresentou 30 desafios divididos em 10 categorias.

Em 2019 (VER AQUI) houve um acréscimo  de patrocínios e apoios diversos, como, por exemplo, da UFSCar e do ITA, tendo a organização congregado 269 times inscritos de 42 países, com destaque para EUA, Brasil, Japão, Índia e França tendo-se realizado 27 desafios divididos em 9 categorias.

Em 2020 (VER AQUI) o evento foi transferido para o primeiro semestre, já que nesse período existe uma quantidade menor de grandes eventos, tendo a organização inscrito 864 times oriundos de 78 países, com destaque para Índia, EUA, Brasil, Rússia e Coréia, uma competição que resultou em 24 desafios divididos em 8 categorias.

2021 – A edição deste ano está sendo pródiga em patrocínios de alto nível, como, por exemplo, Google, Telefônica e BugHunt, entre outras empresas e instituições que estão prestes a aderir a esta competição, mantendo-se o apoio da UFSCar

Este evento ocorrerá no dia 28 de maio (sexta-feira), a partir das 13h37, terminando no dia 30 (domingo), à mesma hora.

Um desafio bem legal, aberto a todos e de forma inteiramente gratuita.

Mais informações podem ser obtidas AQUI.

Rui Sintra – Assessoria de Comunicação – IFSC/USP

Bactérias, Celulose e Água Limpa

Figura-1: A membrana de celulose (superhidrofílica) produzida pela bactéria Gluconacetobacter hansenii é ótima para separar o óleo da água (Crédito: Zahra Ashrafi)

Por: Prof. Roberto N. Onody *

Deixe um prato sem lavar, por um certo tempo, e você notará a formação de um produto viscoso – um biofilme feito por bactérias. Tipos diferentes de bactérias produzem biofilmes diferentes.

A Gluconacetobacter hansenii é uma bactéria que oxida o açúcar ou o etanol e produz ácido acético. Essas bactérias são verdadeiras fabricas de celulose (C6H10O5)n, o mesmo material encontrado nos tecidos vegetais e que dá firmeza às plantas, só que muito mais puros. A rede de microfibras de celulose (veja Figura 1), fabricada pela Gluconacetobacter hansenii, adora água e forma uma membrana superhidrofílica. Essa membrana é o lar dessas bactérias, elas vivem ali.

Pesquisadores da Universidade do Estado da Carolina do Norte publicaram recentemente, na revista Langmuir 1, um estudo mostrando a extraordinária capacidade dessa membrana de separar e filtrar o óleo da água. Depois de removerem as bactérias e os resíduos de não celulose, o que sobra é uma membrana de celulose muito pura e robusta (Figura 2). Para que essa membrana se torne um excelente filtro é necessário que ela esteja embebida em água. Em outras palavras, a água deve molhar a membrana. Recapitulemos, brevemente, a teoria de quando um líquido molha (ou não) uma superfície.

Figura-2: À esquerda, imagem da membrana (seca) feita por microscópio de força atômica, mostrando a variação de sua espessura (em nanômetros) e o entrelaçamento das nanofibras de celulose. À direita, imagem em 3D, apresentando a microestrutura dos poros (Crédito: Z. Ashrafi et al. 1)

O estudo de molhamento de uma superfície, envolve as 3 fases – líquida (L), sólida (S) e gasosa (G). As moléculas que se encontram na fronteira, entre uma fase A e B, interagem entre si com um conjunto de forças bem diferentes daquelas envolvendo as moléculas que se encontram no interior da fase A ou da fase B (as forças de coesão). Essas forças são chamadas de tensões superficiais: γSL, γSG e γLG. Para uma superfície sólida rígida, lisa, plana e quimicamente homogênea (veja Figura 3), T. Young deduziu, em 1805, a relação de Young γSG = γSL + γLG cos(θC) que se obtém da 2ª. Lei de Newton para o equilíbrio das componentes horizontais das forças. Na vertical, o equilíbrio se faz pelas forças de adesão e θC é o ângulo de contacto. Se a superfície não é quimicamente homogênea, haverá uma distribuição (histerese) de ângulos de contacto, entre um valor máximo e mínimo.

Se o líquido for água (óleo) e molhar o substrato então, a superfície é chamada hidrofílica (oleofílica) e hidrofóbica (oleofóbica), caso contrário. Se θC > 150o, diz-se que ela é superhidrofóbica (superoleofóbica). É o que acontece, por exemplo, com a água nas pétalas da flor de Lotus ou num tecido impermeabilizado.

Superfícies reais não são lisas, mas sim, rugosas. Há dois modelos que descrevem o molhamento de superfícies rugosas.

Figura-3: As tensões superficiais entre as fases sólida, líquida e gasosa e o ângulo de contacto θC (Crédito: ref. 2) 

No modelo de Wenzel (Figura 4), o líquido penetra a superfície rugosa no ponto de contacto. Devido à rugosidade, a área da interface líquido-sólido, aumenta por um fator r. O líquido molha toda a área da interface. O novo ângulo de contacto θ* passa a ser descrito pela equação de Wenzel cos(θ*) = r cos(θC)

No modelo de Cassie (Figura 5), o líquido molha somente uma fração f da interface. Há bolsões de ar armadilhados. A equação de Cassie se escreve cos(θ*) = r f cos(θC) + f – 1

Se f = 1, recuperamos a equação de Wenzel. Voltemos agora, ao artigo de Z. Ashrafi et al. 1.

A separação do óleo da água é de suma importância no socorro ambiental, seja pelo derramamento de óleo ou tratamento do esgoto industrial. Há algumas décadas, a pesquisa cientifica se concentrou em membranas com superfícies superhidrofóbica-superoleofílica (chamadas de removedoras de óleo), muitas delas, contendo perigosos componentes a base de fluoretos. Mas, há dois problemas com essas membranas.

O primeiro é que, à medida que o óleo se acumula sobre a membrana, ela perde seu caráter superoleofílico, diminuindo o fluxo de separação. O óleo tem que ser removido e reciclado, o que diminui o tempo de vida do material. O segundo é que a água é mais densa do que o óleo e uma separação, guiada pela gravidade, não é possível.

Figura-4: O modelo de Wenzel é apropriado para sistemas em que o líquido e a superfície rugosa têm fortes forças de adesão (Crédito: ref. 2) 

Pensou-se, então, em fazer uma inversão dessas propriedades e se utilizar membranas com superfícies, simultaneamente, superhidrofílica e superoleofóbica (também chamadas de removedoras de água). Porém, se uma superfície tem energia suficientemente baixa para repelir o óleo, ela também repelirá a água, pois esta tem fortes forças de coesão, devido à presença de uma rede de pontes de hidrogênio. A tensão superficial da água é maior do que a dos óleos. Portanto, encontrar superfícies superoleofóbicas é um desafio.

A solução veio através de inspiração biológica. A escama dos peixes é superoleofóbica, com ângulo de contacto (do óleo com a escama) em torno de 156o. A explicação está no fato de as escamas possuírem micro e nano estruturas nas escamas com camadas de hidrogel cheias de água3 (o muco). Como a celulose produzida pela Gluconacetobacter hansenii tem estrutura semelhante, se infiltrarmos essa membrana com água, antes de iniciarmos a filtragem, a superfície atrairá moléculas de água e repelirá gotas de óleo (Figura 6). Se fizermos passar pela membrana de celulose embebida em água, uma corrente de mistura água e óleo (com pressão externa ou usando a própria ação da gravidade) o óleo ficará retido.

Figura-5: O modelo de Cassie é mais apropriado para sistemas em que o líquido e a superfície rugosa têm fracas forças de adesão (Crédito: ref. 2)

Os autores da pesquisa1 estudaram membranas biosintéticas de celulose. As nanofibras emaranhadas possuíam um diâmetro médio de 35 nanômetros, formando um substrato, em que a rugosidade da superfície tinha um raio quadrático médio de cerca de 57 nanômetros. Essas membranas eram então aquecidas num forno para secar e, depois de resfriadas, eram pesadas, mergulhadas em água e novamente pesadas. A capacidade média de absorção de água foi de 98,3 %, para membranas com uma espessura média de 1 mm. O valor médio estimado do ângulo de contacto do óleo com a membrana foi de 174,5o, revelando ser ela superoleofóbica. O óleo utilizado foi o n-dodecano C12 H26, cuja tensão superficial, à temperatura ambiente, vale 25 dinas/cm (contra 72 dinas/cm da água).

Finalmente, vamos analisar os resultados dos experimentos. Uma mistura de água e óleo atravessa as biomembranas (com ou sem pressão externa) e mede-se a eficiência da filtragem ε, definida por ε (%) = 100 (1 – Cf /Ci), onde, Cf é a concentração de óleo (em mg) final, depois da filtragem e Ci é a concentração de óleo (em mg) inicial, antes da filtragem. O resultado foi muito bom. Eles obtiveram ε = 99,9% à pressão de 2,3 atm e ε=99,0% à pressão de 1 atm.

Vejamos as razões para tão bom desempenho. A celulose que compõe a membrana é naturalmente hidrofílica, pois contém muitos grupos de hidroxila, que permitem a formação de pontes de hidrogênio com as moléculas da água. A água embebida na membrana, tem forte força de coesão com as moléculas da água contida na mistura óleo-água. Forma-se, sobre a membrana, uma película de água que repele o óleo, mas deixa fluir a água. Segundo os pesquisadores, esse sistema pode ser bem descrito pelo modelo de Cassie.

Figura-6 No alto, um substrato com baixa energia superficial repele tanto as gotas de óleo quanto as de água. Embaixo, o mesmo substrato embebido em água permite a passagem de água, mas repele o óleo (Crédito: Z. Ashrafi et al. 1)

No Brasil, a cepa bacteriana Gluconacetobacter hansenii também tem sido bastante estudada nos seus mais diferentes aspectos: produção e caracterização da celulose 4, tratamento de lesões da pele 5, aplicações em cosméticos 6 e sequenciamento do genoma 7.

*Físico, Professor Sênior do IFSC – USP

(Agradecimento: ao Sr. Rui Sintra da Assessoria de Comunicação)

Referências:

1 Z. Ashrafi, Z. Hu, L. Lucia e W. Krause, Langmuir 2021, 37, 2552−2562

https://doi.org/10.1021/acs.langmuir.0c02717

2 https://en.wikipedia.org/wiki/Wetting

3 Z. Ashrafi, Z. Hu, L. Lucia e W. Krause, ACS Appl. Mater. Interfaces 2019, 11, 21275−21293

4 Revista Matéria, V. 25, no. 4, ISSN 1517-7076 artigos e12844, 2020

5 https://periodicos.ufjf.br/index.php/enfermagem/article/view/3809

6 J. D.P. de Amorim et al., DOI:10.34117/bjdv5n10-099

7https://por.kyhistotechs.com/genome-sequence-plasmid-transformation-model-high-yield-bacterial-cellulose-producer-gluconacetobacter-78520097

Assessoria de Comunicação – IFSC/USP

“MultiFISIO” – Uma empresa com o selo “DNA/USP”

A MultFISIO Brasil, entrou recentemente para o seleto grupo de empresas com o DNA/USP.

O selo DNA/USP foi criado com intuito de promover iniciativas e empresas ligadas ao ambiente de inovação que a Universidade de São Paulo oferece.

A empresa, nascida em São Carlos, foi selecionada, pois apresenta em seu quadro societário, pesquisadores vinculados ao Instituto de Física de São Carlos (IFSC-USP), Dr. Antonio Eduardo de Aquino Junior e Dra. Fernanda Mansano Carbinatto. Ainda, como parte fundamental da empresa se encontra o fisioterapeuta Daniel Marques Franco, colaborador do IFSC/USP em projetos de pesquisa.

O Dr. Antonio Aquino salienta que a empresa se sente muito honrada em fazer parte desse seleto grupo de empresas aptas a utilizar o selo DNA/USP, pois ele é o sinal da inovação e empreendedorismo que nasceu dentro da USP. “Hoje conseguimos levar para a população o que existe de mais moderno em tratamento para proporcionarmos uma melhor qualidade de vida para quem sofre com dores crônicas e inflamatórias.

Para saber mais sobre a marca DNA/USP e consultar outras empresas com o selo, clique AQUI.

Para maiores informações sobre os tratamentos da MultiFISIO, clique AQUI.

Assessoria de Comunicação – IFSC/USP

Alumna: Programa gratuito de mentoria para graduandas

A Alumna, projeto voluntário e gratuito de mentoria para alunas de graduação de todo o país, está com inscrições abertas no site alumna.com.br, até o 28 de maio. São cinquenta vagas e as selecionadas terão, durante seis meses (de julho a dezembro de 2021), acompanhamento de uma profissional experiente para troca de aprendizados e dicas de desenvolvimento de carreira.

O programa é totalmente sem custo para a selecionada e tem como público-alvo graduandas de qualquer universidade (pública ou privada) do país, dos cursos de humanidades, engenharias e STEM (ciência, tecnologia, engenharias e matemática). Mentorias semelhantes chegam a custar até R$ 2.000 no mercado. Na primeira turma, que começou em janeiro, 13 estudantes passaram pelo processo de aceleração de carreira.

Cada aluna terá acompanhamento individual com base na sua formação acadêmica, perfil e interesses. Além disso, estão previstas mentorias coletivas sobre carreira e softskills. As mentoras, que na época da faculdade tiveram as mesmas dúvidas das hoje graduandas, atualmente são profissionais experientes que trabalham em grandes empresas como a Colgate,  pesquisadoras em instituições como Berkeley, diplomatas ou empreendedoras.

A seleção acontece em duas fases. Na primeira, a candidata deve preencher um formulário para avaliação do perfil socioeconômico. Na segunda etapa, as pré-selecionadas recebem um novo formulário com perguntas abertas e devem enviar um vídeo contando um pouco sobre si. São especialmente encorajadas a se inscrever aquelas que sejam a primeira geração da família na universidade, além de mulheres pretas e periféricas.

Fundada em 2020, a história da Alumna (que nasceu como Alma Mater) começou há mais de 15 anos, quando duas estudantes de Relações Internacionais da Universidade de Brasília se conheceram e formaram uma parceria que dura até hoje. Além de amigas e mentoras informais, elas perceberam que mais mulheres precisavam desse apoio que encontraram uma na outra e também em suas redes profissionais.

Neste ano, a Alma Mater foi selecionada para o Future Females Business School, iniciativa apoiada pelo governo britânico que ajuda empreendedoras a desenvolver negócios de impacto social por meio de um programa de aceleração de três meses.

No começo de maio, o programa estreou uma nova marca, Alumna, para honrar e representar as mulheres que vencem batalhas diárias, mudam estatísticas e querem construir uma sociedade melhor. A meta é impactar 10 mil mulheres até 2025.

Inscrições para programa gratuito de mentoria – Alumna
Candidaturas e informações, clique AQUI.

Instagram: https://www.instagram.com/alumna_br/
Público-alvo: alunas de graduação de qualquer universidade pública ou privada do Brasil.

Assessoria de Comunicação – IFSC/USP

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“Pwn2Win – CTF” – competição internacional de computação em Segurança e TI

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