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“Colloquium diei” – O buraco negro de M87: um retrato – Prof. Alberto Saa

Retomando o tradicional programa de seminários Colloquium Diei, realizou-se no dia 23 de agosto mais uma apresentação, tendo como convidado o Prof. Alberto Saa (IMECC/UNICAMP) que trouxe o tema: O buraco negro de M87: um retrato.

Buracos negros são objetos fantásticos, cuja principal propriedade é exatamente não permitir que nenhum raio de luz escape de sua atração gravitacional.

Recentemente, a colaboração com Event Horizon Telescope (EHT) divulgou a primeira “fotografia” de um buraco negro. Trata-se de um objeto gigantesco, com cerca de 6.5 bilhões de massa solares, no centro da galáxia Messier 87, à distância de incríveis 53 milhões de anos luz do nosso planeta Terra.

Neste colóquio, o palestrante discutiu os seguintes pontos: Qual é o real sentido de se falar em “imagem” de um buraco negro? Em que consiste exatamente esse “retrato” recentemente divulgado? Como foi possível obtê-lo? Quais são suas implicações científicas?

Assessoria de Comunicação – IFSC/USP

Combatendo infecções na garganta com terapia fotodinâmica

Jennifer e o pôster de seu trabalho

Jennifer Machado Soares é mais uma aluna de mestrado formada recentemente pelo Instituto de Física de São Carlos – IFSC/USP neste ano de 2019. Em sua tese, defendeu o tema: “Estudos de parâmetros microbianos em múltiplas sessões de terapia fotodinâmica”.

Jennifer afirma que seu trabalho surgiu a partir de um projeto maior, que já está em andamento, que é o tratamento de infecções microbianas na garganta. “Como este estudo já está em fase clínica, verificou-se que era preciso executar alguns estudos adicionais que, com o andamento do trabalho, foram colocando várias questões.  Foi a partir daí que a tese de meu mestrado ficou definida para voltar ao laboratório e assim estudar novos parâmetros microbianos que possam ser influenciados quando se aplica a terapia fotodinâmica, múltiplas vezes”, pontua Jennifer, acrescentando que já havia trabalhado com terapia fotodinâmica em sua graduação, mas, na ocasião, trabalhou com descontaminação de sangue.

A terapia fotodinâmica para tratamento das infecções na garganta é um tratamento alternativo ao antibiótico que vem apresentando resultados promissores através de tratamentos curtos, especifica a jovem pesquisadora, acrescentando: “Esse tratamento já tinha estudos preliminares clínicos realizados, mas agora já tem complementação na Santa Casa da Misericórdia de São Carlos; então, os pacientes que passam pela triagem com os médicos e que são diagnosticados com infecção de garganta – faringotonsilites – são direcionados para o tratamento de terapia fotodinâmica, um procedimento que é realizado em conjunto com o antibiótico, quando prescrito”.

Para entender um pouco mais sobre seu trabalho, Jennifer explica que a terapia fotodinâmica é uma técnica que vem sendo estudada há alguns anos, sendo utilizada uma molécula fotossensibilizadora que tem a capacidade de absorver uma determinada faixa de luz. Quando essa luz é absorvida pela citada molécula, em determinada região, ela pode promover a morte da célula doente, ou outros estímulos celulares, ao interagir com o oxigênio presente no ambiente. A esse processo dá-se o nome de terapia fotodinâmica. As luzes utilizadas neste processo podem ser tanto de laser como led, sendo que o importante é fazer a combinação correta desta molécula fotossensibilizadora com  a luz. “Por exemplo, no meu tratamento utilizo a curcumina, que está associada à luz azul; então, é necessário fazer esta combinação”, elucida Jennifer.

A curcumina é um fotossensibilizador que é extraído da raiz de uma planta, muito utilizada na culinária. Trata-se do açafrão, não aquele que é comercializado no mercado, mas um componente purificado, mais específico. Segundo nossa entrevistada, uma das grandes vantagens da terapia fotodinâmica, em relação ao antibiótico, por exemplo, é que ela tem a capacidade de não selecionar bactérias que sejam resistentes ao mecanismo. “Atualmente, temos um grande problema na nossa sociedade, que é a resistência bacteriana. A previsão até 2050  é que haja mais mortes causadas por resistência bacteriana, independente de ser uma infecção de garganta, pneumonia, ou qualquer doença desse tipo, sendo que esse índice de óbitos esta será superior ao da morte por câncer. Estima-se que até essa data possam ocorrer dez milhões de mortes por resistência bacteriana contra oito milhões de mortes por câncer”, sublinha Jennifer.

A causa do problema da resistência das bactérias aos antibióticos acontece em virtude do uso indiscriminado dos mesmos, tanto na pecuária – para auxiliar o crescimento animal, que, como consequência, seleciona bactérias resistentes, mas também no uso doméstico, seja pela utilização incorreta dos antibióticos por parte dos pacientes –  horários errados, interrupção do tratamento, ou ainda nos casos de prescrição médica inadequada, como acontece nos casos de faringotonsilites virais, no qual o tratamento não deve ser feito com esses tipos de medicamentos. No caso viral, o tratamento consiste em hidratação e medicamentos para aliviar sintomas, como a dor, tosse, etc.

Natural de Sorocaba ela relembra que sua chegada em São Carlos foi bastante impactante, já que sempre esteve ligada a seus pais. “Foi uma mudança muito brusca, pois eu nunca tinha dormido fora de casa, nem para ficar na casa dos amigos. De repente, me mudei para outra cidade. Essa questão de vir para um lugar onde não se conhece quase ninguém e passar a morar sozinha, traz necessidades de habituação nem sempre fáceis: uma nova cidade, uma nova vida”, recorda a estudante. “Já virei uma são-carlense”, brinca. Apesar de todas as dificuldades, ela está decidida a continuar morar no município para trabalhar em seu doutorado. “Pretendo seguir no doutorado, meu projeto será um pouquinho diferente do mestrado, mas ele acaba derivando de resultados que obtive nesta primeira etapa”, nos garante.

Trabalhar pensando nas pessoas que mais necessitam

Quanto ao seu amor pela Física, Jennifer confidencia: “Na escola eu sempre gostei de todas as disciplinas, principalmente as de exatas, só que ao mesmo tempo sempre gostei muito de pesquisa laboratorial, sempre com a firme intenção de que meu trabalho não fosse algo que contribuísse para uma empresa específica, mas que ele revertesse em algo benéfico para a sociedade. Então, tentando conciliar um curso que fosse de exatas com algo que fosse aplicado em biologia, para desenvolver novos tratamentos, eu encontrei no Curso de Ciências Físicas e Biomoleculares, aqui no IFSC/USP o curso ideal”.

Exemplo do tratamento

Como mensagem para quem ainda esteja na dúvida de escolher um futuro na área científica, Jennifer opina: “A ciência é uma carreira muito bonita, mas também tem muitas dificuldades, ainda mais no Brasil. Eu sou uma estudante de mestrado, trabalho na universidade, tenho uma bolsa que vem de um órgão público e a universidade aqui é pública: só que as pessoas nos olham apenas como estudantes, só que estamos aqui trabalhando, sendo que não temos esse reconhecimento de ser um trabalhador, um cientista. Contudo, os resultados que nós obtemos são muito bonitos. É uma paixão, mesmo – a gente sofre, mas a gente ama. Para os futuros físicos, tenham em mente que é uma carreira que você vai ter dificuldades – ainda mais com o futuro incerto que vemos na educação – mas é um esforço que vale a pena, os resultados trazem grande contentamento. Por exemplo, eu estou neste projeto e, apesar de estar trabalhando dentro de um laboratório, sei que meu resultado está contribuindo para o tratamento que está sendo feito na Santa Casa da Misericórdia de São Carlos, e sei que isso irá auxiliar – muito – uma pessoa que chegou com uma enfermidade e que irá sair curada, pronta para prosseguir a vida. Tem coisa melhor que isso???”, finaliza a jovem aluna.

(Entrevista: Lilian Tarin / Texto e edição: Rui Sintra / Fotoslide: GettyImages))

Assessoria de Comunicação – IFSC/USP

Jorge Guimarães e Vanderlei Bagnato rumo à inovação na indústria

Perante empresários, pesquisadores, imprensa e dirigentes do Instituto de Química de São Carlos (IQSC/USP), Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC/USP), Escola de Engenharia de São Carlos (EESC/USP), e representantes da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e EMBRAPA, além de muitos outros convidados, realizou-se no dia 14 do corrente mês, no Auditório “Prof. Sérgio Mascarenhas”, a apresentação oficial da Unidade EMBRAPii do IFSC/USP, com a presença do Diretor Presidente Nacional da Embrapii (Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial), Prof. Dr. Jorge Guimarães, e do Prof. Vanderlei Bagnato, coordenador da Unidade EMBRAPii do IFSC/USP.

Vanderlei Bagnato salientou a importância do evento, afirmando que “ter uma unidade EMBRAPii significa ter oficialmente um veículo para desenvolvimento conjunto com as empresas. A EMBRAPii financia o desenvolvimento conjunto que é feito pelas universidades e empresas, e coloca a possibilidade de colocar recursos para usar conhecimento, transformando-o em benefício para a sociedade. Quanto aos nossos alunos, eles ganham muito porque acabam participando dos projetos, acabam tendo a experiência de desenvolvimento comum e muitas vezes até conquistam empregos participando desses projetos”, pontua Vanderlei.

Para o coordenador da EMBRAPii do IFSC/USP, no mundo moderno, gerar o conhecimento é muito importante e é um alicerce sólido. “Contudo, existe a necessidade de fazer bom uso desse conhecimento através de cooperação com as empresas e a Embrapii consolida essa ideia”.

A EMBRAPii do IFSC/USP tem dezoito projetos em parcerias com empresas nas áreas da saúde humana, saúde ambiental e novos fármacos, que já estão em andamento.

O projeto da Unidade tem o valor de R$40 milhões em seis anos, dedicados ao desenvolvimento de soluções para vários problemas que afligem a sociedade, para o avanço da tecnologia e da economia nacional.

Antes de proferir sua palestra, integrada na programação do evento, o Prof. Jorge Guimarães, em entrevista à assessoria de comunicação de nosso Instituto, salientou a importância da EMBRAPii, no contexto nacional, classificando-a como uma ferramenta para a inovação na indústria.

“Como a maioria das empresas industriais, no Brasil, não têm centros de pesquisa, nós buscamos essas infraestruturas nas universidades, nos institutos, e na Embrapa, credenciando-os como Unidades EMBRAPii. Atualmente, temos quarenta e duas Unidades: na cidade de São Paulo são dez, sendo quatro na USP – duas na Escola Politécnica, uma no Instituto de Física, aqui de São Carlos, outra na Escola Superior de Agricultura (ESALQ/USP), além da que está integrada na UNICAMP”, informa  Jorge Guimarães.

Além de apoiar a indústria, a EMBRAPii também apoia as universidades a formarem novas lideranças.

“Apoiamos estudantes que estão além da pesquisa básica, já que a nossa meta é a pesquisa aplicada e temos projetos com inovação radical, ou seja, esses alunos podem estar no radar de indústrias que buscam a competência. Somos uma organização privada, que presta serviços para três ministérios – Ciência e Tecnologia, Educação e Saúde – que é de onde vem os recursos que repassamos para as Unidades operarem nas empresas”, relata Guimarães, sublinhando que a área de saúde atua no tratamento de várias doenças, ocupando 12% do total de projetos, num total de quase oitocentos projetos.

(Entrevista: Lilian Tarin / Texto e edição: Rui Sintra)

Assessoria de Comunicação – IFSC/USP

No ranking CWTS: USP é a 8ª melhor universidade do mundo

ranking produzido pelo Centro de Estudos em Ciência e Tecnologia (CWTS, na sigla em inglês) da Universidade de Leiden, na Holanda, classificou a USP como a 8ª melhor universidade do mundo. A Universidade manteve a mesma posição alcançada em 2018.

A classificação, que ranqueou 963 universidades na edição deste ano, avalia a pesquisa acadêmica produzida pelas Instituições e leva em consideração a produção científica publicada na base de dados multidisciplinar Web of Science, editada pela empresa Clarivate Analytics.

A USP é a única instituição latino-americana a figurar entre as 100 melhores do mundo. As demais universidades brasileiras mais bem avaliadas são a Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (Unesp), na 138ª posição; a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), na 183ª; e a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), na 192ª posição.

Neste ranking, além da classificação geral, foram analisados os indicadores das Instituições no período de 2014 a 2017 em quatro vertentes: impacto científico, colaboração (interinstitucional, internacional e com a indústria), artigos publicados na modalidade de acesso aberto e diversidade de gênero (número de autorias masculinas e femininas).

Em destaque

No quesito impacto científico, a USP ficou na 8ª posição, à frente de instituições como Stanford, Oxford e Cambridge. Um dos aspectos que mais chama a atenção, segundo o coordenador do Escritório de Gestão de Indicadores de Desempenho Acadêmico (Egida) da Universidade, Aluísio Cotrim Segurado, é o número de artigos da USP classificados entre os 50% top do mundo, isto é, do total de 16.846 artigos publicados no período, 44% estão entre os 50% melhores do mundo em suas respectivas áreas do conhecimento. “Isso mostra que nossa produção científica tem grande representatividade entre os trabalhos de mais alta qualidade produzidos pelas universidades, o que nos dá grande visibilidade internacional”, afirma.

Em relação ao item colaboração, que avalia as parcerias interinstitucionais, internacionais e com a indústria para a produção de artigos, a USP aparece na 12ª colocação.

Essa também foi a classificação da Universidade na análise dos artigos publicados na modalidade de acesso aberto, que se refere à disponibilidade e à gratuidade de acesso por qualquer pessoa aos resultados de pesquisas científicas, sendo uma alternativa ao modelo tradicional de publicação que restringe o acesso ao conteúdo por meio de assinaturas pagas.

Outro aspecto avaliado foi o número de artigos publicados por gênero, dimensão na qual a USP ficou na terceira posição, atrás da Universidade de Harvard e da Universidade de Toronto. O indicador analisa o número de mulheres autoras de artigos da universidade e sua proporção em relação ao total de autores.

“Na classificação do CWTS, além de a USP ocupar a oitava posição na produção global, ela se destaca também nos itens que indicam qualidade, como o 12º lugar na avaliação das parcerias, e tem 44% de seus artigos entre os 50% dos mais importantes do mundo. Isto significa que, além de produzir bastante, os artigos científicos dos docentes da USP têm qualidade destacada”, considera o reitor Vahan Agopyan.

Para o pró-reitor de Pesquisa, Sylvio Roberto Accioly Canuto, “o ranking tem um peso forte nas publicações científicas internacionais e seus impactos. Nós já vínhamos chamando a atenção para o fato de que, nestes itens, a USP está entre as 10 maiores instituições de pesquisa do mundo, e o CWTS confirma isso. É um resultado que deve nos orgulhar, sendo consequência natural da grande dedicação e excelência dos nossos pesquisadores”.

Avaliação

O ranking elaborado pelo CWTS também avalia o impacto científico, o nível de colaboração e o número de artigos publicados na modalidade de acesso aberto em cinco áreas do conhecimento: Ciências Biomédicas e da Saúde, Ciências da Terra e da Vida, Matemática e Ciências da Computação, Ciências Físicas e Engenharia e Ciências Sociais e Humanidades.

Confira, na tabela a seguir, as posições alcançadas pela USP em cada uma delas:

Imagem: Mapa do CWTS Leiden Ranking, baseado em dados bibliográficos da base de dados Web of Science da Clarivate Analytics, Filadélfia, PA, EUA.

(Por: Adriana Cruz / Jornal da USP)

Assessoria de Comunicação – IFSC/USP

 

Na USP: “Simpósio Prevenção ao Suicídio – Complexidade e Esperança”

A Pró-Reitoria de Graduação da USP, por intermédio do Escritório de Saúde Mental (ESM), realizará no dia 09 de setembro do corrente ano, no auditório da Biblioteca Mindlin/USP (São Paulo), entre as 09h00 e as 18h00, o “Simpósio sobre Prevenção ao Suicídio – Complexidade e Esperança”, com a presença dos pró-reitores da Universidade de São Paulo – Professores Edmund Baracat (Graduação), Carlos Carlotti Júnior (Pós-Graduação), Sylvio Canuto (Pesquisa) e Maria Aparecida Machado (Cultura e Extensão Universitária).

A programação do evento está organizada da seguinte forma:

09h00 – Abertura;

09h30 – Palestra “O Impacto do comportamento suicida” – Prof. Neury Botega (UNICAMP);

10h30 – Palestra “A pauta proibida virou manchete: a nova relação da imprensa na abordagem do suicídio – Cleisla Garcia (Jornalista da TV Record);

11h30 – Conversa com o público;

12h30/13h45 – almoço;

13h50 – Palestra “Suicídio: fatores inconscientes e aspectos socioculturais” – Prof.  Roosevelt Cassorla (UNICAMP e Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo);

14h50 –  Acolhimento na prevenção e posvenção do suicídio” – Drª Karina Okajima Fukumitsu (Pós-Doutora do Instituto de Psicologia da USP/PNPD-CAPES);

15h50 – Palestra “O que os alunos nos ensinam sobre ideações suicidas?” – Prof. Andrés Eduardo Aguirre Antúnez (Escritório de Saúde Mental da USP e IPUSP;

16h50 – Conversa com o público;

18h00 – Encerramento.

Este evento conta com os apoios da Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pró-Reitoria de Cultura e Extensão, ambas da USP, CNPq, FAPESP e GT – Fenomenologia, saúde e processos psicológicos da ANPEPP.

Para fazer sua inscrição neste evento, clique AQUI.

Assessoria de Comunicação – IFSC/USP

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