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Registrada a presença de escorpiões no Campus USP de São Carlos

A presença de escorpiões no Campus USP de São Carlos foi recentemente divulgada em comunicado emitido pela Assessoria de Comunicação da Prefeitura do Campus USP de São Carlos, cujo conteúdo reproduzimos abaixo.

Em razão do elevado número de registros de ocorrências de escorpiões em algumas regiões do interior do Estado de São Paulo e levando em consideração que ocorrências também têm sido registradas no Campus de São Carlos da Universidade de São Paulo, solicitamos a colaboração da comunidade uspiana para que utilize o “Aplicativo (APP) Campus USP” como ferramenta de comunicação de ocorrências de escorpiões.

Para isso, basta acessar no menu do aplicativo a aba “Animais no Campus”, fazer o registro e enviá-lo. Assim, uma vez que tenha acesso à aba “Animais no Campus”, é possível ao usuário fazer o registro escrito da ocorrência e também enviar áudios e fotos.

É muito importante que o registro seja o mais completo possível, incluindo local, data e horário da ocorrência bem como informações sobre o número, tipo (o escorpião amarelo é prevalente nesta região) e tamanho estimado do escorpião.

Importante ressaltar que a colaboração da comunidade é essencial, pois permitirá que seja elaborado um mapeamento de focos de criadouros, favorecendo o planejamento e a execução de ações de controle, preventivas e corretivas, e de minimização dos riscos.

Finalmente, cumpre ainda informar que há ações de controle e coleta de entulhos que são executadas cotidianamente pela PUSP-SC e também pelas Unidades de Ensino e Pesquisa do Campus, bem como operações realizadas por empresas especializadas no controle de insetos e pragas.

(PUSP-SC)

Assessoria de Comunicação – IFSC/USP

 

Eleição de representantes discentes – órgãos Colegiados do IFSC/USP

Estão abertas até dia 30 de agosto próximo as inscrições para a eleição dos representantes discentes junto aos órgãos Colegiados do IFSC, conforme disposto na PORTARIA IFSC-29/2019.

A eleição acontecerá no dia 19 de setembro do corrente ano, das 08h às 17h, por meio de sistema eletrônico de votação e totalização de votos.

Para acessar a PORTARIA IFSC-29/2019, clique AQUI.

Para acessar o requerimento de inscrição de chapa – Graduação – clique AQUI.

Para acessar o requerimento de inscrição de chapa – Pós-Graduação – clique AQUI.

Assessoria de Comunicação – IFSC/USP

Escola de Física Contemporânea – 2019 – Epílogo

Preparação dos seminários

A EFC, originalmente chamada de Escola Avançada de Física, é uma atividade de extensão que ocorre anualmente no Instituto de Física de São Carlos (IFSC/USP), sendo seu objetivo possibilitar que alunos talentosos conheçam como é o mundo da pesquisa, entrando em contato com alguns dos principais grupos de pesquisa do país, além de compreender a importância da ciência e da tecnologia na geração de conhecimento e riquezas no país.

Além disso, pretende-se chamar a atenção do aluno para o empreendedorismo, reforçando as importantes contribuições que o profissional da área da Física pode dar quando se envolve com pesquisas associadas ao setor industrial, sejam elas dentro ou fora do ambiente acadêmico.

E tem sido assim desde 2001, quando a Escola foi criada.

A programação da EFC-2019 incluiu aulas expositivas e experimentais, ministradas por professores da USP, abordando tópicos de Física Clássica e Física Moderna, palestras sobre temas atuais de Física e visitas monitoradas às oficinas e aos laboratórios de ensino e pesquisas do IFSC/USP. As atividades, que se estenderam pelo período de sete dias, tiveram início às 8 horas e término por vezes ultrapassando as 22 horas. Por ser ministrada por professores e pesquisadores de um dos maiores centros de pesquisa multidisciplinar do Brasil e da América Latina, os alunos da EFC-2019 tiveram a oportunidade de conviver com cientistas, de visitar laboratórios de pesquisa do mais alto nível e de conhecer uma empresa de tecnologia de ponta (Opto Eletrônica) que nasceu dentro dos laboratórios de pesquisa do IFSC/USP. Com o objetivo de se avaliar o rendimento dos alunos, no último dia de atividades os jovens elaboraram um trabalho de conclusão de curso, apresentado na forma de seminário, nos mesmos moldes dos congressos internacionais.

A EFC-2019 teve cerca de 400 inscrições e foi desse número total que foram selecionados os trinta alunos que participaram deste evento.

Lucas Silva

Depois de uma semana inteira imersos no IFSC/USP, com muito trabalho e muitas atividades, os participantes da Escola de Física Contemporânea (EFC-2019) chegaram ao fim do evento prontos para a apresentação de seus seminários, como o grande final.

No penúltimo dia de suas atividades, os monitores afirmaram que, apesar do cansaço – pois são os primeiros a acordar e os últimos a dormir -, a experiência foi muito enriquecedora e que é bastante motivador ver o interesse e a curiosidade dos alunos pela Física. Todos reconheceram que os alunos estão bem empenhados e se preparando para os seminários finais que encerram as atividades no dia 06 de julho.

Lucas Aurélio Ferreira da Silva completou 17 anos, em convívio realizado junto com seus novos amigos nesta semana da EFC. Natural de Olímpia, interior de São Paulo, conta que conheceu o IFSC/USP numa Feira de Ciências, em São Paulo, e lá conversou com uma aluna de Física que lhe explicou bastante sobre o tema. Imediatamente interessado pelo assunto, ele foi buscar mais conhecimentos no “Canal Oficiência”, coordenado pelo Prof. Luiz Antônio de Oliveira Nunes (um dos coordenadores da EFC), tendo começado, a partir daí, a seguir o IFSC/USP. Através do próprio website do Instituto, Lucas descobriu a EFC, se inscreveu e foi selecionado. “Na minha escola eu não tinha muito apoio. Ficava lutando para me inscrever nas Olimpíadas e todo ano eu via meus esforços ir por água abaixo. Sempre me davam alguma desculpa. Daí, chegou um novo professor que revolucionou tudo isso e eu finalmente consegui participar em uma Olimpíada de Física pela 1ª vez, no 2º colegial, que foi quando eu consegui ter mais contato com esta área. Mas, sempre me interessei muito em estudar cientistas, ler livros e tudo mais. Quando começaram as aulas de Física, tive uma amiga que gostava muito da matéria, assim como eu, então, a gente conversava muito, trocávamos muitas ideias a respeito. Eu sempre gostei de Física. Já sentia essa tendência desde o 9º ano. Meus pais não apoiavam muito a ideia, eles gostariam que eu fizesse engenharia, mas depois da EFC, não tem mais jeito, vai ser Física mesmo”. Quanto á influência da EFC em sua decisão, o jovem afirma que isso se deu de diversas formas: “Eles mostraram como funciona o dia-a-dia do cientista. As aulas também eram incríveis! Eu ficava boquiaberto, impressionado! Eu gostava bastante e falava: preciso fazer isso para minha vida! Eu ainda não sei qual área da Física, mas já sei que quero ser Físico e o principal objetivo é tentar vir para o IFSC/USP, pontua Lucas”. Quanto ao seminário ele diz que seu tema será “Efeito Termodinâmico” e que apesar de estar nervoso por nunca ter apresentado em público, está bastante animado.

Ana Laura

Eduardo

Ana Laura Neuber de Castro Carvalho (16) também soube da EFC pelo site, porém, através da recomendação de um amigo sob indicação de um ex-professor dela. Seu primeiro contato com Física foi no 1º colegial, participando de várias olimpíadas de física e matemática, ganhando menção honrosa em sua última participação. Ela afirma que a EFC tem sido uma experiência única, bem diferente de tudo que já conhecia: “Eu estou maravilhada com o Instituto e com a Escola, com todo apoio que a gente teve durante o processo. O dia que eu mais gostei foi o dia da palestra sobre óptica na saúde, pela minha tendência na área interdisciplinar entre Física e Biologia. Acho que isso só tem a acrescentar em minha vida”. Ana assegura que a EFC deu um norte quanto a querer ficar na Instituição: “Estou ainda indecisa quanto ao curso que irei fazer, mas com certeza será algo relacionado à Física”, adiciona Ana Laura. Para seu seminário, foi escolhido o tema “Determinação da razão carga/massa usando campo magnético em elétrons carregados”.
Ela finaliza, ressaltando que o mais interessante da Instituição é essa parte da interdisciplinaridade: “Não se trata de um instituto inteiramente focado só para Física. Aqui tem vários docentes que também são de outras áreas e isso só tem a acrescentar. O que realmente mostra que a Física está presente em várias áreas. Eu achei isso super-legal, pois é algo que não vemos muito. Então, essa é uma vantagem para a Instituição”.

Eduardo Rocha Falvo (16), natural de Campinas, veio para São Carlos com apenas um ano. Ele conta que em seu próprio Colégio foi feita uma divulgação sobre a EFC, mas ele já havia participado de uma Iniciação Científica Júnior com o Prof. Alberto Tanus (IFSC/USP), quando teve seu primeiro contato com a Escola. Sobre seu contato com a Física, ele afirma que é uma das matérias que mais gosta na escola, com exceção de Educação Física, e se diverte ao contar. “Para mim, estudar Física sempre foi mais um prazer do que uma obrigação e com a EFC eu vi uma oportunidade de aprender ainda mais”. Quanto a qual carreira seguir, ele explica: “Sempre tive a dúvida entre Ciências da Computação e Física Computacional. Eu não conseguia definir se Física era um hobby ou algo que eu gostaria de seguir realmente. E aqui eu tive oportunidade de conversar com um dos monitores, que é Físico Computacional, e que me influenciou positivamente; então, ele foi uma pessoa importante na minha tomada de decisão; quero fazer Física Computacional”. Relativamente á EFC, ele realça: “A aula que eu mais gostei foi sobre Física de Partículas e também sobre o Zero Absoluto, além da palestra “Física para meninos e meninas”. Para seu seminário, a organização escolheu o tema “Interferômetro de Michel Son – Morley”. Eduardo afirma que as dificuldades são muitas, mas que as expectativas são boas: “Estamos curtindo muito fazer tudo isto”, finaliza.

Franciele Valbueno

Franciele Valbueno (17), de São Carlos, contou-nos que seu contato com Física começou muito mal, pois na escola, sua primeira professora mais faltava do que comparecia ás aulas: “Quando vinha, ela simplesmente “tacava” matéria para a gente e falava: “Façam, que amanhã tem prova”; então, eu odiava Física. Daí, acabei mudando de escola e pude ter contato com um professor que era muito bom, pois, além de bacharel, ele também tinha mestrado e doutorado em Física. As aulas dele eram espetaculares e eu tenho aula com ele até hoje e amo muito as aulas, pois quando ele começa a explicar parece que está falando minha língua! Eu entendo tudo, é uma coisa de outro mundo, sabe?”. Quanto a EFC, ela soube pela diretora da sua escola que a convidou para participar, então a coordenação da escola ajudou-a muito para se inscrever. Sobre a semana toda ela afirma: “Eu poderia ficar o mês inteiro se pudesse! A principio, fiquei com muito medo de não entender a matéria, pois apesar de ter um bom professor, minha escola tem muita defasagem em Física. Mas eu vi que realmente sirvo para trabalhar nesta área e a parte que eu mais gostei, por ser algo novo e por ter entendido a matéria, foi a de nanotecnologia e nanopartículas, pois você pode ajudar outras pessoas de outras maneiras, como, por exemplo, utilizar a área de biomedicina para ajudar a curar um câncer, isso é muito interessante”. Na direção de sua carreia, Franciele afirma que a EFC está influenciando bastante, pois ela estava em dúvida entre dois cursos relacionados com a Física. Já em seu seminário, ela e seus colegas vão retratar o “Corpo Negro”: “Estamos fazendo várias contas, uma maior que a outra, pois precisamos explicar porque um corpo é negro, quais suas característica e apresentar gráficos de como a gente chegou a essa conclusão. É bem trabalhoso, mas tivemos um bom resultado, temos boas expectativas”. Para finalizar, Franciele revela que existem grandes chances de escolher vir para o IFSC/USP e que já havia feito um curso de Física no Instituto antes, mas nunca tinha trabalhado com experimentos.

E a EFC-2019 chega ao fim

Apresentação de seminários

Auditório lotado com alunos, familiares, monitores e professores. Todas as atenções ficaram voltadas para os seminários dos alunos da EFC-2019, organizados em grupos de três. De alguma forma nervosos, mas muito confiantes, todos os alunos mostraram ao que vieram, explicando os conceitos e experimentos que aprenderam e respondendo às perguntas da banca, que foi constituída pela organização da Escola – Profs. Luiz Antônio de Oliveira Nunes, Sebastião Pratavieira, Diogo Boito e Renato Vitalino Gonçalves (este último ausente por motivos profissionais).

Para Jhordan Santiago (16), que veio de Campina Grande (PB), este evento vai ficar na sua memória para sempre: “Foi incrível esta semana da EFC, uma experiência única que irei lembrar até final de minha vida. E este meu sentimento tem duas partes: primeiro, na área acadêmica, com a experiência que passei em um dos melhores institutos do mundo, com um lote de professores e monitores extraordinários que nos apoiaram constantemente, tirando dúvidas e explicando pacientemente todos os pormenores da Física. Em segundo lugar, o enriquecimento que levo daqui em termos culturais, pois este grupo de trinta alunos vem de diversas partes do país. Pretendo fazer Física e se puder irei fazer aqui mesmo no IFSC/USP e seguir a vida acadêmica na área de física teórica – cosmologia ou física de partículas”.

Jhordan Santiago

Maria Clara

 

 

 

 

 

 

 

 

Maria Clara Rapelli (16) é aluna na Escola André Donatoni – Ibaté (SP) e relata o que sentiu ao participar da EFC-2019. “Foi uma experiência incrível, uma oportunidade única que tive para crescer, tanto em conhecimento como em maturidade, pois o ambiente que se vive aqui desperta a vontade de seguirmos em frente nos estudos. Foi sensacional. Vou seguir Física com certeza absoluta e vou querer entrar no IFSC/USP. Quero fazer minha graduação, mestrado e doutorado aqui no Instituto, adquirir também alguma experiência fora do país, e seguir para a vida acadêmica e científica na área de física de partículas ou mecânica quântica”.

O entusiasmo também tomou conta dos pais que acompanharam com extrema atenção o desempenho de seus filhos. Para Flávio Silva, pai da aluna Bruna Carvalho Silva (17), que veio de Barretos (SP) “Foi muito gratificante termos decidido autorizar nossa filha vir para São Carlos para participar desta escola, pois era algo que ela desejava muito e que fez com que se inscrevesse. Foi um professor de física da escola dela que a motivou a se inscrever, já que ela é muito apaixonada por Física, embora ainda tenha algumas dúvidas quanto ao curso que irá seguir. Medicina, medicina veterinária e física são áreas que estão certamente no horizonte dela.

Flávio Silva

Silvia e Mauricio

Maurício Falvo e Silvia Rocha Falvo são os pais do aluno Eduardo Falvo, que frequenta atualmente o Colégio São Carlos, em nossa cidade. Maurício afirma que “Meu filho mostrou muita curiosidade em participar, depois que teve conhecimento do evento, até porque já estava fazendo um estágio dentro de um departamento do IFSC/USP. Aí se inscreveu, embora tivesse plena consciência que a concorrência ia ser grande”, comenta, logo interrompido por sua esposa, Silvia Falvo “Eu não fazia a menor ideia de que a seleção dos alunos se daria dentre 400 inscritos. Só fiquei sabendo pela televisão e é claro que fiquei orgulhosíssima por nosso filho ter sido selecionado, até porque sou da área de educação. Todos esses alunos mostrarem interesse em estudar, em se aprimorar, principalmente em um período de férias, me tocou imensamente. Vê-lo apresentar o seminário final foi um orgulho indescritível, até porque ele mostrou uma face que eu desconhecia – a sua oralidade”, pontua. “Eu não sei o que ele vai querer seguir e é claro que não vamos querer interferir. Ele comentou que gostaria de seguir a área de computação, mas paquerando a física e a física computacional de forma muito evidente”, acrescenta Maurício. “Ele é um garoto muito disciplinado e dedicado em tudo que faz, principalmente nos estudos. Ele constrói seus planos, se organiza, é muito focado e explora o caminho que se apresenta em frente dele, seja em cursos, olimpíadas, etc.. Por isso, o que quer que ele escolha, tenho certeza que será dedicado naquilo que fizer”, finaliza Silvia.

Prof. Luiz Antônio de Oliveira Nunes

Para a comissão organizadora da EFC-2019, a missão estava cumprida. Para o Prof. Luiz Antônio de Oliveira Nunes, a Escola foi um tremendo sucesso, com os alunos sempre motivados, principalmente no último dia, onde eles apresentaram seus seminários. “Aprenderam muita coisa, apesar de uma semana muito cansativa, com perto de 14 horas diárias de aulas e de trabalhos laboratoriais, mas foi uma semana proveitosa, tanto para eles quanto para nós. E eles viram como o IFSC/USP funciona, qual a sua dinâmica. Algo que me deixa muito feliz foi a observação que alguns pais fizeram no último dia da escola, relativamente ao acolhimento prestado aqui no instituto, que, segundo eles, foi extremamente diferenciado, comparativamente a eventos organizados por outras instituições e isso se deve muito ao trabalho desenvolvido pelos monitores da EFC, que não largaram os alunos um só minuto. Estou muito feliz”, comenta Luiz Antonio.

Prof. Diogo Boito

Nos momentos finais da EFC-2019, o Prof. Diogo Boito enfatizou que a Escola é um investimento do Instituto e que o principal objetivo é dar a conhecer aos jovens participantes a ciência que se faz no estado de São Paulo e no Brasil como um todo “Segundo a opinião manifestada por todos em enquete que disponibilizamos online, vocês saem daqui com uma visão muito positiva do que é a ciência nacional e do que se faz no IFSC/USP, confirmando que cerca de 83% de vocês deseja seguir a carreira científica. A USP é considerada uma universidade de excelência, não só porque tem uma ótima infraestrutura e um conjunto de extraordinários professores e técnicos, mas acima de tudo ela só é excelente porque tem bons estudantes. E este é um dos objetivos da escola, atrair bons estudantes para o IFSC/USP – vocês. Segundo as opiniões manifestadas pelos alunos desta EFC, cerca de 70% gostaria de fazer física e 70% gostaria de fazer sua graduação no IFSC/USP. No meu ponto de vista, a EFC-2019 atingiu todos seus objetivos”, sublinhou o docente.

Já o Prof. Sebastião Pratavieira pontuou em seu breve discurso de despedida um agradecimento profundo a todos os alunos e aos pais que confiaram no IFSC/USP para tomar conta dos filhos. “Estes jovens saem daqui com uma visão diferente do que é ser Físico. Físico é um profissional importante para qualquer país e arruma emprego em qualquer lado – incluindo em instituições financeiras – para resolver os mais prementes problemas para a sociedade”, sinalizou.

Prof. Sebastião Pratavieira

Por último, coube ao diretor do IFSC/USP encerrar a Escola, tendo agradecido aos professores, à organização, aos alunos e aos pais, bem como a todos que contribuíram para o sucesso da EFC-2019, tendo ressaltado a importância da família na formação dos jovens. “Cada vez mais a presença da família é importante no sucesso do jovem, já que está provado que a fonte de problemas nos jovens estudantes é quando a família se distancia deles, quando ela não dá apoio. É extremamente importante que os pais entendam que maturidade não tem a ver com idade, já que são coisas distintas. Nesse âmbito, vocês estão ajudando seus filhos da forma que é mais adequada para eles. Agradeço muito aos pais por terem vindo e terem compartilhado esses momentos com seus filhos, que aqui também ganharam novos amigos. Na vida, tudo é relacionamento e é nossa missão fazer novos amigos, já que os inimigos aparecem de forma natural e devemos saber gerir isso”, sublinhou Bagnato.

Ao enfatizar que o IFSC/USP é uma das unidades mais produtivas da USP, o diretor do Instituto explicou qual a razão. “Sabem qual o motivo do IFSC/USP ser a unidade mais produtiva da Universidade de São Paulo? Porque este Instituto tem uma característica, que é ter responsabilidade social. Aqui se faz física para avançar no conhecimento e ninguém escapa disso – o avanço do conhecimento, com uma interdisciplinaridade muito grande e nós somos pioneiros nisso. Talvez o IFSC/USP seja o único instituto de física que já teve dentro dele um consultório odontológico. Até há pouco tempo nós tratávamos câncer, com uma fila gigantesca de pessoas. Hoje, esse tratamento já está em cem localidades do país e em diferentes países do mundo. Por isso o IFSC/USP é a unidade mais produtiva da Universidade de São Paulo”, pontuou Bagnato.

Prof. Vanderlei Bagnato

Dirigindo-se particularmente aos jovens, Bagnato deixou uma de mensagem final. “Para ser físico, nós enfrentamos alguns desafios: primeiro, porque temos que ter responsabilidades em relação ao conhecimento. É muito fácil hoje você pegar no celular e fazer uma ligação, mas por aí passaram experimentos e pesquisas, algumas delas feitas por vocês, alunos, durante esta semana da EFC. Então, temos aí o desafio de passar o conhecimento, que é a coisa mais rica que a humanidade tem e que alguns são contra. Há bem pouco tempo assisti a uma conferência na Academia Americana de Ciências e o palestrante disse o seguinte: ‘O mundo em desenvolvimento (América Latina) ainda não descobriu que os países ricos não investem em ciência porque são ricos – eles são ricos porque investem em ciência’. Cientista é uma pessoa que tem que fazer algo pela sociedade e é isso que eu quero que vocês sejam. Vocês têm de ser determinados, pois todo o mundo que tem sucesso, hoje, não foi graças ao acaso. Foi graças ao EU QUERO SER. Vocês não vão encontrar uma bailarina que atingiu o topo de sua carreira, se não tiver sido determinada. Vocês não conhecem um jogador de futebol que atingiu o status de melhor do mundo, se ele não teve determinação para chegar lá. O problema é que nós pensamos que tudo isso são apenas oportunidades e não é assim: são determinações. Caros alunos, reflitam bem naquilo que querem para a sua vida profissional. Tivemos aqui excelentes alunos que quando chegaram ao segundo ano de graduação, viram que física não era bem aquilo que queriam e mudaram para a engenharia. Aí, depois de um ano, viram que também não era a área que queriam e foram para medicina… E o tempo passou. Quando a viagem é muito grande, ela deixa de ser um prazer e se torna um fardo. Reflitam bem aquilo que vocês querem. Queremos ter aqui alunos que estejam determinados, como muitos outros que passaram por aqui e que venceram. Não se iludam, pois nada cai do céu, já que tudo que cai do céu não é permanente e acaba por cair no chão. Como diretor, deixo as portas abertas a todos vocês e principalmente aos pais. Muito obrigado e voltem sempre ao IFSC/USP”.

Rui Sintra & Lilian Tarin – Assessoria de Comunicação – IFSC/USP

Cursinho Popular da Licenciatura em Ciências Exatas (CPCEx)

Companheirismo, empenho e paixão por ensinar. Palavras que sintetizam bem a trajetória do Cursinho Popular da Licenciatura em Ciências Exatas (CPCEx) da Universidade de São Paulo, Campus São Carlos, que progride mais e mais nas mãos de jovens graduandos do Instituto de Física de São Carlos (IFSC/USP), apaixonados por ensinar. No corrente ano não é diferente: coordenado pelo segundo ano consecutivo pelos alunos da Licenciatura em Ciências Exatas, João Gabriel Barbosa da Silva e Felipe Cesar Bevilaqua, o CPCEx muda de espaço e procura atender mais jovens em busca da tão sonhada vaga na universidade.

O Cursinho, fundado pela Secretaria Acadêmica da Licenciatura em Ciências Exatas (SACEx), em 2007, desde o início mantinha suas atividades na Sala 14, do IFSC/USP, e atendia, até então, cerca de 25 alunos anualmente. Assumida a coordenação do CPCEx – já independente da SACEx – em 2018, João e Felipe observaram a necessidade de ampliação e fortalecimento do projeto. “Nós assumimos a coordenação do Cursinho e buscamos, primeiramente, solucionar as altas taxas de evasão. Nos anos anteriores, já nessa época do ano, cerca de 80% dos alunos teriam evadido, coisa que conseguimos diminuir drasticamente em 2018 – o qual finalizamos com 16 alunos”, narram os coordenadores. “Durante o primeiro ano de gestão, observamos também falhas na estrutura do Cursinho, que nos chamaram a atenção para a necessidade de alterações: precisávamos de material didático, um lugar maior e mais apoio do IFSC/USP, e para isso, bolar um projeto e estatuto”, completam.

No final de 2018, com a eleição do Prof. Dr. Vanderlei Salvador Bagnato para o cargo de diretor do Instituto de Física de São Carlos (IFSC/USP), João e Felipe submeteram o projeto de reestruturação do cursinho, que foi muito bem recebido. “O Prof. Vanderlei foi muito solícito e abraçou o projeto sob a condição de levarmos mensalmente um docente do IFSC/USP ao cursinho, para uma aula, e assim passar aos alunos um gostinho do que é o ambiente universitário”, explica Felipe, que completa: “os alunos estão aproveitando muito da experiência”.

Felipe Cesar Bevilaqua

Das propostas aprovadas pelo diretor, em 2019, a mudança do local é uma das mais significativas. Antes localizado na Sala 14 do IFSC/USP, o CPCEx ocorre agora em uma das salas de aula do Centro de Divulgação Científica e Cultural da USP (CDCC/USP) e comporta os 40 alunos previstos no novo projeto. “O maior articulador da parceria CPCEx-CDCC foi o Prof. Vanderlei Bagnato. O CDCC muito prontamente abriu espaço para darmos continuidade ao projeto, que ocorre no período vespertino, no horário de funcionamento do CDCC”, comenta João. “A Profª Salete [Linhares Queiroz] – diretora do CDCC – nos recebeu muito bem! Além disso, temos o amparo de todo o pessoal, que está sempre a disposição”, apresenta Felipe, que ainda ressalta a qualidade do espaço e as intenções de utilizarem-se mais do que é oferecido pelo Centro. “A sala é excelente: espaçosa, com ar condicionado, lousa e projetor. Ainda não tivemos a oportunidade explorar mais da estrutura oferecida pelo CDCC, como trazer algum experimento prático para a sala de aula, mas futuramente eu gostaria de interagir com os alunos de forma a explorar o ensino investigativo também, reconstruir o conhecimento”.

Outra proposta dos estudantes foi o desenvolvimento de material didático próprio para o cursinho pelos próprios alunos da Licenciatura. A ideia surgiu da necessidade: a ausência de material como base para as aulas ministradas flexibilizava em excesso o conteúdo programático dos professores voluntários. “Eu e o João conversamos e concluímos que precisávamos arranjar um material didático, o que foi muito difícil – mandamos e-mails para algumas editoras, mas infelizmente nenhuma se dispôs a fornecer o material gratuitamente. Foi quando concluímos que seria interessante fazer diferente”, relata Felipe. Formular o próprio material porém, não é tarefa fácil; demanda tempo, disposição, e como diz o próprio João “fazer ‘de graça’ é loucura!”. Neste contexto, a direção disponibilizou dez bolsas para os alunos-professores que se dispusessem a colaborar com a elaboração do material. “O material será concluído ano que vem. Enquanto isso, nos viramos com o Hexag Solidário, – material pré-vestibular gratuito disponível online – xerox de exercícios e slides para direcionarmos nossas aulas”, diz Felipe.

João Gabriel Barbosa da Silva

Sobre os colegas professores e colaboradores do cursinho popular, os coordenadores destacam a qualidade do corpo docente voluntário. “Algo que também mudou na nossa gestão foi dar prioridade aos alunos do Curso da Licenciatura, visto que estes serão futuros professores. Hoje, salvo os professores de história, geografia, biologia, literatura e redação – os dois últimos convidados do departamento de Letras da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) – são todos essencialmente alunos da Licenciatura em Ciências Exatas do IFSC/USP, inclusive eu, que dou duas frentes de Matemática, e o Felipe, responsável por uma das frentes de Química”, menciona João, que acrescenta os reflexos positivos da medida. “Parece que as matérias pedagógicas dos cursos de Licenciatura não fazem tanto a diferença, mas fazem. Sempre que aplicamos a avaliação de professores no cursinho, os que são alunos da Licenciatura têm algo a mais”. Mesmo assim, João e Felipe afirmam haver um corpo docente forte e muito distinto. “Inclusive, temos metodologias de ensino diferentes, o que é ótimo para os alunos: existem estudos que comprovam que os alunos aprendem quando se altera o modo de ensinar. A grande mudança que possibilita o sucesso do cursinho nesses dois últimos anos é a mudança do corpo docente”, complementam.

Em relação à dinâmica com os alunos, Felipe destaca a realização de projetos psicopedagógicos como ótimos direcionamentos do cursinho. “A ideia de montar um projeto de tutoria e orientação profissional dentro do cursinho partiu do João. Ele montou uma ficha com perguntas pessoais sobre os alunos e a partir disso direcionou os tutorandos aos seus respectivos tutores. O legal da ficha é que você consegue ver no que o aluno tem dificuldade, se ele tem uma boa concentração, ou não, e isso chega ao tutor, responsável por elaborar um plano de estudos”, comenta Felipe sobre a iniciativa. “Por exemplo, eu tenho 3 alunos na minha tutoria e depois de todo simulado eu refaço o plano de estudos deles. Uma coisa que exigimos bastante é a sinceridade, porque não estamos lá para dar puxão de orelha, mas para ajudar”, completa.

João e Ricardo Maldonado

Segundo os estudantes do IFSC/USP, os benefícios pessoais e profissionais que a experiência agregou foram múltiplos e, possivelmente, uma das melhores oportunidades àqueles que pretendem seguir como professores. “Algo muito interessante sobre dar aula é que você só sabe se quer ser professor quando se arrisca. Existem algumas possibilidades de colocar isso em prática dentro da USP e acredito que o cursinho tornou-se uma das melhores”, comenta João. “Nessa época do ano, com o final do semestre e os alunos do cursinho já cansados, o que eu faço é ceder a outros alunos da Licenciatura algumas das minhas aulas. É uma oportunidade dos graduandos se arriscarem em sala de aula, assim como dos alunos do cursinho de consolidarem em determinadas disciplinas”. Já Felipe destaca a oportunidade da construção de um perfil como professor e a inevitável valorização do currículo profissional “Eu já estou no segundo ano dando aula, e você cria um repertório: de aulas, de piadas… O seu perfil como professor. Dessa forma, você já adquire uma experiência profissonal prévia e não chega ‘cru’ no mercado de trabalho. Isso conta muito”, diz, ressaltando ainda o efeito das relações interpessoais. “Acredito que você fique mais sensível às relações humanas quando se tem um contato tão próximo. Muitas vezes, o aluno vem falar coisas pessoais para você, sobre os problemas que ele tem em casa. É uma experiência ímpar e você deve saber lidar com isso também”, revela.

Quanto às novas reformas, os coordenadores não pretendem ‘estacionar’. João e Felipe evidenciam sempre uma grande vontade em deixar um legado para futuros estudantes e coordenadores. “Esse sempre foi um ponto muito discutido entre eu e o João. Nós queremos deixar um legado para o cursinho, transformá-lo no melhor dos – ou um dos melhores – cursinhos populares da região, porque sabemos, como futuros professores, a melhor forma de disseminar conhecimento”, confessa Felipe, que já prepare um meio para orientar as gerações futuras. “Agora temos um e-mail institucional – cursinho@ifsc.usp.br – em que há uma pasta do Drive contendo todas as informações sobre os anos que estamos na coordenação do cursinho – 2018 e 2019. Assim, caso chegue uma nova gestão que não teve contato conosco, os novos coordenadores conseguirão ter acesso ali de como foi a gestão anterior, quem são os alunos, as provas e inclusive orientações para que não precisem começar do zero”, finaliza.

Relato de quem viu: por dois anos aluno do CPCEx

E quem melhor que um aluno para opinar? Ricardo Maldonado tem 18 anos, e está à dois no CPCEx. Venezuelano de nascimento, Ricardo chegou ao Brasil sem falar, ou entender a língua portuguesa – coisa que para o tutor do garoto, João Barbosa, foi a única razão para não ser aprovado em 2018 – e soube do cursinho através de amigos. “Eu deveria ter uns sete meses no Brasil, mais ou menos, e o cursinho foi fundamental para mim. No meu primeiro ano, aprendi muito, – além de outra cultura, outra língua – porque a educação que eu tive aqui é a melhor que eu já tive em toda a minha vida. Achei o cursinho incrível e uma ferramenta de qualidade para ajudar a atingir meus objetivos. A estrutura é muito boa, mas este ano está bem melhor que ano passado: está mais organizado”, diz Ricardo.

O jovem, que decidiu recentemente cursar Ciências Exatas, menciona a importância do interesse dos coordenadores em expandir o projeto na reestruturação do cursinho, que trouxe boas mudanças. “Acho que no ano passado o esforço foi muito grande, mas o trabalho que eles estavam realizando não foi tão valorizado. Este ano eles tiveram a oportunidade de expandir o projeto, e acredito que eles souberam utilizá-la bem. Esse suporte contribuiu na reforma do cursinho para algo positivo”, avalia Ricardo.

Sobre as dificuldades de se introduzir em um país com cultura e língua diferentes, Ricardo relata a importância do cursinho no processo de adaptação. “Eu tive muita dificuldade e cheguei a pensar em desistir, porque achei muito complicado: chegar e conhecer outra cultura, outra língua, outra história, outra visão da vida – que a gente ignorava lá, pelo menos. Foi muito difícil para mim, sabe? Eu sabia que queria chegar em algum lugar, então eu pensei que tinha que aguentar o que viesse para alcançar os meus objetivos. No meu primeiro ano de cursinho, eu ia para a aula e não entendia a maior parte daquilo que os professores falavam – eu tinha que fazer o dobro do esforço dos demais para acompanhar a aula” relata. “Acho que o mais importante foi a resiliência comigo, porque eles não se renderam em me ajudar. Acredito ser esse o motivo pelo qual progredi tão rápido”, completa Ricardo, até então apenas observado pelo tutor e coordenador, João Barbosa. “E hoje em dia ele usa a palavra ‘resiliência’!”, brinca João com o aluno e amigo, que acha graça e aproveita para agradecer: “Eu estou muito agradecido com essa oportunidade, realmente agradecido”, finaliza Ricardo.

(Reportagem Carolina Falvo / Superv. Rui Sintra)

Assessoria de Comunicação – IFSC/USP

Em maio último: alterados os conceitos de Quilograma e Metro (SI)

O Quilograma e o Metro, entre outras medidas, sofreram alterações em maio de 2019.

Em 1960, o sistema métrico decimal, que então existia, foi substituído pelo chamado Sistema Internacional de Unidades (SI), mais complexo e sofisticado que o anterior, criado na 11ª Conferência Geral de Pesos e Medidas, com a finalidade de padronizar as unidades de medida das inúmeras grandezas existentes, com objetivo de facilitar a sua utilização e torná-las acessíveis a todos.

Ele define um grupo de sete grandezas independentes, denominadas de “grandezas de base” e, a partir delas, as demais grandezas são definidas e têm suas unidades de medida estabelecidas.

Em cem anos, foram feitas poucas alterações às medidas preconizadas. Contudo, na década de 1950, todas as medidas foram comparadas e já foi notada uma discrepância razoável. Depois, na década de 1990, todas elas foram comparadas novamente, numa campanha de calibração então lançada e observou-se que, em relação ao quilograma, haviam medidas que variavam em mais de 70 microgramas.

Em maio de 2019, os conceitos de Quilograma e Metro, entre outras medidas, sofreram alterações, como explica o Prof. Dr. Daniel Magalhães, docente e pesquisador no Departamento de Engenharia Mecânica da Escola de Engenharia de São C (EESC/USP) e diretor do Centro Avançado para Apoio à Inovação da Escola de Engenharia.

Clique na imagem abaixo para assistir à entrevista:

Assessoria de Comunicação – IFSC/USP

Para todo o Brasil – Canal “Globonews” destaca EFC-2019

A Escola de Física Contemporânea – Edição 2019 – foi destaque em diversas transmissões feitas pela Rede Globo, com transmissão ao vivo para o programa “Bom dia São Paulo” e na programação local da EPTV, tendo sido noticiada em outros programas.

Também o canal de noticias “Globonews” repercutiu, para todo o Brasil, esta sensacional Escola que durou sete dias, numa autêntica maratona de física dedicada a trinta alunos de todo o país.

Para recordar como foi, clique na imagem abaixo para assistir à matéria.

Assessoria de Comunicação – IFSC/USP

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Registrada a presença de escorpiões no Campus USP de São Carlos

A presença de escorpiões no Campus USP de São Carlos foi recentemente divulgada em comunicado emitido pela Assessoria de Comunicação da Prefeitura do Campus USP de São Carlos, cujo conteúdo reproduzimos abaixo. Em razão do elevado número de registros de ocorrências de escorpiões em algumas regiões do interior do Estado de São Paulo e levando […]

Eleição de representantes discentes – órgãos Colegiados do IFSC/USP

Estão abertas até dia 30 de agosto próximo as inscrições para a eleição dos representantes discentes junto aos órgãos Colegiados do IFSC, conforme disposto na PORTARIA IFSC-29/2019. A eleição acontecerá no dia 19 de setembro do corrente ano, das 08h às 17h, por meio de sistema eletrônico de votação e totalização de votos. Para acessar a PORTARIA […]

Escola de Física Contemporânea – 2019 – Epílogo

A EFC, originalmente chamada de Escola Avançada de Física, é uma atividade de extensão que ocorre anualmente no Instituto de Física de São Carlos (IFSC/USP), sendo seu objetivo possibilitar que alunos talentosos conheçam como é o mundo da pesquisa, entrando em contato com alguns dos principais grupos de pesquisa do país, além de compreender a importância […]

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