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Brumadinho e os problemas ambientais do Brasil: tragédias e oportunidades

O programa semanal do IFSC/USP Colloquium Diei trouxe, no último dia 24 de maio, o Prof. Dr. José Galizia Tundisi (Diretor do Instituto Internacional de Ecologia/HE atual Secretário de Ciência e Tecnologia de São Carlos), que dissertou sobre o contundente tema  “Brumadinho e os problemas ambientais do Brasil: tragédias e oportunidades”.

O palestrante dissertou, em sua apresentação, sobre a importância de resolver os problemas relacionados com tragédias ambientais, tendo afirmado que para isso é necessário um avanço no diagnóstico, uma quantificação das perdas econômicas, tecnologias avançadas e, principalmente, a capacitação de recursos humanos com visões sistêmicas dos problemas ambientais, econômicos e sociais.

Tundisi elucidou a questão de Brumadinho, salientando que lá se trata apenas de uma das consequências de um grande problema ambiental que se agrava a cada momento no Brasil. A poluição do ar, do solo e das águas é constante e afeta diretamente os ecossistemas, a biodiversidade e a saúde humana. Os lixões a céu aberto, por exemplo, continuam produzindo impactos muito severos em águas superficiais e subterrâneas de todo o país.

Assessoria de Comunicação – IFSC/USP

Vanderlei Bagnato recebe “Prêmio Almirante Álvaro Alberto” (CNPq)

O docente, pesquisador e atual diretor do IFSC/USP, Prof. Vanderlei Bagnato, foi agraciado no dia 16 do corrente mês com o Prêmio Almirante Álvaro Alberto para Ciência e Tecnologia, na área de Ciências Exatas, da Terra e Engenharias, concedido pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), em cerimônia que ocorreu na Escola Naval, no Rio de Janeiro.

A condecoração, instituída em 1981, é uma parceria entre o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), o CNPq, a Fundação Conrado Wessel e a Marinha do Brasil, constituindo reconhecimento e estímulo a pesquisadores e cientistas brasileiros que venham prestando relevante contribuição à ciência e à tecnologia do país.

Em seu discurso improvisado, Bagnato salientou que estava recebendo o prêmio em nome e homenageando todos quantos contribuem para a ciência do país, tendo agradecido à USP e ao atual reitor, Prof. Vahan Agopyan, classificando-os como corresponsáveis pela atribuição do prêmio. Para o reitor da USP “Uma universidade de pesquisa como a USP, e seus pesquisadores, trabalham para modificar e melhorar a sociedade. A premiação do professor Bagnato representa o reconhecimento às Instituições e aos cientistas que fazem a diferença para o desenvolvimento de nosso país”.

O prêmio é atribuído, anualmente, ao pesquisador que tenha se destacado pela realização de obra científica ou tecnológica de reconhecido valor para o progresso de sua área. É concedido, em sistema de rodízio, a uma das três grandes áreas do conhecimento: Ciências Exatas, da Terra e Engenharias; Ciências Humanas e Sociais, Letras e Artes; e Ciências da Vida. O agraciado é contemplado com medalha, diploma, viagem a Antártica e R$ 200 mil.

Participaram da cerimônia, entre outras personalidades, o secretário executivo do MCTIC, Julio Francisco Semeghini Neto, representando o ministro Marcos Pontes; o presidente do CNPq, João Luiz Filgueiras de Azevedo; o comandante da Marinha do Brasil, Ilques Barbosa Júnior; o presidente da Academia Brasileira de Ciências (ABC), Luiz Davidovich; e o presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), Ildeu de Castro Moreira.

(Com informações de Adriana Cruz (USP) / CNPq – Fotos de Roberto Hilário – CNPq)

Assessoria de Comunicação – IFSC/USP

Prof. Valter Líbero (IFSC/USP) ministra colóquio na UFSCar

Realiza-se no próximo dia 23 de maio, quinta-feira, às 16h30, na Sala de Seminários ”Swieca Nova”, mais um colóquio promovido pelo Programa  de Pós-Graduação em Física da Universidade Federal de São Carlos  (PPGF/UFSCar), com o título Observatório Dietrich Schiel: do Cometa Halley aos raios cósmicos, uma história de divulgação científica, ministrado pelo Prof. Dr. Valter Luiz Líbero, docente do Instituto de Física de São Carlos (IFSC/USP) e ex-Diretor do Centro de Divulgação Científica e Cultural (CDCC/USP), atual coordenador das atividades do Observatório Dietrich Schiel.

O Observatório Dietrich Schiel faz parte do setor de Astronomia do Centro de Divulgação Científica e Cultural, CDCC, da USP. Situa-se na parte sul do Campus da USP e por cerca de 35 anos vem divulgando e ensinando astronomia para a população da região de São Carlos. Particularmente, sua ação entre jovens estudantes é profunda, sendo que as visitas monitoradas já fazem parte do programa de muitos professores de ciências. Sua história e evolução se deram em um dos períodos mais férteis da astronomia moderna, desde a passagem do Cometa Halley até as ondas gravitacionais. Acompanhando sempre de perto a evolução da astronomia, em breve será disponibilizado um visualizador de trajetórias mésons, partículas criadas por raios cósmicos que bombardeiam nossa atmosfera constantemente.

Assessoria de Comunicação – IFSC/USP

No IFSC/USP: Seminário aborda “Oportunidades de Pesquisa na Alemanha”

Cerca de duzentos e oitenta participantes, oriundos das mais diversas universidades e institutos de pesquisa, assistiram no dia 16 do corrente mês ao seminário Oportunidades de Pesquisa na Alemanha, um evento organizado pelo IFSC/USP e que ocorreu no Auditório “Prof. Sérgio Mascarenhas”. Representantes do Serviço Alemão de Intercâmbio, Sociedade Alemã de Apoio à Pesquisa, Fundação Humboldt e das Universidades de Freie Berlim, Munique e Munster, dialogaram longamente com os participantes, explicando as vantagens e as condições de ingresso nos programas de intercâmbio científico e acadêmico entre Brasil e Alemanha.

Sören Artur Metz, representante da Universidade Técnica de Munique – e um dos palestrantes neste seminário -, classificou a iniciativa de extremamente importante, ao mostrar aos participantes o que a Alemanha e o Brasil podem fazer conjuntamente em termos de intercâmbio de pesquisadores e de professores. “O objetivo é estreitar, reforçar os laços que já existem nas áreas científica e acadêmica”, salientou, acrescentando que essa aposta é bem patente, inclusive, através do Centro Alemão de Ciência, localizado na Rua Verbo Divino – 1488 – Térreo, em São Paulo, que trabalha em estreita colaboração com as universidades e agências de fomento à pesquisa alemãs. “Este intercâmbio entre Brasil e Alemanha tem funcionado muito bem desde há longo tempo, mesmo com a ausência do programa “Ciência sem Fronteiras”. Estamos no quinto lugar em termos de atratividade por parte dos pesquisadores brasileiros, além, é claro, dos Estados Unidos, França, Espanha e Portugal”, salienta Sören. Para o representante da Universidade Técnica de Munique, existe uma semelhança grande na ciência que se pratica em ambos os países, apesar de muitos pesquisadores brasileiros consideram que na Alemanha se vão confrontar com um “elefante branco, que é o idioma alemão. “Isso não é verdade, até porque toda a ciência que é feita na Alemanha utiliza o idioma inglês. Esta é uma oportunidade soberana para tirar dúvidas sobre como fazer pesquisa na Alemanha, até porque é um evento presencial e não virtual. É olho no olho”, complementa Sören.

Para a docente e pesquisadora do IFSC/USP, Profª Andrea Stuchi Bernardez, organizadora do evento, o sucesso do mesmo está demonstrado pelo número de participantes – mais de duzentos e oitenta -, atendendo a que o seminário foi concebido apenas para informar, para dar uma oportunidade para os alunos que estão em final dos cursos de graduação e aqueles que estão na Pós-Graduação de terem a oportunidade de fazerem pesquisa na Alemanha e de passarem um período fantástico naquele país. “O que fizemos foi trazer representantes dos principais órgãos de fomento à pesquisa da Alemanha, bem como de algumas das mais importantes universidades, e colocá-los em franco diálogo com os participantes. Desde há longos anos que existe um “casamento perfeito” entre Brasil e Alemanha na área científica, porque sempre existiu – e continua a existir – um interesse mútuo. Por exemplo, a CAPES e a Fundação Humboldt têm um programa comum muito sólido para a concessão de bolsas para Pós-Doutorados e Professores Visitantes, algo que fortalece esta iniciativa que visa fortalecer a cooperação científica bilateral. Por isso, queremos evoluir para melhorar essa relação, para reforçar esse intercâmbio”, finaliza a docente.

Rui Sintra – Assessoria de Comunicação – IFSC/USP

“Luz à Primeira Vista” comemora “Dia Internacional da Luz”

Luz à Primeira Vista é uma iniciativa de divulgação científica inserida no projeto Pequeno Cidadão, criado em 1996 pela USP de São Carlos, em parceria com uma empresa de prestação de serviços profissionais, atendendo cerca de duas centenas de crianças. Seu objetivo é complementar a formação e a educação de alunos da rede pública da cidade com idades entre 10 e 14 anos por meio de atividades esportivas e culturais, além de dar reforço em áreas como matemática e português.

Na Luz à Primeira Vista, que comemora o Dia Internacional da Luz (16/05), representantes do IFSC – OSA Student Chapter* foram os responsáveis por congregar, no passado dia 14 do corrente mês, nos laboratórios de nossa Unidade, jovens visitantes em torno de experimentos interessantes que mostraram como a luz é usada no dia-a-dia, como funcionam as cores e como funciona um circuito laser. Jessyca Dipold, integrante do IFSC – OSA Student Chapter, explicou que esta iniciativa tem a duração de vinte minutos, já que são muitas as turmas que participam apenas no espaço de três dias que dura o evento.

*Desde sua criação, o IFSC-OSA Student Chapter, tem desenvolvido diversos eventos e atividades para a comunidade acadêmica, tanto para graduação quanto para pós-graduação. Algumas destas atividades também foram planejadas para a comunidade não acadêmica local, incluindo seminários, palestras e cursos relacionados à óptica e fotônica para os estudantes do ensino médio.

O IFSC – Osa Student Chapter pertence ao OSA – The Optical Society uma sociedade internacional que se dedica a congregar e promover a ciência e inovação nas áreas de óptica e fotônica, inclusive levando os conceitos científicos para fora da academia, ou seja, para mais perto do público leigo. Conectados com o OSA, existem os designados Student Chapter, estruturas acadêmicas formadas por estudantes de pós-graduação que se encontram espalhados por centenas de universidades em todo o mundo e que funcionam como apoio às atividades de divulgação dessas áreas do conhecimento.

No Brasil existem nove Student Chapter e o do IFSC é um dos que tem maior representatividade.

Assessoria de Comunicação – IFSC/USP

 

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