NOTÍCIAS

Iniciativa da FEUSP cria site “Educação em tempos de isolamento”

Atenta aos desafios que a pandemia coloca à sociedade, a FEUSP, por meio da sua Comissão de Gestão Acadêmica, especialmente criada para o presente momento, criou e disponibilizou no site institucional o repositório Educação em tempos de isolamento (AQUI).

Objetiva facilitar o acesso a vídeos, textos e podcasts produzidos ou reunidos por estudantes, funcionários/as e docentes. Espera-se que esses recursos instiguem reflexões a respeito de questões educacionais e propiciem experiências estético-formativas relevantes.

Convidamos à leitura de “Muito além das tarefas a cumprir: notas da FEUSP sobre a educação em tempos de isolamento” , uma análise da adoção da EaD e possibilidades educativas outras no contexto de pandemia, que levem em conta as diversas realidades do país.

Assessoria de Comunicação – IFSC/USP

COVID-19 – A saúde mental de todos nós em tempos de quarentena

Com o surgimento da COVID-19, houve uma mudança brusca na forma como vivemos, o que pode impactar na condição de saúde mental de todos.  Seja pela mudança da rotina, isolamento social, convivência forçada com pessoas em nossas casas, pela sensação de desamparo e incertezas, além de tantas outras situações envolvidas neste novo cenário, sentimentos e emoções negativas podem emergir e acarretar na vivência um sofrimento psíquico.

Sensações de medo, desesperança, percepção de finitude, ansiedade, depressão e outras emoções, são comuns em contextos de crise, como a que estamos vivendo e algumas pessoas podem ser mais abaladas do que outras.

Considerando estes fatos, cuidar da saúde mental é fundamental.

Estão incluídos nestes cuidados a promoção de bons relacionamentos com aqueles que convivemos; manter proximidade, de forma virtual, de amigos e entes queridos; manter rotina de sono, alimentação e atividade física; além de ser criativo para improvisar alternativas para a nova realidade (como propor atividade para as crianças da casa, novas formas de entretenimento com a família etc).

Estes são, em suma, os principais conselhos da psicóloga do IFSC/USP, Bárbara Kolstok, que através de um curto vídeo nos orienta como proceder neste período marcado por uma quarentena obrigatória.

Clique na imagem abaixo para acessar o vídeo.

Os atendimentos no IFSC serão mantidos, porém adaptados, sendo realizado virtualmente.

Abaixo estão disponíveis alguns links para materiais que podem ajudar neste momento.

Cartilha com dicas de saúde mental – AQUI.

Orientação da OMS sobre saúde mental e COVID-19 – AQUI.

Saúde Mental: Importância e sugestões de atividades físicas – AQUI.

Desejo muita saúde e cuidado a todos!

Até breve!

Bárbara Kolstok Monteiro

CRP: 06/99394

(Imagem inicial – Zbigniew Bzdak/AP)

Rui Sintra – Assessoria de Comunicação – IFSC/USP

 

Comunicado: Rede USP para o Diagnóstico da COVID-19 (RUDIC)

A Rede USP para o Diagnóstico da COVID-19 (RUDIC), divulgou hoje (02/04) o seu segundo comunicado, no qual consta o seguinte:

A RUDIC e seu propósito

“Como divulgado no primeiro comunicado (26/03/20), a Rede USP para o Diagnóstico da Covid-19 (RUDIC), formada a pedido do reitor, está constituída por 5 centros voltados para a realização de testes de diagnóstico molecular para a detecção da covid-19 no Estado de São Paulo: dois na capital, um em Ribeirão Preto, outro em Bauru e outro em Pirassununga.

Os testes moleculares se baseiam na detecção, por reação de PCR em tempo real, do material genético do vírus e, consequentemente, permitem a identificação de indivíduos portadores do vírus. Essa informação é crucial, particularmente neste momento, para o enfrentamento da epidemia, pois permitem:

-a identificação de indivíduos infectados sintomáticos. Essa informação permite que os indivíduos sintomáticos recebam o tratamento adequado e as precauções necessárias para evitar a disseminação da infecção, particularmente, no ambiente hospitalar;

-a identificação de indivíduos infectados assintomáticos. O resultado permite que pessoas que contraíram o vírus, mas não apresentam sintomas, sejam identificadas e encaminhadas para isolamento evitando, dessa forma, o espalhamento da infecção;

-o monitoramento da infecção em funcionários de saúde em hospitais e unidades de pronto atendimento;

-no caso de óbito, o exame permite a confirmação da infecção pelo coronavírus e, com isso, auxiliar parentes nas precauções a serem tomadas para o enterro.

Como amplamente divulgado, a Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo e o Instituto Adolfo Lutz IAL não conseguem atender a demanda represada de testes moleculares. A estruturação e a operação da RUDIC são, portanto, de importância fundamental para toda a sociedade paulistana.

Até o momento, fazem parte da RUDIC, os Hospitais Universitários e centros de pesquisa com competência e infraestrutura adequada à realização dos ensaios moleculares, a saber:

-em São Paulo, campus Butantan – o Hospital Universitário (HU) em parceria com Instituto de Ciências Biomédicas (ICB), a Plataforma Científica Pasteur USP (PCPU) e a Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ);

-em São Paulo, no campus Pinheiros, a Divisão do Laboratório Central do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo;

-em Bauru,  a Faculdade de Odontologia;

-em Ribeirão Preto, o Hospital de Clínicas de Ribeirão Preto em parceria com Hemocentro de RP;

-em Pirassununga, o laboratório de Análises Clínicas da Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos (FEZEA) de Pirassununga.

ões da semana

O trabalho da RUDIC nos últimos 7 (sete) dias focou em duas frentes principais:

-treinamento de equipes para a realização dos testes em condições que permitam a precisão do ensaio e a segurança dos operadores. Destaca-se o trabalho liderado pela equipe do Laboratório de Virologia do ICB no treinamento de equipes da RUDIC;

-credenciamento das unidades e validação das mesmas para a realização de testes moleculares pelas unidades. Foram encaminhadas solicitações de credenciamento, das unidades que ainda não o tinham, à diretoria do IAL, de acordo com a Portaria DG/IAL de 11-03-2020 (publicado no DOE em 13.03.20).

A expectativa, no momento, é que até o final da semana as equipes tenham recebido o treinamento necessário e o credenciamento do IAL para a realização dos testes moleculares para detecção da covid-19.

Situação atual

Foi feito o levantamento das condições para a realização de testes moleculares assim como levantamento das demandas para que os grupos possam atingir a meta proposta de um mínimo de 45.000 testes/mês).  No momento, as equipes tem condição reduzida para realizar os testes em função da falta de insumos necessários a realização dos ensaios. A capacidade atual de resposta imediata dos grupos é inferior a 5.000 testes.

Foram feitos contatos diretos com a Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo, particularmente com o Prof. Dimas Covas, nomeado coordenador da Plataforma de Laboratórios de diagnóstico de coronavírus, para a obtenção de recursos para a rede e a compra centralizada dos insumos para a realização dos testes.

Perspectivas

Espera-se que, ao longo da semana, a rede tenha suas unidades preparadas e validadas para a realização dos testes moleculares para a detecção da Covid-19. A Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo incluiu a RUDIC como parte da força tarefa encarregada de realizar os exames no Estado de São Paulo. A Secretaria de Saúde também se encarregará de receber recursos e providenciar, de forma centralizada, a compra de insumos que serão distribuídos para a RUDIC, IAL e outras instituições do Estado que trabalharão nesta frente contra a epidemia.

Recomendações

O trabalho da RUDIC será focado no atendimento de demandas da Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo. No entanto, a infraestrutura instalada, assim como a disponibilidade de pessoal altamente treinado, existente nas unidades da rede e em outras unidades que poderão ser recrutadas em função da demanda, permite que a capacidade de realização de testes seja rapidamente ampliada. Desta forma, será possível atender demandas da rede pública municipal, assim como outras demandas de órgãos públicos.

No momento, há uma enorme demanda mundial para a aquisição dos insumos necessários ao teste de PCR em tempo real para a detecção da covid-19. Existem poucos fornecedores, todos do exterior, que priorizam a entrega de insumos para os mercados americano e europeu. Espera-se que a negociação em bloco para a aquisição de insumos pela Secretária de Saúde deve facilitar as negociações com os fornecedores.

Por outro lado, recomenda-se que as unidades da RUDIC busquem de parcerias e colaborações no sentido de levantar recursos e adquirir insumos que permitam ampliar a capacidade prevista para a realização dos testes para além dos números acordados com secretária de Saúde do Estado de São Paulo. Neste sentido, parcerias com empresas, prefeituras, doações de pessoas físicas e jurídicas, assim como outras fontes de financiamento, público ou privado, nacional ou estrangeiro, devem ser buscadas ativamente.

A comissão da RUDIC recomenda também que grupos de pesquisa da USP busquem alternativas para a substituição de insumos importados necessários ao teste molecular ou mesmo ensaios que detectem a presença do material genético do vírus. Recursos imediatos podem ser obtidos em edital aberto pela FAPESP para equipes que já tenham projetos financiados pela agência.

Apesar das dificuldades e da tensão que todos experimentam, destacamos a determinação das equipes participantes da RUDIC em superar obstáculos e contribuir, de forma competente e dedicada, para o enfrentamento desta emergência mundial. Para isto, uma gestão centralizada, mas comprometida com o compartilhamento de ações e comunicação clara, é fundamental.”

Assessoria de Comunicação – IFSC/USP

 

COVID-19 – Atualização das orientações da Pró-Reitoria de Pesquisa da USP

Face à atual situação de agravamento da epidemia de coronavírus no estado de São Paulo, a Pró-Reitoria de Pesquisa apresenta atualização de recomendações quanto às atividades de pesquisa no âmbito da Universidade e orientações sobre seus programas, editais e atividades administrativas, que podem ser acessadas neste

O documento “COVID-19 – ORIENTAÇÕES DA PRÓ-REITORIA DE PESQUISA” foi atualizado no dia 1º de abril, com orientações sobre prorrogação de prazo para prestação de contas de recursos de editais da PRP.

Clique AQUI para acessar o documento.

Assessoria de Comunicação – IFSC/USP

 

 

Cloroquina e hidroxicloroquina trazem riscos graves à saúde

Publicado no último dia 23 de março do corrente ano, na revista “Questão da Ciência”, o pesquisador e docente do IFSC/USP, Prof. Adriano Andricopulo, explica, em artigo, os motivos pelos quais a Cloroquina e Hidroxicloroquina trazem riscos para a saúde e não devem ser administrados para o tratamento do Covid-19.

Transcrevemos, abaixo, o conteúdo integral desse artigo.

“O mundo é outro, distinto daquele a que estávamos acostumados. Olhamos ao nosso redor e percebemos que estamos vivendo um momento único, difícil e completamente novo. O novo coronavírus (SARS-CoV2, causador da doença respiratória COVID-19) impôs mudanças drásticas, restrições, medidas de higiene e isolamento social. No momento em que escrevo (22/03 às 19h30), no mundo todo, são 335.403 casos confirmados, com 223.156 casos ativos, 97.636 casos recuperados e 14.611 mortes. No Brasil, são 1.546 casos confirmados e 25 mortes (para o monitoramento da propagação do coronavírus em tempo real no mundo todo, siga mapa interativo – rastreador da COVID-19) .

Se não bastassem todas as implicações deste tsunami global, estamos diante de outra epidemia de grandes proporções: a da desinformação, que ganhou força devastadora nas redes sociais. Neste momento, devemos nos unir e elevar o tom, porque a voz da Ciência tem de ser ouvida no enfrentamento da desinformação e dos boatos e opiniões absurdas sobre temas capitais, tratados sem o menor compromisso com a verdade.

Ninguém está imune ao novo vírus: nem crianças, nem jovens, adultos ou idosos. Da mesma maneira, não estamos protegidos desta nova epidemia da desinformação. É uma situação complexa, que expõe a nossa vulnerabilidade em aspectos fundamentais, sociais e de saúde pública.

Um dos assuntos mais discutidos no momento está relacionado aos possíveis tratamentos para a doença. Tem circulado a (des)informação de que os medicamentos que contêm os princípios ativos cloroquina e hidroxicloroquina (um análogo simples da cloroquina) são úteis para a profilaxia, tratamento ou cura da infecção causada pelo novo coronavírus.

Cloroquina

Apesar dos resultados promissores descritos por alguns estudos na literatura científica, não há evidências ou dados conclusivos que comprovem a eficácia do uso desses medicamentos para o tratamento do novo coronavírus.

Os resultados disponíveis ainda são preliminares e questionáveis, e, portanto, devem ser ampliados, permitindo ampla discussão sobre vários aspectos que precisam ser corretamente considerados. Não existem recomendações de agências reguladoras no mundo para o uso destes medicamentos para a COVID-19. Este é também o caso no Brasil: não há recomendação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para a sua utilização em pacientes infectados ou mesmo como forma de prevenção à contaminação pelo novo coronavírus.

Deve ficar claro que, para a inclusão de novas indicações terapêuticas em medicamentos, é indispensável conduzir estudos clínicos em uma amostra representativa de seres humanos, demonstrando não somente a eficácia, mas também a segurança do uso pretendido. Novos e melhores testes estão em andamento, e é preciso aguardar os resultados clínicos e analisá-los, com critérios científicos bem estabelecidos, para subsidiar a nossa interpretação e compreensão dos fatos. Por essa razão, nada justifica a correria desenfreada pela compra destes medicamentos.

Além da simples perda de tempo e dinheiro, tais ações prejudicam as pessoas que realmente precisam dos medicamentos para os tratamentos ativos indicados. O problema foi agravado por declarações desastrosas de alguns governantes, citando estes medicamentos como solução para a pandemia sem, contudo, apresentar dados científicos e comprovação clínica. A falsa esperança levou ao esgotamento dos medicamentos em diversas farmácias.

Mais cedo, foram anunciadas oficialmente, na Nigéria, as primeiras mortes por intoxicação por cloroquina, como consequência do uso indevido para o coronavírus. Contrapondo-se ao surto de falta de bom senso geral, a Anvisa tomou uma decisão correta, em 20/03, ao incluir a hidroxicloroquina e a cloroquina na categoria dos medicamentos de controle especial. Esses medicamentos somente poderão ser entregues mediante receita branca especial, em duas vias.

No Brasil, alguns laboratórios comercializam o difosfato de cloroquina e o sulfato de hidroxicloroquina. Mas é imprescindível lembrar que as únicas indicações aprovadas para uso em seres humanos são para o tratamento de:

A automedicação pode representar um grave risco à saúde das pessoas. As manifestações tóxicas da cloroquina estão relacionadas com efeitos cardiovasculares (hipotensão, vasodilatação, supressão da função miocárdica, arritmias cardíacas, parada cardíaca) e do sistema nervoso central (confusão, convulsões e coma). As doses terapêuticas usadas no tratamento oral podem causar, entre outros efeitos colaterais, cefaleia, irritação do trato gastrointestinal, tontura, distúrbios visuais, urticária. Doses diárias altas podem resultar em retinopatia e problemas auditivos irreversíveis.

O tratamento prolongado com altas doses pode causar, entre outros problemas, miopia tóxica, cardiopatia e neuropatia periférica, visão borrada, confusão, convulsões, erupções e queloides na pele, e embranquecimento dos fios do cabelo. Em casos raros, podem ocorrer problemas graves no sangue. A cloroquina é um fármaco que apresenta estreita margem de segurança, e uma dose única de 30 mg/kg (30 miligramas por quilo de massa corporal, ou cerca de 2 gramas para uma pessoa de 70 quilos) pode ser fatal.

Além disso, há o problema das interações medicamentosas, comum a maioria dos princípios ativos que são administrados oralmente. A cloroquina interage no organismo humano com uma variedade de fármacos, podendo:

Embora o perfil de segurança da hidroxicloroquina seja relativamente superior ao da cloroquina, o seu uso está igualmente sujeito a várias das interações medicamentosas descritas para a cloroquina. A cloroquina e a hidroxicloroquina apresentam sérios efeitos adversos que podem ser experimentados pelas pessoas que optaram pela automedicação contra a COVID-19. É uma condição que poderia ser evitada, mas que tem potencial para representar o desenho de uma nova e indesejável condição, a da epidemia de intoxicações.

Somando-se a todos os problemas mencionados anteriormente, é preciso observar que a cloroquina exibe uma farmacocinética – o modo como se comporta no corpo humano, incluindo os processos de absorção, distribuição, metabolismo e eliminação – complexa. Os níveis do fármaco no sangue são determinados pela velocidade de distribuição (após entrar na via sistêmica, o princípio ativo é distribuído pelos diversos tecidos), e não pela de eliminação (os fármacos são eliminados do organismo humano tanto em sua forma intacta, sem sofrer biotransformações, quanto modificada quimicamente pelo metabolismo).

Prof. Adriano Andricopulo

Há uma extensa ligação com os tecidos, o que requer uma dose de ataque para obter concentrações plasmáticas eficazes. A meia-vida da cloroquina no corpo aumenta aos poucos, à medida que os níveis plasmáticos declinam. A meia-vida terminal varia de 30 a 60 dias, e vestígios do fármaco podem ser encontrados na urina durante anos após o uso terapêutico.

Deve-se ressaltar que algumas outras dezenas de princípios ativos também estão sendo avaliadas no mundo todo para o tratamento da COVID-19. Se os resultados dos estudos em andamento com a cloroquina e hidroxicloroquina forem positivos e resultarem numa indicação para o novo coronavírus, outra questão ganhará grande importância: a produção em larga escala dos medicamentos para o tratamento de centenas de milhares de pessoas.

Laboratórios especializados em medicamentos genéricos nos Estados Unidos, como a Teva e a Mylan, já anunciaram o aumento da produção, o que parece uma medida prudente. No Brasil, a Cristália, que produz o difosfato de cloroquina, e a Apsen, que produz o sulfato de hidroxicloroquina, poderiam se mobilizar no mesmo sentido.

Ao fim e ao cabo, é necessário oferecermos as pessoas os melhores esclarecimentos para que elas sejam capazes de tomar decisões informadas, ou seja, de não comprar medicamentos sem a devida orientação e prescrição médica, e de não tomar nenhum medicamento por conta própria na esperança de um efeito profilático, de um possível tratamento ou mesmo cura para o novo coronavírus.

É sempre importante seguir as recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS), das Agências Reguladoras e do Ministério da Saúde, porque proteger a vida humana deve sempre estar acima de qualquer outro interesse”.

Adriano D. Andricopulo é professor titular do Instituto de Física de São Carlos IFSC/USP, especialista em Química Medicinal, Fármacos e Medicamentos e diretor-executivo da Academia de Ciências do Estado de São Paulo.

Assessoria de Comunicação – IFSC/USP

Vale disponibiliza USD 1 milhão em chamada para combater COVID-19

Empresas, startups, instituições, universidades e até mesmo profissionais que possuem soluções para garantir maior acesso da população, estão convidados a participar na chamada feita pela Vale, em colaboração com o Hospital Israelita Albert Einstein e a Rede Mater Dei de Saúde, com o intuito de encontrar soluções para combater a pandemia COVID-19, com investimento de até USD 1 milhão.

As soluções apresentadas deverão ter maturidade suficiente para serem implantadas em até 15 dias (a contar da aprovação) e serem de baixo, ou zero custo, para o usuário final.

As temáticas serão: Prevenção e rastreamento de risco”, “Triagem e Diagnóstico” e “Monitoramento e Acompanhamento de pacientes”, “Cuidados intensivos” e “Open Challenge”.

Para saber mais sobre esta iniciativa, clique AQUI.

Assessoria de Comunicação – IFSC/USP

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Comunicado: Rede USP para o Diagnóstico da COVID-19 (RUDIC)

A Rede USP para o Diagnóstico da COVID-19 (RUDIC), divulgou hoje (02/04) o seu segundo comunicado, no qual consta o seguinte: A RUDIC e seu propósito “Como divulgado no primeiro comunicado (26/03/20), a Rede USP para o Diagnóstico da Covid-19 (RUDIC), formada a pedido do reitor, está constituída por 5 centros voltados para a realização […]

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