De São Carlos a Michigan e volta: a jornada de Luís Felipe Gonçalves pela fronteira da física quântica – A nova geração de docentes do IFSC/USP

Depois de uma trajetória construída entre a universidade, a pesquisa científica e quase uma década na indústria tecnológica nos Estados Unidos, pesquisador regressa ao Brasil para assumir posição como professor do IFSC/USP e apostar no desenvolvimento de sensores quânticos capazes de levar a física atômica para fora dos laboratórios Há histórias na ciência que não […]

De São Carlos a Michigan e volta: a jornada de Luís Felipe Gonçalves pela fronteira da física quântica – A nova geração de docentes do IFSC/USP

Depois de uma trajetória construída entre a universidade, a pesquisa científica e quase uma década na indústria tecnológica nos Estados Unidos, pesquisador regressa ao Brasil para assumir posição como professor do IFSC/USP e apostar no desenvolvimento de sensores quânticos capazes de levar a física atômica para fora dos laboratórios Há histórias na ciência que não […]

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“Nobel de Física 2026” – Francis Halzen transforma o gelo da Antártida em uma janela para os mistérios do Universo

(Créditos -RTBF ACTUS)

Físico belga-americano é reconhecido pelas contribuições decisivas ao Observatório de Neutrinos IceCube e pela descoberta de neutrinos de alta energia vindos do espaço

Transformar uma imensa massa de gelo localizada em um dos lugares mais inóspitos do planeta em um gigantesco observatório capaz de investigar alguns dos fenômenos mais violentos do Universo. A ideia parece saída da ficção científica, mas esteve no centro do trabalho desenvolvido ao longo de décadas pelo físico belga-americano Francis Halzen, vencedor do Prêmio Nobel de Física de 2026.

Halzen foi distinguido por suas contribuições decisivas para o Observatório de Neutrinos IceCube e pela descoberta de neutrinos de alta energia de origem astrofísica. O prêmio é de 12 milhões de coroas suecas, aproximadamente R$ 6 milhões.

Mais do que reconhecer uma descoberta específica, a premiação destaca uma longa trajetória científica construída em torno de uma pergunta fundamental: seria possível utilizar o gelo do Polo Sul como instrumento para detectar algumas das partículas mais discretas existentes na natureza?

A resposta começou a ganhar forma ainda em 1988, quando Halzen apresentou sua proposta para a captura de neutrinos no Polo Sul. A ideia conquistou o apoio de outros pesquisadores e, alguns anos depois, começaram os primeiros testes com sensores instalados no gelo.

Partículas que atravessam a Terra

Os neutrinos são partículas subatômicas elementares, sem carga elétrica, com massa extremamente pequena e uma característica particularmente intrigante: conseguem atravessar enormes quantidades de matéria praticamente sem interagir com ela.

Eles estão por toda parte. Atravessam a Terra e também o corpo humano sem que percebamos sua passagem. Justamente por interagirem tão pouco com a matéria, porém, sua detecção representa um enorme desafio para os cientistas.

Foi nesse ponto que o gelo da Antártida se transformou em aliado.

O Observatório de Neutrinos IceCube utiliza aproximadamente um quilômetro cúbico de gelo equipado com sensores de luz. Quando, muito raramente, um neutrino interage com um núcleo atômico, essa colisão pode produzir um sinal luminoso. Os sensores instalados nas profundezas do gelo transparente conseguem registrar esse clarão e fornecer aos pesquisadores informações sobre a passagem da partícula.

As condições do Polo Sul oferecem vantagens importantes para esse tipo de experimento. Além da transparência do gelo glacial, a região apresenta poucas fontes de interferência e grande estabilidade geológica.

Assim, aquilo que poderia parecer apenas uma imensa extensão congelada tornou-se parte essencial de um sofisticado instrumento científico voltado para o espaço.

Mensageiros vindos do Universo

A importância dos neutrinos vai muito além do estudo dessas partículas propriamente ditas. Eles podem funcionar como verdadeiros mensageiros cósmicos.

Por não possuírem carga elétrica e interagirem muito pouco com a matéria, os neutrinos conseguem percorrer enormes distâncias praticamente em linha reta desde suas fontes. Essa característica permite aos pesquisadores tentar identificar os locais do Universo onde foram produzidos.

O mesmo não ocorre de maneira tão simples com os raios cósmicos de altíssima energia. Como são partículas carregadas eletricamente, suas trajetórias podem ser desviadas por campos magnéticos durante a viagem pelo espaço. Quando chegam até nós, portanto, nem sempre apontam diretamente para o lugar onde nasceram.

Os neutrinos de alta energia oferecem uma possibilidade diferente.

Eles podem ser produzidos quando prótons e núcleos acelerados a energias extremas colidem com matéria ou radiação em fontes cósmicas. Ao detectar esses neutrinos e reconstruir sua trajetória, os cientistas obtêm pistas sobre a localização dos chamados “aceleradores cósmicos” — regiões capazes de produzir partículas com energias extraordinárias.

É como receber uma mensagem que percorreu distâncias astronômicas preservando informações sobre o local de onde partiu.

Uma nova maneira de olhar o céu

Essa capacidade amplia significativamente as ferramentas disponíveis para a astronomia.

Durante séculos, observar o Universo significou essencialmente captar a luz proveniente dos astros. Com o desenvolvimento da ciência, novas formas de observação foram acrescentadas. Hoje, informações provenientes de neutrinos podem ser analisadas juntamente com dados de raios gama, raios cósmicos e ondas gravitacionais.

A combinação dessas diferentes informações permite construir uma visão mais completa de acontecimentos extremos no Universo.

Nesse contexto, o IceCube representa mais do que um gigantesco detector instalado no gelo antártico. Ele faz parte de uma nova maneira de investigar o cosmos, na qual diferentes “mensageiros” ajudam a revelar fenômenos que dificilmente poderiam ser compreendidos por uma única forma de observação.

Uma trajetória construída ao longo de décadas

Nascido em 1944, em Tienen, na Bélgica, Francis Halzen concluiu seu doutorado em 1969 pela KU Leuven. Posteriormente, desenvolveu sua carreira acadêmica nos Estados Unidos, tornando-se professor da Universidade de Wisconsin-Madison.

Sua ligação com a busca pelos neutrinos no Polo Sul remonta a várias décadas. Em 1988, quando apresentou a proposta de utilizar o gelo antártico para capturar essas partículas, o projeto ainda precisava percorrer um longo caminho entre a concepção científica e sua realização experimental.

A aposta mostrou-se decisiva.

Sensores mergulhados profundamente no gelo passaram a procurar sinais quase imperceptíveis produzidos por partículas capazes de atravessar planetas praticamente sem deixar vestígios. A partir dessa tecnologia, tornou-se possível identificar neutrinos de altíssima energia associados a fenômenos astrofísicos.

O Nobel de Física de 2026 reconhece, assim, não apenas os resultados obtidos, mas uma trajetória científica baseada em persistência, colaboração e na capacidade de imaginar uma solução pouco convencional para um dos grandes desafios da física contemporânea.

Ao transformar o gelo profundo da Antártida em instrumento para observar o céu, Francis Halzen ajudou a abrir uma nova janela para o Universo.

E talvez seja justamente essa uma das características mais fascinantes da ciência: algumas respostas sobre os lugares mais distantes do cosmos podem estar escondidas não acima de nossas cabeças, mas a milhares de metros sob nossos pés, no silêncio e na escuridão do gelo do Polo Sul.

Rui Sintra – Assessoria de Comunicação – IFSC/USP

Profª. Ilana Camargo (IFSC-USP) lança livro infantil para despertar curiosidade sobre bactérias

Mostrar que microbiologia também pode fazer parte do universo infantil

“Bactéria, bebê!”, de Ilana Camargo, aproxima a microbiologia da primeira infância por meio da poesia, da música e da divulgação científica

A professora e pesquisadora Ilana Camargo, do Instituto de Física de São Carlos (IFSC-USP), irá lançar no dia 17 de outubro, às 10 horas, no Centro de Divulgação Científica e Cultural (CDCC-USP), em São Carlos, seu novo livro infantil, Bactéria, bebê!, publicado pela Editora Porco Espinho. O evento é gratuito e aberto a crianças, famílias, professores e demais interessados.

Farmacêutica-bioquímica, mestre e doutora pela USP, Ilana coordena o Laboratório de Epidemiologia e Microbiologia Moleculares (LEMiMo). Sua atuação científica concentra-se na identificação e caracterização de linhagens de bactérias de interesse clínico, especialmente as resistentes a antimicrobianos. Além das atividades de pesquisa e ensino, a docente desenvolve projetos de extensão e divulgação científica que levam a microbiologia para escolas e aproximam crianças e famílias da ciência.

Essa experiência ajudou a inspirar Bactéria, bebê!, obra voltada especialmente à primeira infância. Em forma de poesia e com uma abordagem lúdica, o livro apresenta às crianças um universo microscópico que está presente em nosso cotidiano, mas que nem sempre é percebido.

“As crianças aprendem nomes complicadíssimos de dinossauros, mas ainda falamos muito pouco com elas sobre as bactérias, que estão ao nosso redor e fazem parte da nossa vida todos os dias. Quero ajudar a mudar esse panorama e mostrar que microbiologia também pode fazer parte do universo infantil”, explica a autora.

Ao longo da obra, há imagens do cotidiano relacionadas à higienização das mãos, à escovação dos dentes, ao banho e à vacinação, integradas à poesia e às ilustrações, que, de fato, trazem as bactérias ao imaginário da criança. A intenção é despertar a curiosidade pelas bactérias e, simultaneamente, criar oportunidades para que famílias e educadores conversem com as crianças sobre saúde, higiene e prevenção de doenças infecciosas.

O livro ganhou ainda uma versão musical, produzida pela Badalu Musical, ampliando a experiência das crianças por meio da integração entre literatura, ciência e música. O livro pode ser “cantado” pelas crianças!

Para Ilana, iniciar essas conversas ainda na infância também pode contribuir para um desafio mais amplo da saúde pública: a resistência aos antimicrobianos. A conscientização sobre microrganismos, formas de transmissão e medidas de prevenção pode ajudar na formação de hábitos que reduzam a ocorrência e a disseminação de doenças infecciosas e, consequentemente, a necessidade do uso de antibióticos.

Lançamento para toda a família

Em comemoração à publicação do livro, o lançamento no CDCC-USP será acompanhado de um encontro sobre curiosidades do mundo das bactérias, preparado pela autora para públicos de todas as idades. Haverá uma conversa sobre bactérias e curiosidades, seguida de uma exposição de bactérias vivas e coradas para observação ao microscópio!

A proposta é transformar o lançamento em um encontro de divulgação científica, no qual crianças, pais, familiares e professores poderão descobrir um pouco mais sobre as bactérias que vivem ao nosso redor — e também conosco.

Ao final, também haverá uma sessão de autógrafos e fotos!

Assessoria de Comunicação – IFSC/USP

Posição de Pós-Doutorado – Instituto de Física de São Carlos (IFSC/USP) – Pesquisa em Tecnologias Quânticas

O Instituto de Física de São Carlos (IFSC-USP) anuncia a abertura de duas vagas de Pós-Doutorado na área de Tecnologias Quânticas, com início previsto para o primeiro semestre de 2027.

O candidato selecionado desenvolverá pesquisas avançadas em um dos seguintes temas:

1-Desenvolvimento de microscópio por correção de fótons, visando superar limitações de resolução e sensibilidade em sistemas de imageamento óptico por meio de estratégias quânticas inovadoras;

2-Sistemas quânticos fora de equilíbrio como simuladores quânticos, explorando dinâmicas complexas, fenômenos coletivos e novos paradigmas para simulação de sistemas de muitos corpos a serem usados como simuladores;

Buscam-se candidatos com sólida formação em Física, Engenharia Física, Óptica, Informação Quântica, Física Atômica ou áreas correlatas, com forte interesse em pesquisa experimental e/ou teórica de fronteira.

Condições da posição:

*Início previsto: início de 2027.

*Duração inicial de 1 ano, com possibilidade de renovação anual por até 3 anos, mediante desempenho satisfatório.

*Ambiente de pesquisa altamente interdisciplinar, com acesso a infraestrutura avançada e oportunidades de colaboração nacional e internacional.

Contato:

Os interessados devem enviar currículo atualizado e uma breve descrição de seus interesses de pesquisa para Prof. Daniel Varela Magalhães/ Prof. Vanderlei S. Bagnato – Instituto de Física de São Carlos – Universidade de São Paulo (IFSC-USP);

Contato: BEATRIZ REIS OPTICA – apoiogo@ifsc.usp.br

Assessoria de Comunicação – IFSC/USP

USP rompe barreira histórica e entra pela primeira vez entre as 150 melhores universidades do mundo

A Universidade de São Paulo (USP) acaba de alcançar um resultado que merece ser observado para além dos números. Pela primeira vez, a maior universidade pública paulista figura entre as 150 melhores instituições de ensino superior do mundo no “THE World University Ranking”, uma das mais importantes avaliações universitárias internacionais.

Na edição 2027 do levantamento, divulgado pela consultoria britânica “Times Higher Education” (THE), a USP aparece na 141ª posição mundial, conquistando a melhor colocação de sua história nesse ranking e mantendo-se como a universidade ibero-americana mais bem classificada. O avanço torna-se ainda mais expressivo quando comparado com o resultado do ano anterior, quando a instituição estava situada no grupo entre a 201ª e a 250ª posições.

Mais do que uma simples mudança de posição numa tabela internacional, o resultado traduz a dimensão do trabalho desenvolvido diariamente nos campi, institutos, faculdades, escolas e centros de pesquisa da Universidade. É o reconhecimento de uma estrutura acadêmica sustentada pelo ensino, pela produção científica, pela inovação, pela formação de recursos humanos altamente qualificados e, principalmente, pelo compromisso de devolver à sociedade parte significativa do conhecimento produzido dentro da instituição.

O próprio reitor da USP, Aluízio Segurado, atribuiu o resultado ao esforço coletivo de estudantes, servidores e docentes, ressaltando a liderança da Universidade entre as instituições ibero-americanas.

E não se trata de uma competição pequena. Nesta edição, o THE avaliou 2.297 instituições de ensino superior de 118 países, considerando 18 indicadores distribuídos por cinco grandes áreas: Ensino, Ambiente de Pesquisa, Qualidade da Pesquisa, Indústria e Internacionalização.

No topo da classificação mundial permanece a Universidade de Oxford, do Reino Unido, seguida pelo Massachusetts Institute of Technology (MIT), dos Estados Unidos. Princeton e Stanford aparecem empatadas na terceira colocação. Entre as dez primeiras universidades do planeta, sete são norte-americanas, demonstrando a enorme concentração de instituições dos Estados Unidos nas primeiras posições.

É justamente nesse ambiente altamente competitivo que a presença da USP na 141ª colocação assume especial significado.

Brasil ganha destaque na América Latina

O resultado também chama a atenção para a presença brasileira no cenário universitário latino-americano. Depois da USP, aparece a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), situada no grupo entre a 326ª e a 350ª posições. O Brasil conta, ao todo, com 58 instituições classificadas no levantamento.

A posição alcançada pela USP não deve, entretanto, ser interpretada apenas como consequência de uma corrida por rankings internacionais. Há um trabalho institucional destinado a garantir que aquilo que efetivamente é realizado pela Universidade seja corretamente registrado e apresentado aos organismos responsáveis pelas avaliações.

A coordenadora do Escritório de Gestão de Indicadores de Desempenho Acadêmico (Egida), Renata Eloah de Lucena Ferretti-Rebustini, destaca justamente esse aspecto. Segundo ela, a USP vem aperfeiçoando de forma sistemática a qualidade, a consistência e a completude das informações institucionais fornecidas, incluindo dados relacionados aos recursos captados para pesquisa e provenientes das principais agências de fomento.

Essa preocupação é importante porque uma universidade com a dimensão da USP não pode ser avaliada somente pelo que produz, mas também pela capacidade de demonstrar, de maneira organizada e transparente, a extensão e o impacto dessa produção.

Um reconhecimento que não está isolado

A chegada ao grupo das 150 melhores universidades no “THE World University Ranking” soma-se a outros resultados internacionais conquistados pela USP em 2026.

No “QS World University Ranking”, elaborado pela Quacquarelli Symonds, a Universidade de São Paulo alcançou a 133ª posição e foi novamente a instituição brasileira mais bem colocada.

Já no “Academic Ranking of World Universities” (ARWU), produzido pela Shanghai Ranking Consultancy, a USP apareceu no grupo compreendido entre a 101ª e a 150ª posições, novamente como a universidade ibero-americana mais bem classificada.

Outro dado merece destaque. No ranking “THE by Subject”, que analisa o desempenho das instituições em diferentes áreas do conhecimento, a USP foi a universidade brasileira mais bem posicionada em todas as 11 áreas avaliadas. Em quatro delas conseguiu permanecer entre as 100 melhores do mundo: Direito, na 52ª posição; Educação, na 61ª; Medicina e Saúde, na 81ª; e Artes e Humanidades, na 96ª colocação.

São resultados que, considerados em conjunto, demonstram que a presença internacional da Universidade não está limitada a um único levantamento ou indicador.

Uma conquista construída por muitas mãos

Rankings universitários possuem metodologias próprias e, naturalmente, não conseguem traduzir toda a complexidade de uma instituição de ensino superior. Uma universidade não pode ser resumida a uma posição numa tabela. Sua verdadeira dimensão também está nos profissionais que forma, nas pesquisas que realiza, nas respostas que oferece aos problemas da sociedade e na capacidade de transformar conhecimento científico em benefícios concretos para a população.

Ainda assim, quando diferentes avaliações internacionais começam a apontar resultados consistentes, existe ali um sinal que merece atenção.

A 141ª posição conquistada pela USP representa, sobretudo, o reconhecimento internacional de um trabalho construído durante décadas. Por trás desse número estão milhares de professores, pesquisadores, estudantes, servidores técnicos e administrativos que diariamente movimentam uma das maiores estruturas de ensino e pesquisa da América Latina.

Entrar pela primeira vez no grupo das 150 melhores universidades do mundo é, portanto, uma conquista histórica. Mas talvez seja também algo mais importante: uma demonstração de que a universidade pública brasileira, quando recebe condições para produzir conhecimento, formar pessoas e desenvolver ciência de qualidade, possui capacidade para ocupar espaços de destaque no cenário acadêmico internacional.

E, nesse caso, a conquista ultrapassa os limites da própria USP. É também uma afirmação da ciência, da educação superior e da pesquisa produzidas no Brasil.

Mais informações sobre o ranking podem ser obtidas no link da página do Escritório de Gestão de Indicadores de Desempenho Acadêmico (Egida) da USP – https://egida.usp.br/rankings/

Rui Sintra – Assessoria de Comunicação – IFSC/USP

IFSC EM PROL DA SOCIEDADE

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