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Orgulho: “Classe Grã-Cruz” para pesquisadores do IFSC/USP

Da esquerda para a direita – Prof. Dr. Edgar Dutra Zanotto (UFSCar) / Prof. Dr. Vanderlei Bagnato (IFSC/USP) / Prof. Dr. Elson Longo (UFSCar) / Prof. Dr. Glaucius Oliva (IFSC/USP) – Um orgulho para São Carlos

Em cerimônia realizada no dia 17 deste mês, no Palácio do Planalto, em Brasília, os docentes e pesquisadores do IFSC/USP, Profs. Gaucius Oliva e Vanderlei Bagnato, foram agraciados com as insígnias da Classe Grã-Cruz da Ordem Nacional de Mérito Científico (Ciências Biomédias e Ciências Físicas, respectivamente) – a mais alta comenda científica concedida a cientistas brasileiros -, dentre oitenta e três personalidades ligadas às áreas de ciência inovação e tecnologia.

A Ordem Nacional do Mérito Científico foi instituída em 1993 e visa homenagear quem tem contribuído de forma significativa para o avanço da ciência e seu desenvolvimento no Brasil.

Recordamos que o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) havia aberto prazo de trinta dias no mês de fevereiro deste ano para que a comunidade científica fizesse as indicações de novos membros, sendo que em abril uma comissão composta por membros da SBPC (Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência), MCTIC (Ministério de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações) e Academia Brasileira de Ciências (ABC) reuniu-se e fez as indicações com pareceres para submissão ao Conselho da Ordem, presidida pelo Presidente da República.

Trata-se de uma ordem honorífica e os agraciados podem ser brasileiros ou estrangeiros.

Por outro lado e na mesma linha, três pesquisadores do Instituto de Física da USP foram igualmente agraciados com a Ordem Nacional do Mérito Científico: o professor Paulo Artaxo Netto foi promovido para a Classe Grã-Cruz e os professores Antonio José Roque da Silva e Sylvio Roberto Accioly Canuto admitidos na Classe de Comendador. Os professores Edgar Dutra Zanotto e Elson Longo, ambos pesquisadores da UFSCar, foram igualmente agraciados nesta cerimônia.

Os homenageados (Foto: Cesar Itiberé)

Sobre esta honraria, já em 08 de agosto último, sem sessão ordinária, a Câmara Municipal de São Carlos aprovou uma Moção de Congratulação (nº 0208), por iniciativa do Vereador Marquinho Amaral e subscrita pela Presidência do órgão e pelos Vereadores Lucão Fernandes, Robson Magno do Carmo, Moisés Lazarine e Azuaite Marins de França.

A Comunidade do IFSC/USP parabeniza entusiasticamente seus pesquisadores pelas honrarias recebidas.

Assessoria de Comunicação – IFSC/USP

Kit de robótica – ensino de matemática e física na Biblioteca da PUSP-SC

No passado dia 10 de outubro, o Centro de Inclusão Social USP São Carlos (CIS-USP SC) deu início às atividades educacionais do Uso de Kit de Robótica para o Ensino de Matemática e Física. Tais atividades ocorrerão durante este semestre nas quartas feiras, das 14h às 16h, na Sala de Cursos da Biblioteca da PUSP-SC, consolidado o projeto de trazer atividades de inclusão social desenvolvidas pelo CIS-USP SC para as dependências da Biblioteca da PUSP-SC, na Área -2 da USP.

O Uso de Kit de Robótica para o Ensino de Matemática e Física é um projeto visa fortalecer significativamente as atividades de ensino de matemática e de física do CIS-USP-SC. No mês de maio do corrente ano, dois relevantes acontecimentos trouxeram um grande ânimo as equipes executoras dessas atividades: a) doação do kit educacional BOX ROBOTSLAB (valor de R$28.800,00) pela empresa ANACOM Eletrônica Ltda (São Caetano do Sul, SP).

A Figura acima mostra o conteúdo do kit: quadricóptero (arduíno drone), tablet, braço mecânico, robô móvel e esfera robótica; b) disponibilização de bolsas de pré-iniciação científica aos alunos com bom desempenho no curso de matemática e física com recursos do INCT-SAC (Sistemas Autônomos Cooperativos) com sede no Departamento de Engenharia Elétrica e de Computação da EESC-USP.

Esse projeto caracteriza a consolidação de atividades educacionais do CIS-USP SC porque envolve diferentes unidades do Campus: um docente da EESC, um docente do ICMC e um educador do IFSC.

Coordenador: Prof. Dr. Marco Henrique Terra (EESC – USP)

Monitor: Walter Tiago Bezerra Neto (Graduando em Engenharia Elétrica)

Público Alvo: alunos de Escolas Públicas Estaduais do Ensino Médio (1° e 2° anos)

Dias e horários do curso (2º Semestre/18): 4ª feira 14h – 16h

Local: Sala de Cursos – Bloco B no andar térreo da Biblioteca da PUSP-SC (Área 2 do Campus USP de São Carlos)

Parceiro Educacional:
Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia – Sistemas Embarcados Críticos
Link: Eng. Rauber Daniel Pereira (UFSCar)

A parceria do CIS-USP SC com a Biblioteca da PUSP-SC ocorre desde setembro 2015, quando o referido Centro deu início às suas atividades na Área 2 do Campus USP de São Carlos com a primeira turma do Programa de Ensino de Inglês, realizadas nas dependências do Sala 13 do Pólo de EAD de São Carlos da USP/UNIVESP.

(Com informações e foto da Biblioteca da Prefeitura do Campus USP de São Carlos)

Assessoria de Comunicação – IFSC/USP

Aula especial para estudantes de Engenharia Aeronáutica

No dia 24 de setembro de 2018, alunas e alunos de Engenharia Aeronáutica do Curso de Laboratório de Física Geral II tiveram uma atividade especial. Entre as práticas já realizadas, foram estudados dois temas: Conservação do Momento Angular – Giroscópios e Ressonância Mecânica.

Ciente da importância desses dois temas para a Aeronáutica, o docente deste curso, Prof. Tito J. Bonagamba (IFSC/USP), convidou o Prof. Jorge Henrique Bidinotto, do Departamento de Engenharia Aeronáutica (EESC/USP), para proferir uma palestra sobre aplicações desses dois temas da física ao controle e estabilidade de voo. O título escolhido para a palestra foi Aplicações práticas: giroscópios e ressonância mecânica. Durante agradáveis duas horas, o Prof. Bidinotto, de forma bastante integrada com as aulas que as alunas e os alunos tiveram com o Prof. Bonagamba, discorreu didaticamente e de forma abundante sobre vários tópicos associados à aviação, incluindo componentes e instrumentos inerciais baseados em giroscópios, acionamento de giroscópios e ressonância mecânica – flutter. Foi um momento de grande importância para as alunas e os alunos, pois puderam ouvir de um docente da área a relevância dos tópicos apresentados no Curso de Laboratório Geral de Física II, que são usados em sistemas de controle de voo de aeronaves modernas.

A experiência foi um sucesso, pois o Prof. Bidinotto foi efusivamente aplaudido, sendo que esta atividade será repetida na segunda metade do curso. Para o sucesso da atividade, o Prof. Tito contou com o importante apoio do seu monitor, Éverton Lucas de Oliveira, e dos técnicos Valdir Azevedo dos Santos e Carlos Nazareth Gonçalves.

Para o Prof. Jorge Henrique Bidinotto “Atividades desse tipo são fundamentais para a formação dos alunos e devem ser incentivadas. No mundo atual, há uma tendência de crescimento nas atividades multidisciplinares e uma aula como essa reflete bem essa tendência e prepara os alunos para o mercado de trabalho, além de dar a oportunidade de eles entrarem em contato com atividades mais aplicadas à aviação ainda no primeiro ano do curso. Este tipo de aula incentiva e pode ajudar a reduzir a evasão, que é um grave problema em todos os cursos de engenharia na atualidade”.

A opinião do aluno Paulo Lopes Carvalhaes, do Curso de Engenharia Aeronáutica da EESC/USP, também é elucidativa do sucesso desta aula: “A atividade realizada foi excepcional para os alunos, no sentido de nos aproximar do contexto que encontramos no curso de engenharia aeronáutica. Nesses primeiros anos, sentimos um grande afastamento em relação ao que esperamos encontrar no curso e isso causa algum desânimo em grande parte dos alunos. Pessoalmente, sinto que essa aula foi fundamental no sentido de nos aproximar do nosso curso, além de reforçar o conteúdo que é condizente com o nosso atual momento acadêmico. Faz toda a diferença para um aluno que entrou empolgado na faculdade e acaba se desanimando nos primeiros anos, ao não estudar especificamente as matérias que tem mais apreço, ter mais contato com o ramo que decidiu buscar na vida. Seria extremamente gratificante que palestras e aulas como essa pudessem ocorrer com mais frequência no intuito de nos aproximar de nossos objetivos”.

 

Assessoria de Comunicação – IFSC/USP

Doutoranda Angélica Zapata apresenta seminário no Grupo NaCA

A doutoranda da área de Física Aplicada, do Departamento de Física de nosso Instituto, Angélica Maria Mazuera Zapata, apresentou no dia 19 de outubro, no Grupo de Pesquisa em Nanomateriais e Cerâmicas Avançadas (NaCA/IFSC) – Campus 2 -, o seminário subordinado ao tema “Electric field-assisted processing (flash sintering) of lead-free (K0,5Na0,5)NbO3 based ceramics”

Cerâmicas livres de chumbo baseadas em (K0,5Na0,5) NbO3 (KNN) são consideradas materiais promissores para substituir cerâmicas piezoelétricas baseadas em Pb (ZrxTi1-x) O3, comumente usadas em vários dispositivos eletro-eletrônicos, incluindo transdutores, por exemplo . No entanto, a produção de cerâmicas à base de KNN de alta qualidade é um desafio devido à tendência de volatilização dos elementos alcalinos durante a sinterização convencional a altas temperaturas, cuja conseqüência pode ser a formação de fase secundária e baixa densidade.

Por essa razão, Angélica mostrou em sua apresentação métodos alternativos de processamento, como Prensagem Isostática a Quente (HIP), Plasma de Ignição (SP) e Crescimento de Grão Modelo (TGG), que foram testados com bons resultados e, em alguns casos, propriedades piezelétricas comparáveis àquelas mostradas pelas cerâmicas comerciais da PZT. alcançado. Estas técnicas são conhecidas por envolver, no entanto, não negligenciáveis para altos custos de configuração e processamento.

Nesta palestra, Angélica Zapata apresentou resultados obtidos em KNN e KNN dopado, usando sinterização flash assistida por campo elétrico, uma técnica recentemente introduzida na literatura, em 2010 na Universidade do Colorado em Boulder, mostrando-se bastante eficaz para o processamento de variados materiais. Este procedimento inovador permite a sinterização de materiais em poucos minutos a meros segundos, a temperaturas significativamente inferiores às exigidas pela sinterização convencional.

A palestrante também apresentou e lançou a discussão sobre detalhes envolvendo o desenvolvimento de fase, densificação, polaridade do campo elétrico aplicado e, portanto, a vantagem de usar campos AC versus DC.

Angélica Maria Mazuera Zapata é orientada pelo Prof. Dr. Michel Venet Zambrano (UFSCar), com co-orientação do Prof. Dr. Jean Claude M´Pek (IFSC/USP).

Assessoria de Comunicação – IFSC/USP

A importância da Física na área de biofármacos: uma cientista na liderança

A ex-aluna do Instituto de Física de São Carlos (IFSC-USP), Maria Amélia Villela Oliva Dotta, tem 33 anos e nasceu em São Carlos, mas atualmente vive na cidade de Campinas, onde trabalha como supervisora de projetos e de biotecnologia no Laboratório EMS S/A, uma indústria farmacêutica nacional dedicada à produção de medicamentos genéricos e que desde há alguns anos busca por produtos inovadores, incluindo os biofármacos.

A USP sempre esteve presente na vida da pesquisadora, já que seu avô, o Prof. Dr. Swami Marcondes Villela, foi aluno e diretor da Escola de Engenharia de São Carlos (EESC-USP), a exemplo de seus pais, igualmente formados na mesma Unidade da USP. No ensino fundamental, realizado na Escola Educativa, em São Carlos, Maria Amélia já demonstrava grande interesse pelas ciências exatas e biológicas. Após ter participado de diversas feiras científicas e de eventos promovidos pela USP, por influência direta de seus pais, ingressou na Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) onde cursou Ciência Biológicas. No terceiro ano da graduação, Maria Amélia participou de um curso de ciência que contou com a participação do Prof. Dr. Otavio Henrique Thiemann, do Grupo de Cristalografia do IFSC/USP. Apaixonada pelo conteúdo apresentado por Otavio, que versava sobre filogenia de proteínas, ela conversou com o docente e iniciou um projeto de Iniciação Científica no Instituto de Física de São Carlos, o que abriu caminho para que a pesquisadora fizesse sua pós-graduação no Instituto, onde iniciou o seu mestrado.

Ao ser incentivada por Otávio a elaborar um projeto de doutorado voltado a rota de síntese do aminoácido selenocisteína em tripanosomatídeos, Maria Amélia aceitou o desafio e submeteu seu trabalho à Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo – FAPESP -, que foi aprovado. “Deixei de lado a minha bolsa de mestrado e me apliquei totalmente ao doutorado direto”, salienta Amélia que, em 2009, teve a oportunidade de estagiar durante oito meses na Yale University, nos Estados Unidos. Na opinião da pesquisadora, a pós-graduação do IFSC-USP é bastante focada no âmbito acadêmico. Quando foi para a universidade de Yale, ela se surpreendeu com o contato que aquela instituição tinha com as grandes empresas. “Percebi que a área das ciências exatas é o futuro para empresas alimentícias, farmacêuticas, agronômicas, entre outras que hoje necessitam de profissionais com a especialização interdisciplinar que o IFSC apresenta em sua pós-graduação, já que são poucos os cursos que têm o conceito da grade curricular do Instituto, fato que me permitiu ter mais segurança em minha profissão e maior contato, tanto com a física básica e aplicada, quanto com biotecnologia e cristalografia”, afirma Maria Amélia, acrescentando que nunca teve a intenção de atuar na área acadêmica.

A justificativa está no fato de que desde o momento em que começou o curso de biologia, já tinha uma visão ampla sobre as ciências exatas, de que tudo o que aprendia tinha utilidade prática. Quando regressou ao Brasil, Maria Amélia contou a Otavio Thiemann que estava interessada em trabalhar na vertente industrial. “O Otávio contatou todas as pessoas que ele conhecia e que atuavam no mercado, sendo que dois meses após finalizar o meu doutorado fui contratada pela EMS. Estou lá há três anos”, diz a ex-aluna do IFSC-USP. Segundo Maria Amélia, mesmo sendo destaque na área de medicamentos genéricos, a EMS não possui linhas de produtos inovadores, como os biofármacos, provenientes de células animais. Assim a estratégia da empresa foi rumar na consolidação de parcerias com companhias estrangeiras que pudessem fornecer medicamentos para a indústria, revendendo-os, mas que tivessem um interesse suplementar em realizar transferência de tecnologia para a EMS produzir e comercializar seus próprios fármacos. Para isso, a EMS, que hoje emprega cerca de sete mil funcionários, possui uma equipe que viabiliza a busca por medicamentos importados e inovadores, cooperando com a internacionalização dos produtos da companhia. Atualmente, esse grupo, denominado “Divisão de Inovação Farmacêutica”, é coordenado por Maria Amélia. “Além de fazermos o trâmite junto ao Ministério da Saúde e da ANVISA no registro dos medicamentos importados, trabalhamos ao lado da equipe de produção onde auxiliamos na transferência de tecnologia , para que possamos concretizar o objetivo da empresa de criar seus próprios fármacos”, explica a egressa da USP.

Quando foi contratada pela EMS, Maria Amélia era analista de biotecnologia em uma equipe responsável por analisar a viabilidade de produtos importados para a empresa. Hoje, além de coordenar esta equipe, ela supervisiona diversos projetos de internacionalização. “Expandi meu horizonte para os produtos sintéticos. Então, tive que estudar a parte de farmacologia e química sintética para poder incorporar esses produtos no setor em que sou responsável atualmente”, revela a pesquisadora, que sublinha a importância da pós-graduação do IFSC, já que hoje são poucas as instituições que oferecem habilidades para profissionais que querem trabalhar com biotecnologia no ramo farmacêutico. De acordo com ela, a indústria tem uma dinâmica maior do que a da academia. Ao contrário do setor acadêmico, no industrial tudo ocorre de forma mais veloz “Sem muitos papéis burocráticos e assinaturas. A indústria não se importa muito com a quantidade de artigos que você publicou e em quais revistas eles foram destacados. O interesse dela está naquilo que você sabe fazer. Era essa dinâmica que eu buscava quando terminei o doutorado”, revela Maria Amélia Dotta.

Para ela, outro diferencial de atuar na indústria é que o diploma de doutorado é bastante valorizado, mas não tanto assim… “De fato, o mercado valoriza o doutorado, mas não da mesma forma como ele é supervalorizado na academia. Contudo, um especialista que ingressar no mercado não ganhará menos do que o salário de um professor recém contratado na academia. Agora, um profissional com cerca de dez anos de experiência, pode receber facilmente vinte ou vinte e cinco mil reais, e isso tendo como referência apenas o mercado brasileiro”, diz Maria Amélia, que acrescenta: “Hoje, a indústria nacional sabe que não sobreviverá apenas com a produção de medicamentos genéricos. Em algum momento ela precisará ampliar a inovação nos seus produtos de linha”.

Com três anos de experiência na vertente industrial, Maria Amélia visa ascender profissionalmente. Na EMS, ela tem acompanhado não só o processo de inovação da empresa, como também desse mercado. Neste sentido, está bastante familiarizada com as dificuldades das companhias farmacêuticas e, atualmente, Maria Amélia pensa em criar a sua própria empresa, tendo em vistas a oferta de prestação de serviço e desenvolvimento na área em que já atua. Todavia, ela acredita que é importante saber valorizar e estar ciente do potencial que cada estudante possui. “Eu acredito nas vocações das pessoas. Gostar de ciência é fácil! Não falo isso apenas como cientista, mas também como profissional da indústria. O aluno que quer ingressar em um curso de física tem que pensar além da ciência”.

Para a pesquisadora, o estudante deve refletir no modo como quer utilizar a ciência, seja dentro da academia, ou seja na ciência aplicada, a serviço da comunidade e do desenvolvimento tecnológico do Brasil. Tendo surgido esse questionamento apenas no final de sua pós-graduação, Maria Amélia acredita que se tivesse pensado nesse leque de opções, ainda no início de sua vida acadêmica, talvez tivesse se direcionado para disciplinas e atividades que hoje seriam muito mais importantes para a sua profissão. “Meu curso de graduação foi de bacharelado e licenciatura; hoje, penso que, ao invés de ter optado por também me formar em licenciatura, poderia ter escolhido outras disciplinas que tivessem um viés mais aplicado”, completa Maria Amélia, que incentiva os jovens estudantes a pensarem no futuro e buscarem seus objetivos para que sejam concretizados.

(Entrevista publicada no livro intitulado “Egressos do IFSC/USP que atuam fora da academia” – por: Prof. Tito José Bonagamba e Rui Sintra-jornalista)

Assessoria de Comunicação – IFSC/USP

“Dos átomos ao câncer: óptica avançando conhecimento”

O programa Colloquium diei realizou mais uma edição no dia 19 de outubro, com o colóquio intitulado Dos átomos ao câncer: óptica avançando conhecimento e adquirindo relevância social, apresentado pelo docente, pesquisador e atual diretor do IFSC/USP, Prof. Dr. Vanderlei Bagnato.

Ao longo destes vários anos, o Grupo de Óptica “Prof. Dr. Milton Ferreira de Souza” tem se empenhado para fazer a adequada combinação entre ciência básica e aplicada. Nesta apresentação, Bagnato discutiu os desafios nessas pesquisas e, principalmente, a forma com que os conhecimentos básicos desenvolvidos constituem a plataforma principal para se atacar problemas relacionados com as ciências da vida – como diagnóstico e tratamento de câncer, ou controle microbiológico.

Indo desde condensados de Bose-Einstein, metrologia de tempo e frequência, turbulência quântica até a descontaminação de órgãos para transplante, o Prof. Bagnato fez, nesta apresentação, uma pequena viagem pelas atividades, incluindo também os esforços de inovação e difusão de ciência.

Além de ser uma excelente oportunidade para ter uma visão geral destas atividades, este Colloquium Diei também foi um excelente momento para entender a filosofia que está por trás desta vasta combinação de aspectos, conjugados num mesmo grupo de pesquisadores.

Assessoria de Comunicação – IFSC/USP

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