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Produção Científica do IFSC/USP no mês de agosto de 2021

Para ter acesso às atualizações da Produção Científica cadastradas no mês de agosto de 2021, clique AQUI, ou acesse o Repositório da Produção USP (AQUI).

 

A figura ilustrativa foi extraída do artigo publicado recentemente, por pesquisador do IFSC, no periódico Nature Communications (VER AQUI).

 

 

 

 

Assessoria de Comunicação – IFSC/USP

IUCr parabeniza Profª Yvonne Primerano Mascarenhas

A União Internacional de Cristalografia (IUCr) publicou em sua última newsletter um destaque especial sobre a conquista do “Prêmio Joaquim da Costa Ribeiro”, promovido pela Sociedade Brasileira de Física (SBF), por nossa docente e pesquisadora, Profª Yvonne Primerano Mascarenhas.

Sublinhando o fato de a Profª Yvonne ter sido a primeira mulher a conquistar o citado prêmio, a publicação enfatiza todo o percurso acadêmico da pesquisadora, parabenizando-a por seu desempenho e dedicação.

Para acessar a publicação, clique AQUI.

 

 

Assessoria de Comunicação – IFSC/USP

Doença de Alzheimer… 115 anos depois

Placas da proteína beta-amilóide presentes no cérebro de portadores da doença de Alzheimer (Crédito: Thomas Deerinck, NCMIR/SPL)

Por: Prof. Roberto N. Onody *

Há exatamente 115 anos, o Dr. Alois Alzheimer, médico alemão, teve uma paciente de 51 anos que apresentava sintomas de perda de memória, dificuldades na fala e comportamento imprevisível. Ao falecer, em 1906, a autópsia revelou a presença de emaranhados de fibras no seu cérebro.

A doença de Alzheimer é progressiva, degenerativa e, até agora, não tem cura. Estima-se que 50 milhões de pessoas padecem desta doença em todo o mundo 1. No Brasil, este número é de, aproximadamente, um milhão e quatrocentas mil pessoas 2. Com o aumento da expectativa de vida, o número de portadores do mal de Alzheimer tem crescido em todo o mundo. Acima de 85 anos, 33 % dos idosos sofrem da doença. A maioria é de mulheres.

A doença de Alzheimer é a forma mais comum de demência. O termo demência designa, genericamente, pessoas que devido a alterações no cérebro têm perda de memória, fala e locomoção. Há um profundo e severo declínio das habilidades cognitivas que afetam o comportamento, as emoções e os relacionamentos. Outras formas de demência são a vascular, frontotemporal, Parkinson e Huntington. De maneira incorreta, usa-se muitas vezes o termo senilidade como sinônimo de demência. Deixa a impressão de que a demência vem junto com o envelhecimento, o que não é verdade.

Os principais sintomas são: perda de memória recente, datas e eventos (já na mudança típica que acompanha um envelhecimento sadio – há esquecimento de nomes e compromissos, mas, recordando-os mais adiante); dificuldades com números, pagamento de contas, dirigir para locais antes conhecidos ou as regras de um jogo favorito (já na mudança típica que vêm com a idade – erros ocasionais nas contas domésticas e necessidade esporádica de auxílio na utilização, por exemplo, do micro-ondas);  dificuldade de fala, escrita, de acompanhar ou continuar uma conversa (já no idoso saudável – esquecer a palavra apropriada numa conversação) ; colocar objetos em lugares não usuais e não se lembrar de tê-los posto ali (também acontece com idosos saudáveis, mas com menos frequência) e, finalmente, uma mudança de humor e personalidade (é normal porém, com a idade, o desenvolvimento de hábitos, manias e certa irritabilidade com a quebra de rotina) 3. Já foi dito que esquecer onde deixou as chaves é esquecimento, mas não lembrar para que elas servem é Alzheimer.

Na fase terminal, o doente está acamado ou numa cadeira de rodas, tem incontinência urinária e fecal, dificuldade de engolir, de compreender o que se passa ao seu redor e de reconhecer as pessoas. Necessita de um cuidador 24 horas. Infecções e pneumonia podem acelerar o óbito.

Para se diagnosticar o Alzheimer, várias ferramentas e testes devem ser utilizados. Na consulta médica, uma das primeiras perguntas será sobre a existência de familiares que tem ou tiveram algum tipo de demência. Em seguida, vem os testes de avaliação geral da saúde do paciente: pressão sanguínea, temperatura, pulso e a auscultação do coração e do pulmão. O paciente deve informar a dieta, a nutrição e a lista de medicamentos consumidos. Sintomas parecidos com os do Alzheimer podem ser causados pela depressão, insônia, problemas na tiróide, efeitos colaterais de certos medicamentos, drogas e consumo excessivo de álcool. O médico deverá testar os reflexos, coordenação, tônus muscular, força, movimento dos olhos e fala.

Existem 2 testes cognitivos (clínicos) importantes que ajudam muito o diagnóstico. O MMSE (Mini-Mental Status Exam), em que o profissional de saúde faz uma série de perguntas envolvendo habilidades mentais necessárias no nosso dia a dia. A pontuação máxima é 30. Se o indivíduo obtém entre 24-20, 20-13 ou menos de 12 pontos, o Alzheimer é considerado leve, moderado e severo, respectivamente. Uma pessoa com Alzheimer pontua de 2 a 4 pontos menos a cada ano que se passa. O segundo teste, o Mini-Cog, é o mais simples. Solicita-se que a pessoa memorize e repita, alguns minutos depois, 3 nomes de objetos comuns. Em seguida, pede-se a ela que desenhe um relógio com os 12 números na posição correta e coloque os ponteiros na hora escolhida pelo examinador.

Ao lado dos testes clínicos, é interessante realizar testes baseados em programas computacionais. A FDA (Food and Drug Administration) dos EUA autorizou os programas Cognigram, Contab Mobile, Cognivue, Cognision e ANAM (Automated Neuropsychological Assessment Metrics).

Imagens estruturais do cérebro, através de Ressonância Magnética Nuclear, Tomografia Computadorizada e PET-CT (Tomografia por Emissão de Pósitrons) permitem descobrir acumulação excessiva da proteína beta-amilóide no cérebro. Junto com a proteína tau, ela forma a dupla vilã responsável pela doença de Alzheimer.

A proteína beta-amilóide é produzida em excesso e esse excesso vai se acumular no neurópilo, área em que se encontram os dendritos e células da glia, impedindo o tráfego correto de nutrientes (como a glicose) para os neurônios. A aglomeração de beta-amilóides junto com células mortas, acabam formando as chamadas placas senis, que sempre estão presentes na autópsia de pessoas com Alzheimer.  A formação da proteína tau ocorre nos microtúbulos que ligam o axônio do neurônio ao dendrito. Sua acumulação excessiva e emaranhada impede essa ligação. A quantidade de proteína tau, pode ser razoavelmente estimada pela análise do líquido cefalorraquidiano, mas este é um procedimento médico extremamente invasivo.

(Newsweek – Science)

Por este motivo, pesquisadores têm se debruçado sobre a possibilidade de diagnosticar o Alzheimer através de testes sanguíneos. A neurocientista Nancy Ip e sua equipe da Universidade de Hong Kong, desenvolveram testes para identificação do Alzheimer a partir da presença de 19 proteínas presentes no sangue. A beta-amilóide se agarra a outras proteínas e se degrada rapidamente. Utilizando espectrômetro de massa, está disponível nos EUA (desde outubro de 2020) o diagnóstico C2N, que mede o decaimento do nível de beta-amilóide no sangue, indicando sua acumulação no cérebro 4 .

Como acontece com todas as doenças, um diagnóstico precoce é muito importante, não para a cura (que não existe ainda) mas, para desacelerar o avanço da doença e, com medicamentos, que atenuam os efeitos mais pernósticos da doença. É raro o próprio paciente reconhecer sua condição. Pelo fato de o esquecimento fazer parte de um envelhecimento normal (saudável), a família também demora muito a reconhecer os sintomas e procurar ajuda médica.

Até aqui, os medicamentos utilizados para tratamento do Alzheimer são meros paliativos, apenas aliviam os sintomas buscando dar ao paciente uma melhor qualidade de vida. Na fase leve e moderada da doença, são indicados a Galantamina, a Donezepila e a Rivastigmina, que atuam no neurotransmissor acetilcolina. Na fase grave, recomenda-se a Memantina, um medicamento que atua no neurotransmissor glutamato.

Durante cerca de 18 anos, nenhum novo remédio contra o Alzheimer foi lançado pela indústria farmacêutica. Mas, em junho de 2021, a companhia de biotecnologia Biogen de Cambridge, Massachusetts, teve o medicamento Aducanumab aprovado, de forma acelerada, pela FDA (Food and Drug Administration) dos EUA 5.

Como dissemos antes, os medicamentos utilizados, até agora, para o Alzheimer visam apenas atenuar os seus efeitos e sintomas. Já O Aducanumab propõe, de fato, uma terapia para a doença, ao diminuir a produção de beta-amilóide. Aducanumab injeta anticorpos de forma intravenosa. Os estudos clínicos da fase III foram tumultuados e controversos. Somente após uma reanálise dos dados, foi que a Biogen obteve a aprovação da FDA.  A Biogen terá até 9 anos para provar (em novos testes clínicos) a eficiência da droga. Terá também que resolver o maior efeito colateral da Aducanumab, que é o inchamento do cérebro.

Segundo o ICER (Institute for Clinical and Economic Review) de Boston, o custo da droga deve ficar entre 2.500 e 8.300 dólares.  Como existem pelo menos outras 3 empresas (Lilly, Roche e Eisai) testando, na fase III, anticorpos anti-amilóide, o preço deve diminuir. A aprovação da Aducanumab já foi submetida à Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).

*Físico, Professor Sênior do IFSC – USP

(Agradecimento: ao Sr. Rui Sintra da Assessoria de Comunicação)

Referências:

1Alzheimer’s & Dementia | Alzheimer’s Association

https://www.alz.org/alzheimer_s_dementia

2 ABRAz: Associação Brasileira de Alzheimer – Idosos

https://idosos.com.br/abraz-associacao-brasileira-alzheimer/

3 Alzheimer: perda de memória e outros sintomas (uol.com.br)

https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/redacao/2018/10/09/alzheimer-entenda-como-doenca-prejudica-o-cerebro-e-quais-seus-sintomas.htm

4 Alzheimer’s drug approval spotlights blood tests | Science (sciencemag.org)

1.Servick, Science Vol. 373 , 373 (23 jul 2021)

https://doi.org/10.1126/science.373.6553.373

5 Landmark Alzheimer’s drug approval confounds research community (nature.com)  

1.A. Mullard, Nature594, 309-310 (2021)

https://doi.org/10.1038/d41586-021-01546-2

Assessoria de Comunicação – IFSC/USP

Pesquisadores do IFSC/USP desenvolvem novas abordagens para combater vírus da AIDS

Após um trabalho que durou mais de três anos, pesquisadores do Grupo de Óptica do Instituto de Física de São Carlos (IFSC/USP), liderados pelo pesquisador Prof. Francisco Eduardo Gontijo Guimarães, desenvolveram um tratamento novo para combater o vírus do HIV, um trabalho que foi capa da Revista ACS (American Chemical Society) no passado mês de junho.

No trabalho, os pesquisadores desenvolveram dois tipos de tratamento com base em fotoimunoterapia, utilizando anticorpos iguais aos presentes no corpo humano, tendo em seu interior fotossensibilizadores que têm a particularidade de combater não só as células infectadas com o vírus do HIV, mas também neutralizando o vírus circulante, que é fonte de novas infecções, tanto internas como externas.

Capa da Revista ACS

Ao contrário do que acontece com a administração dos vários fármacos que combatem o HIV (na forma de coquetel) e que apenas atuam principalmente no vírus que circula no sangue dos pacientes, a primeira abordagem realizada pelos pesquisadores do IFSC/USP, em colaboração com colegas da UNIFESP e do Reino Unido, teve como base a ligação de fotossensibilizadores (molécula ativa) que foram introduzidos no interior de um anticorpo. Quando iluminado por um tipo específico de luz, os fotossensibilizadores têm a propriedade de gerar uma quantidade grande de espécies reativas (radicais livres) que produzem a morte da célula alvo e a inativação do vírus circulante. O anticorpo atua com altíssima especificidade e é interpretado pelo organismo humano como se fosse real, propiciando uma baixa resposta autoimune. Esta estratégia é considerada importante atendendo ao fato de que na maioria dos casos os fotossensibilizadores mostram-se instáveis em meio aquoso, o que inviabiliza muito o processo de terapia fotodinâmica. Com esta forma de inserir os fotossensibilizadores dentro de um anticorpo, eles não sofrem qualquer ação contrária ao objetivo de se ligarem  ao vírus e às células doentes infectadas e destruí-los. A pesquisa contou com a expertise do pós-doutorando Dr. Mohammad Sadraeian, bolsista da FAPESP, que desenvolveu duas estratégias distintas, sendo que a primeira, descrita acima, compreendeu quatro fotossensibilizadores que foram inseridos no interior do anticorpo, sendo que eles ficaram blindados pela estrutura molecular dele.

Prof. Dr. Francisco Eduardo Gontijo Guimarães

A segunda estratégia, completamente desenvolvida no nosso país, foi ligar os fotossensibilizadores na estrutura externa do anticorpo. Assim, os anticorpos teriam capacidade de carregar entre um a quatro fotossensibilizadores. “Nós queríamos estudar a eficácia do tratamento alterando o número de moléculas fotossensibilizadoras por anticorpo e comparar os resultados da primeira estratégia de quatro fotossensibilizadores inseridos no anticorpo”, conforme explica o Prof. Dr. Francisco Eduardo Gontijo Guimarães. “O estudo compara as duas estratégias. Irradiando com um determinado tipo de luz, esses fotossensibilizadores provocam não só a degradação das proteínas dos “Spykes” existentes no “envelope” do vírus, mas também do próprio envelope, acabando por eliminá-lo”, acrescenta o Dr. Mahammad. Ou seja, esta segunda estratégia modifica os “Spykes” após a irradiação com luz, e com isso o vírus não consegue se ligar às células de defesa sadias, sendo que esta metodologia poderá ser utilizada para neutralizar outros tipos de vírus, incluindo o da COVID. “Como o vírus do HIV infecta as células de defesa do organismo, também demonstramos que conseguimos eliminar somente as células infectadas, utilizando a estratégia de anticorpos, algo que abre as portas para que no futuro possamos ir muito mais além em nossas pesquisas”, celebra o pesquisador.

Este trabalho também contou com a participação indispensável da Profª Drª Ana Paula Ulian de Araújo, do Grupo de Biofísica e Biologia Estrutural “Sérgio Mascarenhas” (IFSC/USP).

Para conferir o trabalho publicado na Revista American Chemical Society, clique AQUI.

Rui Sintra – Assessoria de Comunicação – IFSC/USP

Procedimento Fotossônico para fibromialgia apresenta efeito prolongado em estudo até 300 dias após tratamento

Num recente artigo científico publicado no Journal of Novel Physiotherapies, pesquisadores do Grupo de Óptica do Instituto de Física de São Carlos (IFSC/USP) deram a conhecer um efeito prolongado no tratamento fotossônico de Fibromialgia nas palmas das mãos.

Entre 2019 e 2020, o grupo de pesquisadores acompanhou ao longo de 120 dias, um grupo de 40 pacientes fibromiálgicos que foram submetidos a 10 sessões de tratamento fotossônico, tendo se verificado que todos eles relataram a ausência das dores localizadas e generalizadas, e uma melhora muito significativa no desenvolvimento de suas atividades diárias, tendo proporcionado um aumento na qualidade de vida. Já entre 2020 e 2021, os pesquisadores repetiram as observações pelo tempo de 300 dias em um grupo constituído por 11 pacientes fibromiálgicos, tendo verificado o mesmo resultado apurado anteriormente.

Dr. Antonio de Aquino Junior

O tratamento fotossônico, que possibilita a ação combinada de recursos fisioterapêuticos, tem como base a normalização do limiar de dor junto ao sistema nervoso central, permitindo que os sintomas relativos à fibromialgia sejam revertidos, permitindo melhor qualidade do sono, diminuição da fadiga crônica, diminuição da dores generalizadas, permitindo ao paciente o retorno de sua qualidade de vida e das atividades profissionais. Ainda, sintomas como histórico de dores de cabeça, dismenorreia, distúrbios intestinais, entre outros, podem ser atenuados e até mesmo eliminados do dia-a-dia do paciente.

Prof. Dr. Vanderlei Salvador Bagnato

Na opinião do pesquisador do IFSC/USP e o autor principal do artigo científico, Dr. Antonio de Aquino Junior “atendendo a que a fibromialgia é considerada o segundo distúrbio reumático mais comum, com prevalência entre 2% a 8% da população, dependendo dos critérios diagnósticos utilizados, este estudo comprova a eficácia observada a longo prazo, mostrando a eficiência do tratamento fotossônico que, em todo o caso, deverá ser aplicado com alguma periodicidade no sentido de os pacientes obterem um bom estado fisiológico. Infelizmente não temos a cura, mas conseguimos desenvolver uma técnica que permite uma melhor qualidade de vida ao paciente”. Esse estudo, em parceria com a MultFISIO Brasil, clínica de fisioterapia de São Carlos e que está em diversas cidades do país, possibilitou o aperfeiçoamento da técnica, que agora está ainda mais eficiente em seus resultados.

Já para o Prof. Dr. Vanderlei Salvador Bagnato, diretor do IFSC/USP e responsável pela pesquisa, “a técnica demonstra ser robusta o suficiente para ter uma abrangência de longo prazo, mostrando que não se trata de um alívio apenas temporário. Isso mostra que a técnica ajuda no processo de homeostase do organismo. Este é foco das nossas pesquisas e, sem dúvida, continuaremos a contribuir para a melhora da qualidade de vida das pessoas, aumentando ainda mais nossas atividades com parceiros clínicos como a MultFISIO Brasil”.

Steicy Beatriz Alves Setúbal, de 21 anos, que atualmente secretaria a filial da Clínica MultFisio Brasil em Cuiabá (MT), em parceria com o IFSC/USP, relata sua experiência no combate à fibromialgia e quais foram os resultados do tratamento fotossônico.

Clique na imagem ao lado para assistir à entrevista.

Este artigo científico publicado no Journal of Novel Physiotherapies (VEJA AQUI) foi assinado pelos pesquisadores Antonio Eduardo de Aquino Junior, Fernanda Mansano Carbinatto, Ana Carolina Fernandes, todos do IFSC/USP-Clínica MultFISIO Brasil, Daniel Marques Franco (Clínica MultFISIO Brasil), Andréia Aparecida Biffi de Lara (IFSC/USP), e Vanderlei Salvador Bagnato (IFSC/USP – Programa de Pós-Graduação em Biotecnologia, Universidade Federal de São Carlos – Hagler Institute for Advanced Study, Texas A&M University, Texas, United States of America).

Rui Sintra – Assessoria de Comunicação – IFSC/USP

“Startup Speed Dating”: conectando cientistas empreendedores, investidores e mercado

Startup Speed Dating é o primeiro evento aberto ao público do programa Innostart, uma pré-aceleração de startups de base científico-tecnológica (deeptechs) que ensina e apoia, durante 14 semanas, pesquisadores de mestrado/doutorado e docentes da USP São Carlos a levar suas pesquisas para o mercado, criando produtos, serviços e processos escaláveis, com potencial de impactar milhões de pessoas no Brasil e no mundo.

Nele, os interessados terão a oportunidade de escolher algumas das 17 startups pré-aceleradas pelo Núcleo de Empreendedorismo da USP São Carlos (NEU-SC) para conversar por até 10 minutos, conhecê-las melhor e demonstrar seu interesse como:

– Empresa interessada em parcerias e/ou cocriação (p.ex. iniciativas de corporate venturing/open innovation);

– Investidor(a)-anjo ou de venture capital buscando deeptechs para investir;

– Representante de ecossistemas, incubadoras e aceleradoras convidando startups com grande potencial para seus programas;

– Especialista em setores diversos oferecendo mentorias e conexões estratégicas para empreendedores;

– Potencial sócio(a) de uma startup de grande potencial científico-tecnológico;

– Estudante interessado(a) em trazer seu currículo para estagiar em uma startup de alto impacto.

O evento será realizado em um sábado (07/08) por meio de uma plataforma online e os encontros acontecerão em blocos: um “match” será feito previamente entre o que você e as startups estão buscando e, a cada 10 minutos, rotações acontecerão nas salas, permitindo que você possa conversar com cada uma das startups nos seguintes períodos:

– Manhã (das 10h às 12h): speed dating + networking

– Tarde (das 13h às 15h): speed dating + networking

Cada sessão de “speed dating” terá duração de 1h20 (das 10h às 11h20; das 13h às 14h20) e, em seguida, a sala ficará aberta a todos que quiserem se apresentar, fazer contatos e conversar.

OBS: Favor preencher o formulário APENAS se você tiver disponibilidade para participar do evento – especialmente no speed dating, pois os blocos de 10 minutos de interação são limitados.

Para acessar o link do formulário, clique AQUI.

A apresentação do programa e o resumo das startups estão disponíveis AQUI.

Assessoria de Comunicação – IFSC/USP

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