NOTÍCIAS

ABCr homenageia Profs. Eduardo Ernesto Castellano e Yvonne Primerano Mascarenhas

A Associação Brasileira de Cristalografia (ABCr) realiza no próximo dia 18 de outubro, a partir das 14h00 e de forma remota, a sua XXV Reunião  em comemoração dos 50 anos de sua fundação, e que contará, em sua sessão  especial de abertura, com uma homenagem aos ex-presidentes da entidade, entre os quais estarão presentes os docentes e pesquisadores do IFSC/USP, Profs. Eduardo Ernesto Castellano e Yvonne Primerano Mascarenhas.

Os restantes homenageados são: Stephenson Caticha Ellis (in memoriam), Carlos Benedicto Ramos Parente, Aldo Felix Craievich, Lia Queiroz do Amaral, Julio Zukerman Schpector, Iris Concepcion Linares de Torriani, Nivaldo Lúcio Speziali, José Ricardo Sabino, e Márcia Carvalho de Abreu Fantini.

Esta XXV Reunião da ABCr contará ainda com a realização da palestra de abertura do evento, que ocorrerá entre as 17h30 e 18h00 e que será apresentada pela Profa. Iris Concepcion Linares de Torriani, nova Associada Honorária da ABCr, que explanará o tema “Crystallography as a driving force in the International Scientific Cooperation and Interregional Integration in Brazil and Latin America”.

Entre as 17h30 e 19h00 a ABCr realizará sua Assembleia Geral de Associados.

Para acompanhar a Sessão Especial de Abertura, clique AQUI.

Para acompanhar a palestra de abertura, clique AQUI.

Assessoria de Comunicação – IFSC/USP

Inscrições abertas – São Paulo School of Advanced Science on Quantum Fluids and Applications

Estão abertas entre os dias 02/08/2021 a 30/11 de 2021 as inscrições para a “Escola São Paulo de Ciência Avançada em Fluidos Quânticos e Aplicações”, que ocorrerá entre os dias 20 de fevereiro e 04 de março de 2022, no Instituto de Física de São Carlos (IFSC/USP). O evento irá abordar tópicos relevantes sobre fluidos quânticos, a saber:

– Condensação de Bose-Einstein;

– Gases de Fermi degenerados;

– Fluidos quânticos fora do equilíbrio e turbulência;

– Armadilhas adiabáticas para átomos frios;

– Magnetismo quântico;

– Fenômenos quânticos macroscópicos;

– Simulação quântica;

– Universalidade;

– Supersólidos;

A escola, destinada a estudantes de graduação (sendo mais recomendada aos estudantes do último ano) e pós-graduação (Mestrado e Doutorado), bem como a pesquisadores em início de carreira (pós-doutorado), visa proporcionar aos participantes uma compreensão da área de estudo, da ciência fundamental à aplicada.

O evento, gratuito, contará com a presença de renomados palestrantes de todo o mundo, fazendo desta uma grande oportunidade para o intercâmbio de idéias científicas e avanços tecnológicos no campo, sendo que os participantes terão a oportunidade de apresentar seus resultados de pesquisa em sessões de pôsteres.

A Escola de Ciência Avançada de São Paulo sobre Fluidos Quânticos e Aplicações terá um número limitado de inscrições, tendo o objetivo de selecionar cerca de 100 participantes – 50 brasileiros e 50 estrangeiros. Os interessados poderão solicitar o financiamento da viagem, havendo um número limitado de subsídios para transporte e cujos pedidos deverão ser solicitados até o dia 15 de novembro de 2021, com divulgação dos aceitos no dia 05 de dezembro do corrente ano. A acomodação e as refeições serão financiadas para TODOS os pedidos de subsídios aceitos.

Promovido e organizado pelo Instituto de Física de São Carlos (IFSC/USP), o responsável por esta Escola, Prof. Dr. Vanderlei Bagnato, deixa uma mensagem a todos os interessados e que pode ser visualizada clicando na imagem abaixo.

Assessoria de Comunicação – IFSC/USP

Pesquisadores do IFSC/USP conquistam “Prêmio Ciência – Tecnologia de São Carlos 2021”

Foram divulgados ontem (14/10) os vencedores do “Prêmio Ciência-Tecnologia São Carlos 2021”, uma iniciativa promovida anualmente pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente, Ciência, Tecnologia e Inovação, da Prefeitura Municipal de São Carlos. Nesta edição, o IFSC/USP teve a satisfação de ver premiados dois de seus pesquisadores: Prof. Igor Polikarpov, na categoria de Pesquisador Sênior, e Prof. Alessandro Silva Nascimento, na categoria de Jovem Pesquisador.

Os restantes premiados foram: Barbara Daniela Guedes Rodrigues e Isabel Cristina Santana Kakuda, da Escola Estadual Sebastião de Oliveira Rocha, na categoria Clubes de Ciência; Juliana Crange Tischer e Pamela de Vargas Schwab, da Escola Estadual Luiz Viviane Filho, na categoria de Professor de Ciência; Larissa da Silva Cerqueira, da Escola Estadual Sebastião de Oliveira Rocha, na categoria Jovem Cientista; e João de Mendonça Naime, da EMBRAPA Instrumentação, Angélica Maria Penteado Martins Dias, da UFSCar e Rui Machado, da EMBRAPA Pecuária Sudeste, na categoria Cientista Emérito.

Este Prêmio é um reconhecimento do município aos cientistas que contribuíram para a ciência nacional e internacional, como também aos professores de ciências, aos alunos de ciências, aos clubes de ciências, enfim todos que participaram de alguma atividade científica relevante.

A comissão que avaliou os currículos  dos candidatos ao Prêmio e suas contribuições para a ciência e sociedade foi constituída por José Galizia Tundisi, Secretário de Meio Ambiente, Ciência, Tecnologia e Inovação, Simone Botega Xavier, do Departamento de Políticas Públicas de Desenvolvimento da Ciência, Tecnologia e Inovação, Wanda Hoffman, Secretária de Educação, Luís Antonio Panone, Secretário de Planejamento e Gestão, e João Batista Fernandes, docente da UFSCar.

O IFSC/USP parabeniza os Profs. Igor Polikarpov e Alessandro Nascimento pela conquista de tão prestigiosa distinção.

Assessoria de Comunicação – IFSC/USP

42 pesquisadores do Instituto de Física de São Carlos (USP) estão entre os 10 mil melhores da América Latina

Como já divulgamos anteriormente, o “Latin America Top 10.000 Scientists” – “AD Scientific Index 2021” divulgou recentemente o ranking dos 10 mil pesquisadores que mais se destacaram em termos de produtividade científica na América Latina.

Num trabalho minucioso realizado pelas profissionais do Serviço de Biblioteca e Informação do IFSC/USP, foi elaborado, a partir desse ranking, um levantamento que apurou que 42 pesquisadores do Instituto de Física de São Carlos (IFSC/USP) – entre os quais 4 docentes aposentados – estão inseridos nesse grupo seleto de cientistas. O número, que corresponde a cerca de metade dos docentes e pesquisadores que exercem suas funções em nosso Instituto, revela a extraordinária qualidade dos estudos e pesquisas aqui desenvolvidas, sendo um forte estímulo para que o Instituto de Física de São Carlos consolide cada vez mais a sua imagem de excelência acadêmica e científica no Brasil e no exterior, aguardando-se, entusiasticamente e para breve, a inserção de todos os restantes pesquisadores do IFSC/USP nesse ranking, já que o trabalho individual e coletivo de todos eles é, de fato, excelente e digno dos maiores elogios.

O “AD Scientific Index” foi desenvolvido com base nos perfis públicos de cientistas no Google Scholar, usando os valores totais e dos últimos cinco anos do índice i10, índice h e número de citações.

Clique AQUI para acessar a listagem dos docentes do IFSC/USP que se destacaram neste ranking.

Assessoria de Comunicação – IFSC/USP

Chamada para tratamento da calvície (Alopecia Androgenética) em mulheres

Pesquisa está inserida em um projeto da EMBRAPII

Jovens pesquisadoras formadas pelo Instituto de Física de São Carlos (IFSC/USP) estão iniciando um projeto pertencente à EMBRAPII-Unidade do IFSC/USP, com a participação das empresas “Dermociencia”, empresa de cosmética sediada em nossa cidade, e a “AGTTEC”, empresa dedicada ao beneficiamento do café, localizada na cidade de Dois Córregos (SP), com a finalidade de tratar mulheres portadoras da designada Alopecia Androgenética – comumente conhecida como calvice.

A equipe técnico-científica é constituída pela Drª Alessandra Keiko Lima Fujita, doutora em ciências na área de Biofotônica pelo IFSC/USP e na área de disfunções capilares e pesquisadora responsável por este projeto de pesquisa, Drª Fernanda Carbinatto, farmacêutica e pós-doutoranda do IFSC/USP, e Patricia Kaori Shiraishi, terapeuta capilar especializada em disfunções do couro cabeludo, formada pela Associação Brasileira de Tricologia.

Drª Fernanda Carbinatto

Este projeto, que é bastante interessante, juntou as experiências das duas empresas acima citadas, com o intuito de verificar a eficácia de um composto constituído por pó do café verde e um shampoo neutro. “Já existem no mercado diversos produtos que contêm o café verde destinados, principalmente, para a área da saúde estética e tratamento capilar. Contudo, a nossa atenção ficou voltada, não para o óleo do café verde, propriamente dito, que é extraído diretamente do grão, mas para um produto derivado dele, chamado “torta”, que é muito rico em cafeína e em ácido clorogênico (antioxidante), explica Fernanda Carbinatto. Foi a partir de estudos realizados com esse produto que as pesquisadoras chegaram à conclusão que poderiam iniciar uma abordagem com o tratamento experimental para combater a calvície feminina (alopecia androgenética), um projeto que será desenvolvido no espaço “K Quadrado”, em São Carlos.

A chamada de voluntárias mulheres para este tratamento não invasivo e aprovado pelo Comité de Ética, consta apenas na aplicação do produto diretamente no couro cabeludo das pacientes por meio da lavagem no local a ser desenvolvido os testes. Serão dez sessões, duas vezes por semana, com a duração de 40 minutos cada sessão, antecedendo-se sempre a análises microscópicas e macroscópicas da região a ser tratada, tendo como objetivo a recuperação dos fios de cabelos que foram acometidos pela disfunção.

O que é alopecia androgenética

Drª Alessandra Keiko Fujita

Alopecia androgenética, ou calvície, é uma forma de queda de cabelos geneticamente determinada. É relativamente frequente na população. Homens e mulheres podem ser acometidos pelo problema, que apesar de se iniciar na adolescência, só é aparente após algum tempo, por volta dos 40 ou 50 anos. Apesar do termo “andro” se referir ao hormônio masculino, na maioria das vezes os níveis hormonais se mostram normais nos exames de sangue. A doença se desenvolve desde a adolescência, quando o estímulo hormonal aparece e faz com que, em cada ciclo do cabelo, os fios venham progressivamente mais finos.

A queixa mais frequente na alopecia androgenética é a de afinamento dos fios. Os cabelos ficam ralos e, progressivamente, o couro cabeludo mais aberto. Nas mulheres, a região central é mais acometida, pode haver associação com irregularidade menstrual, acne, obesidade e aumento de pelos no corpo. Porém, em geral, são sintomas discretos. Nos homens, as áreas mais abertas são a coroa e a região frontal (entradas).

A equipe – Fernanda Carbinatto, Alessandra Keiko Fujita e Patricia Kaori Shiraishi

A doença denominada alopecia androgenética, geralmente com sintomas notados entre os trinta e quarenta anos de idade, possui um fator decisivo para seu exponencialmente, sendo esse as mudanças hormonais.

Para melhor compreensão e aprofundamento de estudos foi criado a escala de Ludwig, onde classificou-se a condição genética em três estádios diferentes e com base na densidade do cabelo.

A maior parte dos casos diagnosticados é considerada de Grau I, manifestando-se com área de calvície mínima e cabelo com pouco volume. Já em mulheres onde o Grau II é constatado, um maior espaço sem cabelo pode ser notado. Por fim, o Grau III caracterizado por seu padrão mais agressivo e intenso ao couro cabeludo, possui recorrência menor que as demais (Associação Brasileira de Dermatologia).

Esta chamada, com inscrições limitadas, é dedicada a mulheres com idades entre os 18 e 50 anos de idade, com diagnóstico médico para alopecia androgenética, estágios 2 ou 3 da doença. Estarão impedidas de participar mulheres que tenham contraído a COVID-19, que estejam no início da menopausa, que tenham doenças auto-imunes, distúrbios psicológicos, anorexia, usuárias de drogas e portadoras de marca-passo.

A escala de Ludwig

Para fazer sua inscrição para este tratamento, as interessadas deverão contatar a Drª Alessandra Keiko Lima Fujita pelo Celular – WhatsaPP (16) 99790-5427.

Rui Sintra – Assessoria de Comunicação – IFSC/USP

IFSC/USP inicia tratamento para as consequências da artrite reumatóide

Chamada para pacientes voluntárias – mulheres com idades entre 40 e 80 anos

O Instituto de Física de São Carlos (IFSC/USP) está convocando pacientes mulheres, com idades entre os 40 e 80 anos, portadoras de artrite reumatóide e cuja incidência da doença atinja as articulações dos dedos das mãos, para um tratamento no âmbito de uma pesquisa inserida em um trabalho de mestrado que será desenvolvido na Unidade de Terapia Fotodinâmica (UTF) na Santa Casa da Misericórdia de São Carlos (SCMSC).

Segundo a Sociedade Brasileira de Reumatologia, a artrite reumatóide (AR) é uma doença inflamatória crônica e auto-imune que pode afetar várias articulações do corpo humano, sendo que a causa é desconhecida, acometendo principalmente mulheres. A doença inicia-se entre os 30 e 40 anos e sua incidência aumenta com a idade.

Os sintomas mais comuns são similares aos da artrite: dor, edema, calor e vermelhidão em qualquer articulação do corpo, sobretudo mãos e punhos. O comprometimento da coluna lombar e dorsal é raro, mas a coluna cervical é frequentemente envolvida.

As articulações inflamadas provocam rigidez matinal, fadiga e com a progressão da doença há destruição da cartilagem articular, sendo que os pacientes podem desenvolver deformidades e incapacidade para realização de suas atividades, tanto na vida diária como na profissional. As deformidades mais comuns ocorrem em articulações periféricas, como os dedos em pescoço de cisne e dedos em botoeira, entre outras.

Calcula-se que, no mundo, existam cerca de 79 milhões de pessoas com a doença, enquanto que no Brasil o número ronda os 2 milhões de pacientes.

Kely Zampieri – Fisioterapeuta

A fisioterapeuta Kely Zampieri (43) é a profissional de saúde que ficará responsável pelos tratamentos, utilizando um novo equipamento desenvolvido pelo Grupo de Óptica do IFSC/USP que conjuga a emissão de luz laser e ultrassom. Formada na UNIARA, com especialização em Geriatria pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), Kely Zampieri realiza atualmente seu mestrado em Biotecnologia (UFSCar), desenvolvendo esta pesquisa no Grupo de Óptica do IFSC/USP. Já com experiência na aplicação de terapias conjugadas em pesquisas com pacientes detentores da Doença de Parkinson, igualmente realizadas no IFSC/USP, a fisioterapeuta está esperançosa em obter resultados positivos com este novo tratamento.

“Este tratamento está dedicado apenas aos dedos das mãos das pacientes e vem no sentido de aliviar as dores e diminuir as inflamações causadas pela artrite reumatóide, na perspectiva de devolver uma melhor qualidade de vida na execução das atividades da vida diária. Note-se que este tratamento não substitui, em nenhum caso, a medicação que está sendo – ou foi – prescrita pelos médicos, pelo que as pacientes deverão continuar a mesma”, sublinha a fisioterapeuta. As pacientes voluntárias serão submetidas a 08 sessões deste novo tratamento, realizadas duas vezes por semana, para, no fim, serem feitas as necessárias avaliações.

Para o coordenador da UTF, Dr. Antonio de Aquino Jr. “Espera-se que este tratamento tenha um resultado muito positivo e que este trabalho de mestrado faça toda a diferença em prol do restabelecimento de níveis de qualidade de vida destas pacientes”.

As pacientes interessadas em responder a esta chamada, deverão fazer sua inscrição pelo telefone da UTF –  (16) 3509-1351.

Rui Sintra – Assessoria de Comunicação – IFSC/USP

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