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As mudanças climáticas globais e os desafios de nossa sociedade

O clima de nosso planeta está mudando rapidamente. As emissões de gases de efeito estufa continuam aumentando apesar do Acordo de Paris, com aumento na concentração de gases e partículas na atmosfera. A química da atmosfera está sendo alterada pelas mudanças na concentração de radicais hidroxila e do ozônio.

Estas afirmações são do professor Paulo Eduardo Artaxo Netto, que estará no Instituto de Química de São Carlos (IQSC) da USP, no dia 19 de junho, às 16 horas, no anfiteatro térreo do edifício Q1 do IQSC-USP, participando do Ciclo de Palestras “Química às 16 (Q16)”, quando apresentará complexos aspectos das mudanças climáticas e seus impactos em nossa sociedade.

“Ao longo das próximas décadas podemos ter um aquecimento da ordem de três a cinco graus centígrados, que aumentarão os eventos climáticos extremos e terão forte impacto em vários setores de nossa sociedade” acrescenta o pesquisador, “os desafios são enormes para a ciência, para a adaptação às mudanças e para a nossa estrutura socioeconômica”, complementa.

Paulo Artaxo é pesquisador junto ao Instituto de Física da USP, onde trabalha com física aplicada a problemas ambientais, atuando em questões de mudanças climáticas globais, meio ambiente na Amazônia, física de aerossóis atmosféricos, poluição do ar urbana e outros temas.  Entre outras funções, é membro da equipe do IPCC- Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas, que foi agraciada com o Prêmio Nobel da Paz em 2007, além de integrar outros sete painéis científicos internacionais.  Dentre os prêmios e honrarias recebidos, destacamos: a Ordem do Mérito Científico Nacional, na qualidade de Comendador;  prêmio Almirante Álvaro Alberto outorgado pelo CNPq, Marinha, Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações e Fundação Conrad Wessel; e o Prêmio Globo Faz a Diferença, em 2017.  Representa a comunidade científica no CONAMA – Conselho Nacional do Meio Ambiente.

(Com informações da Assessoria de Comunicação do IQSC/USP)

Assessoria de Comunicação – IFSC/USP

 

Apaixonado pelo Curso de Ciências Físicas e Biomoleculares

Encontrar, persistir e mudar de planos, mas nunca desistir dos sonhos. Assim é a história de Jansen Caik Ferreira Freitas, de 22 anos, ingressante em 2019 na graduação, no Curso de Ciências Físicas e Biomoleculares do Instituto de Física de São Carlos (IFSC/USP).

Originário de Prata, cidade do interior da Paraíba, Jansen cresceu em meio às liberdades e tranquilidades da cidade pequena, onde passou boa parte da infância e adolescência. O cotidiano na terra-natal, entretanto, interrompeu-se em 2013 com a mudança da família para o Rio do Janeiro. “Logo após o término do meu primeiro ano do ensino médio, minha mãe decidiu que nos mudaríamos para Angra dos Reis, no Rio de Janeiro. Ela queria ficar mais próxima de meus irmãos, que moravam lá, então fomos ela e eu – ela foi primeiro, e eu, logo depois”, relembra Jansen a mudança para a cidade fluminense.

Finalizado o ensino médio em 2015 e ainda em Angra, Jansen não tinha ideia de qual profissão exercer. “Durante o período que passei na escola, me interessei por medicina, mas não tinha nenhum curso definido na minha cabeça, não sabia o que queria”, relata sobre seu período de indecisão. “Comecei naquele ano, então, a servir na Marinha. Queria ver como era, saber mais sobre o que se faz lá e, quem sabe, tornar aquilo minha profissão. No final das contas, a Marinha foi muito importante para decidir aquilo que queria fazer”, comenta. Em um dos momentos, servindo, Jansen prestou socorro a um homem que estava prestes a se afogar. “Eu senti a adrenalina do momento e toda aquela euforia de ajudar, salvar a vida de alguém. Foi depois disso que o interesse pela área médica surgiu e eu decidi prestar medicina”, afirma.

Motivado pelo recém descoberto sonho e na companhia dos amigos, Jansen ingressou em um cursinho pré-vestibular da cidade, em 2016. “Alguns amigos falaram sobre fazer o cursinho preparatório, mas muitos desistiram, até que só sobrou eu. Na época, eu trabalhava para bancar a mensalidade do cursinho em um colégio particular de Angra e tive um grande baque. Durante as aulas, os professores comentavam sobre conceitos dos materiais e todos – exceto eu – pareciam entender ou ter a mínima noção do que se tratava. Foi quando eu percebi que teria que estudar muito se quisesse acompanhar”, diz Jansen. Já mais maduro, o estudante decidiu estudar por conta própria em 2017 e 2018, com o auxílio de plataformas online. “Foi um período importante para criar disciplina e um ritmo de estudos, coisa que eu não tinha consolidado até então”, revela.

O vínculo de Jansen com o Instituto de Física de São Carlos (IFSC/USP) surgiu portanto, de maneira inesperada. No início de 2019, consultando as vagas disponíveis no Sistema de Seleção Unificada (SISU), o estudante deparou-se com a graduação no Curso de Ciências Físicas e Biomoleculares – única em todo o Brasil – do IFSC/USP, e curioso com o nome pesquisou um pouco mais sobre a grade curricular do curso. “Eu vi que com a graduação [em Ciências Físicas e Biomoleculares] eu poderia fazer uma extensão para a área médica. Gostei da grade curricular, achei muito interessante e resolvi arriscar”, conta Jansen, que afirma não ter abandonado o sonho de se formar médico. “Eu pretendo terminar o curso e talvez entrar em medicina depois, ou tentar uma especialização com ênfase na área da saúde. Eu não quero só ser médico, quero poder ajudar as pessoas, seja na pesquisa ou diretamente”.

Quanto a vinda para o interior paulista, Jansen afirma não sentir grandes impactos pela distância da família. “Mesmo em Angra eu já não passava tanto tempo com minha família. Eu ficava no meu quarto o dia todo, estudando, e só via minha mãe no final da tarde quando ela chegava do trabalho. De certa forma, eu me acostumei a ficar sozinho”, menciona Jansen, que destaca ainda o apoio da mãe. “A minha mãe me deu muita força para vir. Todos, na verdade. Eu expliquei sobre o que se tratava o curso e ela ficou muito empolgada. Como já disse, vir para São Carlos e morar sozinho não foi difícil, mas claro que é muito ruim ficar longe da família. Às vezes me dou conta que eles não estão aqui comigo e sinto muitas saudades”, revela.

Laboratório de nanomedicina

Sobre o Instituto de Física e a trajetória universitária, Jansen destaca interesses e expectativas que traz para os anos de graduação. “Tenho muito interesse em entrar para a Atlética. Jogo tênis de mesa, pratico jiu-jitsu e basquete, então espero poder jogar em alguma destas modalidades pela universidade. A prática regular de exercícios físicos foi algo bem marcante durante a minha preparação para o vestibular e sei que na graduação não será diferente: me ajuda a espairecer”, comenta o estudante, sobre o papel da atividade física, em especial, meditação guiada e corrida, como mecanismos terapêuticos. “Além disso, quero participar como puder no cursinho do CAASO. Não acredito que já esteja preparado para dar aulas ou monitorias, mas quero colaborar ativamente no futuro. Eu já passei no vestibular, está na hora de contribuir para o ingresso de outros”, conclui.

Embora ingressante recente, o futuro acadêmico do jovem tem caminho bem delimitado. Conquistado pela área médica, Jansen pretende seguir dentro da academia e tornar-se um pesquisador na área da saúde. “Quero seguir carreira acadêmica, com ênfase no campo médico. Um dos grupos de pesquisa de meu interesse aqui no IFSC/USP é o grupo de Nanotecnologia. Gostaria de desenvolver algum projeto de pesquisa no grupo”, revela Jansen, que quando questionado sobre possíveis temas, revela interesse pela análise das causas do envelhecimento e doenças degenerativas do sistema nervoso. “São temas que despertam muito a minha curiosidade”, explica.

Agora, para o primeiro ano da graduação, o foco do ingressante é direcionado à construção de boas bases e adaptação ao curso e à cidade: cabe ao paraibano colher os frutos de anos de esforço, que o motivam a compartilhar os resultados da experiência. “Acho que para quem veio de escola pública, com um ensino ruim, muito esforço é fundamental. Tem quem desanime durante o caminho e desista. Acho que o mais importante é isso, não desistir”, aconselha Jansen aos futuros calouros e a seus colegas. “Sempre tem gente para te desmotivar enquanto você está estudando para passar, mas não se concentre em falas negativas. Estudar é difícil, não é tão fácil quanto parece”, finaliza.

(Entrevista conduzida por Carolina Falvo / Superv. Rui Sintra)

Assessoria de Comunicação – IFSC/USP

Alunos franceses apresentam trabalhos em seminário do NaCA/IFSC

O Grupo de Pesquisa em Nanomateriais e Cerâmicas Avançadas – NaCa/IFSC/USP – trouxe no último dia 13, a apresentação de trabalhos de três alunos franceses, estagiários de graduação do curso de Instrumentação Física, em convênio de colaboração com o Institut Universitaire de Technologie – IUT – de Marselha (San Jerome – Marseille, França).

O ciclo de palestras foi aberto pela aluna Lucie Lenzi, que apresentou o tema: “Synthesis and characterization of KTa03 nanostructured”. Ela discorreu sobre o estado ambiental do nosso planeta, afirmando que a maioria dos problemas ambientais globais são realmente problemas de energia e que as mudanças climáticas e todas as suas consequências, no planeta, estão essencialmente ligadas à questão da energia, aquela que usamos (combustíveis fósseis) e que criam diversos problemas, entre os quais se contam o efeito estufa e as emissões de CO2, por exemplo.  Lucie assegurou que se procuram novas formas de produzir energia limpa e não dispendiosa. Entre as principais redes de energia que podem cumprir esse importante papel, é possível destacar o hidrogênio solar, gerado pela separação da molécula de água por um mecanismo conhecido como fotossíntese artificial. A estudante explicou que o material utilizado para esta síntese é o tantalato de potássio (KTa03), pois possui excelente estabilidade química, mas também, uma posição adequada de sua banda de energia para a separação da água, a fim de gerar H: e 0 :. Ela enfatizou que em seu trabalho, foi feita a tentativa de sintetizar este material por três diferentes meios: uma síntese de sal fundido usando KCl e NaCl em quantidade equimolar, uma síntese hidrotérmica e reação em estado sólido. Para determinar a estrutura e a morfologia das amostras foram realizadas difração de raios X (XRD) e microscopia eletrônica de varredura (SEMI). Na sequência, foi medida a quantidade de hidrogênio produzida.

A segunda palestra foi de Diego Vals, intitulada: “Structural and surface analysis of laser reduced graphene oxide”.  Diego descreveu o grafeno como um material que mostra propriedades físicas notáveis, com a mobilidade de elétrons, a condutividade térmica, a área de superfície e também o módulo de Young. Por isso, esse material é estudado e sintetizado. Ele enfatizou que a síntese deste material é realmente cara e demorada, sendo essa é a razão pela qual tentam obter as características do grafeno reduzindo o óxido de grafeno. Diego afirmou que há muitas formas de reduzir o óxido de grafeno, como: redução de laser, redução química, redução fotoquímica e redução térmica. Ele assegurou que a redução a laser parece ser o melhor método, porque mostra os melhores resultados e também por ser um método muito rápido. Ele resume seu principal objetivo neste projeto como sendo o de estudar a influência de cinco diferentes comprimentos de onda, analisando as amostras reduzidas em direção à espectroscopia Raman. Este estudo será usado para produzir óxido de grafeno reduzido de alta qualidade para fornecer sensores de gás.

Para encerrar a programação, a estudante Amandine Ganzin apresentou o tema: “Entropy-stabilized oxides”. Amandine iniciou sua palestra mencionando o papel de óxidos estabilizados Entropy 2015 de Christina M. Rost,  que provou, através de experimentos rigorosos, um modelo termodinâmico simples e uma formulação de óxido de cinco componentes, e que entropia predomina a paisagem termodinâmica e impulsiona uma transformação reversível em estado sólido entre uma multifásica e única fase de estado. Em sua conclusão, a aluna valida a hipótese de que o transtorno configuracional deliberado fornece uma estratégia para descobrir novas fases da matéria cristalina. Amandine afirmou que seguiu este documento para recriar a formulação de óxido equilibrada pela entropia. Em seguida, se concentraram em analisá-lo, sua transição de multifásico para monofásico (rocksalt) e sua reversibilidade. Para isso, ela explicou que seguiram exatamente os mesmos passos descritos no artigo, mas que foi mudado o método de fresagem, sendo que para a análise foi utilizada a difração de raios X, espectroscopia Raman e medidas de densidade.

Assessoria de Comunicação – IFSC/USP

CIERMag/IFSC – Bolsa de TT-IV em Processamento de Imagens

O Centro de Imagens e Espectroscopia in vivo por Ressonância Magnética (CIERMag) do Instituto de Física de São Carlos (IFSC/USP), está oferecendo 1 (uma) bolsa de Treinamento Técnico nível 4, financiada pela FAPESP, vinculada ao Auxílio à Pesquisa Regular “Desenvolvimento de procedimentos de análise de imagens para avaliar características físicas, químicas e fisiológicas de sementes e plântulas”, para realizar trabalhos com desenvolvimento de software.

O objetivo será o desenvolvimento de sistemas computadorizados para avaliação do vigor de sementes, com base em atributos morfológicos de plântulas. Preliminarmente, serão realizados testes para definição de padrões de aquisição de imagens e de algoritmos de processamento de imagens. Com base no desenvolvimento de algoritmos de pré-processamento e de segmentação automática, serão identificadas as partes das plântulas para o cálculo de índices numéricos que serão relacionados com o vigor do lote de sementes. Na etapa final será desenvolvida a interface de usuário e testes para validação e correção de erros dos sistemas.

Detalhes da bolsa

Duração: 24 meses (1 setembro 2019 a 31 agosto 2021);
Remuneração mensal (Bolsa TT-4): R$ 3.104,80;
Carga horária: 40 horas semanais (horário comercial);

Local de trabalho: CIERMag/IFSC/USP (São Carlos, SP, Brasil).

Requisitos do candidato

– Graduado, especialista em Processamento de Imagens com pelo menos dois anos de experiência após a graduação ou título de mestrado na área correspondente e sem vínculo empregatício;
– Atendimento aos demais requisitos exigidos pela FAPESP (consulte: www.fapesp.br/3098).

Processo seletivo

Enviar, até o dia 19 de julho de 2019, para o e-mail francisco1@usp.br (A/C Francisco Guilhien Gomes Junior), os seguintes documentos:

– Histórico escolar de graduação e comprovante de experiência ou histórico escolar de graduação e de Mestrado;
– Carta de motivação (no máximo meia página) e curriculum vitae.

Os candidatos pré-selecionados serão convidados para entrevista após o dia 21 de julho de 2019, no CIERMag/IFSC/USP em São Carlos, SP, Brasil. Candidatos distantes poderão ser entrevistados via videoconferência.

Assessoria de Comunicação – IFSC/USP

Inscrições – “Prêmio Ciência e Tecnologia – São Carlos 2019”

Estão abertas até dia 09 de agosto próximo as inscrições para o Prêmio Ciência e Tecnologia de São Carlos 2019, baseado na Lei Municipal 12.618/2000, sob os auspícios da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, Ciência, Tecnologia e Inovação.

As inscrições podem ser realizadas em uma das cinco modalidades de premiação: Pesquisador Sênior, Jovem Pesquisador, Professor de Ciências, Clube de Ciências da Rede Estadual e Jovem Cientista São-carlense.

Para concorrer ao prêmio de Pesquisador Sênior o interessado deve ter mais de 40 anos, devendo ser reconhecido pelos seus trabalhos científicos, de alto nível, sua dedicação à formação de recursos humanos e sua interação e envolvimento com o desenvolvimento científico do País.

Já para concorrer na modalidade Jovem Pesquisador é necessário ter no máximo 40 anos e ser reconhecido pelo seu trabalho científico inovador e contribuição à ciência.

Na modalidade Professor de Ciências poderão se inscrever professores do ensino fundamental das redes municipal, estadual e particular de ensino, sendo necessário apresentar uma monografia que deverá abordar como ensinar ciências, sua contribuição será analisada pelo caráter inovador da proposta.

Na modalidade Clube de Ciências da Rede Estadual de Ensino será reconhecido o que apresentar o melhor trabalho, monografia ou projeto, e sua contribuição será analisada pelo caráter inovador da proposta.

Para concorrer ao prêmio de Jovem Cientista São-carlense é necessária a indicação pelo professor responsável e apresentação do projeto desenvolvido. O jovem cientista será reconhecido pelo destaque em aprendizado em Ciências.

Inscrições

As inscrições para qualquer uma das cinco modalidades poderão ser feitas até o dia 9 de agosto. Para as modalidades Pesquisador Sênior e Jovem Pesquisador as inscrições deverão ser feitas pelas universidades, institutos de pesquisa ou associações de classe, não sendo permitida a inscrição individual. As inscrições para essas modalidades poderão ser realizadas via e-mail (jose.tundisi@saocarlos.sp.gov.br)ou diretamente na sede da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, Ciência, Tecnologia e Inovação, localizada na rua Itália, 756, na Vila Prado.

Para Professor de Ciências das escolas municipais e particulares as inscrições, com indicações das escolas, deverão ser feitas via e-mail orlando.mengatti@saocarlos.sp.gov.brou na Secretaria Municipal de Educação, localizada na rua 13 de Maio, 2.000, no centro.

Os professores de ciências da rede estadual e Clubes de Ciências deverão fazer as inscrições via e-mail DESCL@educacao.sp.gov.brou diretamente na Delegacia Regional de Ensino, localizada na rua Conselheiro Joaquim Delfino, 180, Jardim Centenário.

A lista com o nome dos premiados será divulgada no dia 30 de setembro. Os premiados receberão um diploma da Câmara Municipal e uma placa comemorativa referente ao Prêmio da Prefeitura Municipal de São Carlos. A data da solenidade ainda será definida.

Vencedores 2018

Três pesquisadores seniores foram premiados com o Prêmio Ciência – Tecnologia São Carlos 2018: Elson Longo da Silva (professor titular do Departamento de Química da UFSCar), Glaucius Oliva (Professor Titular do IFSC/USP) e Paulo Estevão Cruvinel (pesquisador da EMBRAPA Instrumentação Agropecuária).

Na modalidade Jovem Pesquisador, receberam a premiação Márcio Weber Paixão (docente do Departamento de Química da UFSCar) e Frank Nelson Crespilho (docente do Instituto de Química de São Carlos da USP).

Já na categoria Professor de Ciências, a vencedora foi Bárbara Daniele Guedes Rodrigues, docente da Escola Estadual Sebastião de Oliveira Rocha, com o Projeto “Análise do Consumo Médio de Água das Torneiras Automáticas do SOR”.

O Clube de Ciência vencedor foi dirigido pela Diretoria Regional de Ensino de São Carlos e Região e o Centro de Pesquisa em Óptica e Fotônica do Instituto de Física de São Carlos (CEPOF/IFSC), tendo vencido com o tema: “Clubes de Ciências: despertando jovens estudantes para o prazer da ciência, por investigação e participação em eventos científicos”.

Assessoria de Comunicação – IFSC/USP

Tecnologias quânticas baseadas em spins de estado sólido

Com o tema Quantum technologies based on solid state spins at room temperature, o IFSC/USP realizou, no dia 12 de junho, mais uma edição do programa Café com Física, com a participação do docente e pesquisador de nosso Instituto, Prof. Sérgio Muniz, tendo sido apresentados alguns dos sistemas atualmente estudados no Laboratório de Tecnologias Quantum, com ênfase em sistemas operando à temperatura ambiente.

O palestrante promoveu a discussão sobre a física e propriedades relevantes dos Centros de Vacância de Nitrogênio (NV) no diamante, um sistema com um enorme potencial para muitas aplicações práticas em tecnologias e nanosensing, tendo enfatizado que suas metas de pesquisa com este sistema incluem processamento de informação quântica, sensoriamento quantum e estudo do comportamento de nanomáquinas (nanoengines) para produção de energia (no âmbito da termodinâmica).

Assessoria de Comunicação – IFSC/USP

IFSC EM PROL DA SOCIEDADE

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