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Diretor do IFSC/USP é eleito membro titular da Comissão de Orçamento e Patrimônio (COP) da USP

No decurso da 1051ª Sessão Ordinária do Conselho Universitário da Universidade de São Paulo, realizada no passado dia 24 de fevereiro, o Diretor do Instituto de Física de São Carlos (IFSC/USP), Prof. Dr. Adriano Defini Andricopulo, foi eleito, com a maior votação, membro titular da Comissão de Orçamento e Patrimônio (COP) da USP para um mandato de dois anos.

A COP, cuja presidência passa a ser exercida pela Prof.ª Dr.ª Marly Babinski (IGc), é um órgão importante no âmbito da gestão da Universidade de São Paulo, sendo responsável por analisar e orientar decisões relacionadas ao orçamento e aos bens da universidade.

Como principais atribuições, a COP tem a responsabilidade de analisar a proposta de orçamento anual, da USP antes da aprovação final, acompanhar a execução financeira, opinar sobre o uso de recursos, avaliar todas as questões patrimoniais, emitir pareceres técnicos e recomendações que ajudem o Conselho Universitário a tomar decisões nos âmbitos administrativo e financeiro, e acompanhar projetos e/ou políticas da USP que possam impactar o orçamento ou o patrimônio institucional.

Além do Prof. Dr. Adriano Defini Andricopulo, compõem a COP os seguintes membros:

Prof.ª Dr.ª Anna Helena Reali Costa (EP) – Suplente da Presidência;

Prof. Dr. Giuseppe Alexandre Romito (FO);

Prof. Dr. Ricardo Pinto da Rocha (IB);

Prof. Dr. Umberto Cesar Corrêa (EEFE);

Representação Discente:

Titular: Juliana Lopes Chaves Fiorese (IRI);

Suplente: Vinicius Alvarenga e Veiga (FD);

Suplentes:

Prof. Dr. Ricardo Gariba Silva (FORP);

Prof. Dr. Carlos Pelleschi Taborda (ICB);

Prof. Dr. Eduardo Siegle (IO);

É um orgulho imenso para o IFSC/USP contar com a participação e a expertise de seu Diretor em tão importante órgão de gestão da Universidade de São Paulo.

Assessoria de Comunicação – IFSC/USP

Reitor da USP designa a Profª Drª Ana Paula Ulian de Araújo (IFSC/USP) como membro titular do Conselho Editorial da EDUSP

O Reitor da Universidade de São Paulo (USP), Prof. Dr. Aluísio Augusto Cotrim Segurado, designou como membro titular do Conselho Editorial da Universidade a docente e pesquisadora do IFSC/USP, Profª Drª Ana Paula Ulian de Araújo, com mandato coincidente com o do Reitor a partir do dia 06 de março do corrente ano.

Foram igualmente designados para o Conselho Editorial da EDUSP os Profs. Drs. José Roberto Castilho Piqueira (EP), Martin Grossmann (ECA) e Maria Hermínia Brandão Tavares de Almeida (FFLCH), que exercerá o cargo de Presidente do citado Conselho.

Fundada em 1962, atuou como coeditora durante quase trinta anos. Seu departamento editorial foi criado apenas em 1988, quando se iniciaram os trabalhos de seleção e publicação de seus próprios títulos. Desde então, lançou mais de 2000 livros e alcançou um elevado padrão editorial, estabelecendo uma identidade única e definindo novos parâmetros para a publicação acadêmica no país. A excelência de seus esforços fez com que recebesse importantes prêmios ao longo dos anos e se tornasse referência pela qualidade acadêmica, editorial e gráfica de sua produção.

Com a missão de estimular e promover o desenvolvimento do ensino e da pesquisa, a EDUSP dedica-se à publicação de obras relevantes em todas as áreas de conhecimento, destacando-se pela produção científica da própria Universidade de São Paulo, sem, no entanto, se limitar a ela.

A Edusp busca, assim, atender estudantes, professores e pesquisadores, mas também o público geral, difundindo para além da academia o conhecimento nela produzido. Fazem parte do catálogo desde livros didáticos até pesquisas de ponta, de obras clássicas a teorias científicas contemporâneas, nacionais e internacionais, bem como estudos sobre os mais representativos escritores e artistas brasileiros.

Como está organizada a Editora da Universidade de São Paulo – EDUSP:

Diretora-presidente
Carlota Boto

Editora-Assistente
Carla Fernanda Fontana

Divisão Editorial
Cristiane Tonon Silvestrin

Divisão Comercial
Márcio Pelozio

Divisão Administrativa
Luiz Carlos Corrêa Santana

Divisão de Marketing
Kaio Cassio

Seção Técnica de Informática
Mardey Willian Argolo

Comissão Editorial

Presidente
Maria Hermínia Brandão Tavares de Almeida

Vice-Presidente
Clodoaldo Grotta Ragazzo

Membros
Ana Paula Ulian de Araujo
José Roberto Castilho Piqueira
José Tavares Correia de Lira
Martin Grossmann
Merari de Fátima Ramires Ferrari

Suplentes
Chao Yun Irene Yan
Flávio Ulhoa Coelho
Pablo Ortellado

O IFSC/USP manifesta sua satisfação e orgulho ao constatar mais um cargo de vital importância na nova gestão da USP, através da participação da Profª Drª Ana Paula Ulian de Araújo.

Assessoria de Comunicação – IFSC/USP

Prof. Dr. Euclydes Marega Junior (IFSC/USP) passa a integrar a Comissão Especial de Regimes de Trabalho (CERT) da USP

O docente e pesquisador do IFSC/USP, Prof. Dr. Euclydes Marega Junior, passa a integrar a Comissão Especial de Regimes de Trabalho (CERT) da USP, comissão essa que se encontra prevista no Inciso XI do Artigo 34º do Estatuto da USP, cuja missão é fiscalizar os regimes de trabalho do corpo docente da USP.

A CERT trata de ingressos, reingressos, permanências, exclusões, licenças, afastamentos, credenciamento para atividades simultâneas, transferências, nomeações, contratos, renovações de contratos e alterações de regimes de trabalho do pessoal docente da Universidade.

Confira abaixo a composição da CERT:

*Profa. Dra. Maria Lucia Zaidan Dagli (FMVZ) – (Presidente);

*Profa. Dra. Sonia Maria Vanzella Castellar (FE) – (Vice-Presidente);

*Profa. Dra. Sheila Walbe Ornstein (FAU);

*Prof. Dr. Antonio Domingues de Figueiredo (EP);

*Prof. Dr. Claudimir Lucio do Lago (IQ);

*Prof. Dr. Victor Elias Arana Chavez (FO);

*Prof. Dr. Euclydes Marega Junior (IFSC);

*Profa. Dra. Regina Szylit (EE);

*Prof. Dr. Luis Eduardo Aranha Camargo (ESALQ);

*Profa. Dra. Adriana Backx Noronha Viana (FEA);

*Prof. Dr. Roberto Marcondes Cesar Junior (IME);

*Profa. Marta Teresa da Silva Arretche (FFLCH);

*Prof. Dr. Eduardo Melani Rocha (FMRP).

Com mais esta importante designação, o IFSC/USP consolida agora a sua posição de destaque, contribuindo assim para os novos rumos implementados pela nova gestão da USP.

Assessoria de Comunicação – IFSC/USP

Luz verde pode ajudar a tratar infecções graves nos olhos – Combatendo um problema difícil de resolver

(Créditos – “Valley Eyecare Center”)

Uma pesquisa realizada por cientistas brasileiros indica que uma técnica que combina um corante especial e luz verde pode ajudar no combate a infecções graves nos olhos. O método mostrou resultados promissores contra fungos que atacam a córnea — a parte transparente localizada na frente do olho — e que, em muitos casos, podem levar à perda de visão.

Essas infecções são conhecidas como ceratites infecciosas, um problema de saúde ocular que pode surgir após traumas no olho, uso inadequado de lentes de contato ou contato com água e objetos contaminados. Em situações mais graves, a doença pode provocar cicatrizes na córnea, dor intensa e até cegueira.

Um problema difícil de tratar

As infecções oculares causadas por fungos representam um grande desafio para os médicos. Os tratamentos atuais utilizam colírios antifúngicos, mas muitas vezes o resultado não é o esperado. Em alguns casos, o paciente precisa passar por procedimentos mais invasivos, como transplante de córnea.

Entre os fungos que costumam causar esse tipo de infecção estão microrganismos presentes no solo, na água e em plantas. Eles podem entrar no olho após pequenos ferimentos, arranhões ou contaminação das lentes de contato.

As doenças relacionadas a esses fungos incluem, principalmente:

*Ceratite fúngica – infecção da córnea causada por fungos, que pode provocar dor, vermelhidão, sensibilidade à luz e perda da visão;

*Infecções oculares associadas ao uso de lentes de contato, quando microrganismos se proliferam na superfície do olho;

*Infecções corneanas após traumas, comuns em trabalhadores rurais ou pessoas que tiveram contato com plantas, madeira ou terra;

Como funciona a nova técnica

Para tentar melhorar o tratamento dessas infecções, os pesquisadores testaram uma abordagem baseada na ativação de um corante chamado “Rosa Bengala” por meio de luz verde.

O procedimento funciona de maneira relativamente simples: primeiro o corante entra em contato com o microrganismo. Depois, quando é iluminado pela luz verde, ele produz substâncias que atacam e danificam as células dos fungos, impedindo que continuem se multiplicando.

Esse processo é conhecido como terapia fotodinâmica, um tipo de tratamento que utiliza luz para potencializar a ação de determinadas substâncias.

Para realizar o experimento, os cientistas desenvolveram um equipamento especial que emite luz verde e aplicaram a técnica em amostras de fungos isolados de pacientes com infecções na córnea.

Os resultados indicaram que a combinação entre o corante e a luz conseguiu reduzir significativamente o crescimento de vários fungos importantes, responsáveis por muitos casos de ceratite.

Entre os microrganismos que responderam bem ao tratamento estão alguns dos principais causadores de infecções oculares no Brasil. Em certos casos analisados em laboratório, o crescimento dos fungos foi praticamente interrompido.

Prof. Dr. Jarbas Caiado Neto (IFSC/USP) – (Arquivo pessoal)

Isso significa que, no futuro, o método poderá ser utilizado como uma alternativa ou complemento aos medicamentos tradicionais, principalmente quando os tratamentos atuais não conseguem controlar a infecção.

Apesar dos resultados positivos, os pesquisadores observaram que nem todas as espécies de fungos foram afetadas pela técnica. Alguns microrganismos continuaram se desenvolvendo mesmo após a aplicação do método, o que indica que a eficácia do tratamento pode variar dependendo do tipo de infecção.

Por isso, ainda serão necessários novos estudos para entender quais casos podem se beneficiar mais dessa abordagem.

Um caminho para novos tratamentos

Embora o estudo tenha sido realizado em laboratório, os resultados reforçam o potencial da terapia baseada em luz como uma nova ferramenta no tratamento de doenças oculares infecciosas.

Se pesquisas futuras confirmarem sua eficácia em pacientes, a técnica poderá ajudar a reduzir complicações graves, evitar cirurgias e preservar a visão de pessoas afetadas por infecções na córnea.

Especialistas destacam que, em doenças oculares, o diagnóstico precoce e o tratamento rápido são essenciais para evitar danos permanentes à visão. Assim, novas alternativas terapêuticas podem representar um avanço importante para a oftalmologia.

Para o docente e pesquisador do Instituto de Física de São Carlos (IFSC/USP), Prof. Dr. Jarbas Caiado Neto, esta pesquisa tem potencial para salvar a visão de milhares de brasileiros. “O nosso laboratório no Grupo de Óptica do IFSC/USP vem perseguindo técnicas ópticas para curar doenças na córnea antes não curadas. No passado, desenvolvemos de forma inédita a técnica de CrossLink para curar problemas de bioelasticidade da córnea, que resulta na doença do ceratocone. A técnica de CrossLink que desenvolvemos tornou-se padrão mundial nesse tipo de tratamento. Essa técnica de Rosa Bengala, que agora estamos desenvolvendo, também tem potencial para se tornar um padrão mundial no tratamento de ceratites, doença essa que facilmente leva à cegueira”, sublinha o pesquisador.

A expectativa dos pesquisadores é que, com o avanço dos estudos clínicos, tecnologias semelhantes possam integrar o arsenal de tratamentos disponíveis para combater infecções oculares que hoje ainda representam um grande desafio para a medicina.

Confira AQUI o artigo científico publicado na revista internacional “Cornea – The Journal of Cornea and External Disease”.

(Créditos de imagem na chamada da home – Infinite Vision Care And Laser Centre”)

Rui Sintra – Assessoria de Comunicação – IFSC/USP

IFSC EM PROL DA SOCIEDADE

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