Estudo brasileiro apresenta novos esclarecimentos sobre estrutura matemática de derivadas singulares com aplicações na física

Pesquisadores do Instituto de Física de São Carlos (IFSC/USP) e da Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (UNILAB) apresentaram novos esclarecimentos sobre um problema matemático fundamental presente em diferentes áreas da física, como eletrostática e elasticidade, num estudo que foi publicado na “Revista Brasileira de Ensino de Física” O trabalho investiga a chamada estrutura […]

Estudo brasileiro apresenta novos esclarecimentos sobre estrutura matemática de derivadas singulares com aplicações na física

Pesquisadores do Instituto de Física de São Carlos (IFSC/USP) e da Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (UNILAB) apresentaram novos esclarecimentos sobre um problema matemático fundamental presente em diferentes áreas da física, como eletrostática e elasticidade, num estudo que foi publicado na “Revista Brasileira de Ensino de Física” O trabalho investiga a chamada estrutura […]

EVENTOS

NOTÍCIAS

Responsáveis pela Comissão de Graduação do IFSC visitam Pró-Reitoria de Graduação da USP

Profs. Drs. Valmor Roberto Mastelaro, Marcos Garcia Neira, João Renato Muniz e Paulo Takeo Sano (Créditos PRG/USP)

Desde 20 de fevereiro do corrente ano, o Instituto de Física de São Carlos (IFSC/USP) iniciou um novo ciclo administrativo que se prolongará até o ano de 2030, reafirmando seu compromisso com o diálogo institucional, a transparência e a construção de soluções colaborativas.

Nesse sentido, os Prof. Drs. João Renato Carvalho Muniz e Valmor Roberto Mastelaro, respectivamente Presidente e Vice-Presidente da Comissão de Graduação do IFSC/USP, visitaram no dia 19 deste mês de março os Profs. Drs. Marcos Neira e Paulo Sano, Pró-Reitor e Pró-Reitor Adjunto de Graduação da USP, para apresentação institucional da Unidade e alinhar pautas estratégicas, no sentido de fortalecer vínculos, promover a cooperação e contribuir para o desenvolvimento contínuo da Universidade de São Paulo.

O Prof. Dr. Marcos Garcia Neira é Professor Titular da Universidade de São Paulo, onde atua como Pró-Reitor Adjunto de Graduação. Licenciado em Educação Física e em Pedagogia, é Mestre e Doutor em Educação, com Pós-Doutorado em Currículo e Livre-Docência em Metodologia do Ensino.

Foi Diretor da Faculdade de Educação entre 2018 e 2022, e atualmente leciona nos cursos de graduação e pós-graduação da instituição. Coordena o Grupo de Pesquisas em Educação Física Escolar (www.gpef.fe.usp.br), desenvolvendo estudos sobre currículo e ensino da Educação Física.

O Prof. Dr. Paulo Takeo Sano é biólogo, com bacharelado e licenciatura em Ciências Biológicas pela Universidade de São Paulo (1991). Advogado, com bacharelado em Direito pela Universidade de São Paulo (2023).

Obteve seus títulos de Mestre e de Doutor em Ciências Biológicas (Botânica) também pela USP (1993, 1999), realizando, em seguida, pós-doc no Royal Botanical Gardens, Kew (1999).

É professor titular do Departamento de Botânica da USP; atua e orienta na pós-graduação em duas linhas de pesquisa: Sistemática de Fanerógamas, com ênfase em diversidade e evolução de monocotiledôneas; e Ensino de Ciências, em particular, Educação em Biodiversidade, Botânica, e Formação de Professores.

É coordenador do Grupo Cajuí: Coprodução do Conhecimento, Sustentabilidade e Educação em Biodiversidade, trabalhando em coprodução com o povo que habita os quilombos e os campos rupestres brasileiros.

Assessoria de Comunicação – IFSC/USP

Responsáveis pela Comissão de Pesquisa e Inovação do IFSC/USP visitam Pró-Reitora de Pesquisa e Inovação

Profs. Drs. Daniel Varela Magalhães, Maria Helena Palucci Marziale e Ana Paula Ulian de Araújo

O Presidente de Comissão de Pesquisa (CPq) do IFSC/USP, Prof. Dr. Daniel Varela Magalhães, e a Vice-Presidente da mesma Comissão, Profª Drª Ana Paula Ulian de Araujo, deslocaram-se no dia 19 deste mês de março à Pró-Reitoria de Pesquisa e Inovação da USP, onde apresentaram cumprimentos à nova Pró-Reitora, Profª Drª Maria Helena Palucci Marziale.

Na circunstância, os responsáveis pela Comissão de Pesquisa e Inovação do IFSC/USP expuseram as características do Instituto e colocaram-se à disposição da Pró-Reitoria para colaborar na dinâmica da nova gestão e nos projetos futuros, tendo convidado a nova Pró-Reitora a visitar o IFSC/USP em data oportuna.

A Profª Drª Maria Helena Palucci Marziale é Bacharel em Enfermagem (EERP/USP), Especialista em administração hospitalar (Univ. São Camilo), mestre em Ciências – Psicobiologia (FFCLRP) e doutora Ciências – Enfermagem (EERP), aperfeiçoamento em Ergonomia pelo CNAM (França).

Professora Titular da EERP é responsável por disciplinas na graduação e pós-graduação. Sua atuação acadêmica é focada em Saúde do Trabalhador, Ergonomia e Gestão em editoração científica.

É Pesquisadora 1A do CNPq, coordena a Red Internacional de Enfermería en Salud Ocupacional (REDENSO Internacional) e é Líder do Núcleo de Estudos Saúde e Trabalho (NUESAT/USP).

Coordenou 26 projetos de pesquisas e publicou 220 artigos científicos. Orientou 25 doutores, 17 mestres e 37 estudantes de Iniciação Científica. Sua produção intelectual busca a sustentabilidade e a melhoria das condições psicossociais no trabalho, alinhada aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU (ODS 3,4,8,17). Assessora da CAPES, CNPQ e Fundações de Amparo a Pesquisas de vários estados para avaliação de pesquisas e participou em várias comissões de elaboração de critérios de avaliação para produção científica da área de Enfermagem na CAPES.

Na gestão universitária, possui uma trajetória de liderança, tendo ocupado cargos de Diretora da EERP/USP, Assessora Técnica I da Reitoria e coordenadora do Escritório Alumni USP, Membro da Comissão de Avaliação Docente (CAD/USP), Chefe de Departamento (EERP), atuando também na gestão de Comissão de Cultura e Extensão Universitária e em Programa de Pós-graduação da Unidade, foi membro do Conselho Gestor do Campus USP/RP e a sua experiência estende-se à gestão hospitalar, com participação nos conselhos gestores do Hospital das Clínicas da FMRP/USP e de outros três hospitais de Ribeirão Preto.

É reconhecida na área de editoração científica e enfermagem ocupacional.

Atualmente, coordena a coleção de revistas REVENF/SciELO, Diretora de Publicações da Associação Brasileira de Enfermagem, membro do Comitê de Avaliação de Periódicos LILACS/OPAS, membro da Comissão de avaliação de revistas de enfermagem na Biblioteca Virtual de Saúde-Enfermagem BVSE/OPAS, Editora Emérita da Revista Latino-Americana de Enfermagem, Editora Associada da Revista Brasileira de Saúde Ocupacional e é membro do corpo editorial de mais de uma dezenas de revistas internacionais e nacionais.

Integra órgãos estratégicos como o Conselho Executivo da Asociación Internacional de Facultades de Enfermería (ALADEFE) e sua contribuição em políticas públicas é registrada por participações enquanto colaboradora convidada do Ministério da Saúde na elaboração do Programa Nacional de Atenção Integral à saúde dos trabalhadores do SUS e como membro da Comissão Coordenadora de elaboração do Plano de Ensino do Município de Ribeirão Preto.

Assessoria de Comunicação – IFSC/USP

Pesquisadores do IFSC/USP desenvolvem sensor mais eficiente e estável para detecção de ozônio no ar

Sistema de gás em laboratório do IFSC/USP

Após pesquisadores do IFSC/USP e da Universitat Rovira i Virgili, na Espanha, terem desenvolvido em 2025 um sensor flexível capaz de detectar poluentes atmosféricos, especialmente o dióxido de nitrogênio (NO2), agora surgiu a oportunidade de se desenvolver um novo tipo de sensor capaz de identificar a presença de ozônio no ar com maior eficiência e estabilidade. A tecnologia pode contribuir para o monitoramento da qualidade do ar e para a prevenção de problemas ambientais e de saúde causados pela poluição atmosférica.

O docente e pesquisador do IFSC/USP, Prof. Dr. Valmor Roberto Mastelaro que coordenou este estudo publicado recentemente na revista científica “Chemosensors”, enfatiza o fato de que o ozônio presente na atmosfera em níveis elevados é considerado um poluente prejudicial. A exposição prolongada pode causar irritação nos olhos e nas vias respiratórias, além de agravar doenças pulmonares. Por isso, sistemas capazes de detectar pequenas quantidades desse gás são fundamentais para o controle da qualidade do ar em ambientes urbanos e industriais.

No estudo, os cientistas criaram um sensor formado por camadas de nanomateriais de óxido de grafeno reduzido (rGO) e óxido de zinco (ZnO) organizadas de forma estratégica. Essa estrutura funciona como uma espécie de “sanduíche” que protege um dos componentes mais sensíveis do dispositivo. Essa proteção evita que o material seja danificado pelo próprio ozônio durante a detecção, problema comum em sensores a base de rGO para detecção de O3.

Os testes mostraram que o dispositivo consegue detectar concentrações muito pequenas de ozônio no ar. Além disso, apresentou boa capacidade de distinguir esse gás de outros poluentes comuns, como monóxido de carbono, amônia e dióxido de nitrogênio.

Prof. Dr. Valmor Mastelaro (IFSC/USP)

Outro ponto positivo observado foi a estabilidade do sensor. Durante os experimentos, não foram identificados sinais de desgaste ou degradação do material, indicando que o método de fabricação adotado pode aumentar a durabilidade do equipamento.

Segundo os pesquisadores, a nova tecnologia pode ajudar no desenvolvimento de sistemas mais precisos de monitoramento ambiental. Sensores desse tipo podem ser utilizados em estações de medição da qualidade do ar, em áreas industriais ou até em dispositivos portáteis voltados ao controle da poluição.

O avanço também abre caminho para novas pesquisas que buscam tornar os sensores de gases cada vez mais sensíveis, confiáveis e acessíveis, ampliando as possibilidades de aplicação em diferentes setores.

Sobre esta pesquisa, o Prof. Dr. Valmor Mastelaro comenta que o sensor à base de ZnO-rGO-ZnO na estrutura de “sanduiche” foi desenvolvido para solucionar o problema da oxidação e degradação do rGO quando exposto ao gás ozônio, processo chamado de ozonolise. “Ao nosso conhecimento, apenas três sensores a base de rGO-ZnO para detecção de O3 foram reportados antes devido a esse problema da degradação do sensor, sendo dois deles do nosso grupo de pesquisa. Com isso, a metodologia desenvolvida abre caminho para a fabricação de novos sensores à base de óxidos metálicos e rGO para a detecção de O3, evitando o processo de ozonólise – reação com ozônio que quebra ligações duplas em moléculas orgânicas”, pontua o cientista.

Além do Prof. Dr. Valmor Mastelaro, assinam esta pesquisa os pesquisadores – Rayssa Silva Correia, Amanda Akemy Komorizono, Julia Coelho Tagliaferro e Natalia Candiani Simões Pessoa, um trabalho que contou com o apoio da FAPESP.

Para conferir o estudo original, clique AQUI.

Rui Sintra – Assessoria de Comunicação – IFSC/USP

Diretor do IFSC/USP é eleito membro titular da Comissão de Orçamento e Patrimônio (COP) da USP

No decurso da 1051ª Sessão Ordinária do Conselho Universitário da Universidade de São Paulo, realizada no passado dia 24 de fevereiro, o Diretor do Instituto de Física de São Carlos (IFSC/USP), Prof. Dr. Adriano Defini Andricopulo, foi eleito, com a maior votação, membro titular da Comissão de Orçamento e Patrimônio (COP) da USP para um mandato de dois anos.

A COP, cuja presidência passa a ser exercida pela Prof.ª Dr.ª Marly Babinski (IGc), é um órgão importante no âmbito da gestão da Universidade de São Paulo, sendo responsável por analisar e orientar decisões relacionadas ao orçamento e aos bens da universidade.

Como principais atribuições, a COP tem a responsabilidade de analisar a proposta de orçamento anual, da USP antes da aprovação final, acompanhar a execução financeira, opinar sobre o uso de recursos, avaliar todas as questões patrimoniais, emitir pareceres técnicos e recomendações que ajudem o Conselho Universitário a tomar decisões nos âmbitos administrativo e financeiro, e acompanhar projetos e/ou políticas da USP que possam impactar o orçamento ou o patrimônio institucional.

Além do Prof. Dr. Adriano Defini Andricopulo, compõem a COP os seguintes membros:

Prof.ª Dr.ª Anna Helena Reali Costa (EP) – Suplente da Presidência;

Prof. Dr. Giuseppe Alexandre Romito (FO);

Prof. Dr. Ricardo Pinto da Rocha (IB);

Prof. Dr. Umberto Cesar Corrêa (EEFE);

Representação Discente:

Titular: Juliana Lopes Chaves Fiorese (IRI);

Suplente: Vinicius Alvarenga e Veiga (FD);

Suplentes:

Prof. Dr. Ricardo Gariba Silva (FORP);

Prof. Dr. Carlos Pelleschi Taborda (ICB);

Prof. Dr. Eduardo Siegle (IO);

É um orgulho imenso para o IFSC/USP contar com a participação e a expertise de seu Diretor em tão importante órgão de gestão da Universidade de São Paulo.

Assessoria de Comunicação – IFSC/USP

IFSC EM PROL DA SOCIEDADE

Alerta em fazendas leiteiras no Nordeste do Brasil com bactéria Streptococcus agalactiae provovando altos índices de mastite bovina

Um amplo mapeamento genético de Streptococcus agalactiae — bactéria associada à mastite bovina — revelou alta diversidade de linhagens circulando em rebanhos leiteiros do Nordeste brasileiro, além da presença de genes ligados à resistência a antibióticos importantes na prática veterinária. Os dados reforçam o alerta para vigilância sanitária e uso mais criterioso de antimicrobianos na […]

Em poucos minutos – Sensor biodegradável detecta presença de agrotóxicos em alimentos

Pesquisadores do IFSC/USP, em colaboração com colegas da Embrapa Instrumentação, Instituto de Química de São Carlos (IQSC/USP) e da Universidade Federal de Viçosa (MG), desenvolveram um sensor flexível e biodegradável capaz de identificar resíduos de agrotóxicos diretamente na superfície de frutas, verduras e até em amostras de água e saliva. A tecnologia, que pode ser […]

Estudo revela como quimioterápicos afetam células do coração e o que isso pode mudar para pacientes

Medicamentos essenciais no combate ao câncer, a doxorrubicina e a vincristina salvam vidas todos os dias. Mas também carregam um desafio conhecido pelos médicos: em alguns casos, podem provocar danos ao coração. Uma nova pesquisa publicada na revista científica “Langmuir” – da American Chemical Society (ACS), da autoria de pesquisadores da Universidade de Antioquia (Colômbia) […]

Pesquisadores descobrem enzimas que ajudam antibióticos a vencer bactéria resistente

Cientistas do IFSC/USP e UNESP descobriram duas enzimas capazes de “quebrar” a proteção de uma bactéria perigosa e, com isso, fazer um antibiótico voltar a funcionar melhor. A pesquisa traz uma nova esperança no combate a infecções difíceis de tratar, tanto em pessoas quanto em animais. A bactéria estudada é a Staphylococcus aureus, responsável por […]