Mês das Cores: Maio Amarelo

Postagem de notícias no Acontece na Biblioteca

A Biblioteca do IFSC apresenta os artigos científicos produzidos pelos seus docentes e pesquisadores que foram identificados como mais citados (Highly Cited Papers) no bimestre Jan./Fev. de 2024 pela Essential Science Indicators, um dos produtos de citação da agência Clarivate Analytics/Thomson Reuters. Lembramos que o acesso ao texto completo é liberado para comunidade USP ou quem tem acesso ao Portal CAPES.
Para mais informações: sbiprod@ifsc.usp.br
ÁREA: Biology & Biochemistry
ÁREA: Chemistry
Emergence of complexity in hierarchically organized chiral particles
Folding of xylan onto cellulose fibrils in plant cell walls revealed by solid-state NMR
Molecular docking and structure-based drug design strategies
The past and the future of Langmuir and Langmuir-Blodgett films
Plasmonic biosensing: focus review
ÁREA: Clinical Medicine
Features of third generation photosensitizers used in anticancer photodynamic therapy: Review
ÁREA: Computer Science
Clustering algorithms: a comparative approach
ÁREA: Materials Science
ÁREA: Materials Science
SARS-CoV-2 infects the human kidney and drives fibrosis in kidney organoids
ÁREA: Neuroscience & Behavior
Mechanosensing is critical for axon growth in the developing brain
ÁREA: Pharmacology & Toxicology
ADMET modeling approaches in drug discovery
Approaches to advance drug discovery for neglected tropical diseases
ÁREA: Physics
Generalized geometric quantum speed limits
Multiple galactic sources with emission above 56 TeV detected by HAWC
The Kuramoto model in complex networks
The Pierre Auger Cosmic Ray Observatory
Towards understanding the origin of cosmic-ray positrons
ÁREA: Space Science
Multi-messenger observation s of a binary neutron star merger
Saiba mais: https://www.abcd.usp.br/apoio-
Regras para pagamento de Taxas de Publicação de Artigos (APCs) e Acordos Transformativos CAPES estão disponíveis aos autores e Instituições de Ensino Superior (IES)
O pagamento das taxas de processamento para publicação dos artigos científicos acontece a partir de contratos assinados pela CAPES com editoras científicas internacionais.
Não haverá repasse de recursos de forma individual diretamente para o pesquisador.
De acordo com a portaria, o APC tem como objetivo dar visibilidade e promover o acesso à produção científica e tecnológica nacional, além de assegurar a igualdade de oportunidades entre cientistas e garantir a divulgação de pesquisa de qualidade realizada no Brasil.
A Coordenação-Geral do Portal de Periódicos e Informação Científica da Diretoria de Programas e Bolsas no País da CAPES será responsável por avaliar e definir as instituições participantes, as editoras, os periódicos e os anais de eventos científicos nos quais poderão ser custeadas as APC.
As instituições participantes serão responsáveis por autenticar o vínculo institucional dos autores, quando necessário.
O conselho consultivo do Padict acompanhará a ação anualmente, conforme definido na Portaria n° 275/2023.
Saiba mais: https://www.abcd.usp.br/apoio-
Saiba mais: https://www.abcd.usp.br/
A Agência de Bibliotecas e Coleções Digitais (ABCD-USP) realizará na semana de 13 a 17 de maio de 2024 uma série de Apresentações de Produtos e Serviços de Fornecedores de Informação nacionais e internacionais.
A iniciativa tem como objetivo dar visibilidade e aprofundar os conhecimentos sobre Bases de Dados, Soluções, Serviços, Ferramentas, Plataformas, Coleções de Periódicos e eBooks oferecidos pelos principais fornecedores de informação científica e acadêmica.
A finalidade é disseminar informações sobre as opções de busca, pesquisa e acesso a artigos, livros, trabalhos e outros recursos de diversas fontes de informação.
A expectativa é alcançar o maior número de interessados entre docentes, bibliotecários, estudantes de graduação e pós-graduação, profissionais e especialistas que atuam nas mais diversas áreas de conhecimento.
Confira a Agenda: https://www.abcd.usp.

Comunicamos a assinatura dos periódicos da editora Thieme Medical Publishers, cujo período de acesso é do ano calendário de 2024.
| Periódicos Thieme | |
| Titulos | URL |
| Clinics in Colon and Rectal Surgery | https://www.thieme-connect. |
| Drug Research | https://www.thieme-connect. |
| Seminars in Neurology | https://www.thieme-connect. |
| Seminars in Respiratory and Critical Care Medicine | https://www.thieme-connect. |
| Seminars in Thrombosis and Hemostasis | https://www.thieme-connect. |
| Thrombosis and Haemostasis | https://www.thieme-connect. |
| Veterinary and Comparative Orthopaedics and Traumatology | https://www.thieme-connect. |

OpenAlex é uma base de dados bibliográfica totalmente aberta que indexa cerca de 250 milhões de trabalhos científicos, 90 milhões de autores, 100.000 instituições e 32.000 financiadores (dados de dezembro de 2023). Tem esse nome em referência à antiga Biblioteca de Alexandria.
OpenAlex depende de dados e infraestruturas abertas (notadamente Crossref, RoR, ORCID, DOAJ e Wikidata) e tecnologias avançadas como computação em nuvem e aprendizado de máquina para fornecer um gráfico de conhecimento acadêmico ligando publicações, seus autores, afiliações e financiamento, com metadados enriquecidos.
Todos os dados fornecidos pelo OpenAlex são abertos a todos, sem necessidade de registro e sob uma licença aberta que permite reutilização e modificação (licença CC0). OpenAlex é uma iniciativa recente, que está progredindo rapidamente na qualidade e riqueza da informação que oferece, graças, em particular, à sua abertura às contribuições da comunidade de pesquisa.

OpenAlex é mais do que apenas um catálogo de publicações de pesquisa. É feito um trabalho de desambiguação e conexão de trabalhos acadêmicos, autores, instituições, fontes e outras entidades. Em seguida, os dados e análises são oferecidos a partir de três canais diferentes, dependendo de suas necessidades:
No coração do OpenAlex está nosso conjunto de dados – um catálogo de trabalhos . Uma obra é qualquer tipo de produção acadêmica. Um artigo de pesquisa é um tipo de trabalho, mas existem outros, como conjuntos de dados, livros e dissertações. Acompanhamos esses trabalhos – seus títulos (e resumos e texto completo em muitos casos), quando foram criados, etc. Mas não é só isso que fazemos. Também acompanhamos as conexões entre esses trabalhos, encontrando associações por meio de itens como periódicos , autores , afiliações institucionais , citações, conceitos e financiadores .
Existem centenas de milhões de trabalhos por aí e dezenas de milhares de outros sendo criados todos os dias, por isso é importante que tenhamos estas relações para nos ajudar a dar sentido à investigação em grande escala.
OpenAlex agrega e padroniza dados de vários outros grandes projetos, como um rio alimentado por muitos afluentes. Nossas duas fontes de dados mais importantes são MAG e Crossref. Outras fontes chave incluem:
O site, a API e o instantâneo de dados estão disponíveis gratuitamente. Os dados são licenciados como CC0 , portanto seu uso e distribuição são gratuitos. Como organização sem fins lucrativos, tornar esses dados gratuitos e abertos faz parte da missão do OpenAlex.
Ser sustentável também faz parte dessa missão! A sustentabilidade depende das receitas provenientes de duas ofertas de valor agregado: assinantes pagos e serviços de consultoria.
Você pode começar a usar, explorar, baixar, compartilhar e analisar o OpenAlex imediatamente usando a caixa de pesquisa em openalex.org .
Para começar a usar a API ou o instantâneo completo dos dados, consulte a documentação técnica .
Para um vídeo passo a passo da interface da web, clique em Reproduzir abaixo:

Webinars sobre Open Alex: https://help.openalex.org/events/webinars
OpenAlex User Interface Walkthrough (Jan 2024)
Webinar: Using OpenAlex to understand your University’s research
Webinar: OpenAlex and VOSViewer: Uniting to enable free, easy, and high-quality research analytics
== REFERÊNCIA ==
Priem, J., Piwowar, H., & Orr, R. (2022). OpenAlex: um índice totalmente aberto de trabalhos acadêmicos, autores, locais, instituições e conceitos. ArXiv. https://arxiv.org/abs/2205.01833
Março é o mês dedicado às medidas de prevenção ao câncer colorretal, também conhecido como câncer de intestino, de cólon e/ou reto, o segundo tipo de câncer mais comum entre os brasileiros.
Confira https://www.marcoazul.org.br/ para mais informações!

BIMESTRE NOV/DEZ. DE 2023
A Biblioteca do IFSC apresenta os artigos científicos produzidos pelos seus docentes e pesquisadores que foram identificados como mais citados (Highly Cited Papers) no bimestre Nov/Dez. de 2023 pela Essential Science Indicators, um dos produtos de citação da agência Clarivate Analytics/Thomson Reuters. Lembramos que o acesso ao texto completo é liberado para comunidade USP ou quem tem acesso ao Portal CAPES.
Para mais informações: sbiprod@ifsc.usp.br
ÁREA: Biology & Biochemistry
ÁREA: Chemistry
Emergence of complexity in hierarchically organized chiral particles
Folding of xylan onto cellulose fibrils in plant cell walls revealed by solid-state NMR
Molecular docking and structure-based drug design strategies
The past and the future of Langmuir and Langmuir-Blodgett films
Plasmonic biosensing: focus review
ÁREA: Clinical Medicine
Features of third generation photosensitizers used in anticancer photodynamic therapy: Review
ÁREA: Computer Science
Clustering algorithms: a comparative approach
ÁREA: Materials Science
ÁREA: Molecular Biology & Genetics
SARS-CoV-2 infects the human kidney and drives fibrosis in kidney organoids
ÁREA: Neuroscience & Behavior
Mechanosensing is critical for axon growth in the developing brain
ÁREA: Pharmacology & Toxicology
ADMET modeling approaches in drug discovery
Approaches to advance drug discovery for neglected tropical diseases
ÁREA: Physics
Generalized geometric quantum speed limits
The Kuramoto model in complex networks
The Pierre Auger Cosmic Ray Observatory
Towards understanding the origin of cosmic-ray positrons
ÁREA: Space Science
Multi-messenger observations of a binary neutron star merger

Apresentamos aqui nossa agenda preliminar de treinamentos e apresentações online e/ou presenciais do 1º semestre de 2024. Os eventos são organizados e promovidos pela Agência de Bibliotecas e Coleções Digitais (ABDC-USP) em conjunto com os principais fornecedores de informação científica do mundo.
Os webinars têm como objetivo apresentar e aprofundar os conhecimentos sobre plataformas, soluções, produtos e serviços de informação científica e acadêmica.
Público-alvo: estudantes de graduação e pós-graduação, docentes e equipes de bibliotecas universitárias.
Todos os webinars são gratuitos e abertos.
== MARÇO ==
Webinar “Webinar new Grants Index na Web of Science”
Data: 15 de março de 2024
Horário: 12h
Inscrições: https://clarivatesupport.webex.com/weblink/register/r68bbd7c085f3aca96f2cda545d711d41
Webinar “Cortellis Drug Discovery Intelligence- Novidades em 2024”
Data: 22 de março de 2023
Horário: 10h
Inscrições: clique aqui
Webinar “Web of Science: garanta aqui a qualidade da sua pesquisa”
Data: 26/03/2024
Horário: 14h30
Inscrições: https://doity.com.br/web-of-science-26marco2024
Webinar “ScienceDirect: vá além na sua pesquisa com os textos completos e Mendeley para gerenciar suas referências e citações”
Data: 28 de março de 2024
Horário: 14h
Inscrições: https://elsevier.zoom.us/webinar/register/WN_ppGMn-CCQ8mPF0IjUDD8JA
== ABRIL ==
Webinar “Compendex: principal base de dados da Elsevier voltada para engenharia” (Webinar em inglês)
Data: 02 de abril de 2024
Horário: 10h
Inscrições: https://elsevier.zoom.us/webinar/register/WN_bKdZMnTiR_2nNH84gXMagQ
Webinar “Scopus: banco de dados de resumos e citações multidisciplinar, abrangente e confiável”
Data: 09 de abril de 2024
Horário: 10h
Inscrições: https://elsevier.zoom.us/webinar/register/WN_qZhIG3pYR7CXjq6-84VKyA#/registration
Webinar “Embase: pesquisa nas áreas Biomédica e de Saúde”
Data: 11 de abril de 2024
Horário: 10h
Inscrições: https://elsevier.zoom.us/webinar/register/WN_2YU6HPrnRWyO1FpY31XLZQ
Webinar “InCites: sua plataforma de prospecção de pesquisas e análises”
Data: 15 de abril de 2024
Horário: 14h30
Inscrições: https://doity.com.br/incites-15abr2024
Webinar “SciVal: prospecção de tendências de pesquisa e análise cientométrica”
Data: 22 de abril de 2024
Horário: 10h
Inscrições: https://elsevier.zoom.us/webinar/register/WN_E36uO7CUQ5CQ4N_4g9UwAA#/registration
Webinar “Onde publicar seu artigo? Dicas sobre seleção de revistas”
Data: 23 de abril de 2024
Horário: 10h
Inscrições: https://elsevier.zoom.us/webinar/register/WN_1wrT_nIrT6CfsoZ-Vh54Wg#/registration
Webinar “Teses e Dissertações: descubra tudo com o Proquest Dissertations & Thesis Citation Index”
Data: 25 de abril de 2024
Horário: 10h
Inscrições: https://doity.com.br/conhecendo-base-teses-dissertacoes-wos-25abr2024
Webinar “Soluções Clarivate para desenvolver sua estratégia de rankings”
Data: 30 de abril de 2024
Horário: 14h
Inscrições: https://clarivatesupport.webex.com/weblink/register/r346dadfef8faba50c85993c2be6107c7
Projetado para apoiar pesquisadores em todas as áreas do conhecimento, o I Curso de Outono em Escrita Científica da USP visa aprimorar as habilidades científico-acadêmicas de alunos de pós-graduação, pós-doutores, docentes e pesquisadores, além de alunos de graduação, em pesquisa básica e/ou aplicada.
Espera-se que os participantes otimizem suas potencialidades no desenvolvimento de pesquisa científica de alto nível, no estado-da-arte, através da adequada redação científica de artigos científicos internacionais.
Nessa nova edição, o curso traz 4 módulos que abordam desde a estrutura de artigos científicos, passando por linguagem e editoração, até temas atuais como a utilização de Inteligência Artificial no apoio à escrita.
O I Curso é promovido pelo Portal da Escrita Científica da USP São Carlos e será ministrado pelo prof. Valtencir Zucolotto.
Data: 17, 18, 24 e 25 de abril de 2024
Link para inscrições:https://www.even3.com.br/curso-de-outono-em-escrita-cientifica-2024

Durante a posse de Denise Pires de Carvalho, como presidente da CAPES, na terça-feira, 27 de fevereiro, na sede da Fundação, a gestora anunciou a conversão do contrato com a American Chemical Society (ACS), de 68 periódicos, de read only para read and publish, por um período de cinco anos. Com isso, a partir da data de hoje, milhares de professores e estudantes de todo o Brasil, atendidos pelo Portal de Periódicos da CAPES, terão acesso completo aos periódicos da ACS.
Denise ressaltou que o “Portal de Periódicos é o maior acervo digital do mundo em publicações acadêmicas”, e destacou que em 2024 a Fundação continuará a conduzir o processo para assinatura de acordos transformativos. A presidente lembrou que o movimento é essencial neste momento em que se debate a cultura do acesso aberto.
A partir deste ano, pesquisadores brasileiros poderão publicar seus artigos nos periódicos da ACS, em formato open access e sem qualquer custo, após a devida aprovação do processo de revisão por pares. Vale destacar, também, que o novo acordo entre a CAPES e a ACS amplia ainda mais o número de instituições que terão acesso aos conteúdos da American Chemical Society no Brasil.
A ação visa acelerar a pesquisa no Brasil, não apenas por fornecer acesso aos periódicos mais importantes do mundo em Química e áreas correlatas, mas também por possibilitar que os autores brasileiros possam expandir a visibilidade de suas pesquisas por meio da publicação em acesso aberto.
A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) é um órgão vinculado ao Ministério da Educação (MEC).
(Brasília – Redação CGCOM/CAPES)
A reprodução das notícias é autorizada desde que contenha a assinatura CGCOM/CAPES.

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A Agência de Bibliotecas e Coleções Digitais (ABCD-USP) é o órgão da Universidade responsável por alinhar a gestão da informação, da produção intelectual e das bibliotecas institucionais aos objetivos da USP e aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). No portal da Agência é possível encontrar informações sobre todas as bibliotecas das unidades e também sobre os diversos recursos online disponíveis para a comunidade USP e o público em geral. Saiba mais
A Agência de Bibliotecas e Coleções Digitais (ABCD) possui um portfólio de serviços e produtos de informação que apresentam conteúdos públicos e acessíveis à comunidade USP. Saiba mais
São 64 bibliotecas vinculadas às Unidades, Institutos, Centros e Museus abertas à comunidade USP e ao público em geral. Saiba mais

Entre os dias 26 de fevereiro e 1º de março, diversas atividades foram preparadas para receber os novos estudantes de graduação. Acompanhe a abertura conjunta ao vivo pelo YouTube
De 26 de fevereiro a 1º de março, será realizada na USP a Semana de Recepção aos Calouros, que conta com diversas atividades de boas-vindas direcionadas aos estudantes que iniciarão sua jornada na vida universitária.
Para dar as boas-vindas aos novos estudantes e mostrar um pouco a Universidade, a USP lança, a cada ano, uma campanha de recepção aos calouros criada pelos próprios alunos. O tema deste ano é Viver a USP é melhor que sonhar.
A programação da USP em São Carlos começa com a abertura conjunta, que será às 8 horas, no Salão de Eventos da Área 1 do Campus, com participação de alunos e diretores de todas as Unidades e do prefeito do Campus de São Carlos. Clique aqui e acesse o link de transmissão do evento pelo YouTube.
Cada unidade conta com uma programação especial dedicada aos Calouros. Confira:
ICMC – Ciências Matemáticas e de Computação
Manual do Calouro
Quem é calouro sempre tem dúvidas e, para ajudar a esclarecê-las, a USP desenvolveu o Manual do Calouro, um portal que reúne as informações mais relevantes que o recém-chegado precisa saber para aproveitar as oportunidades que a Universidade oferece. No site, os alunos conseguem esclarecer dúvidas sobre os auxílios disponibilizados, como moradia, alimentação, transporte e livros, além de baixar diversos aplicativos desenvolvidos pela USP para facilitar a vida universitária.

Buscando Contratos no Portal de Periódicos da CAPES
Como é de conhecimento geral, o acesso a bases de dados, periódicos ou e-books pode ser feito por meio do Portal de Periódicos da Capes https://www.periodicos.capes.gov.br , desde que a instituição mantenha ao menos um Programa de Pós-Graduação ativo.
Como a Capes não contrata todos os conteúdos do mundo, a Universidade de São Paulo, bem como as demais universidades estaduais paulistas como a Unicamp e a Unesp, busca investir recursos financeiros (sempre que possível) para propiciar aos seus usuários o acesso a conteúdos que faltam, ou seja, que a Capes não assina mas que a comunidade local considera prioritários.
Entretanto, pode acontecer também da Capes parar de assinar algum conteúdo de uma hora para outra.
Aí, o usuário percebe que não consegue mais acessar os textos completos que antes conseguia…”Perdi o acesso à revista! Por que !?”
De repente, o que estava acessível não está mais…O que fazer?
Como saber se ocorreu apenas uma falha momentânea, se uma Base de Dados ou uma Coleção de Revistas ainda é assinada e deveria estar disponível pelo Portal de Periódicos da CAPES?
Além da necessidade de acessar o Portal de Revistas da Capes a partir de um computador com endereço de IP reconhecido pela própria Capes ou de acessar via Rede CAFe com suas credenciais institucionais, nesses casos é importante verificar como estão os Contratos da Capes com os fornecedores de conteúdos.
Aqui vão algumas dicas para docentes, discentes e bibliotecários!
Acesse o site do Portal de Periódicos da Capes: https://www.periodicos.capes.gov.br
Em seguida, clique no item ‘Sobre“. Clique na imagem para melhor visualização.
Ao clicar, abre-se o Menu geral. Clique no item ‘Contratos‘
Então, surgirá a tela apresentada ao lado, cujo título é ‘Contratos‘.
Nessa tela, há a opção de buscar contratos por palavra-chave, por editor ou período.
Uma lista de nomes de editores facilita a busca e, dessa forma, é possível verificar quais recursos estão em processo de contratação.
Clique na imagem para melhor visualização.
Ao clicar no nome do editor, é fornecida a informação do andamento do Contrato, se está vigente ou vencido, o que indica que está em processo de análise, etc.
Tratativas e negociações entre a Capes e os fornecedores de conteúdo devem estar em andamento.
Assim, é só aguardar pois é bastante provável que o Contrato seja restabelecido.
Clique na imagem para melhor visualização.
Caso não haja nenhuma informação disponível sobre o contrato com algum editor ou recurso, orientamos entrar em contato direto com a equipe do Portal de Periódicos da Capes, para saber se o acesso àquele recurso foi cancelado, ou se há previsão de nova contratação.
Envie uma mensagem diretamente para o e-mail AcessoPeriodicos@capes.gov.br solicitando mais informações.

Recentemente a revista BMJ publicou uma análise cientométrica sobre a existência de “Instruções de editores e periódicos aos autores sobre o uso da inteligência artificial generativa na publicação acadêmica e científica”, em inglês Publishers’ and journals’ instructions to authors on use of generative artificial intelligence in academic and scientific publishing: bibliometric analysis [1].
Segundo a Wikipedia, “Inteligência artificial generativa ou IA generativa é um tipo de sistema de IA capaz de gerar texto, imagens ou outras mídias em resposta a solicitações em linguagem comum.” [2]
Apresentamos aqui um resumo do artigo, incluindo os objetivos, metodologia, abrangência e alguns dos resultados obtidos. Esta matéria pode ser útil a editores de revistas científicas e acadêmicas, bem como a autores e bibliotecários interessados em publicações científicas.
Apresentação
Na última década, os avanços na inteligência artificial (IA) estimularam a criação de muitas ferramentas baseadas em IA para utilização em investigação. A IA generativa (GAI) utiliza grandes modelos de linguagem para gerar respostas exclusivas baseadas em texto ou imagem às solicitações do usuário e ganhou popularidade desde o lançamento de transformadores generativos pré-treinados (GPT) – ou seja, ChatGPT lançado pela organização de pesquisa de IA OpenAI em 30 de novembro de 2022. Em dois meses, o ChatGPT atingiu 100 milhões de usuários mensais, tornando-se na época a adoção de tecnologia mais rápida da história. Agora, outros produtos semelhantes estão a ser desenvolvidos por grandes empresas tecnológicas, como a Google com a Bard e a MedPalm e a Microsoft com o Bing Chat.
O advento desta nova tecnologia resultou num grande aumento no interesse por parte do meio académico, acompanhado por uma aceleração pronunciada na utilização potencial.
Até o momento, mais de 650 artigos de pesquisa e editoriais discutiram as aplicações e as armadilhas do GAI, muitos dos quais utilizam o próprio GAI no processo de pesquisa e redação.
No contexto da pesquisa e da redação acadêmica, os estudos mencionam frequentemente a capacidade do GAI de melhorar a gramática e o vocabulário, traduzir textos para vários idiomas, propor novas ideias de pesquisa, sintetizar grandes quantidades de informações, sugerir testes estatísticos, escrever códigos e conteúdo textual novo, agilizar o processo geral de pesquisa. Os autores foram avisados de que o GAI não pode ser responsabilizado pelos seus resultados, que, entre várias armadilhas, incluem o risco de imprecisão, parcialidade e plágio.
Em dezembro de 2022, a Nature publicou o primeiro artigo discutindo preocupações sobre o uso de ChatGPT e GAI na redação científica.
Desde então, periódicos e editores começaram a atualizar suas políticas editoriais e instruções aos autores para fornecer orientações sobre como divulgar o uso do GAI na pesquisa científica.
A Science publicou um artigo em janeiro de 2023 declarando sua decisão de proibir o uso do GAI para gerar texto, figuras, imagens ou gráficos no processo de escrita, e considera a violação da política como constituindo má conduta científica. Outros periódicos permitiram o uso do GAI com restrições e exigência de divulgação completa.
O Comitê de Ética em Publicações (COPE), uma organização composta por editores, editores, universidades e institutos de pesquisa que ajuda a informar a ética de publicação em todas as disciplinas acadêmicas, divulgou uma declaração sobre ferramentas de IA em publicações de pesquisa em fevereiro de 2023, enfatizando que “As ferramentas de IA não podem cumprir os requisitos de autoria, pois não podem assumir a responsabilidade pelo trabalho submetido”, ao mesmo tempo que sugere formas de divulgar o uso da IA e enfatiza que os autores são responsáveis pelo trabalho produzido pelas ferramentas de IA.
Mesmo que a atual declaração do COPE sobre IA seja prontamente endossada por periódicos (por exemplo, Journal of the American Medical Association) e associações editoriais (por exemplo, Associação Mundial de Editores Médicos (WAME)), ela não fornece uma visão abrangente e funcional conjunto de recomendações sobre aspectos chave para orientar o uso responsável da ferramenta GAI na redação científica. Especificamente, a declaração não aborda certas armadilhas potenciais destas ferramentas e não oferece uma declaração de divulgação padrão detalhando elementos específicos a serem incluídos. Esta lacuna na padronização levou a uma variedade de orientações personalizadas formuladas por revistas e editores individuais para lidar com o uso da IA em publicações científicas.
Examinamos a extensão e a natureza das diretrizes para autores referentes ao uso do GAI nas 100 maiores editoras acadêmicas e nas 100 revistas científicas mais bem classificadas. Nosso objetivo foi identificar características compartilhadas, quaisquer detalhes metodológicos sobre como as diretrizes foram desenvolvidas e variações nas diretrizes, com o objetivo de avaliar pontos em comum e divergências nas orientações sobre GAI em publicações acadêmicas.
Objetivo
Determinar a extensão e o conteúdo das orientações de editores acadêmicos e revistas científicas para autores sobre o uso de inteligência artificial generativa (Generative Artificial Intelligence GAI).
Desenho e Configuração do Estudo
Estudo transversal, bibliométrico. Sites de editoras acadêmicas e revistas científicas, exibidos de 19 a 20 de maio de 2023, com busca atualizada de 8 a 9 de outubro de 2023.
Participantes
As 100 maiores editoras acadêmicas e as 100 revistas científicas mais bem classificadas, independentemente do assunto, idioma ou país de origem. Os editores foram identificados pelo número total de periódicos em seu portfólio, e os periódicos foram identificados por meio do ranking de periódicos Scimago usando o índice de Hirsch (índice H) como indicador de produtividade e impacto dos periódicos.
Resultado primário
Conteúdo das diretrizes da GAI listadas nos sites dos 100 principais editores acadêmicos e periódicos científicos, e a consistência das orientações entre os editores e seus periódicos afiliados.
Análise dos Resultados
Conclusões
Apesar da heterogeneidade substancial na orientação dos editores, foram identificados dois temas principais. Em primeiro lugar, os editores proibiram consistentemente a GAI de ser autor – nomeadamente porque as ferramentas da GAI não podem assumir responsabilidade pelo conteúdo criado; um princípio padrão de autoria e consistente com a posição do COPE.
Em segundo lugar, os editores incentivaram a divulgação do uso do GAI. A natureza desta divulgação variou substancialmente de acordo com as diretrizes dos editores, como o local apropriado para ser citada no manuscrito.
A maioria dos editores com diretrizes GAI especificou quais detalhes incluir na divulgação, solicitando uma variedade de critérios de relatório, como nome do modelo, versão, fonte, descrição e uso. A Elsevier forneceu um modelo padronizado que incluía o nome da ferramenta ou serviço GAI utilizado e o motivo de seu uso.
Em segundo lugar, os editores incentivaram a divulgação do uso do GAI. A natureza desta divulgação variou substancialmente de acordo com as diretrizes dos editores, como o local apropriado para ser citada no manuscrito.
A maioria dos editores com diretrizes GAI especificou quais detalhes incluir na divulgação, solicitando uma variedade de critérios de relatório, como nome do modelo, versão, fonte, descrição e uso. A Elsevier forneceu um modelo padronizado que incluía o nome da ferramenta ou serviço GAI utilizado e o motivo de seu uso.
Clique na imagem para melhor visualização.
Além disso, os tipos e usos das ferramentas GAI às quais as diretrizes se aplicavam variavam entre os editores.
Por exemplo, embora as orientações de alguns editores se referissem apenas ao “texto gerado por IA”, outras também abrangiam a produção de imagens e análise de dados. Várias das diretrizes forneceram exemplos vagos de uso, como “contribuições acadêmicas”, “criação de conteúdo” e “preparação de um manuscrito”, introduzindo outro elemento de confusão para os autores.
Além disso, os critérios de divulgação ortográficos e gramaticais levantam questões sobre se as ferramentas que integram a tecnologia GAI principalmente para esse fim devem obedecer aos mesmos padrões de divulgação. Esta questão terá de ser respondida, uma vez que programas como o Grammarly e o Microsoft Office estão implementando a GAI nas suas ferramentas ortográficas e gramaticais.
Finalmente, nem todos os editores exigiram explicitamente que os autores assumissem a responsabilidade pelos resultados produzidos pelo GAI. Isto pode causar confusão sobre a responsabilidade e propriedade do conteúdo gerado pelas ferramentas de IA e deve ser responsabilizado pelos editores.
Durante os cinco meses entre as nossas duas pesquisas de diretrizes para editores, o número de editores que relataram diretrizes aumentou 40%, mostrando o interesse contínuo no desenvolvimento de diretrizes. Além disso, as diretrizes mais recentes mostraram uma ênfase maior na geração de imagens e em critérios de divulgação específicos.
Embora a Elsevier tenha atualizado suas diretrizes para incluir uma seção sobre geração de imagens, seus principais periódicos ainda não atualizaram suas diretrizes para incluir essas informações, mesmo fornecendo um link para o editor; mais uma ilustração da necessidade de diretrizes padronizadas para garantir adesão adequada e confusão mínima para os autores.
Identificamos fontes de heterogeneidade nas diretrizes do GAI entre os editores e periódicos, inclusive na divulgação das diretrizes relacionadas ao GAI. Embora alguns periódicos não apenas apresentassem suas próprias diretrizes GAI, mas também fornecessem um link direto para as diretrizes idênticas dos editores, houve casos em que os periódicos emitiram orientações sem fornecer tal link. Por outro lado, alguns periódicos forneceram apenas um link para as diretrizes de seus editores. Esta discrepância resulta na falta de centralização da informação sobre a utilização do GAI.
Consequentemente, cabe aos autores a responsabilidade de buscar e compreender as diretrizes disponíveis. Esta configuração permite potencialmente que os autores utilizem inadvertidamente as ferramentas GAI na redação científica devido a uma compreensão incompleta das regulamentações impostas por periódicos ou editores.
Além de um local não centralizado para informações sobre o uso de GAI, também encontramos vários exemplos de recomendações e orientações concorrentes. Estas inconsistências representam desafios à medida que os autores procuram as diretrizes apropriadas e devem decidir quais padrões seguir.
Também encontramos heterogeneidade nos tipos de palavras utilizadas. As diretrizes frequentemente usavam termos como “divulgar”, “relatar”, “descrever”, “reconhecer” e “documentar” de forma intercambiável ao instruir os autores sobre como apresentar o uso de IA generativa em seus manuscritos. Isto pode levar à confusão, uma vez que estas palavras têm definições distintas – por exemplo, a divulgação de um conflito de interesses não é o mesmo que um reconhecimento de um colaborador no contexto da publicação científica.
Vários periódicos e editores não estipularam que os autores seriam responsáveis pelos resultados do GAI.
Entretanto, a declaração do COPE sobre IA afirma que os autores são “totalmente responsáveis” pelo seu trabalho, incluindo qualquer parte produzida pela IA. Isto é importante porque, como observaram editoras como a Elsevier e a SAGE, o GAI pode produzir resultados imprecisos, tendenciosos ou enganosos. Sabe-se que as ferramentas GAI “alucinam” e fabricam informações infundadas.
== REFERÊNCIAS ==
[1] Ganjavi C, Eppler M B, Pekcan A, Biedermann B, Abreu A, Collins G S et al. Publishers’ and journals’ instructions to authors on use of generative artificial intelligence in academic and scientific publishing: bibliometric analysis BMJ 2024, n. 384, e077192 URL: https://www.bmj.com/content/384/bmj-2023-077192 DOI: https://doi.org/10.1136/bmj-2023-077192 Acesso em: 17 fev. 2024
.[2] WIKIPEDIA. Inteligência artificial generativa. Disponível em: https://pt.wikipedia.org/wiki/Intelig%C3%AAncia_artificial_generativa Acesso em: 17 fev. 2024.
Fevereiro é um mês curto, mas de várias lutas!
💜 Fevereiro roxo é dedicado à conscientização do Lúpus, da Fibromialgia e do Mal de Alzheimer. Criada em 2014 (há 10 anos!) a campanha tem o intuito de dar visibilidade a essas doenças e aumentar o nível de informação das pessoas sobre seus sintomas, para um diagnóstico precoce.
🧡 Já o Fevereiro laranja tem atenção voltada à disseminação de informações sobre a leucemia, tipo de câncer dos glóbulos brancos, geralmente de origem desconhecida e que tem como característica a proliferação excessiva e desordenada de células jovens que substituem as células sanguíneas normais na medula óssea. O objetivo da campanha é também para o incentivo e captação de novos doadores de medula óssea.
Mas o que essas doenças têm em comum? São doenças crônicas, que podem se manifestar a qualquer momento da vida.
Você sabia que pesquisas desenvolvidas aqui no IFSC visam, também, o combate a algumas dessas doenças crônicas? No ReP (Repositório da Produção USP), você encontra diversas publicações sobre diagnóstico e tratamento de Fibromialgia, Mal de Alzheimer e Leucemia, resultado de pesquisas desenvolvidas aqui no IFSC e também por outras unidades da USP.