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10 de agosto de 2026

13/08 – 10h – Workshop para autores: IA e diferentes etapas da publicação científica

Link: https://www.abcd.usp.br/informa/workshop-para-autores-ia-e-publicacao-cientifica/

No âmbito das universidades de pesquisa, promover a qualidade da escrita e da publicação científica é fundamental.

Conhecer conceitos e técnicas empregadas na redação e na padronização de textos, bem como as políticas editoriais dos periódicos, contribui para a formação dos autores, a melhoria do discurso científico, bem como o real avanço do conhecimento.

Além disso, atividade de publicação em revistas científicas envolve a seleção criteriosa dos títulos de periódicos mais adequados à área de conhecimento, público alvo e indicadores de impacto e qualidade.

Em anos recentes, o uso da Inteligência Artificial aplicada à publicação científica tem suscitado dúvidas e é muito importante conhecer e delimitar o uso ético e responsável desse recurso.

Para saber mais, inscreva-se e participe deste treinamento online gratuito:

Workshop para autores: IA e diferentes etapas da publicação científica
Data: 13 de agosto de 2026
Horário: 10h00
Inscrições: https://elsevier.zoom.us/webinar/register/WN_Fed-IEZsSleVXFECPVaVtA
Após a confirmação da inscrição, o link para acesso ao workshop online será enviado por e-mail.

Esta sessão de treinamento online abordará aspectos chave da publicação acadêmica, incluindo:

– Como preparar um artigo de qualidade;
– Como escolher a revista adequada;
– Entendendo o processo de revisão por pares e as decisões editoriais;
– Ética em publicação e uso responsável de IA;
– Dicas práticas para aumentar suas chances de aceite.

Palestrante: Dr. Rafael Teixeira (Senior Publisher Elsevier)

3 de julho de 2026

CAPES atualiza normas para pagamento de taxas de publicação e acesso aberto imediato

Link: https://www.abcd.usp.br/noticias/portaria-capes-224-15-maio-2026-acordos/

Portaria simplifica fluxo do processo de pagamento de Taxas de Processamento de Artigos e estabelece critérios mais objetivos para pesquisadores

A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES/MEC) publicou uma portaria que altera a regulamentação do pagamento de Taxas de Processamento de Artigos (APC – Article Processing Charges) para publicações científicas em acesso aberto.

Em vigor há diversos acordos da Capes com publishers internacionais como Springer, Elsevier, entre outros. Saiba mais: https://www.abcd.usp.br/apoio-pesquisador/escrita-publicacao-cientifica/descontos-autores-usp/

As mudanças foram elaboradas com base na experiência acumulada desde a implementação da norma, nas dúvidas apresentadas pela comunidade acadêmica e na necessidade de aperfeiçoar os fluxos operacionais de elegibilidade, autorização e acompanhamento dos pagamentos feitos pela Fundação.

A atualização busca tornar os procedimentos mais claros e previsíveis, alinhando-os às rotinas da Diretoria de Informação Científica e Estudos Avançados (DICE) e da Coordenação-Geral do Portal de Periódicos (CGPIC).

Portaria nº 224, de 15 de maio de 2026, publicada no Diário Oficial da União, atualiza as regras fixadas anteriormente pela Portaria nº 120, de 26 de abril de 2024.

Um dos destaques refere-se ao Artigo 2º VI – retenção, pelos autores, da titularidade dos direitos autorais sobre suas obras, assegurado o direito de depósito em Repositórios Digitais e a disponibilização imediata em Acesso Aberto, em condições que permitam o livre acesso e a ampla reutilização do conhecimento produzido.” (NR)

Outro destaque refere-se ao Artigo 3º inciso I – garantir que a produção científica e tecnológica brasileira esteja disponível em acesso aberto, de forma permanente, livre e sob a licença Creative Commons Atribuição – CC BY, ampliando sua circulação, utilização e visibilidade.

De acordo com a CAPES, a nova redação também inclui critérios mais objetivos sobre a situação funcional e acadêmica dos autores na data de submissão dos manuscritos.

Além disso, o documento reforça as exigências relacionadas à integridade científica, à transparência editorial e à correta identificação do financiamento da CAPES/MEC nas publicações.

Foram aprimorados os mecanismos de monitoramento, acompanhamento e apuração de irregularidades, fortalecendo a governança e a segurança jurídica no pagamento dessas taxas.

Conheça a página da CAPES que apresenta o quantitativo de APCs pagos pela Fundação até o momento.

26 de junho de 2026

Coleção de ebooks e handbooks Oxford está acessível na USP, agora com AI Discovery

Link: https://www.abcd.usp.br/informa/colecao-de-ebooks-e-handbooks-oxford-na-usp-com-ai-discovery-2026/

As Coleções Oxford Handbooks Online e Oxford Scholarship Online estão disponíveis a toda a comunidade da Universidade de São Paulo, agora com Inteligência Artificial disponível – AI Discovery – que facilita a descoberta de textos e documentos.

Oxford Handbooks Online – OHO – https://academic.oup.com/oxford-handbooks-online

Cada Oxford Handbook Online oferece uma pesquisa autorizada e de última geração sobre o pensamento e a pesquisa atuais. Ensaios especialmente encomendados de figuras internacionais líderes na disciplina fornecem um exame crítico do progresso e da direção dos debates, fornecendo a acadêmicos e alunos de pós-graduação novas perspectivas convincentes. De economia e política a literatura e filosofia, você pode descobrir mais de 1.000 Oxford Handbooks em uma ampla gama de assuntos nas áreas de Artes e Humanidades, Ciências Sociais, Direito, Ciências e Matemática, Medicina e Saúde. Com novos livros e artigos publicados on-line todo mês, você pode ter certeza de que está acessando as informações mais atuais de que precisa para sua pesquisa. Observe a disponibilidade do acesso à coleção (Availability: All content I have access to)

Oxford Scholarship Online – OSO – https://academic.oup.com/oxford-scholarship-online

Cada Oxford Scholarship Online fornece acesso fácil a milhares de livros da lista acadêmica de renome mundial da Oxford University Press. Novos livros são adicionados à coleção todo mês, abrangendo assuntos em quase todas as áreas acadêmicas, o que significa que você pode ler novas publicações de autores pioneiros ao lado de bolsas de estudo clássicas. São milhares de livros abrangendo assuntos de quase todas as áreas de conhecimento. Observe a disponibilidade do acesso à coleção (Availability: All content I have access to)

O acesso aos textos completos está condicionado à assinatura e deve ser realizado via IP de endereço de computador autorizado USP ou por conexão remota VPN.

O acesso aos títulos também pode ser feito pelo Link: Livros Eletrônicos (eBooks) do Portal de Busca Integrada PBi ou ainda pela aba Bases de Dados .

O destaque agora é o Assistente de Descoberta de IA no Oxford Academic (https://academic.oup.com/ai-discovery-assistant) , uma ferramenta de busca intuitiva que utiliza um modelo de linguagem leve, baseado estritamente em metadados da plataforma (títulos, resumos e palavras-chave), em vez de pesquisar na web aberta.


A ferramenta AI Discovery da Oxford oferece resultados relevantes e revisados ​​por pares em toda a coleção da editora, incluindo referências importantes como The Oxford Handbook of the Foundations and Regulation of Generative AI e The Oxford Handbook of AI Governance.

Como funciona o Assistente de Descoberta de IA baseada em metadados: a ferramenta utiliza um sistema de geração aumentada por recuperação (RAG) para corresponder sua consulta em linguagem natural com metadados exatos, em vez de ler livros em texto completo, garantindo que os resultados permaneçam vinculados a fontes acadêmicas confiáveis.

Resultados direcionados: Ao inserir um comando, o assistente fornece os 10 conteúdos mais relevantes da plataforma Oxford Academic .

Sinopses contextuais: Cada resultado recomendado é acompanhado por um resumo de duas linhas gerado por IA, desde que um resumo original esteja disponível.

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A Oxford University Press (OUP) é uma casa editorial e departamento da Universidade de Oxford (Reino Unido) que publica estas duas coleções. Fundada em 1478, é a maior casa editorial universitária do mundo. Ela promove os objetivos da universidade de excelência em pesquisa, educação e difusão do conhecimento por meio de suas publicações.

Assinatura: USP (12/12/2025 a 11/12/2026)

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Agência de Bibliotecas e Coleções Digitais da USP

19 de maio de 2026

Webinar sobre o Acordo Capes Springer Nature: saiba tudo sobre ler e publicar sem taxas – 25/05, às 10h

Link: https://www.abcd.usp.br/informa/25-05-webinar-acordo-capes-springer-nature-2026/

A CAPES e a Springer Nature firmaram um acordo transformativo que permite aos autores de instituições participantes do Portal de Periódicos CAPES publicar artigos em acesso aberto em mais de 1.730 periódicos híbridos dos selos Springer e Academic Journals, com a taxa de processamento de artigos (APC) coberta pela CAPES.

O acordo entre a CAPES e a Springer Nature está vigente desde o dia 1º de janeiro de 2026.

O acordo de três anos democratiza o acesso para todos os pesquisadores afiliados à CAPES, com a expectativa de disponibilizar uma média de 6.000 artigos por ano em Acesso Aberto (AA), permitindo que pesquisadores de mais de 400 instituições leiam e publiquem no portfólio de 1.730 títulos que são híbridos e aptos para receber publicação em acesso aberto.

Além disso, todos os usuários de instituições participantes podem desfrutar de acesso completo para leitura de mais de 1.770 periódicos na plataforma Springer Nature Link e Academic Journals na plataforma Nature.com 

Este webinar apresentará informações sobre esse acordo, com foco nos critérios de elegibilidade para autores, no fluxo de submissão de manuscritos, e na seleção adequada de periódicos para publicação. O objetivo é orientar pesquisadores, docentes, pós-graduandos e bibliotecários sobre como utilizar o benefício da publicação em acesso aberto com os custos cobertos pela CAPES, além de aproveitar o acesso ampliado ao conteúdo editorial da Springer Nature, proporcionando ainda um espaço para esclarecimento de dúvidas da comunidade USP.

Saiba mais sobre o Acordo Capes com a Springer Nature participando deste Webinar.

Webinar sobre o Acordo Capes Springer Nature
Data: 25/05 Horário: 10h00-11h30
Inscrições: https://attendee.gotowebinar.com/register/7744715170304457051

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Agência de Bibliotecas e Coleções Digitais em parceria com a Springer Nature

4 de maio de 2026

Carta de Serviços da Universidade de São Paulo

Clique aqui para ver a Carta de serviços em PDF

A Carta de Serviços da Universidade de São Paulo (USP) foi elaborada para apresentar, de forma clara e organizada, as principais informações sobre a Universidade e os serviços oferecidos à sociedade. Este documento reúne, em um único lugar, dados sobre a estrutura da USP, seus campi, cursos de graduação e extensão, programas de pós-graduação, Unidades de Ensino e Pesquisa, além de uma ampla variedade de serviços, atividades e formas de atendimento voltados tanto para a comunidade universitária quanto para o público externo.

Ao longo da Carta, o leitor encontrará informações detalhadas acerca de todos os serviços oferecidos, organizados por categorias como saúde, educação, cultura, esportes, assistência social e apoio aos estudantes. Cada serviço consta com um breve resumo explicativo e dados para contato. O documento também apresenta os canais oficiais de comunicação com a Universidade, como a Ouvidoria e o Serviço de Informação ao Cidadão (SIC), que proporcionam o diálogo direto com a instituição e o acesso às informações públicas.
A Carta de Serviços é uma ferramenta importante de transparência, pois torna mais visível o que a USP faz, como está organizada e de que forma a sociedade pode acessar seus serviços. Ao facilitar o acesso à informação, a Universidade reforça seu compromisso com a gestão responsável dos recursos públicos, com a prestação de contas e com o fortalecimento da relação com a comunidade. E, acima de tudo, evidencia o impacto da USP na sociedade.

Com esta publicação, a USP reafirma seu papel como universidade pública, gratuita e de excelência, comprometida com o desenvolvimento científico, cultural e social do país, e convida a sociedade a conhecer, acompanhar e participar de suas atividades.

22 de abril de 2026

Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP (BDTD) tem nova interface e funcionalidades

Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP (BDTD) foi criada em 2001 para disponibilizar na Internet em formato eletrônico os trabalhos defendidos na Universidade de São Paulo.

Ao longo dos anos, mais e mais os documentos acadêmicos em texto completo produzidos originalmente em formato impresso, têm sido digitalizados e incorporados à BDTD.

Tais ações vêm permitindo que as comunidades brasileira e internacional possam ter, em mãos, a versão digital completa das teses e dissertações defendidas em qualquer um dos programas de mestrados e doutorados mantidos na Universidade de São Paulo.

Novidades e funcionalidades

Hoje, a BDTD conta com mais 142.600 registros, entre Dissertações, Teses, Livre Docência e Provimento de Cátedra defendidas na USP, decorrentes dos acervos mantidos nas Bibliotecas das Unidades, Institutos, Centros e Museus da USP.

É possível realizar buscas por Título, Autor, Orientador, Área do Conhecimento, Tipo, Unidade e Ano defesa.

A BDTD conta também com Diretrizes e Orientações sobre como publicar sua Dissertação ou Tese na aba “Seu Trabalho”.

Além disso, em cada página do trabalho, outros serviços relativos à tese ou dissertação estão disponíveis:

  • Como citar: Saiba como citar o documento nos formatos ISO, ABNT, APA e Vancouver.
  • Formato MARC: Acesse os metadados do trabalho no formato MARC.
  • Formato OAI DC: Acesse os metadados do trabalho no formato OAI Dublin Core.
  • Redes sociais: Compartilhe o trabalho na sua rede social.

Histórico

A Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da Universidade de São Paulo (BDTD) –https://www.teses.usp.br – foi criada em 2001 por iniciativa do SIBiUSP (hoje incorporado à Agência de Bibliotecas e Coleções Digitais ABCD), com o suporte da equipe do Centro de Informática da USP de São Carlos.

Desde o início, a BDTD USP contou com uma equipe multidisciplinar para seu desenvolvimento e implantação, incluindo bibliotecários, analistas e técnicos.

A equipe recebeu o apoio da Networked Digital Library of Theses and Dissertations (NDLTD), um consórcio diversas instituições que juntas desenvolveram a interface com o usuário e a Pesquisa & Desenvolvimento da proposta de nossa Biblioteca Digital. O NDLTD ofereceu todo suporte necessário para o desenvolvimento e implantação da nova Biblioteca Digital.

Como membro do NDLTD, a USP teve acesso e o direito de utilizar o pacote desenvolvido pela Virginia Tech (Virginia Polytechnic Institute and State University) para o gerenciamento e armazenamento de Teses e Dissertações Eletrônica (TDE). Este pacote utiliza softwares abertos de domínio público.

O pacote foi adaptado para o contexto da Universidade, integrando-se com o sistema administrativo da Pós-Graduação e com o sistema DEDALUS  (Banco de Dados Bibliográficos da USP). Essa adaptação também envolve uma atualização tecnológica do banco de dados e da linguagem utilizados.

Desde 2003, a USP faz parte da Biblioteca Brasileira Digital de Teses e Dissertações , mantida pelo Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict), do Ministério da Ciência e Tecnologia, exportando as informações de suas teses e dissertações.

Também se encontra integrada ao Portal de Busca Integrada da USP que permite a busca e o acesso a todo o acervo USP de teses e dissertações defendidas na universidade.

9 de abril de 2026

Produção Científica do IFSC em Evidência: Highly Cited Papers bimestre Nov./Dez. 2025

BIMESTRE NOV/DEZ DE 2025

A Biblioteca do IFSC apresenta os artigos científicos produzidos pelos seus docentes e pesquisadores que foram identificados como mais citados (Highly and Hot Cited Papers) no bimestre NOV/DEZ de 2025 pela Essential Science Indicators, um dos produtos de citação da agência Clarivate Analytics/Thomson Reuters. Lembramos que o acesso ao texto completo é liberado para comunidade USP ou quem tem acesso ao Portal CAPES.

Para mais informações: sbiprod@ifsc.usp.br

 

ÁREA:  Agricultural Sciences

Hot paperSustainable and biodegradable polymer packaging : perspectives, challenges, and opportunities

 

ÁREA:   Biology & Biochemistry

Structural basis of nirmatrelvir and ensitrelvir activity against naturally occurring polymorphisms of the SARS-CoV-2 main protease

 

ÁREA:   Molecular Biology & Genetics

SARS-CoV-2 infects the human kidney and drives fibrosis in kidney organoids

 

ÁREA:  Chemistry

Emergence of complexity in hierarchically organized chiral particles

The past and the future of Langmuir and Langmuir-Blodgett Films

Folding of xylan onto cellulose fibrils in plant cell walls revealed by solid-state NMR

Molecular docking and structure-based drug design strategies

A review on chemiresistive room temperature gas sensors based on metal oxide nanostructures, graphene and 2D transition metal dichalcogenides

Plasmonic biosensing focus review

Optimizing active sites for high co selectivity during CO2 hydrogenation over supported nickel catalysts

Good Practices in Database Generation for Benchmarking Density Functional Theory

 

ÁREA:  Clinical Medicine

Features of third generation photosensitizers used in anticancer photodynamic therapy: review

 

ÁREA:  Computer Science

Clustering algorithms: a comparative approach

Principal Component Analysis: A Natural Approach to Data Exploration

 

ÁREA:  Materials Science

Boosting CO2 photoreduction efficiency of carbon nitride via S-scheme g-C3N4/Fe2TiO5 heterojunction

A non-volatile organic electrochemical device as a low-voltage artificial synapse for neuromorphic computing

 

ÁREA:  Neuroscience & Behavior

 Mechanosensing is critical for axon growth in the developing brain

 

ÁREA:  Pharmacology & Toxicology

ADMET modeling approaches in drug discovery

 

ÁREA:  Physics

Hot Paper – The anomalous magnetic moment of the muon in the standard model: an update

The Kuramoto model in complex networks.

Revisiting the optical bandgap of semiconductors and the proposal of a unified methodology to its determination

Generalized geometric quantum speed limits

Precision measurement of the helium flux in primary cosmic rays of rigidities 1.9 GV to 3 TV with the alpha magnetic spectrometer on the international space station

Precision measurement of the proton flux in primary cosmic rays from rigidity 1 GV to 1.8 TV with the alpha magnetic spectrometer on the international space station

Towards understanding the origin of cosmic-ray positrons

The Pierre Auger Cosmic Ray Observatory

Antiproton flux, antiproton-to-proton flux ratio, and properties of elementary particle fluxes in primary cosmic rays measured with the alpha magnetic spectrometer on the international space station

Observation of the identical rigidity dependence of He, C, and O cosmic rays at high rigidities by the alpha magnetic spectrometer on the international space station

Precision measurement of the boron to carbon flux ratio in cosmic rays from 1.9 GV to 2.6 TV with the alpha magnetic spectrometer on the international space station

 

ÁREA:  Space Science

Multi-messenger observations of a binary neutron star merger

 

 

16 de março de 2026

CNPq institui Política de Integridade na Atividade Científica – PORTARIA CNPq Nº 2.664, DE 6 DE MARÇO DE 2026

Saiba mais e divulgue amplamente: https://www.abcd.usp.br/noticias/cnpq-institui-politica-de-integridade-na-atividade-cientifica/

Política foi elaborada com base em ações de educação, prevenção, apuração e sanção e traz diretrizes para uso de IA na pesquisa científica

CNPq publicou uma portaria que institui a Política de Integridade na Atividade Cientifica, que tem como finalidade garantir a integridade em todas as atividades científicas apoiadas pelo Conselho e é valida para todos os usuários das bases do órgão, como servidores, proponentes, beneficiários e demais agentes vinculados ao fomento e usuários dos serviços digitais e plataformas do CNPq. A política foi elaborada com base em ações de educação, prevenção, apuração e sanção.

Os objetivos da Política de Integridade na Atividade Científica são promover a ética e a integridade na atividade científica; estabelecer regras de boa convivência acadêmica e coletiva, prevenindo conflitos éticos e de interesse nas ações do CNPq; promover a transparência e a idoneidade nas decisões institucionais e avaliações de mérito, evitando conflitos de interesses e ações e/ou omissões de cunho discriminatório; instituir código de conduta para promover ambiente mais plural, inclusivo e respeitoso na atividade científica e estimular a qualidade e a integridade das informações em todas as etapas dos projetos de pesquisa apoiados pelo CNPq, estabelecendo rígidos princípios éticos e morais, desde a concepção até a difusão dos resultados.

O Código de Conduta do CNPq – que estava em vigor desde 1º de agosto de 2024 e previa, entre outras recomendações, a extensão do prazo de avaliação da produtividade científica em 2 anos por evento de maternidade no período avaliado – , foi integrado à política e passa a ter nova redação, com base em dez princípios:

I – Honestidade intelectual, integridade, boa prática científica e responsabilidade em todas as fases da pesquisa, da concepção à publicação e divulgação dos resultados;

II – Veracidade na autoria e créditos científicos;

III – Respeito aos participantes das pesquisas, às pessoas pesquisadas e aos objetos de pesquisa;

IV – Atuação responsável na formação e supervisão na carreira científica em todas as etapas;

V – Observância às normas legais e éticas vigentes;

VI – Decoro, justiça social, racial, cognitiva e de gênero;

VII – Urbanidade e respeito nas relações interpessoais e institucionais;

VIII – Segurança e zelo pelos membros e participantes da pesquisa e pelo patrimônio e uso dos recursos materiais;

IX – Cumprimento das diretrizes de políticas científicas federais, estaduais, municipais e institucionais;

X – Respeito à diversidade e promoção da inclusão na ciência.”

O texto estabelece deveres para os membros de comitês e comissões e para bolsistas. Os dois primeiros, por exemplo, devem conduzir avaliações com rigor, objetividade, imparcialidade e presteza; observando critérios de mérito científico, tecnológico e de inovação, e respeitando as definições da ação; não discriminar áreas do conhecimento, linhas de pesquisa, grupos, pessoas ou instituições e resguardar o sigilo das informações, dados e pareceres a que tiverem acesso.

Já bolsistas devem, entre outros deveres, ter conhecimento e respeitar as especificidades normativas do CNPq quanto à concessão de bolsas e auxílio, em especial sobre as vedações ao acúmulo de bolsas; à necessidade de informar ao CNPq sobre afastamentos e intercorrências durante o período de vigência do fomento concedido e a dificuldades encontradas para realizar a pesquisa e os devidos relatórios.

Inteligência artificial

Em relação às diretrizes de integridade na pesquisa, o texto traz abordagem específica sobre o uso de inteligência artificial gerativa (IAG), cujo uso não é proibido, mas é preciso que seja declarado, qualquer que seja o tipo de IAG e a fase do desenvolvimento da pesquisa, especificando a ferramenta utilizada e a finalidade. Também é vedada a submissão de conteúdo gerado por IAG como se fosse de autoria humana, sendo os/as autores/as integralmente responsáveis pelo conteúdo final, inclusive por eventuais plágios ou imprecisões geradas pela ferramenta utilizada. O uso da inteligência artificial na elaboração de pareceres científicos não é recomendado pela política publicada.

O texto traz uma preocupação em relação ao padrão ético de tratamento de produtos de pesquisa, com orientações como creditar de forma adequada todas as fontes que fundamentam o trabalho desenvolvido, de modo a assegurar veracidade à autoria e créditos científicos, bem como fidelidade ao significado das ideias ou fatos apresentados, ao resumir texto de terceiros, com a devida citação.

De acordo com a política, será competência da Comissão de Integridade na Atividade Científica (CIAC) decidir sobre casos de desvio da integridade na atividade científica submetidos a essa instância, bem como examinar suspeitas em relação à integridade de informações no Currículo Lattes, deliberar sobre a aplicação de sanções nos casos concretos de infrações graves e gravíssimas, entre outras.

Denúncias de supostas infrações à Política de Integridade Científica devem ser encaminhadas via Ouvidoria do CNPq.

Responsabilidades

A nova política define que o CNPq e as Instituições Científicas, Tecnológicas e de Inovação (ICTs) apoiadas são responsáveis pela apuração adequada das denúncias de má conduta científica. As ICTs que se apresentem como sede de atividades apoiadas pelo CNPq compartilham com os pesquisadores a responsabilidade pela integridade da pesquisa, cabendo-lhes primariamente promover a cultura institucional de integridade científica, e também prevenir e tratar más condutas ocorridas sob sua governança.

Nos casos em que ocorram alegações e denúncias de má conduta em pesquisas apoiadas pelo CNPq, a ICT será solicitada a cooperar com auditorias e ações corretivas entre as instituições, informando sobre o resultado da apuração e as medidas implementadas.

Sanções

De acordo com o texto, as infrações, resultantes de ação ou omissão, que contrariem princípios, deveres e práticas previstas nos Art. 5º, 6º e 7º da política estão sujeitas a sanções, que variam dependendo do tipo de infração: leve, grave ou gravíssima.

Entre as sanções previstas estão advertência formal; suspensão, por período determinado, de bolsas, auxílios; interrupção de benefício, com possibilidade de ressarcimento ao erário; impedimento para participação em ações de fomento ou processos seletivos do CNPq, por prazo determinado; devolução de recursos concedidos pelo CNPq aos projetos relacionados à conduta irregular com ressarcimento proporcional ao pagamento realizado; revogação da outorga de fomento, aplicável quando obtida por meio de apresentação de requisitos infundados para seleção e classificação dos projetos de pesquisa, podendo ser adotadas medidas cautelares no decorrer da apuração das denúncias.

Para a dosimetria da sanção, serão considerados a natureza e a gravidade da infração; a extensão dos danos causados ao CNPq e à comunidade científica; a existência de dolo, fraude ou reincidência; circunstâncias agravantes ou atenuantes; os antecedentes do(a) infrator(a). Neste caso, não serão considerados grau acadêmico, premiações, cargos ou funções de relevo científico ou acadêmico, atuais ou passados, ou quaisquer reconhecimentos profissionais prévios.

PORTARIA CNPq Nº 2.664, DE 6 DE MARÇO DE 2026
Institui a Política de Integridade na Atividade Científica do CNPq

Saiba mais e divulgue amplamente: https://www.abcd.usp.br/noticias/cnpq-institui-politica-de-integridade-na-atividade-cientifica/

25 de fevereiro de 2026

Retorno das práticas de Yoga e Meditação 02/03 – Biblioteca IFSC

Informamos que, a partir da semana de 02/03, retomaremos as práticas de bem-estar na Biblioteca.

 

🧘‍♀️ Yoga – às segundas-feiras, às 12h30
🧘 Meditação – às quartas-feiras, às 12h30

 

As atividades são abertas à comunidade e representam um momento de pausa, respiração e cuidado em meio à rotina acadêmica.

 

Convidamos todas e todos a participarem.
Contamos com sua presença!
23 de fevereiro de 2026

Ingressantes 2026

Uma nova etapa começa agora! Cheia de desafios, descobertas e oportunidades.

Ao longo da sua trajetória na USP, conte com a #Biblio como parceira no estudo, na pesquisa e na construção da sua história acadêmica.

 

6 de fevereiro de 2026

Ciência aberta: novo guia da USP traz orientações para a comunidade acadêmica

Primeira edição do “Guia para Ciência Aberta”, desenvolvido pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Inovação da USP, já está disponível para download gratuito

Guia destaca a importância da ciência aberta no combate à desinformação – Arte sobre foto de Cecília Bastos/USP Imagens

A ciência aberta tem como finalidade tornar os achados e processos da pesquisa científica abertos, transparentes e reprodutíveis. Ela também decorre da concepção da ciência como fenômeno social e resulta em incentivar pesquisas colaborativas que possam trazer benefícios às sociedades. O Guia para Ciência Aberta, desenvolvido pelo Grupo de Trabalho de Ciência Aberta, criado no âmbito da Pró-Reitoria de Pesquisa e Inovação (PRPI) da USP, visa à promoção do amplo acesso ao conhecimento produzido na Universidade. Em sua primeira edição, está disponível para download gratuito neste link.

A Unesco (United Nations Educational, Scientific and Cultural Organization) reconhece a ciência aberta como fundamental para a busca de soluções para os desafios da atualidade, sejam eles ambientais, socioeconômicos ou políticos, e para a promoção do bem-estar da sociedade. Segundo a apresentação, o guia apresenta atividades de pesquisa na USP por meio da apresentação de conceitos relevantes, fontes de informações e ferramentas de apoio. “Entendemos que a disseminação do conhecimento sobre ciência aberta é uma importante ferramenta de promoção de transparência e de confiabilidade na produção de conhecimento na universidade”, dizem os autores.

Por tratar-se de conceitos e práticas em processo de expansão, as recomendações contidas neste guia estão sujeitas a mudanças e desdobramentos conforme venham à luz novos debates e entendimentos, como informam os autores. “A Ciência Aberta não se limita a alguns aspectos conceituais e práticos da pesquisa desenvolvida no ambiente acadêmico: ela consiste em um ecossistema no qual todas as informações da pesquisa, ao longo de toda sua realização, são compartilhadas em um sistema aberto e dotado de múltiplos recursos para a rápida e contínua disseminação do conhecimento”, explicam na introdução da obra.

Impactos na sociedade

Para os autores, a adesão à ciência aberta implica significativas mudanças culturais no ambiente acadêmico, o que se traduz em novas prioridades na pesquisa, tornando-a mais inclusiva e colaborativa e menos individual e competitiva. Além disso, continuam, promove maior rapidez e assertividade nas respostas às necessidades da sociedade, bem como economia de recursos empregados no financiamento das pesquisas, economia de tempo despendido em pesquisas redundantes ou em métodos mal-sucedidos e melhor organização das instituições para a promoção de políticas de pesquisa, entre outros.

Capa e páginas do guia que tem download gratuito – Foto: Guia para a Ciência Aberta/PRPI USP

Eles também destacam que a ciência aberta favorece a equidade social, na medida em que permite o acesso amplo e gratuito à pesquisa científica. Além disso, ao tornar a pesquisa científica amplamente acessível, a ciência aberta expande o conhecimento, tornando-o um bem compartilhado. “Nesse sentido, aprofunda e torna visível a dimensão pública da ciência, reforçando sua natureza social, que comporta duas dimensões: a sociológica, pela qual o conhecimento científico é produto da colaboração social, e sua propriedade e usufruto pertencem à comunidade, e a econômica, que prescreve que os achados científicos gerados pela pesquisa pública são um bem público ao qual todos devem ter acesso”, escrevem ainda na introdução.

Contexto brasileiro

Os autores contam que o conceito da ciência enquanto fenômeno aberto e público é relativamente antigo. O ano de 1665 marcou o surgimento das duas primeiras publicações científicas: Le Journal des Sçavants e Philosophical Transactions, esta última ligada à Royal Society of London e publicada até os dias de hoje. Mas o conceito de ciência aberta surgiu na década de 1990, como resultado de iniciativas de colaboração científica impulsionadas pela crescente globalização e dos avanços tecnológicos que vêm facilitando a comunicação nas últimas décadas.

No contexto brasileiro, impulsos relevantes para a ciência aberta ocorreram de forma relativamente precoce e estruturada, especialmente no campo do acesso aberto às publicações científicas. Eles citam que um marco fundamental foi a criação da Scientific Electronic Library Online (SciELO) em 1998, iniciativa coordenada pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) em parceria com o Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde (Bireme/Opas/OMS). “A SciELO tornou-se uma das primeiras plataformas no mundo a oferecer acesso aberto sistemático a periódicos científicos, promovendo a visibilidade internacional da produção científica brasileira e latino-americana e antecipando, em muitos aspectos, os princípios que viriam a ser conhecidos posteriormente pelo movimento global de acesso aberto.”

Tópicos do guia sobre a prática da ciência aberta nas etapas de pesquisa – Foto: Guia para a Ciência Aberta/PRPI USP

Ao longo dos anos, segundo eles, o Brasil ampliou esse compromisso por meio de políticas institucionais e iniciativas de fomento, como os repositórios institucionais das universidades públicas, as diretrizes da Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior ) e do CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico) para disseminação de resultados de pesquisa, reforçando o papel do País como ator relevante na promoção de uma ciência mais aberta e colaborativa.

“A ciência aberta ganhou ainda mais espaço e visibilidade nos últimos anos devido à crescente necessidade do combate à desinformação, bem como à percepção de distanciamento ainda elevado entre universidade e sociedade. Embora tenham-se originado no âmbito da pesquisa e da inovação, é desejável que, em uma universidade como a USP, voltada à pesquisa, à inovação, ao ensino e à extensão, os princípios e práticas da ciência aberta se estendam a todos os domínios da experiência universitária”, declaram, apontando que na Declaração USP de Apoio à Ciência Aberta (2021), se reforça o compromisso para a promoção da ciência aberta em todas as atividades da Universidade.

Guia para Ciência Aberta está disponível no site da Pró-Reitoria de Pesquisa e Inovação da USP neste link. 

Por Jornal da USP

5 de fevereiro de 2026

CAPES realiza treinamentos sobre Acordos Transformativos em fevereiro

Link: https://www.abcd.usp.br/informa/capes-realiza-treinamentos/

Em fevereiro, serão realizados sete treinamentos para os usuários do Portal de Periódicos da CAPES/MEC.

Todas as capacitações darão o passo a passo para a publicação de artigo em acesso aberto, sem custo para o autor, a partir dos acordos transformativos assinados pela agência federal com as editoras científicas.

O palestrante Thiago Bernadino, representante da Elsevier, apresentará, no dia 10 de fevereiro, às 19 horas, o tema “Como publicar seu artigo em Acesso Aberto, sem custo, via acordo CAPES/Elsevier”.

No dia 20, às 14 horas, Ana Carolina Nogueira, representante da ACM, explicará como funcionará as publicações de artigos nos periódicos dessa editora.  Já no dia 23, também às 14 horas, Sandro Gonçalves falará sobre o acordo na Wiley, editora da qual é representante.

Já no dia 25, às 14 horas, é a vez da Springer Nature. A representante da editora, Andréa Gonçalves, dará detalhes sobre a publicação em acesso aberto, sem custo, em todos os periódicos híbridos da Springer.

No dia 27, às 14h, a série de capacitações se encerra com as publicações do Institute of Electrical and Electronic Engenieers Incorporated (IEEE). A palestra será da representante da editora, Ana Carolina Nogueira.

Vale ressaltar que alguns treinamentos já estão com as vagas esgotadas. No entanto, em março, o Portal de Periódicos abrirá novas turmas com alguns dos editores e, em abril, realizará uma maratona com os mesmos treinamentos concluídos em fevereiro. Fique atento às datas.

Os treinamentos do Portal de Periódicos são realizados na plataforma Microsoft Teams, que permite ao usuário se comunicar com a mediadora do Portal e enviar mensagens pelo chat. Consulte a lista completa de treinamentos disponíveis.

Inscrições
Para se inscrever, caso não tenha cadastro, acesse ENTRAR (no canto superior direito do site do Portal de Periódicos) e clique em REGISTRE-SE. Após a realização do cadastro, acesse com seu usuário e senha o espaço ENTRAR. Ao acessar o treinamento desejado, clique em Solicitar inscrição e depois em Sim.

Faça sua inscrição e aguarde a confirmação por e-mail. Você receberá o link para a sala virtual com todas as orientações de acesso e terá certificado de participação após o treinamento. Lembrando que é necessário se identificar primeiro na opção Entrar para visualizar as turmas com inscrições abertas. Caso tenha alguma dúvida, entre em contato com a equipe pelo e-mail treinamento.periodicos@capes.gov.br.

Sobre o Portal de Periódicos
Criado em 2000, o Portal de Periódicos tem a participação de 452 instituições de ensino e pesquisa, o que representa um potencial de mais de seis milhões de usuários, entre professores, pesquisadores, funcionários e estudantes, com acesso à melhor produção científica internacional. A plataforma, um dos maiores acervos científicos virtuais do mundo, tem contribuído para o fortalecimento da pós-graduação no País e para a integração da comunidade científica brasileira.

Confira a agenda completa: Treinamentos – Fevereiro/2026.

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Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)

2 de fevereiro de 2026

Gerenciadores de referências e citações otimizam a pesquisa e a redação

Informação e documentação são essenciais ao processo de estudo e pesquisa, contribuindo para a qualidade dos trabalhos científicos e acadêmicos.

Todos os documentos científicos devem incluir referências e citações à literatura pertinente sobre o tema pesquisado.

No processo de revisão de literatura publicada sobre determinado assunto ou tópico, a identificação das fontes de informação mais apropriadas é o primeiro passo para o alcance dos objetivos da pesquisa.

Há diversos aplicativos de gerenciamento de referências e citações. Mas, qual é o melhor gerenciador de referências e citações? Como escolher? 

Saiba mais sobre alguns Gerenciadores de Referências e Citações:

ZoteroMendeley EndNote OnlineOverleaf (LaTeX) e JabRef (LaTeX) são ferramentas que servem à mesma finalidade.

Todas permitem que você crie um banco de dados de referências que você pode usar para manter o controle de sua leitura e para coletar e organizar referências, além de gerar citações, durante a redação de seus trabalhos e artigos.

Todos os programas permitem a integração de PDFs baixados com seu banco de dados de referências.

 

Para mais informações, consulte os materiais abaixo ou recorra à equipe da  Biblioteca.

 

Guia de uso do EndNote Online

Guia de uso do Mendeley

Guia de uso do Zotero

Guia de uso do Overleaf (LaTeX)

Guia de uso do JabRef (LaTex)

 

Consulte também o Espaço de Apoio ao Pesquisador > Guias e Tutoriais ABCD-USP