{"id":10203,"date":"2019-10-17T09:49:59","date_gmt":"2019-10-17T12:49:59","guid":{"rendered":"https:\/\/www2.ifsc.usp.br\/pos\/?p=10203"},"modified":"2019-10-17T09:49:59","modified_gmt":"2019-10-17T12:49:59","slug":"ivan-silvestre-paganini-marin","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www2.ifsc.usp.br\/pos\/ivan-silvestre-paganini-marin\/","title":{"rendered":"Ivan Silvestre Paganini Marin"},"content":{"rendered":"<p><strong>Gradua\u00e7\u00e3o: IFSC &#8211; Bacharelado em F\u00edsica \/ Habilita\u00e7\u00e3o: Inform\u00e1tica<\/strong><br \/>\n<strong>Mestrado: IFSC \u2013 Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em F\u00edsica \/ \u00c1rea: F\u00edsica Aplicada \/ Op\u00e7\u00e3o: F\u00edsica Computacional<\/strong><br \/>\n<strong>Atividade profissional atual: Data Scientist na CATHO<\/strong><\/p>\n<p>Mais do que paix\u00e3o pela ci\u00eancia, o que Ivan Marin sempre teve foi curiosidade por aquilo que o rodeava, como tudo funcionava, o que podia acontecer quando algo era desmontando e montado, se podia &#8211; ou n\u00e3o &#8211; derreter coisas, como bolinhas de gude (o que apavorava seus pais!) e de que forma podia medir e inferir esses fen\u00f4menos que, na \u00e9poca, eram muito interessantes. Mas, para este menino, hoje com 32 anos e natural de S\u00e3o Paulo, cidade onde desenvolve a sua profiss\u00e3o de cientista de dados\/especialista em inova\u00e7\u00e3o na empresa <em>Catho<\/em>, sua curiosidade era n\u00e3o apenas por coisas f\u00edsicas, mas por lugares tamb\u00e9m, como, por exemplo, saber como as pessoas viviam em um deserto (\u201c\u00e9 tudo seco l\u00e1! N\u00e3o chove!\u201d), at\u00e9 como seria viver no espa\u00e7o. O designado \u201cpulo do gato\u201d veio com fic\u00e7\u00e3o cient\u00edfica, quando, certa vez, seus pais o deixaram assistir a alguns filmes, como \u201cJornada nas Estrelas &#8211; O Filme\u201d e \u201cGuerra nas Estrelas\u201d. \u201cO espa\u00e7o e astron\u00e1utica n\u00e3o pararam mais de me fascinar. E para chegar l\u00e1? Ci\u00eancia!\u201d, afirma Ivan ao recordar o in\u00edcio do seu ensino fundamental em S\u00e3o Paulo, capital, com mudan\u00e7a de toda a fam\u00edlia para a cidade de Araraquara onde estudou na escola <em>Di\u00e1logo<\/em>, tendo mudado posteriormente para o <em>Col\u00e9gio Progresso<\/em>, at\u00e9 \u00e0 quarta s\u00e9rie, e depois para outras duas escolas distintas na rede p\u00fablica &#8211; <em>L\u00e9a de Freitas Monteiro<\/em> e <em>Dorival Alves<\/em>.<\/p>\n<p>A educa\u00e7\u00e3o dada pelos pais de Ivan Marin foi pautada pela liberdade do jovem poder seguir sua curiosidade, sempre facultando a ele livros, enciclop\u00e9dias e, mais tarde, o acesso \u00e0 Internet. Contudo, houve algu\u00e9m que o marcou muito nos primeiros anos de seu aprendizado. \u201cUma professora do fundamental \u2013 Sandra &#8211; foi muito importante em direcionar essa curiosidade para alguns objetivos mais cient\u00edficos, com foco em experimentos. Ela foi a primeira a me indicar que, para se descobrir alguma coisa, tinha que se experimentar e n\u00e3o acreditar apenas nos livros e em pessoas. Ela tamb\u00e9m ajudou bastante em me mostrar como o meio ambiente \u00e9 importante\u201d, ressalta Ivan Marin. Embora aplicado nos seus estudos, o jovem estudante debateu-se com algumas dificuldades. Apesar de ter estudado em escolas particulares e p\u00fablicas e embora o conte\u00fado das disciplinas nunca tivesse sido um problema, Ivan lutava, de alguma forma, com dificuldades relacionadas com o foro pessoal, que s\u00f3 depois de muito tempo foi relacionado com dislexia. \u201cEsse estado n\u00e3o interferiu muito no meu desenvolvimento, com exce\u00e7\u00e3o de que, na leitura, eu demorava sempre duas vezes mais tempo para entender &#8211; eu lia muito r\u00e1pido para terminar logo, mas n\u00e3o entendia nada! &#8211; e ningu\u00e9m conseguia ler o que eu escrevia, nem eu mesmo. Mas s\u00f3 fui ter esse diagn\u00f3stico de dislexia anos depois, j\u00e1 adulto, e a\u00ed j\u00e1 era tarde\u201d, pontua nosso entrevistado.<\/p>\n<p>Avan\u00e7ando nas recorda\u00e7\u00f5es at\u00e9 \u00e0 data do seu ensino m\u00e9dio, Ivan comenta que esse per\u00edodo foi igual ao de todo o mundo, ou seja, estranho e interessante ao mesmo tempo! \u201cTive v\u00e1rias experi\u00eancias legais com ci\u00eancia, como um laborat\u00f3rio de biologia, institu\u00eddo pela escola onde fiz o colegial. Eu n\u00e3o precisava ir, n\u00e3o era obrigat\u00f3rio, mas a chance de estudar e aprender em um ambiente de laborat\u00f3rio era uma chance que eu n\u00e3o podia perder. Abracei e comecei a ir ao laborat\u00f3rio fora dos hor\u00e1rios letivos, com o incentivo do professor da disciplina. Fiz v\u00e1rias experi\u00eancias l\u00e1, tive a chance de ir at\u00e9 o laborat\u00f3rio de anatomia da UNESP, de Araraquara, que foi uma visita muito bacana, pois como \u00e9ramos uma turma bem pequena, nos deixaram ficar bastante tempo e at\u00e9 manipular as pe\u00e7as, com a supervis\u00e3o de professores da universidade\u201d, recorda Ivan. Outra experi\u00eancia muito interessante, relatada pelo ex-aluno do IFSC, foi com um professor de Hist\u00f3ria, que o incentivou a estudar keynesianismo e <em>welfare state<\/em>, tamb\u00e9m fora do per\u00edodo normal, por forma a que entendesse melhor as perguntas que surgiam em sala, tendo-se formado um grupo de estudo muito pr\u00f3ximo \u00e0 imagem tradicional de uma inicia\u00e7\u00e3o cient\u00edfica, no terceiro colegial. \u201cAinda lembro a decep\u00e7\u00e3o deste professor quando falei que ia fazer f\u00edsica\u2026 Ele tinha certeza que eu ia fazer Hist\u00f3ria!\u201d, complementa Ivan.<\/p>\n<p>Antevendo sua entrada para a universidade, a escolha de Ivan pela f\u00edsica foi uma decis\u00e3o tomada tendo em vistas v\u00e1rios fatores, sendo que alguns deles s\u00f3 surgiram quando o jovem estava preenchendo a ficha de inscri\u00e7\u00e3o da universidade. Sabia que ia fazer pesquisa, sabia que seu sonho era querer ser algo parecido com um cientista&#8230; Mas, f\u00edsica? Ele gostava (e ainda gosta) de v\u00e1rios assuntos, n\u00e3o somente de f\u00edsica, como, por exemplo, de computa\u00e7\u00e3o, tendo, inclusive, desenvolvido alguns pequenos trabalhos no colegial, mas f\u00edsica surgiu pela influ\u00eancia de dois eventos: o primeiro, atrav\u00e9s de um professor no colegial (Adriano), que mostrou ao jovem que, pensar com calma nos problemas de f\u00edsica ajudaria em quase qualquer outro problema e como modelar matematicamente as quest\u00f5es ajudaria a entender tudo ao seu redor. O segundo veio na decorr\u00eancia de uma ideia fixa do jovem, que seu caminho acad\u00eamico seria fazer filosofia. \u201cFui em uma palestra na UNESP, de Araraquara, que abordou o tema \u201cprofiss\u00f5es\u201d, em especial a de filosofia. A professora da palestra me perguntou qual o motivo pelo qual eu gostaria de fazer filosofia e se eu tinha algumas d\u00favidas. Depois de explicar que sim, que tinha d\u00favidas e que tinha cogitado tamb\u00e9m seguir as \u00e1reas de medicina, engenharia da computa\u00e7\u00e3o e f\u00edsica, principalmente, ela me disse: \u201c\u00c9 mais f\u00e1cil um f\u00edsico virar fil\u00f3sofo do que um fil\u00f3sofo virar f\u00edsico\u201d. Aquilo ficou gravado no meu subconsciente e acabei decidindo por f\u00edsica, mesmo, e a escolha pelo IFSC-USP, em particular, foi porque o campus de S\u00e3o Carlos era mais perto da casa dos meus pais, em Araraquara, e porque a f\u00edsica, na UFSCar, n\u00e3o me atraiu muito&#8230;\u201d, afirma nosso entrevistado.<\/p>\n<p>Quanto aos medos e apreens\u00f5es sentidos no ambiente universit\u00e1rio, Ivan confirma que os anos de gradua\u00e7\u00e3o s\u00e3o pautados por muitas mudan\u00e7as, principalmente quando chega a hora de escolher o mestrado e o doutorado, que, no caso dele n\u00e3o foi na f\u00edsica, mas em engenharia hidr\u00e1ulica. No decurso de seu percurso acad\u00eamico, Ivan trabalhou entre o mestrado e o doutorado, fazendo projetos de tecnologia, como consultor, e ainda em supercomputa\u00e7\u00e3o, tudo isso misturado com diversas quest\u00f5es importantes, como, por exemplo, se ia conseguir entender as disciplinas, se o seu caminho era realmente o de um cientista, se iria ser de fato um f\u00edsico, ou o que iria fazer depois. Com dois p\u00f3s-doutorados feitos &#8211; um no Brasil e outro no Canad\u00e1 -, nosso entrevistado conseguiu resistir \u00e0s ofertas de emprego por forma a continuar na academia, no sentido de conseguir uma vaga como pesquisador ou professor. \u201cTrabalhei como pesquisador em grupos de pesquisa no IFSC-USP at\u00e9 conseguir o primeiro p\u00f3s-doutorado e a partir da\u00ed fiquei atr\u00e1s de concursos e provas. Mas, ou n\u00e3o abriam vagas que me aceitassem &#8211; bacharel em f\u00edsica e doutor em engenharia, o que nem a engenharia nem a f\u00edsica costumam aceitar, apesar de todo o discurso de \u201cmultidisciplinariedade\u201d -, ou simplesmente n\u00e3o havia vagas. No Canad\u00e1, preferi n\u00e3o ficar por motivos pessoais. Tive propostas para trabalhar nos EUA, mas nenhuma se concretizou, gra\u00e7as a mudan\u00e7as pol\u00edticas. Ou seja, depois de muito insistir e insistir nessa \u00e1rea acad\u00eamica precisei escolher minhas prioridades de vida e profissionais, tendo surgido uma oportunidade de coloca\u00e7\u00e3o no setor privado, que aceitei, e estou at\u00e9 hoje. Mas, o mais interessante de tudo isso \u00e9 que trabalho como cientista na \u00e1rea privada.\u201d No seu percurso fora da academia e desde o final de sua gradua\u00e7\u00e3o, nosso entrevistado concretizou diversos projetos de forma independente e muitas vezes sem remunera\u00e7\u00e3o, apenas pelo simples fato de poder aplicar os conhecimentos aprendidos e ganhar experi\u00eancia. Dessa forma, trabalhou com montagem de clusters de computadores, como programador cient\u00edfico em projetos de equipamentos oft\u00e1lmicos, como consultor em internet, como administrador de sistemas em supercomputadores e at\u00e9 como escritor, para uma consultoria de ci\u00eancia para jogos. \u201cSempre estive envolvido em alguma iniciativa para diversificar as atividades. No final, por causa dos contatos e amizades com pessoas da f\u00edsica, surgiu uma oportunidade de trabalho fixo em uma empresa de tecnologia, na qual me mantenho, atualmente\u201d, pontua Ivan.<\/p>\n<p>Por vezes, muitos alunos acabam por se arrepender do caminho que escolheram, o que n\u00e3o foi o caso de Ivan Marin, quando pesou os pr\u00f3s e contras de ir para o setor produtivo, ou seja, trabalhar fora da academia. Segundo o ex-aluno do IFSC-USP, o ambiente fora da academia diferente, muito mais moderno e, dependendo da \u00e1rea, mais tranquilo do que na academia, j\u00e1 que existem m\u00e9tricas de produtividade e uma cobran\u00e7a com rela\u00e7\u00e3o a ela, mas isso n\u00e3o \u00e9 novidade na academia e na academia, muitas vezes, essas m\u00e9tricas s\u00e3o injustas. Todavia, Ivan afirma que, de forma geral, as rela\u00e7\u00f5es entre as pessoas s\u00e3o mais formais fora da academia. \u201cEu tive sorte, pois fui trabalhar em uma equipe de inova\u00e7\u00e3o, onde quase todo mundo teve uma forte experi\u00eancia acad\u00eamica, at\u00e9 porque a m\u00e9dia de idades \u00e9 muito baixa, ou seja, \u00e9 gente muito nova, ent\u00e3o o ambiente \u00e9 excelente, descontra\u00eddo, produtivo, com muitas discuss\u00f5es tanto t\u00e9cnicas quando de processo\u201d, sublinha Ivan, acrescentando que \u201cprocesso de trabalho \u00e9 algo que n\u00e3o se ensina na academia e \u00e9 fundamental, at\u00e9 para se ter algum controle sobre o que se est\u00e1 produzindo, por exemplo\u201d. Na opini\u00e3o de nosso entrevistado, a f\u00edsica mostrou-lhe o caminho de como se tornar um cientista, apesar de muitas vezes ter atrapalhado, ao inv\u00e9s de ajudar. S\u00f3lidos conhecimentos de matem\u00e1tica e algumas disciplinas da f\u00edsica, como estat\u00edstica, termodin\u00e2mica e eletromagnetismo, foram fundamentais, na opini\u00e3o de Ivan, que enfatiza a \u00e1rea da computa\u00e7\u00e3o, classificando-a como determinante. \u201cSou bacharel em f\u00edsica, com \u00eanfase em computa\u00e7\u00e3o, diferente do atual curso de f\u00edsica computacional. Sa\u00edamos com a forma\u00e7\u00e3o de f\u00edsico completo, acrescida de metade de um curso de computa\u00e7\u00e3o voltada a aspectos pr\u00e1ticos da \u00e1rea e isso sempre foi um fator fortemente determinante na minha progress\u00e3o. Saber alinhar computa\u00e7\u00e3o com pensamento anal\u00edtico e ferramentas da f\u00edsica sempre foram um diferencial\u201d, pontua.<\/p>\n<p>Em termos da faixa salarial praticada na sua \u00e1rea de especializa\u00e7\u00e3o, Ivan comenta que depende muito de onde esse profissional vai ser colocado, qual a sua posi\u00e7\u00e3o e o que ir\u00e1 fazer. Na opini\u00e3o do ex-aluno do IFSC-USP, um graduado, habilitado com o curso atual de f\u00edsica, praticamente n\u00e3o tem coloca\u00e7\u00e3o no mercado, a n\u00e3o ser que ele fa\u00e7a uma \u00eanfase em computa\u00e7\u00e3o, que saiba programar bem e tenha conceitos s\u00f3lidos em algumas \u00e1reas da f\u00edsica e da computa\u00e7\u00e3o, e, mesmo assim, ir\u00e1 concorrer diretamente com outras carreiras, como cientista da computa\u00e7\u00e3o. \u201cEle vai precisar estar pronto para demonstrar que tem algo a mais al\u00e9m da f\u00edsica e al\u00e9m da computa\u00e7\u00e3o, mostrar que n\u00e3o fica preso a nenhuma das duas. O que mais escutei sempre foi \u2018Quem contrata f\u00edsico?\u2019 Essa pergunta \u00e9 errada. N\u00e3o \u00e9 quem contrata f\u00edsico, mas onde o f\u00edsico quer trabalhar, j\u00e1 que ele tem que desbravar a \u00e1rea onde quer trabalhar e se esfor\u00e7ar para conseguir ser competitivo. N\u00e3o h\u00e1 um limite superior no que ele pode alcan\u00e7ar, sendo que o caminho depende muito da experi\u00eancia, das oportunidades\u201d, explica Ivan.<\/p>\n<p>Em termos de expectativas no futuro, Ivan Marin afirma que tem muitos planos, alguns deles envolvendo especializa\u00e7\u00f5es em algumas \u00e1reas de pesquisa consideradas \u00fateis no mercado, e ampliar a faixa de \u00e1reas em que pode trabalhar. \u201cColoquei como objetivo n\u00e3o seguir mais o ritmo alucinado que se espera de um p\u00f3s-doc ou de um professor rec\u00e9m-contratado, que \u00e9 estar ligado 24h na pesquisa e na universidade. Existem muitas outras coisas boas que devem ser aproveitadas fora desse ciclo e \u00e9 poss\u00edvel ser altamente competente e ter sucesso sem precisar comprometer a vida\u201d, afirma o ex-aluno. Por \u00faltimo, para os alunos de gradua\u00e7\u00e3o do Instituto de F\u00edsica de S\u00e3o Carlos, ou para os candidatos a ingressar na institui\u00e7\u00e3o, Ivan deixa alguns conselhos, como, por exemplo, a necessidade de estudarem de forma inteligente. \u201cSaber resolver o Jackson inteiro n\u00e3o \u00e9 sinal de que voc\u00ea \u00e9 um bom f\u00edsico, apenas serve para provar que voc\u00ea sabe resolver o Jackson. Um bom f\u00edsico aquele que tem a capacidade de olhar para um problema e ir aprender o que for preciso para resolver esse mesmo problema, seja em outra \u00e1rea da f\u00edsica, seja biologia, seja hist\u00f3ria! N\u00e3o se restrinjam a somente o que \u00e9 dado. Tenham uma base s\u00f3lida, claro, mas v\u00e3o atr\u00e1s de problemas interessantes\u201d, complementa Ivan. Para os novos ingressantes, Ivan Marin aconselha calma e coragem, j\u00e1 que os sustos podem ser grandes, mas, com paci\u00eancia e perseveran\u00e7a, a f\u00edsica vai fazendo sentido. \u201cEstudem de forma inteligente e a f\u00edsica se torna algo muito mais fant\u00e1stico!\u201d, finaliza o ex-aluno do IFSC-USP.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Gradua\u00e7\u00e3o: IFSC &#8211; Bacharelado em F\u00edsica \/ Habilita\u00e7\u00e3o: Inform\u00e1tica Mestrado: IFSC \u2013 Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em F\u00edsica \/ \u00c1rea: F\u00edsica Aplicada \/ Op\u00e7\u00e3o: F\u00edsica Computacional Atividade profissional atual: Data Scientist na CATHO Mais do que paix\u00e3o pela ci\u00eancia, o que Ivan Marin sempre teve foi curiosidade por aquilo que o rodeava, como tudo funcionava, o [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":4,"featured_media":10201,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[52],"tags":[],"class_list":["post-10203","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-egressos"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.6 - 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