{"id":51538,"date":"2023-06-15T13:59:11","date_gmt":"2023-06-15T16:59:11","guid":{"rendered":"https:\/\/www2.ifsc.usp.br\/portal-ifsc\/?p=51538"},"modified":"2023-06-16T09:53:25","modified_gmt":"2023-06-16T12:53:25","slug":"celulas-tronco-e-a-medicina-regenerativa-parte-3-por-prof-roberto-n-onody","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www2.ifsc.usp.br\/portal-ifsc\/celulas-tronco-e-a-medicina-regenerativa-parte-3-por-prof-roberto-n-onody\/","title":{"rendered":"C\u00e9lulas-Tronco e a Medicina Regenerativa (parte 3) &#8211; Por: Prof. Roberto N. Onody"},"content":{"rendered":"<p><em><i>Por: Prof. Roberto N. Onody <\/i><\/em><em><sup><i>*<\/i><\/sup><\/em><\/p>\n<p>Caro leitor,<\/p>\n<p>O tema <em><i>\u201cC\u00e9lulas-Tronco e a Medicina Regenerativa\u201d<\/i><\/em>\u00a0pela sua extens\u00e3o e complexidade foi dividido em 3 partes. Esta \u00e9 a parte 3 ( veja <a href=\"https:\/\/www2.ifsc.usp.br\/portal-ifsc\/celulas-tronco-e-a-medicina-regenerativa-parte-i\/\"><u>parte 1<\/u><\/a>\u00a0e <a href=\"https:\/\/www2.ifsc.usp.br\/portal-ifsc\/celulas-tronco-e-a-medicina-regenerativa-parte-2-por-prof-roberto-n-onody\/\"><u>parte 2<\/u><\/a>). Devido \u00e0s suas in\u00fameras aplica\u00e7\u00f5es no tratamento e, em alguns casos, at\u00e9 da cura de doen\u00e7as graves, a import\u00e2ncia das c\u00e9lulas tronco cresce dia a dia. Juntos, o <em><i>transplante de c\u00e9lulas tronco<\/i><\/em>\u00a0e a <em><i>terapia gen\u00e9tica<\/i><\/em>, representam hoje a vanguarda da medicina regenerativa.<\/p>\n<p>Aproveito para informar que a newsletter \u201c<em><i>Ci\u00eancia em Panorama<\/i><\/em>\u201d no. 4 j\u00e1 est\u00e1 no ar. \u00a0Abaixo, um sum\u00e1rio da edi\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>*Astronomia<\/p>\n<p>1-Um buraco negro supermassivo semeando novas estrelas?<\/p>\n<p>2-Um buraco negro solit\u00e1rio<\/p>\n<p>*Biologia<\/p>\n<p>Qual \u00e9 a \u00e1rvore mais velha do mundo?<\/p>\n<p>*Intelig\u00eancia Artificial<\/p>\n<p>Pr\u00eamio recusado<\/p>\n<p>*Curiosidades Editoriais<\/p>\n<p>*Curiosidades Matem\u00e1ticas<\/p>\n<p>A newsletter pode ser subscrita por qualquer pessoa, alunos, docentes, funcion\u00e1rios etc. Para receber as edi\u00e7\u00f5es basta enviar um e-mail para<\/p>\n<p><a href=\"mailto:onody@ifsc.usp.br\"><u>onody@ifsc.usp.br<\/u><\/a><\/p>\n<p>colocando o seu nome e o seu e-mail.<\/p>\n<p>Boa leitura!<em><i><br \/>\n<\/i><\/em><\/p>\n<p><em><i>Junho\/2023<\/i><\/em><\/p>\n<p><strong><b>6-<\/b><\/strong><strong><b>Perda da Vis\u00e3o<\/b><\/strong><\/p>\n<div id=\"attachment_51541\" style=\"width: 310px\" class=\"wp-caption alignleft\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-51541\" class=\"wp-image-51541 size-full\" src=\"https:\/\/www2.ifsc.usp.br\/portal-ifsc\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/celulas-tronco-11-300.png\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"355\" srcset=\"https:\/\/www2.ifsc.usp.br\/portal-ifsc\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/celulas-tronco-11-300.png 300w, https:\/\/www2.ifsc.usp.br\/portal-ifsc\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/celulas-tronco-11-300-254x300.png 254w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><p id=\"caption-attachment-51541\" class=\"wp-caption-text\"><em><strong> Figura 11 &#8211; Os c\u00edlios protegem os olhos contra materiais suspensos no ar, como a poeira. As p\u00e1lpebras se movimentam (piscam) espalhando as l\u00e1grimas que umedecem a c\u00f3rnea e a escler\u00f3tica retirando subst\u00e2ncias prejudiciais ao olho<\/strong><\/em><\/p><\/div>\n<p>A vis\u00e3o \u00e9, provavelmente, dos nossos 5 sentidos o mais nobre. Nossos olhos s\u00e3o as janelas que nos permitem ver o mundo maravilhoso e colorido que nos rodeia e s\u00e3o tamb\u00e9m, os espelhos de nossos sentimentos e emo\u00e7\u00f5es. Como abordaremos o transplante de c\u00e9lulas-tronco para diferentes regi\u00f5es oculares, segue abaixo um pequeno resumo.<\/p>\n<p>A luz que chega aos nossos olhos percorre o seguinte caminho (veja Figura 11):<\/p>\n<p>*Atravessa primeiramente a <em><i>Conjuntiva<\/i><\/em>, membrana transparente que recobre a parte anterior do olho e a parte interna das p\u00e1lpebras (membrana que, se infeccionada causa a <em><i>Conjuntivite<\/i><\/em>);<\/p>\n<p>*Depois passa <em><i>ou pela<\/i><\/em>\u00a0<em><i>C\u00f3rnea<\/i><\/em>, tecido <em><i>transparente <\/i><\/em>(feito de <em><i>fibras paralelas<\/i><\/em>\u00a0de col\u00e1geno) que recobre a \u00edris <em><i>ou<\/i><\/em>\u00a0<em><i>pela Escler\u00f3tica<\/i><\/em>, tecido semirr\u00edgido (feito de <em><i>fibras entrela\u00e7adas<\/i><\/em>\u00a0de col\u00e1geno), <em><i>opaco<\/i><\/em>, que reflete a luz (dando a <em><i>cor branca<\/i><\/em>\u00a0aos olhos) e que <em><i>se estende at\u00e9 o nervo \u00f3tico<\/i><\/em>. A c\u00f3rnea e a escler\u00f3tica est\u00e3o ligadas pelo <em><i>Limbo<\/i><\/em>, tecido onde s\u00e3o geradas muitas <em><i>c\u00e9lulas-tronco<\/i><\/em>;<\/p>\n<p>*Depois da c\u00f3rnea (a janela dos nossos olhos), a luz atravessa o <em><i>Humor Aquoso<\/i><\/em>\u00a0l\u00edquido transparente, nutriente dessa regi\u00e3o e que controla a press\u00e3o ocular;<\/p>\n<p>*Em seguida vem a <em><i>\u00cdris<\/i><\/em>, que \u00e9 um m\u00fasculo com muitos pigmentos (que d\u00e3o a cor ao olho \u2013 marrom, mel, verde, cinza e azul) e que tamb\u00e9m controla o di\u00e2metro de um orif\u00edcio chamado <em><i>Pupila<\/i><\/em>. O di\u00e2metro da pupila regula a intensidade de luz que seguir\u00e1 adiante (quanto mais luz menor o di\u00e2metro). Em \u00f3tica, a \u00edris e a pupila corresponderiam ao diafragma e a abertura, respectivamente.<\/p>\n<p>*Depois a luz passa pelo <em><i>Cristalino <\/i><\/em>que \u00e9 uma <em><i>lente transparente <\/i><\/em>que se movimenta para focar objetos situados em diferentes dist\u00e2ncias. A <em><i>Catarata<\/i><\/em>\u00a0\u00e9 uma les\u00e3o que torna o cristalino menos transparente.<\/p>\n<p>*Ent\u00e3o, a luz atravessa o <em><i>Humor V\u00edtreo<\/i><\/em>, subst\u00e2ncia transparente e gelatinosa que d\u00e1 a forma esf\u00e9rica ao olho.<\/p>\n<p>*Finalmente, a luz atinge a <em><i>Retina<\/i><\/em>\u00a0que \u00e9 uma camada de <em><i>c\u00e9lulas fotossens\u00edveis<\/i><\/em>\u00a0com formatos de <em><i>bastonetes<\/i><\/em>\u00a0(120 milh\u00f5es) e <em><i>cones<\/i><\/em>\u00a0(6 milh\u00f5es). A retina se apoia sobre um tecido chamado de <em><i>Cor\u00f3ide,<\/i><\/em>\u00a0que cont\u00e9m uma rede de vasos sangu\u00edneos fornecedora de oxig\u00eanio e nutrientes para a retina. O olho humano tem di\u00e2metro de 2,2 cm, ou seja, uma \u00e1rea de aproximadamente 3,8 cm<sup>2<\/sup>. A retina recobre quase 70% dessa superf\u00edcie. No centro dela se encontra uma pequena regi\u00e3o (com raio de 0,5 cm) chamada <em><i>M\u00e1cula <\/i><\/em>e no interior dela, uma \u00e1rea menor ainda, alinhada com o eixo central da lente do cristalino, chamada de <em><i>F\u00f3vea<\/i><\/em>. Elas s\u00e3o compostas somente por <em><i>c\u00e9lulas c\u00f4nicas<\/i><\/em>. S\u00e3o respons\u00e1veis pela vis\u00e3o n\u00edtida e detalhada. A degenera\u00e7\u00e3o da m\u00e1cula ocorre com o avan\u00e7o da idade e \u00e9 uma das doen\u00e7as oculares que podem ser tratadas com c\u00e9lulas-tronco.<\/p>\n<p>*As c\u00e9lulas receptoras transformam a luz em impulsos el\u00e9tricos que s\u00e3o conduzidos pelo <em><i>Nervo \u00d3tico<\/i><\/em>\u00a0at\u00e9 o c\u00e9rebro onde as imagens s\u00e3o formadas e interpretadas.<\/p>\n<p><strong><b>A-<\/b><\/strong><strong><b>Retina<\/b><\/strong><\/p>\n<div id=\"attachment_51542\" style=\"width: 510px\" class=\"wp-caption alignright\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-51542\" class=\"wp-image-51542 size-full\" src=\"https:\/\/www2.ifsc.usp.br\/portal-ifsc\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/celulas-tronco-12-500.jpg\" alt=\"\" width=\"500\" height=\"377\" srcset=\"https:\/\/www2.ifsc.usp.br\/portal-ifsc\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/celulas-tronco-12-500.jpg 500w, https:\/\/www2.ifsc.usp.br\/portal-ifsc\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/celulas-tronco-12-500-300x226.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px\" \/><p id=\"caption-attachment-51542\" class=\"wp-caption-text\"><em><strong>Figura 12 &#8211; Ap\u00f3s a dissocia\u00e7\u00e3o do organ\u00f3ide retinal, foi utilizado como marcador um v\u00edrus modificado da raiva. Em vermelho, o rastro deixado pelo marcador, demostrando a reconex\u00e3o entre c\u00e9lulas fotorreceptoras e c\u00e9lulas ganglionares (Fonte: UW-Madison\/Gamm Laboratory)<\/strong><\/em><\/p><\/div>\n<p>Nas doen\u00e7as degenerativas da retina, as c\u00e9lulas fotorreceptoras come\u00e7am a funcionar mal, morrem, levando \u00e0 cegueira progressiva. Como vimos anteriormente, \u00e9 natural lan\u00e7ar m\u00e3o de c\u00e9lulas-tronco pluripotentes induzidas (ou n\u00e3o) para restaurar a retina repondo suas c\u00e9lulas fotossens\u00edveis.<\/p>\n<p>No in\u00edcio as culturas das c\u00e9lulas-tronco cresciam em <em><i>duas dimens\u00f5es<\/i><\/em>\u00a0(placas de Petri) mas, rapidamente os pesquisadores se convenceram de que, para os transplantes, era necess\u00e1rio fazer o cultivo em <em><i>tr\u00eas dimens\u00f5es<\/i><\/em>. Essas culturas passaram a ser chamadas de <a href=\"#:~:text=In%202009%2C%20Sato%20et%20al,from%20single%20Lgr5%2B%20stem%20cells.\"><em><u><i>organ\u00f3ides<\/i><\/u><\/em><\/a>. H\u00e1 v\u00e1rias t\u00e9cnicas para isso, mas basicamente todas elas utilizam hidrogel sint\u00e9ticos ou biol\u00f3gicos.<\/p>\n<p>Em <a href=\"https:\/\/www.nature.com\/articles\/ncomms5047\"><u>2014<\/u><\/a>, pesquisadores da Universidade Johns Hopkins, Maryland, EUA, recriaram <em><i>in vitro<\/i><\/em>\u00a0aspectos funcionais e estruturais da retina. Eles utilizaram c\u00e9lulas-tronco pluripotentes induzidas que foram obtidas a partir da pele humana. O organ\u00f3ide 3D assim constru\u00eddo, tinha a sequ\u00eancia correta das camadas correspondentes aos bastonetes e cones e eram fotossens\u00edveis!<\/p>\n<p>Para avan\u00e7ar para uma fase de testes cl\u00ednicos era necess\u00e1rio provar que essa retina constru\u00edda no laborat\u00f3rio, uma vez dissociada do organ\u00f3ide, manteria sua <em><i>capacidade de formar novas conex\u00f5es sin\u00e1pticas<\/i><\/em>. Isso foi demonstrado em um trabalho realizado por uma equipe da Universidade de Wisconsin e publicado em 2023 (Figura 12) na revista <a href=\"https:\/\/www.pnas.org\/doi\/10.1073\/pnas.2213418120\"><em><u><i>PNAS<\/i><\/u><\/em><\/a><em><i>.<\/i><\/em><\/p>\n<p><strong><b>B-<\/b><\/strong><strong><b>M\u00e1cula<\/b><\/strong><\/p>\n<p>A <em><i>degenera\u00e7\u00e3o macular relacionada \u00e0 idade<\/i><\/em>\u00a0\u00e9 a les\u00e3o ocular mais comum para indiv\u00edduos com mais de 50 anos. Caracteriza-se pela perda progressiva de vis\u00e3o, com o surgimento de pontos escuros nos olhos; os <em><i>objetos que est\u00e3o bem \u00e0 sua frente <\/i><\/em>(pois, como vimos, a m\u00e1cula fica bem no centro da retina) come\u00e7am a perder a forma, o tamanho e a cor ou ficar emba\u00e7ados; ao ler um texto, palavras podem desaparecer.<\/p>\n<p>A degenera\u00e7\u00e3o da m\u00e1cula neovascular (ou \u00famida) \u00e9 a forma mais grave da doen\u00e7a. Nas pessoas com degenera\u00e7\u00e3o macular \u00famida, o Cor\u00f3ide se enche <em><i>em demasia<\/i><\/em>\u00a0de vasos sangu\u00edneos que acabam <em><i>perfurando o epit\u00e9lio pigmentar da retina<\/i><\/em>, justamente onde ela \u00e9 mais esgar\u00e7ada \u2013 a m\u00e1cula. O epit\u00e9lio pigmentar da retina \u00e9 a \u00faltima camada da retina \u00e0 qual est\u00e3o ligados <em><i>diretamente <\/i><\/em>os fotorreceptores &#8211; cones e bastonetes.<\/p>\n<p>A terapia tradicional dessa les\u00e3o consiste aplicar <a href=\"https:\/\/bvsms.saude.gov.br\/sus-oferta-novo-tratamento-para-pacientes-com-degeneracao-macular\/\"><u>inje\u00e7\u00f5es intraoculares<\/u><\/a>\u00a0de medicamentos antiangiog\u00eanicos (que ajudam a secar os vasos sangu\u00edneos) como Lucentis e Eylea. Esse tratamento n\u00e3o cura, n\u00e3o pode ser aplicado em casos de conjuntivite e flebite (inflama\u00e7\u00e3o nas veias das pernas) e \u00e9 comum recidivas.<\/p>\n<p>Em 2010, uma mulher japonesa de 77 anos foi diagnosticada com degenera\u00e7\u00e3o macular \u00famida. Passou 3 anos sendo medicada com antiangiog\u00eanicos, mas a doen\u00e7a era recorrente. Ao todo ela recebeu 13 inje\u00e7\u00f5es intraoculares que n\u00e3o conseguiram parar a degenera\u00e7\u00e3o!<\/p>\n<div id=\"attachment_51543\" style=\"width: 510px\" class=\"wp-caption alignleft\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-51543\" class=\"wp-image-51543 size-full\" src=\"https:\/\/www2.ifsc.usp.br\/portal-ifsc\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/celulas-tronco-13-500.png\" alt=\"\" width=\"500\" height=\"333\" srcset=\"https:\/\/www2.ifsc.usp.br\/portal-ifsc\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/celulas-tronco-13-500.png 500w, https:\/\/www2.ifsc.usp.br\/portal-ifsc\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/celulas-tronco-13-500-300x200.png 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px\" \/><p id=\"caption-attachment-51543\" class=\"wp-caption-text\"><em><strong>Figura 13 &#8211; Na parte de cima: olho normal, neovasculariza\u00e7\u00e3o com ruptura do epit\u00e9lio pigmentar, remo\u00e7\u00e3o dessa regi\u00e3o e transplante da cultura de c\u00e9lulas tronco induzidas a partir de c\u00e9lulas som\u00e1ticas (na parte de baixo). <\/strong> <\/em><\/p><\/div>\n<p>Em novembro de 2013, ela foi escolhida para fazer um tratamento cl\u00ednico experimental. Nessa ocasi\u00e3o, sua acuidade visual era de 0,15 e 0,20 nos olhos esquerdo e direito, respectivamente. Esses valores foram obtidos usando-se <a href=\"https:\/\/qualidadeonline.wordpress.com\/2021\/09\/29\/o-ensaio-de-acuidade-visual-com-optotipos-padrao-e-clinico\/\"><u>an\u00e9is de Landolt<\/u><\/a>. Estes an\u00e9is t\u00eam a forma aproximada de um C (o tamanho e a abertura do C s\u00e3o alterados e rotacionados pelo oftalmologista) e s\u00e3o bastante utilizados quando a pessoa n\u00e3o \u00e9 alfabetizada. No Brasil \u00e9 mais comum se utilizar a tabela de Snellen. Neste caso, a paciente teria 20\/130 e 20\/100 de acuidade visual.<\/p>\n<p>A Medicina considera uma pessoa cega quando sua <em><i>vis\u00e3o corrigida<\/i><\/em>\u00a0do seu <em><i>melhor olho \u00e9 menor ou igual a 20\/200<\/i><\/em>, ou seja, o que uma pessoa normal consegue enxergar a 50 m de dist\u00e2ncia, ela s\u00f3 consegue a 5m. Portanto, a idosa japonesa estava bem pr\u00f3xima da cegueira.<\/p>\n<p>Depois de colhido material da paciente, utilizando-se protocolos bioqu\u00edmicos para <em><i>induzir c\u00e9lulas-tronco<\/i><\/em>\u00a0a se diferenciarem em c\u00e9lulas do <em><i>epit\u00e9lio pigmentar da retina<\/i><\/em>, v\u00e1rias culturas e amostras foram testadas em camundongos para verificar elas tinham algum potencial cancer\u00edgeno. No m\u00eas de setembro de 2014, dez meses depois do in\u00edcio do tratamento cl\u00ednico, foi realizado o <a href=\"https:\/\/www.nejm.org\/doi\/10.1056\/NEJMoa1608368\"><u>primeiro transplante mundial<\/u><\/a>\u00a0desse tipo (Figura 13). O sucesso foi parcial, pois um ano depois da cirurgia, n\u00e3o houve aumento da acuidade visual, mas a progress\u00e3o degenerativa foi <em><i>estancada<\/i><\/em>.<\/p>\n<p>Agora em 2023, um grupo de pesquisa de Kobe (Jap\u00e3o) publicou uma <a href=\"https:\/\/link.springer.com\/article\/10.1007\/s10384-022-00974-5\"><u>revis\u00e3o do m\u00e9todo<\/u><\/a>\u00a0e estimou que esse primeiro transplante, al\u00e9m de demorado, teria custado cerca de um milh\u00e3o de d\u00f3lares. Eles prop\u00f5em a utiliza\u00e7\u00e3o de t\u00e9cnicas de <a href=\"https:\/\/web.stanford.edu\/dept\/HPS\/transplant\/html\/hla.html\"><u>HLA<\/u><\/a>\u00a0(Human Leukocyte Antigens) para diminuir o tempo e o dinheiro necess\u00e1rios para o transplante.<\/p>\n<p><strong><b>C-<\/b><\/strong><strong><b>C\u00f3rnea<\/b><\/strong><\/p>\n<div id=\"attachment_51544\" style=\"width: 360px\" class=\"wp-caption alignright\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-51544\" class=\"wp-image-51544 size-full\" src=\"https:\/\/www2.ifsc.usp.br\/portal-ifsc\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/celulas-tronco-14-350.png\" alt=\"\" width=\"350\" height=\"536\" srcset=\"https:\/\/www2.ifsc.usp.br\/portal-ifsc\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/celulas-tronco-14-350.png 350w, https:\/\/www2.ifsc.usp.br\/portal-ifsc\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/celulas-tronco-14-350-196x300.png 196w\" sizes=\"auto, (max-width: 350px) 100vw, 350px\" \/><p id=\"caption-attachment-51544\" class=\"wp-caption-text\"><em><strong>Figura 14 &#8211; O limbo \u00e9 uma regi\u00e3o rica em c\u00e9lulas-tronco. Elas se diferenciam e migram para formarem as c\u00e9lulas epiteliais da c\u00f3rnea (Fonte: Nature)<\/strong><\/em><\/p><\/div>\n<p>Como dissemos na Introdu\u00e7\u00e3o, o <a href=\"https:\/\/www.ncbi.nlm.nih.gov\/pmc\/articles\/PMC3872837\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><u>primeiro transplante<\/u><\/a>\u00a0de c\u00f3rnea foi realizado em 1905 pelo m\u00e9dico austr\u00edaco E. Zirm. O receptor foi um trabalhador rural de 45 anos que, ao limpar um galinheiro com cal, teve seus dois olhos queimados. O doador da c\u00f3rnea foi um menino de 11 anos, cego por perfura\u00e7\u00e3o das duas escler\u00f3ticas. Suas c\u00f3rneas foram removidas e enxertadas no agricultor. No olho direito a cirurgia falhou, mas o esquerdo atingiu, depois de 6 meses, acuidade visual 6\/36 (ou seja, ele conseguia ver a 6 metros de dist\u00e2ncia o que uma vis\u00e3o normal consegue a 36 metros).<\/p>\n<p>Muito embora o primeiro transplante de c\u00f3rnea tenha sido feito com um doador vivo, toda pessoa com c\u00f3rneas sadias e que tenha falecido h\u00e1 menos de 6 horas (ou 24 horas, mas congelada) pode ser um doador. Como a c\u00f3rnea n\u00e3o cont\u00e9m vasos sangu\u00edneos, n\u00e3o importa o tipo sangu\u00edneo do doador e do receptor.<\/p>\n<p>Com um \u00edndice de sucesso entre 80 a 90 % dos transplantes, o <em><i>n\u00famero de cirurgias da c\u00f3rnea r<\/i><\/em>ealizadas por ano \u00e9 de cerca de 185 mil no mundo e 13 mil no Brasil. As t\u00e9cnicas desses transplantes evolu\u00edram muito ao longo do tempo e se tornaram extremamente <em><i>precisas<\/i><\/em>\u00a0com a utiliza\u00e7\u00e3o de lasers.<\/p>\n<p>Um transplante de c\u00f3rnea pode n\u00e3o ter resultado positivo se o limbo (a regi\u00e3o entre conjuntiva e a c\u00f3rnea) n\u00e3o produzir ou for deficiente na reposi\u00e7\u00e3o das c\u00e9lulas epiteliais da c\u00f3rnea (veja figura 14).<\/p>\n<p>Quando essa defici\u00eancia ocorre somente em um dos olhos, parte das c\u00e9lulas-tronco s\u00e3o cirurgicamente removidas, crescidas em laborat\u00f3rio e colocadas no limbo danificado. Mas, quando o problema est\u00e1 presente em ambos os olhos, entram em cena as c\u00e9lulas-tronco pluripotentes induzidas.<\/p>\n<p>O <a href=\"https:\/\/www.nature.com\/articles\/d41586-019-02597-2\"><u>primeiro transplante<\/u><\/a>\u00a0desse tipo foi feito em uma mulher japonesa pelo cirurgi\u00e3o Kohji Nishida, da Universidade de Osaka, em 2019. N\u00e3o houve rejei\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Um programa mais ambicioso est\u00e1 em andamento na Universidade de New Castle (Reino Unido). Utilizando uma impressora 3D com uma tinta composta por c\u00e9lulas-tronco pluripotentes, col\u00e1geno e um extrato de alga, os pesquisadores Swioklo e Connon pretendem construir uma <a href=\"https:\/\/www.nature.com\/articles\/d41586-021-02629-w\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><u>c\u00f3rnea completa<\/u><\/a>!<\/p>\n<p><strong><b>7-<\/b><\/strong><strong><b>Perspectivas<\/b><\/strong><\/p>\n<p>Quase todas as doen\u00e7as danificam, de alguma forma, os tecidos do nosso corpo quer sejam elas oriundas de infec\u00e7\u00f5es, doen\u00e7as cr\u00f4nicas ou degenerativas. A repara\u00e7\u00e3o de tecidos danificados, quando n\u00e3o eficiente, acaba redundando na forma\u00e7\u00e3o de fibroses. A fibrose pode afetar qualquer \u00f3rg\u00e3o e est\u00e1 particularmente presente em processos inflamat\u00f3rios cr\u00f4nicos. <a href=\"https:\/\/www.nature.com\/articles\/s41586-020-2938-9\"><u>Estima-se<\/u><\/a>\u00a0que 45% de todas as mortes podem ser mapeadas, em \u00faltima inst\u00e2ncia, a falhas regenerativas associadas \u00e0 fibrose e inflama\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Como vimos, a medicina regenerativa muito se desenvolveu nesta \u00faltima d\u00e9cada, mas muito ainda est\u00e1 para ser feito. Segundo <a href=\"https:\/\/www.science.org\/doi\/10.1126\/science.add6492\"><u>artigo recente<\/u><\/a>\u00a0publicado na revista Nature, os <em><i>maiores obst\u00e1culos<\/i><\/em>\u00a0aos avan\u00e7os da medicina regenerativa (veja Figura 15) s\u00e3o: inadequa\u00e7\u00e3o das c\u00e9lulas progenitoras (escassez de c\u00e9lulas-tronco, comprometimento funcional e status de diferencia\u00e7\u00e3o), inflama\u00e7\u00e3o e fibrose. Por outro lado, as terapias emergentes <em><i>mais promissoras<\/i><\/em>\u00a0para a medicina regenerativa s\u00e3o: c\u00e9lulas-tronco humanas pluripotentes (tratadas nesta s\u00e9rie de 3 artigos que ora encerramos), terapias anti-inflamat\u00f3rias e anti-fibr\u00f3ticas. Neste \u00faltimo caso, est\u00e1 inclu\u00edda a terapia celular CAR-T que levou, <a href=\"https:\/\/canaltech.com.br\/saude\/terapia-celular-leva-a-remissao-completa-de-cancer-em-paciente-no-sus-251098\/\"><u>recentemente<\/u><\/a>, \u00e0 remiss\u00e3o de um paciente SUS com linfoma.<\/p>\n<div id=\"attachment_51545\" style=\"width: 1110px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-51545\" class=\"wp-image-51545 size-full\" src=\"https:\/\/www2.ifsc.usp.br\/portal-ifsc\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/celulas-tronco-15-1100.png\" alt=\"\" width=\"1100\" height=\"895\" srcset=\"https:\/\/www2.ifsc.usp.br\/portal-ifsc\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/celulas-tronco-15-1100.png 1100w, https:\/\/www2.ifsc.usp.br\/portal-ifsc\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/celulas-tronco-15-1100-300x244.png 300w, https:\/\/www2.ifsc.usp.br\/portal-ifsc\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/celulas-tronco-15-1100-1024x833.png 1024w, https:\/\/www2.ifsc.usp.br\/portal-ifsc\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/celulas-tronco-15-1100-768x625.png 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 1100px) 100vw, 1100px\" \/><p id=\"caption-attachment-51545\" class=\"wp-caption-text\"><em><strong>Figura 15 &#8211; Obst\u00e1culos \u00e0 medicina regenerativa e terapias emergentes (Fonte: K. Holoski\/Science)<\/strong><\/em><\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong><sup>*<\/sup><em><i>F\u00edsico, Professor S\u00eanior do IFSC \u2013 USP<\/i><\/em><\/strong><\/p>\n<p><em><i>e-mail: <\/i><\/em><a href=\"mailto:onody@ifsc.usp.br\"><em><u><i>onody@ifsc.usp.br<\/i><\/u><\/em><\/a><\/p>\n<p>Para acessar <em><i>todo<\/i><\/em>\u00a0o conte\u00fado do site<em><i>\u00a0\u201cNot\u00edcias de Ci\u00eancia e Tecnologia\u201d<\/i><\/em> dirija a c\u00e2mera do celular para o QR Code abaixo:<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft size-full wp-image-51539\" src=\"https:\/\/www2.ifsc.usp.br\/portal-ifsc\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/qr.png\" alt=\"\" width=\"148\" height=\"148\" \/><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Se voc\u00ea gostou, compartilhe o artigo nas redes sociais<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft size-full wp-image-51540\" src=\"https:\/\/www2.ifsc.usp.br\/portal-ifsc\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/logos200.jpg\" alt=\"\" width=\"200\" height=\"97\" \/><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>(Agradecimento: ao Sr. Rui Sintra da Assessoria de Comunica\u00e7\u00e3o)<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">Assessoria de Comunica\u00e7\u00e3o &#8211; IFSC\/USP<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por: Prof. Roberto N. 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