{"id":44419,"date":"2021-07-13T10:12:47","date_gmt":"2021-07-13T13:12:47","guid":{"rendered":"https:\/\/www2.ifsc.usp.br\/portal-ifsc\/?p=44419"},"modified":"2021-07-13T10:12:47","modified_gmt":"2021-07-13T13:12:47","slug":"esfriando-a-antimateria","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www2.ifsc.usp.br\/portal-ifsc\/esfriando-a-antimateria\/","title":{"rendered":"Esfriando a Antimat\u00e9ria"},"content":{"rendered":"<div id=\"attachment_44420\" style=\"width: 510px\" class=\"wp-caption alignleft\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-44420\" class=\"wp-image-44420 size-full\" src=\"https:\/\/www2.ifsc.usp.br\/portal-ifsc\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/esfriando-a-antimateria-1.jpg\" alt=\"\" width=\"500\" height=\"310\" srcset=\"https:\/\/www2.ifsc.usp.br\/portal-ifsc\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/esfriando-a-antimateria-1.jpg 500w, https:\/\/www2.ifsc.usp.br\/portal-ifsc\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/esfriando-a-antimateria-1-300x186.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px\" \/><p id=\"caption-attachment-44420\" class=\"wp-caption-text\"><em><strong>Figura 1 &#8211; Ilustra\u00e7\u00e3o art\u00edstica. O material mais caro do mundo \u2013 um grama de antihidrog\u00eanio custa 62,5 trilh\u00f5es de d\u00f3lares (Cr\u00e9dito: meteoramida)<\/strong><\/em><\/p><\/div>\n<p><em><i>Por: Prof. Roberto N. Onody <\/i><\/em><em><sup><i>*<\/i><\/sup><\/em><\/p>\n<p>A exist\u00eancia da antimat\u00e9ria (Figura 1) foi prevista teoricamente por P. Dirac em 1928. \u00a0A equa\u00e7\u00e3o de Dirac descreve a teoria qu\u00e2ntica relativ\u00edstica do el\u00e9tron e une a Relatividade Especial com a Mec\u00e2nica Qu\u00e2ntica. Na sua formula\u00e7\u00e3o, ela j\u00e1 traz incorporada o conceito de spin e prev\u00ea a exist\u00eancia de uma part\u00edcula que tem a mesma massa do el\u00e9tron, mas com carga oposta \u2013 o <em><i>p\u00f3sitron <\/i><\/em>ou antiel\u00e9tron.<\/p>\n<p>Por volta de 1912, o f\u00edsico austr\u00edaco V. Hess realizou experimentos para descobrir a causa da radia\u00e7\u00e3o ionizante na baixa atmosfera terrestre. Pensava-se, ent\u00e3o, que o respons\u00e1vel fosse o Sol. Aproveitando um dia de eclipse solar, Hess ascendeu num bal\u00e3o a cerca de 5.000 metros de altura e constatou que a ioniza\u00e7\u00e3o permanecia praticamente a mesma antes, durante ou depois do eclipse. Concluiu que o respons\u00e1vel pela radia\u00e7\u00e3o ionizante vinha do espa\u00e7o exterior e os chamou de <em><i>raios c\u00f3smicos<\/i><\/em>. Em 1932, C. Anderson, um f\u00edsico do Instituto de Tecnologia da California, estudando os raios c\u00f3smicos em uma c\u00e2mera de nuvem, descobriu uma part\u00edcula que tinha a mesma massa que o el\u00e9tron mas, com carga oposta \u2013 o p\u00f3sitron previsto por Dirac. Hess e Anderson receberam juntos o pr\u00eamio Nobel de F\u00edsica de 1936.<\/p>\n<div id=\"attachment_44421\" style=\"width: 510px\" class=\"wp-caption alignright\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-44421\" class=\"wp-image-44421 size-full\" src=\"https:\/\/www2.ifsc.usp.br\/portal-ifsc\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/esfriando-a-antimateria-2.jpg\" alt=\"\" width=\"500\" height=\"333\" srcset=\"https:\/\/www2.ifsc.usp.br\/portal-ifsc\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/esfriando-a-antimateria-2.jpg 500w, https:\/\/www2.ifsc.usp.br\/portal-ifsc\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/esfriando-a-antimateria-2-300x200.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px\" \/><p id=\"caption-attachment-44421\" class=\"wp-caption-text\"><em><strong>Figura 2 &#8211; O Desacelerador de Antipr\u00f3tons (Cr\u00e9dito: CERN &#8211; Conseil Europ\u00e9en pour la Recherche Nucl\u00e9aire)<\/strong><\/em><\/p><\/div>\n<p>Quando um el\u00e9tron e um p\u00f3sitron se encontram, eles se aniquilam em 2 raios-gama (para p\u00f3sitron e el\u00e9tron com spins antiparalelos) ou 3 raios-gama (para spins paralelos). O processo de aniquila\u00e7\u00e3o com emiss\u00e3o de 2 raios-gama \u00e9 muito mais prov\u00e1vel do que o com 3 raios-gama. O raio gama emitido \u00e9 uma radia\u00e7\u00e3o eletromagn\u00e9tica cem mil vezes mais energ\u00e9tica do que a luz ultravioleta.<\/p>\n<p>No interior de certos materiais, o p\u00f3sitron e o el\u00e9tron podem formar uma esp\u00e9cie de \u00e1tomo &#8211; o positr\u00f4nio, que decai em cerca de 10<sup>\u00a0\u2013 9<\/sup>\u00a0s. No exame de Tomografia por Emiss\u00e3o de P\u00f3sitrons (PET scan), injeta-se no paciente um material radioativo (em geral, fluorodeoxiglicose). Uma vez dentro do corpo, os \u00f3rg\u00e3os e tecidos processam o material como se este fizesse parte normal do nosso metabolismo. Ao decair radioativamente, ele emite p\u00f3sitrons que se aniquilam, produzindo raios-gama. Estes, por sua vez, s\u00e3o detectados e transformados em imagens por um computador. \u00c9 a melhor tecnologia existente para distinguir um tumor benigno de um tumor maligno.<\/p>\n<p>Em 1934 <a href=\"https:\/\/home.cern\/science\/physics\/antimatter\"><u><sup>1<\/sup><\/u><\/a>, num esfor\u00e7o para detectar, experimentalmente, o <em><i>antipr\u00f3ton<\/i><\/em>, E. Lawrence projetou e patenteou o c\u00edclotron. O aparelho podia acelerar part\u00edculas carregadas at\u00e9 energias da ordem de 10<sup>6<\/sup>\u00a0eletronvolts. \u00a0O antipr\u00f3ton n\u00e3o foi encontrado, mas bombardeando alvos com part\u00edculas extremamente velozes, os \u00e1tomos se desintegravam podendo formar novos elementos qu\u00edmicos (radioativos). Em 1954, Lawrence supervisionou a constru\u00e7\u00e3o do bevatron, que acelerava pr\u00f3tons com energias acima de 10<sup>9<\/sup>\u00a0eletronvolts. \u00a0O bevatron detectou o antipr\u00f3ton e o antin\u00eautron em 1955 e 1956, respectivamente. A obten\u00e7\u00e3o dessas antipart\u00edculas, juntamente com o antiel\u00e9tron (p\u00f3sitron), deram in\u00edcio \u00e0 busca dos anti\u00e1tomos, mais precisamente, do antihidrog\u00eanio.<\/p>\n<p>O hidrog\u00eanio \u00e9 o elemento qu\u00edmico mais simples e abundante do universo, composto apenas, por um pr\u00f3ton e um el\u00e9tron. Em 1995, pesquisadores no CERN fizeram antipr\u00f3tons colidirem com \u00e1tomos de xen\u00f4nio durante 3 semanas. Produziram apenas 9 \u00e1tomos de <em><i>antihidrog\u00eanio<\/i><\/em>\u00a0(formado por um antipr\u00f3ton e um p\u00f3sitron). Eles se aniquilaram com a mat\u00e9ria ordin\u00e1ria em 40 bilion\u00e9simos de um segundo. Para se estudar o antihidrog\u00eanio, tinha que primeiro se aumentar a sua produ\u00e7\u00e3o. Para isso, o CERN deu in\u00edcio \u00e0 constru\u00e7\u00e3o do Desacelerador de Antipr\u00f3tons (Figura 2).<\/p>\n<p>No estudo da antimat\u00e9ria, para se conseguir bons resultados experimentais, \u00e9 necess\u00e1rio primeiro esfri\u00e1-la. O vai e vem t\u00e9rmico de anti\u00e1tomos faz com que, pelo efeito Doppler, a absor\u00e7\u00e3o e emiss\u00e3o de radia\u00e7\u00e3o fiquem mais largas, diminuindo a precis\u00e3o da medida. Armadilhas magn\u00e9ticas e aprisionamento de antipr\u00f3tons no interior de \u00e1tomos de h\u00e9lio t\u00eam sido usados para confinar o antihidrog\u00eanio.<\/p>\n<div id=\"attachment_44422\" style=\"width: 1110px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-44422\" class=\"wp-image-44422 size-full\" src=\"https:\/\/www2.ifsc.usp.br\/portal-ifsc\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/esfriando-a-antimateria-3.jpg\" alt=\"\" width=\"1100\" height=\"550\" srcset=\"https:\/\/www2.ifsc.usp.br\/portal-ifsc\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/esfriando-a-antimateria-3.jpg 1100w, https:\/\/www2.ifsc.usp.br\/portal-ifsc\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/esfriando-a-antimateria-3-300x150.jpg 300w, https:\/\/www2.ifsc.usp.br\/portal-ifsc\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/esfriando-a-antimateria-3-1024x512.jpg 1024w, https:\/\/www2.ifsc.usp.br\/portal-ifsc\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/esfriando-a-antimateria-3-768x384.jpg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 1100px) 100vw, 1100px\" \/><p id=\"caption-attachment-44422\" class=\"wp-caption-text\"><em><strong>Figura 3 &#8211; O experimento ASACUSA (Atomic Spectroscopy And Collisions Using Slow Antiprotons) no CERN (Cr\u00e9dito: CERN)<\/strong><\/em><\/p><\/div>\n<p>O projeto ASACUSA (Figura 3) \u00e9 um experimento em andamento no CERN, com parceria japonesa-europeia, para medir a massa do antipr\u00f3ton. Ao se manter juntos, \u00e1tomos de h\u00e9lio resfriados a 1,5 K e antipr\u00f3tons, cerca de 3% dos \u00e1tomos de h\u00e9lio substituem um dos seus el\u00e9trons por um antipr\u00f3ton. Ajustando-se a frequ\u00eancia correta de um laser, pode-se excitar o h\u00e9lio antiprot\u00f4nico. Os resultados experimentais de 2011, provaram que pr\u00f3ton e antipr\u00f3ton t\u00eam a mesma massa numa margem de erro de uma parte em um bilh\u00e3o. Em 2015, essa precis\u00e3o aumentou ainda mais, para sete partes em cem bilh\u00f5es.<\/p>\n<p>Outra maneira de se comparar a mat\u00e9ria com a antimat\u00e9ria \u00e9 pela an\u00e1lise do espectro de absor\u00e7\u00e3o. Cada elemento tem sua pr\u00f3pria, caracter\u00edstica e distinta, linhas de absor\u00e7\u00e3o. Ser\u00e1 que o hidrog\u00eanio e o antihidrog\u00eanio t\u00eam espectro diferente? Para responder a essa pergunta, primeiro era necess\u00e1rio criar um n\u00famero razo\u00e1vel de antihidrog\u00eanios e que eles permanecessem assim, por um bom tempo, sem serem aniquilados ao entrar em contacto com a mat\u00e9ria ordin\u00e1ria.<\/p>\n<p>Em 2011, o experimento ALPHA (Figura 4) desenvolvido pelo CERN, conseguiu criar e armadilhar cerca de 300 antihidrog\u00eanios durante 1000 segundos!<\/p>\n<p>Mais recentemente, em mar\u00e7o de 2021 <a href=\"https:\/\/doi.org\/10.1038\/s41586-021-03289-6\"><u><sup>2<\/sup><\/u><\/a>, em artigo que foi capa da revista <em><i>Nature<\/i><\/em>, C. J. Baker <em><i>et al.<\/i><\/em>\u00a0esfriaram \u00e1tomos de antihidrog\u00eanios, presos numa armadilha magn\u00e9tica, utilizando um laser pulsado. Todo o experimento foi realizado no ALPHA 2, uma segunda gera\u00e7\u00e3o do equipamento usado em 2011.<\/p>\n<div id=\"attachment_44423\" style=\"width: 510px\" class=\"wp-caption alignleft\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-44423\" class=\"wp-image-44423 size-full\" src=\"https:\/\/www2.ifsc.usp.br\/portal-ifsc\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/esfriando-a-antimateria-4.jpg\" alt=\"\" width=\"500\" height=\"334\" srcset=\"https:\/\/www2.ifsc.usp.br\/portal-ifsc\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/esfriando-a-antimateria-4.jpg 500w, https:\/\/www2.ifsc.usp.br\/portal-ifsc\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/esfriando-a-antimateria-4-300x200.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px\" \/><p id=\"caption-attachment-44423\" class=\"wp-caption-text\"><em><strong>Figura 4 &#8211; O experimento ALPHA (Antihydrogen Laser PHysics Apparatus) (Cr\u00e9dito: CERN)<\/strong><\/em><\/p><\/div>\n<p>A energia cin\u00e9tica da nuvem de antihidrog\u00eanios \u00e9 diminu\u00edda usando-se o fato de que a absor\u00e7\u00e3o de f\u00f3tons depende da velocidade dos anti\u00e1tomos. Anti\u00e1tomos que t\u00eam dire\u00e7\u00e3o e sentidos apostos \u00e0 dos f\u00f3tons incidentes s\u00e3o seletivamente excitados, sintonizando-se a frequ\u00eancia do f\u00f3ton incidente um pouquinho abaixo da frequ\u00eancia de resson\u00e2ncia do \u00e1tomo em repouso (efeito Doppler). Desenhando um perfil magn\u00e9tico apropriado, foi poss\u00edvel transformar esse esfriamento unidimensional em tridimensional. A redu\u00e7\u00e3o da energia cin\u00e9tica ultrapassou uma ordem de magnitude.<\/p>\n<p>Na armadilha magn\u00e9tica, cem mil antipr\u00f3tons, vindos do desacelerador de antipr\u00f3tons (Figura 2) foram misturados com tr\u00eas milh\u00f5es de p\u00f3sitrons vindos de um acumulador, produzindo cerca de mil antihidrog\u00eanios. O comprimento de onda do laser pulsado utilizado foi de 121,6 nan\u00f4metros (radia\u00e7\u00e3o Lyman-\u03b1), com os pulsos durando 15.10<sup>\u00a0&#8211; 9<\/sup>\u00a0s e repetidos a cada um d\u00e9cimo de segundo. Uma vez esfriados os anti\u00e1tomos, os pesquisadores analisaram a transi\u00e7\u00e3o 1S \u2013 2S do antihidrog\u00eanio e constataram que o espectro, dentro da precis\u00e3o experimental, em nada diferia do hidrog\u00eanio ordin\u00e1rio. Devido ao esfriamento a laser, a largura da linha diminuiu por um fator quatro.<\/p>\n<p>O Modelo Padr\u00e3o \u00e9 o modelo te\u00f3rico que melhor descreve (at\u00e9 agora) o mundo das part\u00edculas elementares. Tem tido muito sucesso e resistido a muitas comprova\u00e7\u00f5es experimentais. No Modelo padr\u00e3o, para cada part\u00edcula existente h\u00e1 uma antipart\u00edcula correspondente com a mesma massa, spin e carga (em m\u00f3dulo, se houver). O Modelo Padr\u00e3o (assim como, a Relatividade Geral e a Teoria Qu\u00e2ntica de Campos) pressup\u00f5e simetria CPT, isto \u00e9, invari\u00e2ncia das leis da F\u00edsica por conjuga\u00e7\u00e3o de Carga, Paridade e revers\u00e3o Temporal. A viola\u00e7\u00e3o da simetria CP (Carga e Paridade) foi encontrada no decaimento de m\u00e9sons K (kaons) eletricamente neutros, por Cronin e Fitch em 1964. A invari\u00e2ncia CPT implica que uma viola\u00e7\u00e3o CP \u00e9 sempre acompanhada de uma quebra da simetria por revers\u00e3o temporal (T). No experimento, kaons se transformam em antikaons e vice-versa, mas n\u00e3o com a mesma probabilidade. Esse resultado, constitui um dos principais argumentos para explicar a primazia da mat\u00e9ria sobre antimat\u00e9ria no universo em que vivemos.<\/p>\n<p>Os experimentos aqui relatados, demonstram o esfor\u00e7o acad\u00eamico para encontrar m\u00ednimas e sutis diferen\u00e7as entre mat\u00e9ria e antimat\u00e9ria. Representam um bom teste para poss\u00edveis viola\u00e7\u00f5es de importantes simetrias fundamentais da natureza.<\/p>\n<p><sup>*<\/sup><em><i>F\u00edsico, Professor S\u00eanior do IFSC \u2013 USP<\/i><\/em><\/p>\n<p>(<em>Agradecimento: ao Sr. Rui Sintra da Assessoria de Comunica\u00e7\u00e3o)<\/em><\/p>\n<p><strong><b>Refer\u00eancias:<\/b><\/strong><\/p>\n<p><sup>1<\/sup>\u00a0<a href=\"https:\/\/home.cern\/science\/physics\/antimatter\"><u>Antimatter | CERN (home.cern)<\/u><\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/home.cern\/science\/physics\/antimatter\"><u>https:\/\/home.cern\/science\/physics\/antimatter<\/u><\/a><\/p>\n<p><sup>2<\/sup>\u00a0C. J. Baker <em><i>et al.,<\/i><\/em>\u00a0Nature, 592, 35-42 (2021)<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/doi.org\/10.1038\/s41586-021-03289-6\">https:\/\/doi.org\/10.1038\/s41586-021-03289-6<\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">Assessoria de Comunica\u00e7\u00e3o &#8211; IFSC\/USP<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por: Prof. Roberto N. Onody * A exist\u00eancia da antimat\u00e9ria (Figura 1) foi prevista teoricamente por P. Dirac em 1928. \u00a0A equa\u00e7\u00e3o de Dirac descreve a teoria qu\u00e2ntica relativ\u00edstica do el\u00e9tron e une a Relatividade Especial com a Mec\u00e2nica Qu\u00e2ntica. 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