{"id":11144,"date":"2012-04-09T08:10:40","date_gmt":"2012-04-09T11:10:40","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T03:00:00","slug":"as-fendas-no-universo-e-as-possibilidades-da-viagem-no-tempo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www2.ifsc.usp.br\/portal-ifsc\/as-fendas-no-universo-e-as-possibilidades-da-viagem-no-tempo\/","title":{"rendered":"As fendas no Universo e as possibilidades da viagem no tempo"},"content":{"rendered":"<p>As teorias de Einstein abrem espa\u00e7o para a hip\u00f3tese de grandes fendas no espa\u00e7o-tempo, e o mist\u00e9rio que circunda sua exist\u00eancia e o uso desta geometria para viagens super r\u00e1pidas ao redor do Universo &#8211; e tamb\u00e9m no tempo &#8211; tem ganhado espa\u00e7o em fic\u00e7\u00f5es cient\u00edficas e no meio acad\u00eamico nas \u00faltimas d\u00e9cadas. Em parte, essa hip\u00f3tese ainda se trata de um exerc\u00edcio de distra\u00e7\u00e3o, mas ainda h\u00e1 o lado s\u00e9rio da teoria. Apesar da exist\u00eancia de t\u00faneis transit\u00e1veis no continuum espa\u00e7o-tempo ainda n\u00e3o ter sido comprovada, n\u00e3o h\u00e1 nenhum princ\u00edpio f\u00edsico que d\u00ea conta de descartar a ideia totalmente.<\/p>\n<p>A teoria tem origem na descri\u00e7\u00e3o do espa\u00e7o e do tempo proposta pela F\u00edsica, que prop\u00f5e tr\u00eas dimens\u00f5es comuns, observadas comumente por todos n\u00f3s \u2013 largura, altura e profundidade \u2013, com um diferencial fundamental: o tempo seria uma quarta dime<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www2.ifsc.usp.br\/portal-ifsc\/site-antigo\/images\/stories\/image3.jpg\" alt=\"image3\" style=\"float: right; margin: 4px;\" height=\"154\" width=\"180\" \/><\/p>\n<p>ns\u00e3o, \u00fatil para descrever todo o Universo.<\/p>\n<p>Para os f\u00edsicos, as dimens\u00f5es especiais e temporais s\u00e3o diretamente conectadas. Este \u00e9 o chamado continuum espa\u00e7o-tempo, uma teoria matem\u00e1tica que engloba o Universo como um todo. Esta teoria foi proposta por ningu\u00e9m mais que o f\u00edsico alem\u00e3o Albert Einstein, em 1905, atrav\u00e9s dos postulados da cl\u00e1ssica Teoria da Relatividade. Neste trabalho, Einstein explica a din\u00e2mica que rege este continuum, ou seja, as for\u00e7as e os mecanismos de movimento por tr\u00e1s destas quatro dimens\u00f5es. Antes disso, considerava-se que o tempo era absoluto e universal, igual para todos, mesmo em circunst\u00e2ncias f\u00edsicas bem diferentes. Mas para Einstein, se dois indiv\u00edduos se movem diferentemente, eles experimentam tamb\u00e9m tempos diferentes.<\/p>\n<p>&#8220;Acontece que este continuum pode ter algumas singularidades, alguns defeitos&#8221;, comenta o professor Luiz Vitor de Souza, pesquisador do Instituto de F\u00edsica de S\u00e3o Carlos (IFSC-USP) especialista em F\u00edsica de Astropart\u00edculas. &#8220;Imagine que a sala da sua casa como a vemos, com tr\u00eas dimens\u00f5es, largura, altura e profundidade, est\u00e1 com uma trinca&#8221;, ele explica. &#8220;O mesmo pode ser descrito em quatro dimens\u00f5es&#8221;.<\/p>\n<p>A matem\u00e1tica pode mesmo ser bem semelhante em ambos os casos. Mas, \u00e9 exatamente nesta trinca, por menor que ela seja, que as coisas come\u00e7am a ficar interessantes, justamente por envolver a no\u00e7\u00e3o de tempo, um mist\u00e9rio t\u00e3o fascinante para os humanos.<\/p>\n<p>Uma das formas mais conhecidas de &#8220;trincas&#8221; no continuum espa\u00e7o-tempo \u00e9 o buraco negro. Em um destes, o espa\u00e7o-tempo se dobra ao redor dele mesmo. Isso significa que a gravidade ali \u00e9 t\u00e3o intensa que, neste caso, temos a m\u00e1xima conhecida de distor\u00e7\u00e3o de tempo no Universo: nas proximidades de um buraco negro, o tempo parece estar parado em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 Terra. Se um astronauta se atrevesse a chegar ali perto, ele poderia enxergar toda a eternidade em um curto per\u00edodo de tempo e, de fato, dar um salto imenso ao futuro \u2013 se \u00e9 que voltaria inteiro.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www2.ifsc.usp.br\/portal-ifsc\/site-antigo\/images\/stories\/diagrama_wormhole.png\" alt=\"diagrama_wormhole\" style=\"float: left; margin: 4px;\" height=\"284\" width=\"280\" \/>Outra singularidade poss\u00edvel, dentro da teoria matem\u00e1tica, \u00e9 o chamado buraco de minhoca (wormhole, em ingl\u00eas). Tendo como par\u00e2metro as tr\u00eas dimens\u00f5es que enxergamos, esta fenda seria uma esp\u00e9cie de funil (ver imagem ao lado) \u2013 um buraco em um espa\u00e7o tridimensional, que leva a mat\u00e9ria atrav\u00e9s de um t\u00fanel para um outro espa\u00e7o do outro lado. &#8220;O buraco de minhoca \u00e9 isso, mas em quatro dimens\u00f5es, o que significa que \u00e9 um buraco no espa\u00e7o e no tempo tamb\u00e9m&#8221;, explica o pesquisador do IFSC-USP. Este buraco poderia servir como um atalho para viagens super r\u00e1pidas a locais distantes do Universo.<\/p>\n<p>No entanto, Luiz Vitor enfatiza que o buraco de minhoca \u00e9 um defeito de teor te\u00f3rico, ou seja, \u00e9 mera especula\u00e7\u00e3o. &#8220;N\u00e3o existe um experimento, uma medida. \u00c9 apenas poss\u00edvel, dentro da teoria da relatividade geral, que o continuum espa\u00e7o-tempo se dobre, mas o buraco de minhoca \u00e9 apenas uma solu\u00e7\u00e3o inusitada para as equa\u00e7\u00f5es matem\u00e1ticas de Einstein&#8221;, esclarece o professor.<\/p>\n<p>Diferentemente dos buracos negros, n\u00e3o h\u00e1, ainda, uma busca espec\u00edfica direcionada \u00e0 descoberta dos buracos de minhoca. \u00c9 dif\u00edcil at\u00e9 mesmo fazer uma predi\u00e7\u00e3o, no sentido do qu\u00ea exatamente deveria ser visto no Universo que se identificasse como uma dessas fendas. Um buraco negro \u00e9 localiz\u00e1vel atrav\u00e9s do movimento intenso de part\u00edculas e estrelas ao redor de um ponto vazio, que n\u00e3o emite luz, mas no caso de um buraco de minhoca o que ver\u00edamos? &#8220;Seria como um buraco negro, mas existe outra coisa do outro lado, para onde a mat\u00e9ria est\u00e1 indo, ent\u00e3o talvez n\u00e3o enxerg\u00e1ssemos nenhuma anormalidade&#8221;, comenta Luiz Vitor.<\/p>\n<p>Apesar desta diferen\u00e7a no n\u00edvel do vis\u00edvel, os fen\u00f4menos que levam \u00e0 forma\u00e7\u00e3o de todas as fendas neste continuum s\u00e3o muito similares. Basicamente, trata-se de uma grande concentra\u00e7\u00e3o de massa que geraria uma for\u00e7a gravitacional t\u00e3o intensa que dobraria o espa\u00e7o-tempo. &#8220;A \u00fanica forma que conhecemos capaz de curvar o espa\u00e7o-tempo \u00e9 a gravidade&#8221;, aponta o pesquisador. A n\u00e3o ser, \u00e9 claro, nos prim\u00f3rdios do Universo, durante o processo de expans\u00e3o acelerada que sofreu, a partir do Big Bang. Pense em um el\u00e1stico, que voc\u00ea estica muito r\u00e1pido: voc\u00ea estar\u00e1 criando ranhuras, estrias, no material. Esta \u00e9 tamb\u00e9m uma explica\u00e7\u00e3o para o que os te\u00f3ricos chamam de &#8220;defeitos topol\u00f3gicos&#8221; no continuum espa\u00e7o-tempo. O buraco de minhoca \u00e9 apenas um destes defeitos. &#8220;O Universo est\u00e1 &#8211; ou pode estar &#8211; repleto destes pontos descont\u00ednuos&#8221;, revela ele. Ali\u00e1s, h\u00e1 teorias propondo que buracos de minhoca subat\u00f4micos e naturais se formem ao redor do Universo, desaparecendo muito r\u00e1pido.<\/p>\n<p><strong>Mat\u00e9ria ex\u00f3tica<\/strong><\/p>\n<p>A mat\u00e9ria ex\u00f3tica recebe este nome justamente por ser muito pouco conhecida pelos especialistas. A forma mais famosa de mat\u00e9ria ex\u00f3tica, atualmente, \u00e9 a misteriosa mat\u00e9ria escura. Este tipo de mat\u00e9ria, que instiga os cientistas da \u00e1rea, n\u00e3o emite luz. Trata-se de uma for\u00e7a misteriosa que age na gravidade, unindo as gal\u00e1xias. Segundo Luiz Vitor, a mat\u00e9ria escura \u00e9 um tipo de gravidade que, dependendo de sua distribui\u00e7\u00e3o, poderia causar tais dobras no continuum espa\u00e7o-tempo. &#8220;\u00c9 algo poss\u00edvel, mas n\u00e3o detectado pela teoria, pois \u00e9 uma massa com caracter\u00edsticas muito particulares, ou seja, suas part\u00edculas n\u00e3o se comportam como as part\u00edculas que temos aqui perto da Terra&#8221;, explica ele, que tem se dedicado a \u00e1reas relacionadas h\u00e1 anos.<\/p>\n<p>Para antecipar perguntas cl\u00e1ssicas que surgem a partir da hip\u00f3tese de um buraco de minhoca, como &#8220;qual seria o comportamento de astropart\u00edculas no interior dessa fenda?&#8221;, &#8220;como seria poss\u00edvel ultrapasssar a velocidade da luz sem se transformar em pura energia?&#8221; ou, mais instigante ainda, &#8220;a viagem no tempo \u00e9 poss\u00edvel?&#8221;, Luiz Vitor j\u00e1 adianta que a nossa F\u00edsica atual n\u00e3o est\u00e1 preparada para responder a essas quest\u00f5es com firmeza.<\/p>\n<p>Ele explica que, para estudar coisas de massa muito grande, no Universo, aplica-se a Teoria da Relatividade Geral e, para estudar coisas de massa muito densa, aplica-se princ\u00edpios de Mec\u00e2nica Qu\u00e2ntica. E estas duas disciplinas n\u00e3o s\u00e3o descritas no mesmo quadro de trabalho. &#8220;Para prever o que aconteceria com objetos dentro de uma dessas falhas do espa\u00e7o-tempo, ou mesmo em sua periferia, seria necess\u00e1rio utilizar as duas teorias simultaneamente, e ningu\u00e9m conhece essa F\u00edsica&#8221;, lamenta ele. Segundo ele, \u00e9 poss\u00edvel tra\u00e7ar estimativas, mas os cientistas admitem suas limita\u00e7\u00f5es em um caso em que a concentra\u00e7\u00e3o de part\u00edculas \u00e9 muito grande e a massa \u00e9 muito alta. Al\u00e9m disso, estima-se que, para serem transpon\u00edveis, os buracos negros exijam a exist\u00eancia de um tipo de mat\u00e9ria que possua densidade de energia negativa, o que, mais uma vez, n\u00e3o passa de mera conjectura te\u00f3rica: n\u00e3o se pode provar nem refutar a exist\u00eancia deste tipo de mat\u00e9ria.<\/p>\n<p>Nos par\u00e2metros atuais, enquanto resultados de equa\u00e7\u00f5es, tem-se que a viagem no tempo, como imaginamos, seria poss\u00edvel fora das fic\u00e7\u00f5es cient\u00edficas, sim. &#8220;O buraco de minhoca n\u00e3o seria apenas uma viagem no espa\u00e7o. \u00c9, de fato, uma viagem no tempo. Mas enquanto n\u00e3o houver medidas, experimentos, observa\u00e7\u00f5es, n\u00e3o passa de especula\u00e7\u00e3o&#8221;, conta. &#8220;Por isso, a pesquisa do tema \u00e9 t\u00e3o interessante. Quando estudamos a fronteira do conhecimento, geramos avan\u00e7o&#8221;, completa.<\/p>\n<p>Todas essas solu\u00e7\u00f5es matem\u00e1ticas, que abrem espa\u00e7o para a hip\u00f3tese de fendas na rela\u00e7\u00e3o espa\u00e7o-tempo no Universo, t\u00eam ganhado notoriedade justamente pela almejada possibilidade de viajar no tempo. Se comprovado, compreendido e dominado, o buraco de minhoca poderia ser reproduzido e utilizado para esta finalidade. Mas, obviamente, os cientistas que se empenham neste tipo de pesquisa t\u00eam menos esse objetivo em mente e mais a ambi\u00e7\u00e3o de explorar e resolver a geometria do Universo. Menos apegados ao teor tecnol\u00f3gico da investiga\u00e7\u00e3o, uma vez esclarecidos sobre esta geometria, os cientistas poderiam aplicar estas solu\u00e7\u00f5es matem\u00e1ticas em outros problemas, como a descri\u00e7\u00e3o de grandes conjuntos de gal\u00e1xias e estrelas complexas. No entanto, ainda que esteja longe de nossa realidade atual, a ideia est\u00e1 tamb\u00e9m longe de ser descartada.<\/p>\n<p>&#8220;A F\u00edsica n\u00e3o diz que isso \u00e9 imposs\u00edvel e a postura de um f\u00edsico sempre ser\u00e1 &#8216;se a teoria n\u00e3o descarta, vale a pena tentar&#8217;. Nada que conhecemos impede uma viagem no tempo&#8221;, conta ele. Na teoria de Einstein de continuum espa\u00e7o-tempo, n\u00e3o h\u00e1 exatamente uma diferen\u00e7a entre viajar de S\u00e3o Carlos at\u00e9 S\u00e3o Paulo e viajar de hoje para ontem. Mesmo na descri\u00e7\u00e3o de um princ\u00edpio da Termodin\u00e2mica, que prop\u00f5e que todas as coisas do Universo caminham para a desordem, e que esta tend\u00eancia regula a seta do tempo para frente, n\u00e3o h\u00e1 ind\u00edcios da completa inexist\u00eancia de um mecanismo que possa reverter este quadro.<\/p>\n<p>&#8220;A preocupa\u00e7\u00e3o humana com o tempo \u00e9 um reflexo da inten\u00e7\u00e3o de prolongar a vida, da tentativa insistente de driblar o fim, mas este \u00e9 um problema intelectual muito mais interessante, porque n\u00f3s temos uma percep\u00e7\u00e3o do tempo muito r\u00edgida e ainda \u00e9 muito enigm\u00e1tico pensar de outra forma. Estes problemas s\u00e3o perfeitos para isso, pois colocam a F\u00edsica como conhecemos em condi\u00e7\u00f5es extremas&#8221;, finaliza o pesquisador.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www2.ifsc.usp.br\/portal-ifsc\/site-antigo\/images\/stories\/R9800256-Wormhole_in_the_Big_Bang-SPL.jpg\" alt=\"R9800256-Wormhole_in_the_Big_Bang-SPL\" style=\"display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" height=\"351\" width=\"523\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">Assessoria de Comunica\u00e7\u00e3o<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p><span style=\"font-size: 10pt;\"><strong>Fic\u00e7\u00e3o x Realidade<\/strong><\/span><\/p>\n","protected":false},"author":0,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[30],"tags":[],"class_list":["post-11144","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-noticias"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.2 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>As fendas no Universo e as possibilidades da viagem no tempo - Portal IFSC<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/www2.ifsc.usp.br\/portal-ifsc\/as-fendas-no-universo-e-as-possibilidades-da-viagem-no-tempo\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"As fendas no Universo e as possibilidades da viagem no tempo - Portal IFSC\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Fic\u00e7\u00e3o x Realidade\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/www2.ifsc.usp.br\/portal-ifsc\/as-fendas-no-universo-e-as-possibilidades-da-viagem-no-tempo\/\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"Portal IFSC\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"-0001-11-30T00:00:00+00:00\" \/>\n<meta property=\"og:image\" content=\"https:\/\/www2.ifsc.usp.br\/portal-ifsc\/site-antigo\/images\/stories\/image3.jpg\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Est. tempo de leitura\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"9 minutos\" \/>\n<script type=\"application\/ld+json\" class=\"yoast-schema-graph\">{\"@context\":\"https:\/\/schema.org\",\"@graph\":[{\"@type\":\"Article\",\"@id\":\"https:\/\/www2.ifsc.usp.br\/portal-ifsc\/as-fendas-no-universo-e-as-possibilidades-da-viagem-no-tempo\/#article\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\/\/www2.ifsc.usp.br\/portal-ifsc\/as-fendas-no-universo-e-as-possibilidades-da-viagem-no-tempo\/\"},\"author\":{\"name\":\"\",\"@id\":\"\"},\"headline\":\"As fendas no Universo e as possibilidades da viagem no tempo\",\"datePublished\":\"-0001-11-30T00:00:00+00:00\",\"mainEntityOfPage\":{\"@id\":\"https:\/\/www2.ifsc.usp.br\/portal-ifsc\/as-fendas-no-universo-e-as-possibilidades-da-viagem-no-tempo\/\"},\"wordCount\":1799,\"publisher\":{\"@id\":\"https:\/\/www2.ifsc.usp.br\/portal-ifsc\/#organization\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\/\/www2.ifsc.usp.br\/portal-ifsc\/as-fendas-no-universo-e-as-possibilidades-da-viagem-no-tempo\/#primaryimage\"},\"thumbnailUrl\":\"https:\/\/www2.ifsc.usp.br\/portal-ifsc\/site-antigo\/images\/stories\/image3.jpg\",\"articleSection\":[\"Not\u00edcias\"],\"inLanguage\":\"pt-BR\"},{\"@type\":\"WebPage\",\"@id\":\"https:\/\/www2.ifsc.usp.br\/portal-ifsc\/as-fendas-no-universo-e-as-possibilidades-da-viagem-no-tempo\/\",\"url\":\"https:\/\/www2.ifsc.usp.br\/portal-ifsc\/as-fendas-no-universo-e-as-possibilidades-da-viagem-no-tempo\/\",\"name\":\"As fendas no Universo e as possibilidades da viagem no tempo - Portal IFSC\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\/\/www2.ifsc.usp.br\/portal-ifsc\/#website\"},\"primaryImageOfPage\":{\"@id\":\"https:\/\/www2.ifsc.usp.br\/portal-ifsc\/as-fendas-no-universo-e-as-possibilidades-da-viagem-no-tempo\/#primaryimage\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\/\/www2.ifsc.usp.br\/portal-ifsc\/as-fendas-no-universo-e-as-possibilidades-da-viagem-no-tempo\/#primaryimage\"},\"thumbnailUrl\":\"https:\/\/www2.ifsc.usp.br\/portal-ifsc\/site-antigo\/images\/stories\/image3.jpg\",\"datePublished\":\"-0001-11-30T00:00:00+00:00\",\"breadcrumb\":{\"@id\":\"https:\/\/www2.ifsc.usp.br\/portal-ifsc\/as-fendas-no-universo-e-as-possibilidades-da-viagem-no-tempo\/#breadcrumb\"},\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"ReadAction\",\"target\":[\"https:\/\/www2.ifsc.usp.br\/portal-ifsc\/as-fendas-no-universo-e-as-possibilidades-da-viagem-no-tempo\/\"]}]},{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\/\/www2.ifsc.usp.br\/portal-ifsc\/as-fendas-no-universo-e-as-possibilidades-da-viagem-no-tempo\/#primaryimage\",\"url\":\"https:\/\/www2.ifsc.usp.br\/portal-ifsc\/site-antigo\/images\/stories\/image3.jpg\",\"contentUrl\":\"https:\/\/www2.ifsc.usp.br\/portal-ifsc\/site-antigo\/images\/stories\/image3.jpg\"},{\"@type\":\"BreadcrumbList\",\"@id\":\"https:\/\/www2.ifsc.usp.br\/portal-ifsc\/as-fendas-no-universo-e-as-possibilidades-da-viagem-no-tempo\/#breadcrumb\",\"itemListElement\":[{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":1,\"name\":\"In\u00edcio\",\"item\":\"https:\/\/www2.ifsc.usp.br\/portal-ifsc\/\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":2,\"name\":\"As fendas no Universo e as possibilidades da viagem no tempo\"}]},{\"@type\":\"WebSite\",\"@id\":\"https:\/\/www2.ifsc.usp.br\/portal-ifsc\/#website\",\"url\":\"https:\/\/www2.ifsc.usp.br\/portal-ifsc\/\",\"name\":\"Portal IFSC\",\"description\":\"Instituto de F\u00edsica de S\u00e3o Carlos\",\"publisher\":{\"@id\":\"https:\/\/www2.ifsc.usp.br\/portal-ifsc\/#organization\"},\"potentialAction\":[{\"@type\":\"SearchAction\",\"target\":{\"@type\":\"EntryPoint\",\"urlTemplate\":\"https:\/\/www2.ifsc.usp.br\/portal-ifsc\/?s={search_term_string}\"},\"query-input\":{\"@type\":\"PropertyValueSpecification\",\"valueRequired\":true,\"valueName\":\"search_term_string\"}}],\"inLanguage\":\"pt-BR\"},{\"@type\":\"Organization\",\"@id\":\"https:\/\/www2.ifsc.usp.br\/portal-ifsc\/#organization\",\"name\":\"Portal IFSC\",\"url\":\"https:\/\/www2.ifsc.usp.br\/portal-ifsc\/\",\"logo\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\/\/www2.ifsc.usp.br\/portal-ifsc\/#\/schema\/logo\/image\/\",\"url\":\"https:\/\/www2.ifsc.usp.br\/portal-ifsc\/wp-content\/uploads\/2017\/03\/logotipo_ifsc_usp_500x862.jpg\",\"contentUrl\":\"https:\/\/www2.ifsc.usp.br\/portal-ifsc\/wp-content\/uploads\/2017\/03\/logotipo_ifsc_usp_500x862.jpg\",\"width\":500,\"height\":862,\"caption\":\"Portal IFSC\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\/\/www2.ifsc.usp.br\/portal-ifsc\/#\/schema\/logo\/image\/\"}}]}<\/script>\n<!-- \/ Yoast SEO plugin. -->","yoast_head_json":{"title":"As fendas no Universo e as possibilidades da viagem no tempo - Portal IFSC","robots":{"index":"index","follow":"follow","max-snippet":"max-snippet:-1","max-image-preview":"max-image-preview:large","max-video-preview":"max-video-preview:-1"},"canonical":"https:\/\/www2.ifsc.usp.br\/portal-ifsc\/as-fendas-no-universo-e-as-possibilidades-da-viagem-no-tempo\/","og_locale":"pt_BR","og_type":"article","og_title":"As fendas no Universo e as possibilidades da viagem no tempo - Portal IFSC","og_description":"Fic\u00e7\u00e3o x Realidade","og_url":"https:\/\/www2.ifsc.usp.br\/portal-ifsc\/as-fendas-no-universo-e-as-possibilidades-da-viagem-no-tempo\/","og_site_name":"Portal IFSC","article_published_time":"-0001-11-30T00:00:00+00:00","og_image":[{"url":"https:\/\/www2.ifsc.usp.br\/portal-ifsc\/site-antigo\/images\/stories\/image3.jpg","type":"","width":"","height":""}],"twitter_card":"summary_large_image","twitter_misc":{"Est. tempo de leitura":"9 minutos"},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"Article","@id":"https:\/\/www2.ifsc.usp.br\/portal-ifsc\/as-fendas-no-universo-e-as-possibilidades-da-viagem-no-tempo\/#article","isPartOf":{"@id":"https:\/\/www2.ifsc.usp.br\/portal-ifsc\/as-fendas-no-universo-e-as-possibilidades-da-viagem-no-tempo\/"},"author":{"name":"","@id":""},"headline":"As fendas no Universo e as possibilidades da viagem no tempo","datePublished":"-0001-11-30T00:00:00+00:00","mainEntityOfPage":{"@id":"https:\/\/www2.ifsc.usp.br\/portal-ifsc\/as-fendas-no-universo-e-as-possibilidades-da-viagem-no-tempo\/"},"wordCount":1799,"publisher":{"@id":"https:\/\/www2.ifsc.usp.br\/portal-ifsc\/#organization"},"image":{"@id":"https:\/\/www2.ifsc.usp.br\/portal-ifsc\/as-fendas-no-universo-e-as-possibilidades-da-viagem-no-tempo\/#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/www2.ifsc.usp.br\/portal-ifsc\/site-antigo\/images\/stories\/image3.jpg","articleSection":["Not\u00edcias"],"inLanguage":"pt-BR"},{"@type":"WebPage","@id":"https:\/\/www2.ifsc.usp.br\/portal-ifsc\/as-fendas-no-universo-e-as-possibilidades-da-viagem-no-tempo\/","url":"https:\/\/www2.ifsc.usp.br\/portal-ifsc\/as-fendas-no-universo-e-as-possibilidades-da-viagem-no-tempo\/","name":"As fendas no Universo e as possibilidades da viagem no tempo - Portal IFSC","isPartOf":{"@id":"https:\/\/www2.ifsc.usp.br\/portal-ifsc\/#website"},"primaryImageOfPage":{"@id":"https:\/\/www2.ifsc.usp.br\/portal-ifsc\/as-fendas-no-universo-e-as-possibilidades-da-viagem-no-tempo\/#primaryimage"},"image":{"@id":"https:\/\/www2.ifsc.usp.br\/portal-ifsc\/as-fendas-no-universo-e-as-possibilidades-da-viagem-no-tempo\/#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/www2.ifsc.usp.br\/portal-ifsc\/site-antigo\/images\/stories\/image3.jpg","datePublished":"-0001-11-30T00:00:00+00:00","breadcrumb":{"@id":"https:\/\/www2.ifsc.usp.br\/portal-ifsc\/as-fendas-no-universo-e-as-possibilidades-da-viagem-no-tempo\/#breadcrumb"},"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"ReadAction","target":["https:\/\/www2.ifsc.usp.br\/portal-ifsc\/as-fendas-no-universo-e-as-possibilidades-da-viagem-no-tempo\/"]}]},{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/www2.ifsc.usp.br\/portal-ifsc\/as-fendas-no-universo-e-as-possibilidades-da-viagem-no-tempo\/#primaryimage","url":"https:\/\/www2.ifsc.usp.br\/portal-ifsc\/site-antigo\/images\/stories\/image3.jpg","contentUrl":"https:\/\/www2.ifsc.usp.br\/portal-ifsc\/site-antigo\/images\/stories\/image3.jpg"},{"@type":"BreadcrumbList","@id":"https:\/\/www2.ifsc.usp.br\/portal-ifsc\/as-fendas-no-universo-e-as-possibilidades-da-viagem-no-tempo\/#breadcrumb","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"In\u00edcio","item":"https:\/\/www2.ifsc.usp.br\/portal-ifsc\/"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"As fendas no Universo e as possibilidades da viagem no tempo"}]},{"@type":"WebSite","@id":"https:\/\/www2.ifsc.usp.br\/portal-ifsc\/#website","url":"https:\/\/www2.ifsc.usp.br\/portal-ifsc\/","name":"Portal IFSC","description":"Instituto de F\u00edsica de S\u00e3o Carlos","publisher":{"@id":"https:\/\/www2.ifsc.usp.br\/portal-ifsc\/#organization"},"potentialAction":[{"@type":"SearchAction","target":{"@type":"EntryPoint","urlTemplate":"https:\/\/www2.ifsc.usp.br\/portal-ifsc\/?s={search_term_string}"},"query-input":{"@type":"PropertyValueSpecification","valueRequired":true,"valueName":"search_term_string"}}],"inLanguage":"pt-BR"},{"@type":"Organization","@id":"https:\/\/www2.ifsc.usp.br\/portal-ifsc\/#organization","name":"Portal IFSC","url":"https:\/\/www2.ifsc.usp.br\/portal-ifsc\/","logo":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/www2.ifsc.usp.br\/portal-ifsc\/#\/schema\/logo\/image\/","url":"https:\/\/www2.ifsc.usp.br\/portal-ifsc\/wp-content\/uploads\/2017\/03\/logotipo_ifsc_usp_500x862.jpg","contentUrl":"https:\/\/www2.ifsc.usp.br\/portal-ifsc\/wp-content\/uploads\/2017\/03\/logotipo_ifsc_usp_500x862.jpg","width":500,"height":862,"caption":"Portal IFSC"},"image":{"@id":"https:\/\/www2.ifsc.usp.br\/portal-ifsc\/#\/schema\/logo\/image\/"}}]}},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www2.ifsc.usp.br\/portal-ifsc\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11144","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www2.ifsc.usp.br\/portal-ifsc\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www2.ifsc.usp.br\/portal-ifsc\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www2.ifsc.usp.br\/portal-ifsc\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=11144"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www2.ifsc.usp.br\/portal-ifsc\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11144\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www2.ifsc.usp.br\/portal-ifsc\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=11144"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www2.ifsc.usp.br\/portal-ifsc\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=11144"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www2.ifsc.usp.br\/portal-ifsc\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=11144"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}